.
Fotos 3D: efeito dispensa uso de óculos

.

.
Depressão é tão mortal quanto o tabagismo, aponta pesquisa

Um estudo da Universidade de Bergen, na Noruega, em parceria com o King's College London, no Reino Unido, aponta que a depressão pode ser tão mortal quanto o tabagismo. Usando uma associação entre uma pesquisa com mais de 60 mil pessoas e uma base de dados de mortalidade, os pesquisadores descobriram que o risco de mortalidade aumentaria em pessoas com depressão em uma extensão similar à dos fumantes.
Líder do estudo, o pesquisador Robert Stewart explicou que as possíveis razões subjacentes a essas descobertas surpreendentes podem ser o fato de não se saber a associação causal da depressão com a mortalidade, da mesma forma que se tem esse conhecimento em relação ao hábito de fumar. “Mas isso sugere que devemos prestar mais atenção a essa ligação, porque a associação persistiu após o ajuste com muitos outros fatores”, destacou o especialista.
Outro resultado curioso mostrou que, apesar da depressão aumentar o risco de mortalidade, sua combinação com a ansiedade pareceu reduzir um pouco esse efeito. Segundo os especialistas, uma explicação possível é que pessoas menos ansiosas tendem a procurar, com menos frequência, atendimento médico, o que aumentaria seus riscos de morte. Porém, os autores lembram que ansiedade demais pode deixar a pessoa mais vulnerável ao estresse e, consequentemente, a problemas cardiovasculares. Baseados nos resultados, os pesquisadores destacam a necessidade de se considerar a influência dos distúrbios mentais, como a depressão, na saúde física das pessoas.
leia mais sobre a notícia no KCL (em inglês)
.
Santo Sepulcro

Veja as varias dependências do Santo Sepulcro, em Jerusalem.Passa automaticamente de dependência em dependência, com a câmera girando 360 graus, lentamente. Depois que entrar na primeira sala,clique o botão direito do mouse e escolha Full Screen (tela cheia). Na barra inferior há um disposivo que, clicando vc pode escolher ainda varias possibilidades de operar a câmera( para baixo, para cima, mais rapido ou mais de vagar... (role esta tela e clique no endereço indicado abaixo, para iniciar)
http://www.360tr.com/kudus/kiyamet_eng/index.html
.
Amor e inveja estão associados ao mesmo hormônio, sugere estudo

O hormônio oxitocina – conhecido como o “hormônio do amor” e associado à confiança, empatia e generosidade – também pode cumprir um papel em comportamentos socialmente negativos, como a inveja e o ciúme, segundo pesquisadores da Universidade de Haifa, em Israel. “Subsequente a essas descobertas, supomos que o hormônio é, de forma geral, um desencadeador de sentimentos sociais: quando a associação da pessoa é positiva, a oxitocina reforça comportamentos pró-sociais; quando a associação é negativa, o hormônio aumenta sentimentos negativos”, explica Simone Shamay-Tsoory.
Liberado naturalmente no organismo durante o parto e nas relações sexuais, o hormônio era associado, por estudos anteriores, apenas a efeitos positivos sobre os sentimentos. Na nova pesquisa, os participantes que inalaram uma forma sintética da oxitocina apresentaram maiores níveis de sentimentos altruístas (positivos), comparados com aqueles que inalaram um placebo; porém, competindo em um jogo, esses mesmos participantes apresentaram maior nível de inveja quando o oponente ganhava mais dinheiro e de entusiasmo com a derrota do adversário, comparados ao grupo controle.
“Acompanhando os resultados de experimentos anteriores com a oxitocina, começamos a examinar possíveis usos do hormônio como medicação para diversos distúrbios, como o autismo. Os resultados do presente estudo mostram que os efeitos indesejáveis do hormônio sobre o comportamento devem ser examinados antes de passarmos à frente”, concluiu a pesquisadora.
.
Música pode aliviar o estresse e beneficiar o coração, destacam especialistas

A música pode ajudar na recuperação de um procedimento cardíaco, infarto ou derrame, amenizar o estresse e, possivelmente, reduzir um pouco a pressão sanguínea, segundo relatório divulgado este mês pela Universidade de Harvard, nos Estados Unidos. “A música pode aliviar a dor e o desconforto após a cirurgia cardíaca e, em pessoas saudáveis, a música pode reduzir a pressão sanguínea e aliviar o estresse”, destacam os especialistas.
De acordo com o relatório, a musicoterapia é mais comumente usada para pessoas que foram submetidas a um procedimento cardíaco e para aqueles que se recuperam de infarto ou que estão aprendendo a lidar com outra condição cardiovascular, como angina ou insuficiência cardíaca. “Para eles, a musicoterapia alivia o estresse, oferece uma estratégia prazerosa de enfrentamento (da doença), e transmite uma sensação de controle”.
A Associação Americana de Musicoterapia recomenda que as pessoas façam, diariamente, uma opção de musicoterapia consigo mesmas, escolhendo músicas que façam você se sentir bem e, bem acomodado, ouvi-las por pelo menos 20 minutos.
leia mais sobre a notícia em UPI (em inglês)
.
Emoções e humor podem afetar a sensação de dor, diz estudo

