DICAS:

Cartório virtual
http://www.cartorio24horas.com.br/

Delegacia virtual
http://www.delegaciavirtual.rj.gov.br/

Weblistas help
http://www.helplistas.com.br/

Serviço de Metereorologia
http://www.inmet.gov.br/

Hora certa mundial
http://www.horacerta.com.br/

Hora Legal brasileira
http://pcdsh01.on.br/ispy.asp

Cotações do mercado financeiro
http://www.bcb.gov.br/

Imposto de Renda, etc.
http://www.receita.fazenda.gov.br/

Tarifas telefônicas
http://www.comparatel.com.br/static/

Código de Endereçamento Postal
http://www.correios.com.br/servicos/cep/default.cfm

Potencial anticancerígeno do açaí é reforçado   

Mais uma indicação do potencial anticancerígeno do açaí acaba de ser anunciada. Um grupo norte-americano publicou artigo no Journal of Agricultural and Food Chemistry em que descreve como os antioxidantes contidos no fruto originário da Amazônia conseguiram destruir células cancerosas.

O estudo mostra que os extratos do açaí foram capazes de estimular a destruição de até 86% das células de leucemia testadas. “O açaí é considerado uma das mais ricas fontes de antioxidantes e esse estudo representa um importante passo no sentido de entender os possíveis ganhos com o uso de bebidas, suplementos dietéticos e outros produtos feitos com o fruto”, disse Stephen Talcott, professor do Instituto de Ciências Alimentícias e Agrícolas da Universidade na Flórida, em comunicado da instituição.

O pesquisador ressalta que os resultados não significam que o fruto possa prevenir leucemia em humanos. “Nós trabalhamos com um modelo de cultura celular e não queremos dar falsas esperanças a ninguém. Mas os resultados encontrados até o momento são encorajadores, pois compostos que mostram boas atividades contra células cancerosas em modelos em laboratório têm potencial para oferecer efeitos benéficos no organismo humano”, disse.

Talcott lembra também que estudos anteriores indicaram a capacidade de destruir células cancerosas de antioxidantes contidos em outros frutos, como uvas, goiabas e mangas. Segundo o pesquisador, ainda não se sabe muito bem quais são os efeitos dos antioxidantes em tais células no organismo humano, uma vez que fatores diversos como absorção de nutrientes, metabolismo e outros processos bioquímicos podem influenciar a atividade dessas substâncias.

O grupo de Talcott está em meio a outro estudo, com conclusão prevista para este ano, para investigar os efeitos dos antioxidantes do açaí, conhecido nos Estados Unidos como “brazilian berry”, em voluntários saudáveis. A pesquisa pretende determinar como esses componentes são absorvidos pelo sangue e como eles afetam a pressão sangüínea, os níveis de colesterol e outros indicadores.

Os pesquisadores pretendem também conhecer melhor o fruto amazônico, que estimam ter pelo menos 75 componentes ainda não identificados. “Um dos motivos por que conhecemos tão pouco a respeito do açaí tem a ver com o fato de ele ser altamente perecível, sendo usado tradicionalmente logo após a colheita. Como produtos feitos a partir do fruto processado existem há poucos anos, cientistas de outros países ainda não tiverem muita oportunidade de estudá-lo”, explica Talcott.

O cientista destaca ainda que muito tem se falado sobre as propriedades do açaí, mas que a maioria delas não foi comprovada cientificamente. “Estamos apenas começando a entender a complexidade do fruto e seus efeitos para a promoção da saúde”, disse.

O grupo da Universidade da Flórida é um dos primeiros de fora do Brasil a estudar o açaí. O fruto é produzido pela palmeira Euterpe oleracea, planta típica de várzea.

FAZ FÁCIL

Site muito interessante.
O site que ensina a fazer !
Uma excelente semana à todos meus amigos. Bjs!!!

