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Future Designer laptop - ROLLTOP //Diploma Thesis

 
 

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Levante da cadeira e veja...FANTÁSTICO

Olhe para o monitor, depois recue até cerca de 5 mt deste e observe..

LEVANTE-SE E VEJA... mas levante-se mesmo!...e veja O que 5 metros podem fazer.

Veja de perto: Albert Einstein.

Veja agora a 5 metros de distância:  Marilyn  Monroe

 

 
 

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Estudo diz que mau humor e tristeza afiam inteligência

As pessoas mal-humoradas possuem uma inteligência mais afiada segundo um estudo realizado por um cientista australiano e publicado na última edição da revista científica Australasian Science, informou hoje a rádio ABC. 

"A tristeza e o mau humor melhoram a capacidade de julgar os outros e também aumentam a memória", assegura o professor Joseph Forgas, da Universidade de Nova Gales do Sul, em Sydney. 

"Enquanto um estado de ânimo positivo facilita a criatividade, a flexibilidade e a cooperação, o mau humor melhora a atenção e facilita um pensamento mais prudente", explica o artigo. 

"Nossa pesquisa sugere que a tristeza melhora as estratégias para processar a informação em situações difíceis", acrescenta. 

Forgas ressaltou que as pessoas com um estado de ânimo mais decaído possuem maior capacidade de argumentar suas opiniões por escrito, pelo que concluiu que "não é bom estar sempre de bom humor". 

A pesquisa consistiu em uma série de experimentos nos quais se manipulava o estado de encorajamento dos participantes por meio de filmes e lembranças positivas ou negativas.

 
 

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Frutas e verduras podem ajudar a prevenir depressão, sugere estudo

Uma alimentação rica em alimentos processados – incluindo biscoitos, frituras, carnes processadas, grãos refinados e laticínios gordurosos – pode aumentar os riscos de depressão, segundo estudo do University College London, no Reino Unido. Em pesquisa com mais de 3,4 mil pessoas, os pesquisadores observaram que aqueles com maior ingestão desses alimentos industrializados tinham maior risco de ter depressão em um período de cinco anos; enquanto o consumo de alimentos integrais – incluindo frutas, hortaliças e peixes – foi associado a um efeito protetor contra a depressão.

 

Considerando fatores que poderia interferir nos resultados, os pesquisadores concluíram que aqueles que comiam mais vegetais e peixes tinham 26% menor risco de ter o problema de saúde mental, comparado àqueles que consumiam esses alimentos em menor quantidade. E o maior consumo de alimentos processados foi associado com 58% maior risco de depressão. O estudo, porém, não explica as razões dessas relações.

leia mais sobre o estudo em BJP (em inglês)

 

 
 

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Cientistas desenvolvem sorvete que combate efeitos colaterais da quimioterapia

Pesquisadores neozelandeses estão desenvolvendo, em parceria com uma grande multinacional de nutrição, um sorvete que tem apresentado evidências animadoras no combate dos efeitos colaterais da quimioterapia em pacientes com câncer. Por enquanto, a “sobremesa medicinal” está em fase de testes, com os participantes ingerindo 100g de sorvete sabor morango por dia.

 

Com o nome ReCharge (“recarga”, em tradução livre), a sobremesa é composta por ingredientes ativos de produtos lácteos para aliviar a diarreia, a anemia e a falta de apetite que acometem pessoas submetidas à quimioterapia. “Os dois componentes bioativos do leite desenvolvidos para o ReCharge tem o potencial único de ajudar o organismo a lidar com os efeitos adversos da quimioterapia”, ressaltaram os autores.

leia mais sobre a notícia na Reuters (em inglês)

 
 

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Forma física declina principalmente após os 45 anos de idade, aponta estudo

O condicionamento físico de homens e mulheres reduz com o tempo, mas há uma aceleração desse processo a partir dos 45 anos de idade, segundo estudo publicado esta semana na revista científica Archives of Internal Medicine. Por outro lado, de acordo com os autores, o controle do peso – “manter um índice de massa corporal saudável” –, o fato de não fumar e ser fisicamente ativo estão associados a um maior nível de condicionamento físico.

 

Avaliando mais de 3,4 mil mulheres e 16,9 mil homens com idades entre 20 e 96 anos, os pesquisadores concluíram que, embora a forma física decline continuamente com o tempo, essa redução não se daria de forma linear e constante – a aptidão cardiorrespiratória declinou mais rapidamente após os 45 anos de idade, principalmente entre os homens.

 
Os resultados também “mostraram que ser ativo, manter um IMC normal e não fumar estava associado com níveis substancialmente altos de aptidão cardiorrespiratória durante a vida adulta”. Segundo os especialistas, esses dados são importantes no contexto em que a população americana está envelhecendo e se tornando mais obesa e sedentária. “Ser inativo e ter alto IMC estaria associado com menor idade em que a pessoa esperava alcançar o limite da aptidão cardiorrespiratória associado com maiores riscos de saúde”, concluíram os autores.

leia mais sobre a notícia em ScienceDaily (em inglês)

 

 
 

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Enxaqueca pode aumentar os riscos de derrames, alertam especialistas

Pessoas que sofrem de enxaqueca com aura – dores de cabeça precedidas de manifestações visuais, como cegueira parcial ou visão de pontos luminosos – podem estar sob maior risco de problemas cardiovasculares, segundo especialistas americanos. Em editorial do British Medical Journal a médica Elizabeth Loder do hospital Brigham and Women's, em Boston, comenta um estudo internacional que indica que a enxaqueca com aura aumenta em duas vezes o risco de derrame. “O risco absoluto de derrame para a maioria dos pacientes com enxaqueca é pequeno, então o dobro do risco não é causa de pânico”, destacou a pesquisadora. “Porém, em nível populacional, esse risco merece atenção porque a prevalência de enxaqueca é muito alta”, completou. 