Um estudo canadense publicado na última edição da revista científica PNAS indica que as emoções podem ter um impacto direto sobre a dor. “As emoções ou o humor podem alterar como nós reagimos à dor, pois elas estão interligadas”, destacou o pesquisador Mathieu Roy, líder do estudo. “Nossos testes revelaram quando a dor é percebida pelo nosso cérebro e como a dor pode ser ampliada quando combinada com emoções negativas", completou.
No estudo, 13 voluntários foram submetidos a pequenos e dolorosos choques enquanto observavam uma sucessão de imagens agradáveis, neutras ou desagradáveis. E os pesquisadores mediram as reações no cérebro dos participantes com ressonância magnética funcional.
As análises permitiram aos cientistas dividir as emoções relacionadas à atividade cerebral em resposta à dor. “Descobrimos que ver as imagens desagradáveis suscitou dores mais fortes em indivíduos tomando choque do que olhar imagens agradáveis”, concluíram os autores. Segundo os especialistas, a descoberta oferece evidências científicas de que a dor é controlada pelo humor, e pode abrir caminho para abordagens não-farmacológicas, com imagens e sons, para aliviar a dor.
.
Estudo indica que as pessoas se sentem mais saudáveis após a aposentadoria

Um estudo recentemente realizado na França sugere que a maior parte dos aposentados se sente mais jovem e saudável pouco depois de parar de trabalhar. Avaliando cerca de 15 mil funcionários franceses das empresas estatais de gás e eletricidade, os pesquisadores da Universidade de Estocolmo e da University College de Londres descobriram que o número de entrevistados que afirmou não estar bem de saúde caiu de 19% um ano antes da aposentadoria para 14% um ano depois.
De acordo com os pesquisadores, as maiores melhorias de saúde pós-aposentadoria foram notadas entre aqueles que tinham um ambiente de trabalho insatisfatório. E, entre aqueles que ganhavam mais e tinham empregos mais gratificantes, não foram notadas grandes mudanças.
Em artigo publicado na revista científica Lancet, os especialistas destacam que é essencial melhorar as condições de trabalho para minimizar os efeitos nocivos à saúde, em uma época em que as pessoas vêm permanecendo cada vez mais tempo no mercado de trabalho.
.
Gordura encontrada em peixes aumenta volume da substância cinzenta das áreas responsáveis pelas emoçõesSalmão para melhorar o humor 
O consumo de ômega -3, um tipo de gordura encontrada em peixes, especialmente no salmão, está associada a alterações estruturais do cérebro que parecem melhorar os estados de humor. É o que indicam os resultados de um estudo apresentados pela psiquiatra Sarah M Conklin, da Universidade de Pittsburgh, em Budapeste, na Hungria. Participaram da pesquisa 55 voluntários, que foram entrevistados para determinar o consumo médio de ômega-3. Depois todos foram submetidos à ressonância magnética funcional estrutural de alta resolução. As imagens revelaram associação entre consumo elevado desse nutriente e maior volume da substância cinzenta (formada pelo corpo celular dos neurônios) das áreas responsáveis pelo controle das emoções, como córtex cingular, amígdala e hipocampo – justamente aquelas que estudos anteriores mostraram reduzidas em pacientes com depressão maior e outros distúrbios de humor.
.
Músculos mais fortes podem significar menor risco de Alzheimer, sugere estudo

Os idosos que têm músculos mais fortes podem estar sob menor risco de desenvolver doença de Alzheimer, segundo estudo publicado na edição de novembro da revista científica Archives of Neurology. “As descobertas apoiam a ligação entre a saúde física e a cognição no envelhecimento e a importância de se manter uma boa função física e a força”, destacaram os autores.
Avaliando a força de noves grupos musculares nos braços e pernas e músculos respiratórios de 970 pessoas com idades entre 54 e 100 anos e livres de demência, os pesquisadores observaram que os 97 participantes com maior força muscular eram 61% menos propensos a desenvolver doença de Alzheimer em quatro anos do que os 97 mais fracos. Além disso, os mais fortes tinham menor declínio das habilidades mentais com o passar do tempo.
Segundo os autores, a explicação mais plausível para essa relação é que haveria algo ocorrendo no corpo que causa tanto a fraqueza muscular quanto a perda da capacidade mental. “Certamente pensamos que é importante ser fisicamente ativo e malhar para manter os músculos fortes”, destacaram os especialistas. “Uma boa saúde física é importante para uma boa função cerebral, concluíram.
leia mais sobre o estudo no AN (em inglês)
.
Mesmo pouco exercício beneficia saúde física e mental, diz estudo