Dieta rica em verdura reduz pressão arterial

Uma dieta rica em legumes e verduras pode ajudar a reduzir a pressão sangüínea, enquanto o alto consumo de carne tem o efeito oposto, afirma um estudo realizado por cientistas do Imperial College de Londres. Os pesquisadores estudaram os hábitos alimentares de 4.680 pessoas com idade entre 40 e 59 anos. Os médicos suspeitam que aminoácidos, as proteínas ou os elementos químicos na composição dos vegetais, como o magnésio, sejam responsáveis pelos efeitos benéficos.

CRISTAIS DA ÁGUA

Para refletir......
A Mensagem da Água:
CRISTAIS DA ÁGUA E O SENTIMENTO
Uma excelente semana

CELESTIA 

 

Deixo agora pra vcs uma NOVIDADE:
CELESTIA
É um programa onde você pode navegar pelo universo.
O aplicativo é bastante semelhante ao Google Earth,
porém extensivo a todo universo.
O programa já vem com um catálogo de mais de 100 mil estrelas,
planetas, asteróides, cometas e mais.
Espero que gostem.


Pimenta contra esquistossomose 

A cubebina, substância extraída da semente seca da pimenta asiática (Piper cubeba), pode ser a base para o desenvolvimento de um medicamento contra a esquistossomose, doença conhecida como barriga-d’água, que afeta 200 milhões de pessoas por ano, das quais cerca de 10 milhões no Brasil. Com a administração via injetável de um preparado de cubebina, a equipe do farmacêutico Márcio Luiz Andrade e Silva, da Universidade de Franca (Unifran), instituição privada do interior paulista, eliminou vermes do gênero Schistosoma, que causa a doença, em animais infectados.

“Essa substância não apresenta toxicidade e pode ser uma alternativa ao praziquantel (principal droga hoje usada contra o parasita)”, afirma Silva, que já entrou com o pedido de patente de sua descoberta no Brasil. Os estudos, que contam com a participação de pesquisadores do campus de Riberão Preto da Universidade de São Paulo (USP), devem prosseguir com mais testes em animais e o início dos experimentos em seres humanos. A cubebina já havia se mostrado eficaz no combate à doença de Chagas em trabalhos anteriores de Silva.

 

Processo inteligente   

Qual a influência da genética e do ambiente sobre a inteligência humana? Nós herdamos a inteligência, tal como herdamos a cor dos olhos ou a altura? A inteligência é estável ao longo da vida? E, afinal de contas, o que é a inteligência?

O livro Inteligência: Resultado da Genética, do Ambiente ou de Ambos? procura responder essas e outras perguntas complexas e às vezes sem respostas. Também traça um histórico das contribuições dos principais especialistas que se aprofundaram no assunto e discute por que algumas pessoas são mais inteligentes do que outras.

“Sem dúvida as duas variáveis, genética e ambiente, influenciam a inteligência dos indivíduos”, diz o autor da obra, José Aparecido Da Silva, professor da Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras de Ribeirão Preto (FFCLRP), da Universidade de São Paulo (USP), à Agência FAPESP. “A inteligência humana sofre fortes influências genéticas que aumentam com o passar dos anos para que, em contrapartida, as influências ambientais sobre a inteligência possam diminuir.”

Para Da Silva, a influência genética na inteligência aumenta com a idade. Uma criança destina 40% de sua herança genética para a inteligência. Na adolescência, esse número aumenta para 60% e, na fase adulta, chega a sofrer uma influência genética de 80%. “Quanto mais velhos, mais utilizamos o nosso patrimônio genético para tomar decisões”, resume o pesquisador, que foi coordenador científico da área de psicologia no Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq).

O autor explica que existem dois tipos de ambientes que contribuem para o aprimoramento da inteligência: o compartilhado e o não-compartilhado. O primeiro é determinado pelos padrões familiares e tende a desaparecer quando o indivíduo atinge a independência da fase adulta. “A influência desse tipo de ambiente é muito pequena ao longo da vida, pois termina assim que o indivíduo perde o vínculo com os pais”, diz.