 

O estudo em questão avaliou nove pesquisas sobre a relação entre enxaqueca e doença cardiovascular. E descobriu que o risco de derrame seria maior entre mulheres jovens que sofrem de enxaqueca com aura, que fumam e usam pílulas anticoncepcionais compostas de estrógeno. Porém, na publicação, os autores destacam que mais estudos são necessários – levando em consideração diversos fatores que podem interferir no risco cardiovascular – para confirmar essa relação.

leia mais sobre a notícia na UPI (em inglês)

 
 

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Tendência Tweet What You Eat pode funcionar no controle da dieta

Eis uma tendência que está começando a pegar com força: o Tweet What You Eat (TWYE). A idéia é basicamente manter um diário no Twitter sobre o que você come – sim, é contar a todos sobre o que você comeu.

Se o mundo inteiro ficar sabendo que você tomou um pote inteiro de sorvete ou comeu uma porção inteira de polenta frita, você fica mais envergonhada pelos deslizes. Além disto, saber exatamente por escrito o que você come diariamente dá uma noção melhor das calorias ingeridas e o que foi que fugiu da dieta.

É só entrar no
site do TWYE e fazer um login com o seu nome de usuário e senha do Twitter. Depois é só criar o diário e sair contando sobre aquele bolo de cenoura com cobertura de chocolate que você não resistiu.

Se você realmente quer emagrecer, não custa tentar. Dá certo na maioria das vezes.

 
 

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The Art of Rafal Olbinski

http://www.tendreams.org/olbinski.htm

 
 

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Esposa mais jovem e inteligente é chave para casamento longo, diz pesquisa

Uma pesquisa britânica afirma que o segredo para os homens terem um casamento feliz e duradouro é escolher uma esposa mais inteligente e, no mínimo, cinco anos mais jovem.

Essa combinação, segundo os pesquisadores da universidade britânica de Bath, é a que tem maior probabilidade de dar certo no longo prazo.

O trabalho foi publicado na revista científica European Journal of Operational Research.

Os pesquisadores entrevistaram mais de 1,5 mil casais casados ou em relações estáveis. Após cinco anos, eles checaram quais casais ainda estavam juntos.

Fatores objetivos 


Os cientistas descobriram que, em casos onde a esposa era mais velha que o marido em cinco anos ou mais, as chances de divórcio aumentaram para três vezes.

Se a diferença de idade é invertida - com o homem mais velho do que a mulher - as chances de sucesso no casamento aumentam.

Outro fator é o grau de educação da mulher. Quanto maior a escolaridade da esposa, maiores são as chances de o casamento durar, segundo a pesquisa.

Para Emmanuel Fragniere, o pesquisador que conduziu o trabalho, homens e mulheres escolhem seus parceiros "com base no amor, atração física, semelhança de gostos, crenças e atitudes, e valores em comum", mas fatores objetivos - como idade, educação e origem cultural - também podem ajudar a diminuir os casos de divórcio.

 
 

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Cientistas descobrem sinais de lesões da doença de Alzheimer na retina

Recente pesquisa da Universidade da Califórnia, nos EUA, indica que a retina – parte do olho responsável pela formação das imagens – pode passar por mudanças como as que ocorrem no cérebro na doença de Alzheimer. Em testes com ratos, aqueles modificados geneticamente para ter a doença degenerativa apresentaram lesões pelo acúmulo de placas de amiloide. E as análises mostraram que, quando as terapias para o Alzheimer são testadas nesses roedores, as mudanças na retina podem indicar – melhor do que as mudanças no cérebro do animal – como o tratamento funcionaria em humanos.

 

De acordo com os autores, essas descobertas – que serão publicadas na edição de novembro do American Journal of Pathology – são a chave para o desenvolvimento de novas tecnologias de investigação da retina que ajudariam a diagnosticar e a tratar pessoas com doença de Alzheimer. ”O tecido cerebral não é transparente, mas as retinas são. Espero, no futuro, sermos capazes de diagnosticar a doença e acompanhar seu progresso olhando para dentro dos olhos”, destacou o neurocientista Zhiqun Tan, líder do estudo.

leia mais sobre a notícia em EurekAlert (em inglês)

 
 

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Perfume demais pode ser sinal de depressão

Para compensar perdas olfativas algumas mulheres exageram no uso de essências

Mulheres que se perfumam muito podem estar deprimidas, segundo pesquisadores da Universidade de Tel Aviv, em Israel. Estudando pacientes com depressão associada ao lúpus eritematoso sistêmico (uma doença autoimune), eles observaram o uso exagerado de perfumes como uma forma de compensar a perda olfativa.
Os cientistas acreditam ainda que o sistema imunológico pode estar envolvido nas causas de depressão. Eles identificaram um anticorpo produzido por pessoas com lúpus e outras doenças autoimunes que, além de prejudicar a percepção olfativa é capaz de induzir estados depressivos. O artigo publicado na revista Arthristis and Rheumatism.
Os resultados são consistentes com uma série de relatos da literatura médica. Um dos primeiros sintomas das doenças de Alzheimer e de Parkinson, por exemplo, é a alteração do olfato. Além disso, pessoas com depressão são as que respondem melhor à aromaterapia. Segundo o psiquiatra Yehuda Shoenfeld, um dos autores, testes olfativos poderiam ser usados no diagnóstico tanto de depressão como de doenças autoimunes.

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