Apesar de os especialistas recomendarem a prática de atividades físicas cinco vezes por semana, mesmo apenas 30 minutos de exercícios em um ou dois dias da semana pode trazer benefícios para a saúde física e mental, segundo o Índice Gallup-Healthways de Bem-Estar de 2009, medida oficial americana de saúde e bem estar. Baseado em 288 mil entrevistas por telefone, a pesquisa indica que o fato de não se exercitar em uma semana específica estaria associado a 35% maior incidência de obesidade, enquanto a atividade física de 30 minutos em um ou dois dias da semana reduziria a incidência para 28%.
Em relação à saúde mental, os pesquisadores descobriram que aqueles que faziam atividades físicas um ou dois dias na semana tinham maiores pontuações em uma escala de saúde emocional, comparados aos sedentários. E a depressão seria menos comum entre os participantes fisicamente ativos.
Os pesquisadores destacam, porém, que, apesar de os resultados na saúde física e mental serem melhores para aqueles que fazem atividades físicas com mais frequência – quatro a seis dias na semana –, se exercitar todos os dias não é o ideal. Os participantes que o faziam apresentaram maior incidência de obesidade (20%, contra 19%) e menor índice de saúde emocional do que aqueles que se exercitavam cinco ou seis vezes por semana. Segundo os autores, um regime intenso de exercícios pode ser fisiologicamente e psicologicamente cansativo, afetando a qualidade de vida.
leia mais sobre a notícia em WebMD (em inglês)
.
Comer devagar pode ajudar no controle do peso, indica estudo

Colocar menores quantidades de alimento na boca e mastigar por mais tempo pode ajudar no controle do peso, segundo estudo publicado esta semana na revista especializada Journal of Clinical Endocrinology & Metabolism. Segundo os pesquisadores, comer mais rapidamente pode atrapalhar a liberação de hormônios responsáveis pela sensação de satisfação, fazendo com que as pessoas comam em excesso.
A pesquisa avaliou 17 homens saudáveis que tiveram que, em duas ocasiões diferentes, comer 300 ml de sorvete em cinco e 30 minutos. Analisando amostras de sangue, os pesquisadores observaram que, ao comer mais devagar, os voluntários tinham maior resposta do peptídeo anorexigênico, o que leva a uma redução do apetite.
Os especialistas explicam que o estudo oferece evidências importantes para entender aspectos da atual epidemia de obesidade. “Muitas pessoas, pressionadas por trabalhos e condições de vida demandantes, comem mais rapidamente e em maiores quantidades do que no passado”, ressaltou o pesquisador grego Alexander Kokkinos. “Nosso estudo oferece uma possível explicação para a relação entre a velocidade em comer e a alimentação em excesso, mostrando que a taxa na qual alguém come pode afetar a liberação de hormônios gastrointestinais que sinalizam para cérebro parar de comer”.
.
Estudo associa consumo de carnes vermelhas ao risco de câncer de próstata

Homens que comem grandes quantidades de carne vermelha e carnes processadas – como salsichas, salames, bacon – têm maior risco de desenvolver câncer de próstata, segundo estudo do Instituto Nacional do Câncer dos EUA. Acompanhando, por nove anos, mais de 175 mil homens com idades entre 50 e 71 anos, os especialistas notaram que aqueles com maior consumo de carnes vermelhas eram 12% mais propensos à doença do que aqueles que ingeriam esses alimentos em menor quantidade.
Considerando outros fatores que poderiam influenciar os resultados, como tabagismo, hábitos de exercícios e escolaridade, os especialistas notaram maior relação do câncer, principalmente em estágios mais avançados, com o consumo de carnes grelhadas e churrasco. E os resultados foram similares para carnes processadas.
De acordo com os autores, as descobertas acompanham as teorias de que as carnes preparadas a altas temperaturas podem estar associadas ao câncer porque os processos de cozimento produzem certas substâncias – incluindo hidrocarbonos aromáticos policíclicos e aminas heterocíclicas – conhecidas por causar câncer em animais. “As descobertas apontam mecanismos potenciais pelos quais certas carnes poderiam promover câncer de próstata”, concluíram os autores, destacando a necessidade de mais estudos.
|
||
![]() | ||
![]() | ||
![]() | ||
|
||