A influência do ambiente não compartilhado, a mais importante, permanece constante em todas as faixas etárias. “Esse ambiente reflete as vivências pessoais de um indivíduo, sendo responsável por até 20% do desenvolvimento mental de uma pessoa. Esse é o ambiente que nos faz diferentes e contribui para o melhoramento das nossas habilidades”, conta Da Silva.

A partir desses conceitos, o leitor pode questionar se é possível ensinar a inteligência, tal como se ensina leitura ou aritmética. O professor da USP responde: “A inteligência geral, que nasce com o indivíduo e permanece durante toda a vida, não. O que aprendemos são habilidades mentais específicas, o que alguns chamam de inteligência, como jogar xadrez ou ter uma profissão. Isso simplesmente ajuda a compor a nossa inteligência geral.”

O livro ressalta que é preciso distinguir a inteligência geral, mais conhecida como fator ‘g’, das habilidades específicas adquiridas com o ambiente. A inteligência geral não se modifica ao longo da vida. Sua origem é altamente herdável e vem dos genes dos pais.

“Se um indivíduo nasce com um QI [quociente de inteligência] alto, por exemplo, ele continuará com seu QI alto para o resto da vida. Isso ocorre, talvez, porque o ser humano ainda tem um conhecimento limitado e não descobriu os mecanismos para melhorar sua inteligência”, diz Da Silva.

MONA LISA INTERATIVA  

Retrato de Mona Lisa pintado por Leonardo da Vinci, entre 1503 e 1506

Óleo sobre madeira - Museu do Louvre, Paris, França

 

PAIXÃO

Pesquisadores revelam efeitos provocados pela paixão

Cientistas da Universidade Estadual da Flórida comprovaram que o dito popular é verdade. A paixão realmente é cega. De acordo com a pesquisa, a paixão tem efeito parecido com o provocado por drogas que viciam.

Segundo os pesquisadores, os apaixonados liberam uma substância conhecida por dopamina, que estimula os centros de bem-estar do cérebro, responsável também por manter uma pessoa viciada em heroína ou cocaína.

O estudo foi realizado com o um animal chamado arganaz-do-campo. O bichinho roedor é conhecido por ser fiel a seus parceiros e demonstrar sinais de paixão da mesma forma que os seres humanos. Os testes mostraram que a dopamina, liberada após o acasalamento, é responsável pela monogamia do animal.

De acordo com a chefe da pesquisa, Brandon Aragona, a pesquisa foi a primeiro a ilustrar a forma como as reações no cérebro levam à monogamia. Além disso, foi comprovado que existe uma área no cérebro animal igual aos seres humanos. E, quando esta região foi bloqueada nos machos, os cientistas tiveram descobriram que estes perderam sua forte preferência por sua parceira em relação às outras fêmeas.

  

Que o badalar deste sino nos traga muitas alegrias em 2006...

PEIXE E CÉREBRO

Ciência dá suporte à crença de que comer peixe faz bem ao cérebro

Crenças que envolvem comida são muitas e milenares, entre elas, a de que comer peixe faz bem ao cérebro. De onde partiu esta idéia específica, os pesquisadores não sabem - alguns acham que tem relação com a teoria de que os serem humanos se desenvolveram em regiões litorâneas, pois alguns nutrientes do peixe, especialmente o ácido graxo ômega-3, são necessários para o desenvolvimento do cérebro.

Independentemente da origem da crença, o fato é que diversos estudos estão dando evidências que sustentam a tese.

Um estudo realizado em 2005, em Harvard, analisou 135 mulheres e seus filhos e verificou que quanto mais as mães comeram peixe durante o segundo trimestre de gestação, melhor a criança se saía em testes a que foram submetidas aos seis meses de idade. Os pesquisadores aconselharam, porém, que as gestantes preferissem atum ou salmão, já que as carnes de outros peixes podem apresentar altos níveis de mercúrio.

