Músicapara o cérebro   

Estudo que investigou a importância da música para o cérebro, utilizou o método criado por Shinichi Suzuki 
 

Sabe-se que uma criança treinada musicalmente terá, em geral, afinidade maior para os sons durante a sua vida. Agora, cientistas canadenses identificaram outras vantagens de estudar música desde pequeno.

O desempenho cerebral de crianças com 4 a 6 anos de idade, submetidas a lições musicais pelo método Suzuki, criado pelo pedagogo japonês Shinichi Suzuki (1898-1998), mostrou ser superior quando comparado a pessoas sem treinamento especial. Apenas quatro meses foram suficientes para que os primeiros resultados surgissem.

Além de conseguir medir a aptidão musical propriamente dita – o cérebro das crianças treinadas respondeu mais rapidamente aos sons de instrumentos, – os pesquisadores conseguiram dados ainda mais interessantes, e que estão sendo considerados inéditos. Ao responder a testes de memória, por exemplo, o grupo “musical” teve um desempenho superior. Os resultados do estudo foram publicados em artigo na edição de 20 de setembro da revista Brain.

“É possível perceber que a resposta cerebral no grupo treinado pela música, em comparação com outro, sem aulas especiais, mudou no prazo de um ano. Essas alterações estão claramente relacionadas com os benefícios cognitivos propiciados pelo treinamento musical”, disse Laurel Trainor, professor na Universidade McMaster e um dos autores principais do trabalho, em comunicado da Oxford University Press, instituição que publica a Brain.

O artigo One year of musical training affects development of auditory cortical-evoked fields in young children pode ser lido por assinantes em www.brain.oxfordjournals.org.


CEFALÉIA

A enxaqueca é um dos tipos de cefaléia (dor de cabeça).

A localização da dor normalmente é de um lado da cabeça, às vezes, dos dois.

Os fatores mais freqüentes que podem iniciar uma crise são:  

 

Alimentos e bebidas:

- queijos amarelos envelhecidos;
- frutas cítricas (principalmente laranja, limão, abacaxi e pêssego);
- banana (principalmente d’água);
- lingüiças;
- salsichas e alimentos de coloração avermelhada, em conserva;
- frituras e gorduras;
- chocolates;
- café, chá e refrigerantes a base de cola;
- aspartame (adoçante artificial);
- glutamato monossódico (tipo de sal usado como intensificador de sabor, principalmente em comida chinesa);
- vinhos (principalmente o tinto);
- cervejas e chope.
 


 

Hábitos alimentares e sono:

- ficar mais de 5 horas seguidas sem se alimentar;
- dormir mais ou menos do que o de costume.


 

Variações bruscas de temperatura e umidade do ar:

- a entrada em ambientes frios, estando antes em ambiente quente e vice-versa;
- ingestão de líquidos gelados com o organismo aquecido ou suando muito.


 

Fatores de estresse 

Menstruação e fatores hormonais:

- é muito comum em mulheres portadoras de enxaqueca apresentarem dor nas fases pré, durante ou após a menstruação;
- muitas mulheres têm as crises pioradas a partir do momento que iniciam o uso de anticoncepcionais orais;
- na menopausa, muitas mulheres melhoram espontaneamente e voltam a piorar quando iniciam a reposição hormonal.

 


 

Tratamento:

Somente o médico pode dizer qual a melhor medicação para quem sofre de enxaqueca, mas as crises podem ser reduzidas evitando-se os fatores desencadeantes.

 


 

O que fazer quando estiver em crise?

- esteja sempre preparado; os portadores devem ter a medicação para as crises sempre à mão;
- em caso de dor intensa, procure um local fresco e escuro para recostar, mas não deite;
- coloque gelo sobre as áreas doloridas;
- tome o medicamento recomendado pelo seu médico, mas nunca mais de duas vezes por semana;
- beba muita água e coma moderadamente;
- descanse.