Um outro recente estudo, publicado em dezembro na revista médica "Archives of Neurology", analisou o efeito em adultos de uma dieta rica em peixe. Segundo os resultados, idosos que comiam peixe pelo menos uma vez por semana tinham um desempenho melhor em testes de memória e acuidade mental, em comparação aos que não costumavam ingerir o alimento. Comer peixe uma vez na semana também mostrou diminuir em 10% o declínio mental anual.

O neurocirurgião John A. Boockvar, professor do Colégio de Medicina Weill, da Universidade de Cornell, recomenda a ingestão do alimento duas vezes na semana.

- Agora nós já sabemos que o peixe melhora as funções cerebrais - afirmou o médico.

PALAVRAS CRUZADAS ON-LINE

Olá amigos!
Que tal fazermos palavras cruzadas?
Você sabia que, fazer palavras cruzadas, é um ótimo exercício para evitar a doença de Alzheimer?
Pois é!
Alzheimer é uma doença que atinge milhões de pessoas, acometendo 45% da população
com mais de 85 anos de idade e em torno de 10% das pessoas com mais de 65 anos. 
A causa da doença de Alzheimer é desconhecida.
Na doença de Alzheimer, duas substâncias químicas são produzidas em menor quantidade.
Essas substâncias (acetilcolina e somatostatina) são necessárias para a comunicação normal entre as células nervosas. Independentemente da causa, ocorre a morte das células cerebrais que controlam o intelecto
(a maneira como o cérebro recebe e processa informações).
Pois então é so começar...
 
 
 
 
0009
03/10/2005

On-Line  Off-Line
0008
03/10/2005

On-Line  Off-Line
0007
03/10/2005

On-Line  Off-Line
0006
23/09/2005

On-Line  Off-Line
 
0005
23/09/2005

On-Line  Off-Line
 
0004
23/09/2005

On-Line  Off-Line
 
 

Atividade Física contra Depressão e Obesidade  

Pedalar diminui a ansiedade

Muitas vezes a depressão leva à chamada hipocinesia, como é chamada a baixa atividade muscular: a pessoa permanece praticamente parada, com pouco gasto de energia. Mas basta fazer exercícios para sair desse estado que agrava a depressão e favorece o surgimento da obesidade?

A resposta é: depende do exercício. Um novo estudo indica que atividades aeróbicas, com consumo moderado de oxigênio, como pedalar comedidamente uma bicicleta ergométrica, mostraram-se eficientes e poderiam ser indicadas como coadjuvantes no tratamento contra depressão e ansiedade.

“O exercício moderado leva a uma maior queima de gordura e à melhora do estado depressivo em adolescentes obesos”, comenta Sérgio Garcia Stella, pesquisador do Programa de Pós-Graduação em Nutrição da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp).

Contrariamente, os exercícios mais intensos – ou anaeróbicos – e atividades de lazer com baixo gasto calórico ajudam apenas a perder peso. Segundo Stella, outros estudos haviam indicado que mais de 80% dos adolescentes obesos no Brasil sofrem de depressão.

A afirmação está em estudo publicado no Brazilian Journal of Medical and Biological Research, feito com a participação de outros pesquisadores da Unifesp, das Faculdades Integradas de Santo André e do Instituto do Sono, instituição de pesquisa também ligada à Unifesp e um dos Centros de Pesquisa, Inovação e Difusão (Cepids) da FAPESP.

O objetivo da pesquisa, coordenada por Sérgio Garcia Stella, era testar as possibilidades de redução dos estados de ansiedade e depressão gerados pela obesidade. Participaram 40 jovens adolescentes, com idade variando de 14 a 19 anos, divididos em quatro grupos.

Enquanto o primeiro grupo realizava exercício em bicicleta ergométrica durante uma hora, três vezes por semana, em intensidade moderada, o segundo fazia o mesmo exercício em ritmo bem maior. O terceiro tinha liberdade para praticar esportes sem controle de intensidade e o último formou o grupo controle – não participava de nenhuma atividade, embora os hábitos alimentares de seus integrantes também fossem acompanhados.

Os exercícios mais moderados, que podem ser realizados facilmente pela maioria da população, foram os que mais trouxeram benefícios. Para os autores do estudo, é mais provável que eles liberem substâncias químicas que favorecem o bem-estar emocional e também mobilizem mais tecidos de gordura como fonte de energia.

Para ler o artigo na íntegra, publicado na biblioteca on-line SciELO, clique aqui.

VALE MEDALHA DE OURO
VC COM DOIS TOQUES PODE CONJUGAR 280.000 VERBOS
CLIQUE NO SITE ABAIXO

CONJUGADOR DE VERBOS

 

Nova vacina acaba com dependência de nicotina  

Um nova vacina para a nicotina, batizada Nic Vax, foi considerada segura, com boa tolerância e eficaz na ajuda a pessoas que querem parar de fumar. O estudo de 38 semanas descobriu que 38% dos fumantes que tomaram a dose mais alta da vacina pararam de fumar em 30 dias.
A vacina produz anticorpos que bloqueiam a nicotina e impedem grande parte da substância de entrar no cérebro. O mecanismo reduz a sensação de prazer e recompensa sentida pelos fumantes, o que diminuiria a dependência.

A experiência acompanhou 68 fumantes que receberam três tipos diferentes de doses da vacina ou placebo. O objetivo do estudo era apenas ver como seria a tolerância a vacina e não sua eficiência. O bom resultado causou surpresa nos cientistas.

A pesquisadora que liderou a pesquisa, Dorothy Hatsukami, do Centro de Pesquisa do Uso do Tabaco da Universidade de Minnesota, disse que o resultado foi completamente não-esperado e impressionante, especialmente porque o estudo não tinha o objetivo de ajudar os voluntários a pararem de fumar.

Os pesquisadores afirmam que é necessária mais pesquisa sobre a Nic Vax. Ele querem levantar também por quanto tempo o efeito antinicotina dura. O medicamento foi desenvolvido pela Nabi Biopharmaceuticals. O estudo pode ser lido na revista científica Clinical Pharmacology and Therapeutics.

 

 

Um roubo no coração da Amazônia

 

A maior floresta do mundo está morrendo. A Amazônia já sofre com o roubo de minérios e madeiras, e agora Agência Nacional de Águas (ANA) alerta para um novo golpe: o tráfico de água doce ou a hidropirataria, como é classificado no meio científico. A tática utiliza navios que vêm de países europeus e é bem simples. Eles reabastecem seus reservatórios no Rio Amazonas antes de sair das águas nacionais.

Enquanto as grandes embarcações recriam as piratarias típicas dos séculos 16, 17 e 18, a burocracia impede o bloqueio desta nova forma de saque das riquezas nacionais. Por isso, a ANA, responsável por esse tipo de fiscalização, fica impedida de atuar no caso, já que não há uma denúncia formal.

Cálculos preliminares da agência mostram que cada navio é abastecido com 250 milhões de litros. A ingerência estrangeira nos recursos naturais da região amazônica tem aumentado significativamente nos últimos anos. Estima-se que as
perdas chegam a mais de US$ 1 bilhão.

RECEITA PARA UM ANO FELIZ:

"Tome 12 meses completos.

Limpe-os cuidadosamente de toda a amargura, ódio e inveja.

Corte cada mês em 28, 30 ou 31 pedaços diferentes, mas não cozinhe todos ao
mesmo tempo.

Prepare um dia de cada vez com os seguintes ingredientes:uma parte de fé;
uma
parte de paciência; uma parte de coragem;  uma parte de trabalho.

Junte a cada dia uma parte de esperança, de felicidade e amabilidade.

Misture bem, com uma parte de entrega, uma parte de oração e uma parte de
meditação.

Tempere com uma dose de bom espírito, uma pitada de alegria e um pouco de
ação,
além de uma boa medida de humor.

Coloque tudo num recipiente de amor.

Cozinhe bem, ao fogo de uma alegria radiante.

Guarneça com um sorriso e sirva sem reserva."

 


Pesquisa feita no MIT identifica crescimento em estruturas de células cerebrais adultas (divulgação)

Neurônios que crescem


 

Neurônios crescem em adultos? Apesar de os livros de biologia dizerem que não, estudos recentes têm apontado o contrário. A mais recente novidade nesse sentido vem do Instituto de Tecnologia de Massachusetts (MIT), nos Estados Unidos.

Uma pesquisa liderada por Elly Nedivi, do Departamento de Ciências Cerebrais e Cognitivas, verificou o crescimento de células em cérebros adultos. Segundo os autores, os resultados sugerem a possibilidade de que se possa promover o crescimento de novas células para substituir outras danificadas por doenças ou lesões na medula espinhal resultantes de acidentes.

“Saber que neurônios são capazes de crescer no cérebro adulto nos oferece uma chance de tentar incrementar o processo e de explorar em quais condições podemos fazer com que esse crescimento ocorra”, disse Elly em comunicado do MIT. Os resultados foram publicados na edição de 27 de dezembro do periódico Biology, da Public Library of Science (PLoS).

Neurônios são formados por três partes principais: axônios, corpo celular e dendritos. Enquanto estudos anteriores estiveram centrados especialmente na tentativa de regenerar os axônios, os longos prolongamentos responsáveis pela condução dos impulsos elétricos que partem do corpo celular, a pesquisa divulgada agora sugere um novo alvo: os dendritos.

Originário da palavra grega para árvore, os dendritos são prolongamentos especializados na recepção de estímulos nervosos do meio ambiente ou de outros neurônios. São eles que conduzem os impulsos elétricos para o corpo celular.

Os cientistas do MIT descobriram um crescimento relativamente grande nos dendritos. Segundo eles, o aumento foi influenciado pelo uso, o que significa que, quanto mais neurônios forem usados, mais propensos estarão para mudar de tamanho.

O grupo usou um método que emprega emissão fotônica para rastrear, durante semanas, determinados neurônios nas camadas superficiais do córtex visual em camundongos. Com auxílio de uma tecnologia similar à ressonância magnética, mas com maior resolução, os pesquisadores obtiveram imagens bidimensionais que foram usadas em uma reconstrução em três dimensões dos neurônios no córtex adulto.

As ramificações dos dendritos foram medidas durante todo o estudo. O resultado surpreendeu a todos. Segundo os pesquisadores, as imagens em 3D resultantes mostraram as células cerebrais em uma atividade que lembra o crescimento de plantas em um jardim.

De todas as ramificações, 14% apresentaram crescimento, especialmente as presentes nos dendritos mais finos. Mas o crescimento não foi constante. Semanas sem atividade alguma foram sucedidas por outras com saltos de crescimento, o maior deles de 90 micrômetros (milionésimo de metro).

“A escala de mudança é muito menor do que a observada durante o período mais crítico de desenvolvimento humano, mas o fato de que tal crescimento ocorre é algo fenomenal”, disse Elly. A professora do MIT aponta que os resultados do estudo devem provocar uma mudança na maneira como a ciência entende as ligações no cérebro adulto.

O artigo poderá ser lido em breve na edição on-line da PLoS Biology, em http://biology.plosjournals.org.


 

 

Adidas coloca computador no tênis

O tênis acima se chama "1" (One, ou Um em português) e traz uma novidade: um sistema computadorizado de amortecimento que se ajusta automaticamente quantas vezes forem necessárias. 


Segundo a Adidas, foram três anos de desenvolvimento em esquema de sigilo total - o projeto secreto, conta, era conhecido por pouquíssimas pessoas dentro da empresa e da Salomon, uma de suas subsidiárias que participou da criação do 1. 


O mini-computador interno do novo tênis conta com a ajuda de sensor e imã para "entender" o solo pisado e descobrir e ele é mais macio ou mais firme, e assim adaptar o nível de amortecimento. 


O tênis 1 da Adidas  custa 250 dólares ou 250 euros. A empresa disse que ele será vendido apenas em "lojas selecionadas". 

O exame de sangue que detecta câncer

Dois cientistas suíços aposentados desenvolveram um exame de sangue que revela a presença de um tumor cancerígeno no paciente --a técnica permite o tratamento precoce da doença.
 
Os cientistas Maurice Stroun e Philippe Anker, ex-pesquisadores da Universidade de Genebra, basearam este teste em seus trabalhos sobre os ácidos nucleicos circulantes, segundo a edição desta terça-feira do jornal "Le Temps".
 
Esses ácidos, que são conhecidos como desoxirribonucleico (DNA) e ribonucleico (RNA), desempenham juntos um papel fundamental, já que contêm, armazenam e traduzem a informação genética de cada indivíduo.
 
"Os ácidos nucleicos circulantes são como a verdadeira assinatura de um tumor no plasma sangüíneo", disseram os pesquisadores. Segundo eles, "o paciente deve se submeter a uma simples análise de sangue que revela se ele tem ou não um tumor".
 
Esse sistema de diagnóstico precoce do câncer permite que os tumores sejam tratados antes de se tornarem "visíveis" por outros procedimentos científicos, como biópsia ou tomografia.
 
Tal análise "também permite detectar se há eventuais metástases", declarou Stroun. "O teste permite a detecção de quase todos os tipos de câncer, pois há ácidos nucleicos circulantes em 90% dos tumores".
 
A análise, chamada de "OncoXL", detecta a telomerase, uma enzima produzida de forma elevada quando há um tumor. Segundo os pesquisadores, de 80% a 95% dos cânceres poderiam ser detectados com esse método. A novidade deve passar a ser comercializada em até três anos.   
   

 

Sono favorece esclarecimento de problemas

Pesquisadores alemães comprovaram que sono suficiente estimula, além da memória, a inteligência e a criatividade. Quando dormimos, nosso cérebro continua trabalhando nos problemas que nos ocuparam de dia.
 
Como muitas vezes acontece, a ciência um dia consegue comprovar o que o bom senso já sabia e que, no caso do sono, acabou virando expressão idiomática em alemão. "Einmal drüber schlafen" (dormir uma noite sobre a questão) recomenda-se, entre outras situações, quando a decisão é difícil ou o problema cabeludo.
 
Resolver dormindo
 
O psicólogo Ullrich Wagner comprovou agora, juntamente com seu grupo de pesquisadores da Universidade de Lübeck, que o sono ajuda mesmo a resolver questões difíceis. Para isso ele desenvolveu um teste especial, com tarefas de matemática. Sua experiência está descrita na última edição da revista científica britânica "Nature".
 
"Efeitos benéficos do sono sobre a memória já foram provados. Mas nós estávamos atrás de uma prova de que ele é capaz de produzir uma mudança qualitativa, um insight", expôs Wagner. A prova de que uma noite bem dormida ajuda nesse momento importante de fazer um conhecimento novo, uma descoberta, foi obtida com a ajuda de 66 estudantes, homens e mulheres, entre 18 e 32 anos, que receberam a tarefa de modificar seqüências de números de acordo com certas regras.
 
Conscientização após o sono
 
Os voluntários foram divididos em três grupos. Todos receberam as mesmas tarefas, que deveriam ser executadas em duas fases. Um grupo pôde dormir oito horas entre a primeira e a segunda fase. Os estudantes do segundo grupo tiveram que permanecer acordados a noite toda e fazer a segunda parte da sua "lição" cansados e de olhos vermelhos. Para poder comparar o efeito da exaustão, um terceiro grupo recebeu a primeira parte da tarefa de manhã, e a segunda à noite, também sem ter dormido durante o dia.
 
As séries de números foram feitas de forma a incentivar apenas o aprendizado do procedimento, na primeira fase. Para decifrar totalmente o sistema de números, era preciso um "processo explícito de conscientização", segundo o psicólogo. Isso deveria acontecer, quando muito, na segunda fase.
 
Resultado
 
O resultado foi que 60% dos estudantes do grupo que dormiu conseguiram resolver os problemas de matemática. O desempenho dos outros dois grupos foi bem inferior, e curiosamente ambos ficaram pouco acima de 20%.
 
Mesmo tendo partido da hipótese de que o sono desempenhava um papel fundamental no insight, Wagner mostrou-se surpreso de que o efeito fosse tão forte. Ao que tudo indica, as pessoas no estado normal de consciência facilmente se vêem em um beco sem saída diante de problemas. "Para adquirir uma certa distância provavelmente é melhor pensar no assunto à noite e depois dormir", diz.
 
Fases do sono
 
Para o diretor do estudo, Jan Born, do Instituto de Neuroendocrinologia, os resultados confirmam análises bioquímicas do cérebro. Estas indicam que o cérebro reestrutura as lembranças, antes de arquivá-las. Tal processo parece influenciar de forma positiva a criatividade. No entanto, os cientistas ainda não desvendaram como isso acontece exatamente. Segundo Jan Born, a solução de problemas ocorre durante a fase de sono profundo, que costuma durar as primeiras quatro horas de um sono de oito horas.
 
Os resultados também poderiam ajudar a entender os problemas de memória de pessoas de idade, que freqüentemente se queixam de dificuldades para dormir. A lenta diminuição da fase de sono profundo também está relacionada com falhas de memória. Born e sua equipe teriam inventado um teste muito refinado para descobrir em que momento se dá o conhecimento, afirmam os pesquisadores Pierre Maquet e Perrine Ruby, em comentário publicado na revista Nature.
 
O estudo deveria servir de advertência aos empregadores, às escolas e autoridades em geral, já que o sono tem enorme influência no rendimento humano. Os resultados do estudo "fornecem uma boa razão para respeitarmos os nossos períodos de sono", concluem.    
      
Fonte: Agência Deutsche Welle

Pesquisa conclui: colchão deve ser nem mole nem duro  

É verdade a máxima de que dormir sobre um colchão reto e duro como uma tábua faz bem à coluna? Um extenso estudo organizado por pesquisadores espanhóis concluiu que não. O mais recomendável para quem tem dor nas costas é dormir sobre uma superfície de rigidez mediana: nem muito mole, nem muito dura. As informações são do jornal The New York Times.

Spray de hormônio pode combater timidez   

O hormônio oxitocina, que estimula o trabalho de parto, a amamentação e o orgasmo, pode também ser eficaz em forma de spray nasal para enfrentar o medo ou a timidez em algumas situações, como falar em público ou ir a uma festa. "Poderia ser um Viagra social", diz o pesquisador Andreas Meyer-Lindberg, do Instituto Nacional de Saúde Mental americano. Segundo artigo publicado no Journal of Neuroscience, ao inalar a substância a confiança da pessoa parece crescer, e o medo social, diminuir, aumentando a possibilidade de a oxitocina ajudar quem tem doenças mentais que envolvem de medo exagerado e timidez a autismo e esquizofrenia. As informações são do jornal The Boston Globe.
 
Gravura Ricardo Borges

[ ver mensagens anteriores ]



Meu Perfil
BRASIL, Sudeste, Mulher, Saúde e beleza, Arte e cultura, Viagens, Moda....