 

Livros gratuitos ensinam a criar blogs, fotologs e podcasts

Uma coleção de livros eletrônicos está disponível totalmente de graça para os usuários que querem entrar na onda dos blogs, fotologs, podcasting e outras ferramentas de comunicação e interação na Web. Os títulos foram produzidos sob a licença Creative Commons, pelos jornalistas Ana Carmen Foschini e Roberto Romano Taddei. Para baixá-los para o disco rígido, clique com o botão direito do mouse sobre o link e selecione a opção "Salvar destino como..." (Save target as...):

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    A coleção Conquiste a Rede é composta por quatro livros em formato PDF - é necessário um software como o Adobe Reader para lê-los. Os temas são Blogs, Podcast, Flog & Vlog (fotolog e vídeolog) e Jornalismo Cidadão. O propósito é iniciar o internauta nas novas formas de comunicação pela Web, por meio de textos didáticos e em português.

    Pela licença Creative Commons (www.creativecommons.org.br), a coleção pode ser distribuída livremente, com os devidos créditos, desde que não haja fins lucrativos. Ana Carmen Foschini (www.anacarmen.com) é jornalista e escritora. Roberto Romano Taddei é jornalista e poeta. Mantém os blogs networkjornalismo.blogspot.com e rrtaddei.blogspot.com.
     

  • Em forma em 3 minutos   

    Pesquisa aponta que ganhos obtidos por piques de 30 segundos cada um foram iguais a pedalar moderadamente por quase duas horas 

     
    Aqueles que dizem não praticar exercícios por falta de tempo podem arrumar outra desculpa. Um novo estudo, feito pelo grupo liderado por Martin Gibala, na Universidade McMaster, no Canadá, indica que para manter a forma não é preciso gastar mais tempo do que tomar um banho ou mesmo escovar os dentes.

    Apenas três minutos de atividades físicas diárias foram consideradas suficientes. A questão que fez a diferença foi a intensidade. Após acompanhar por duas semanas 16 voluntários, divididos em dois grupos, os pesquisadores canadenses verificaram que períodos curtos, mas intensos, de exercícios foram tão eficazes quanto períodos longos, mas moderados.

    Os oito integrantes do primeiro grupo foram submetidos a sessões de quatro a seis piques de 30 segundos cada um em que pedalaram em bicicletas ergométricas o mais rápido que conseguiram. Cada pique foi seguido por quatro minutos de descanso. O outro grupo pedalou moderadamente, mas por períodos que variaram de 90 a 120 minutos.

    Após duas semanas, em que os integrantes do primeiro grupo exercitaram em média um total de 2,5 horas (incluindo os períodos de repouso), contra 10,5 horas dos demais, os pesquisadores observaram nos dois grupos melhorias similares tanto na execução dos exercícios como na capacidade de resistência à fadiga.

    “O estudo confirma que exercícios intervalados representam uma estratégia eficiente. Trata-se de um tipo de treinamento que exige bastante do praticante e que requer alto nível de motivação, mas que pode ser a opção ideal para aqueles que dizem não ter tempo para fazer exercício”, disse Gibala, em comunicado da Universidade McMaster.

    Para quem acha que o treino com piques de alta intensidade não queima tantas calorias quanto os exercícios de longa duração, Gibala é categórico. “Não podemos esquecer que o corpo continua queimando calorias durante os períodos de recuperação após os piques”, disse.

    Os resultados do estudo foram publicados na edição de setembro do Journal of Physiology. No ano passado, o grupo canadense publicou outro artigo sobre parte da mesma pesquisa, mas que não comparava os ganhos obtidos entre os dois tipos de exercícios, moderados e com piques de intensidade espaçados.

    O artigo Short-term sprint interval versus traditional endurance training: similar initial adaptations in human skeletal muscle and exercise performance, de Martin J. Gibala e colaboradores, pode ser lido no endereço http://jp.physoc.org.

    Flora Brasiliensis on-line   -   florabrasiliensis.cria.org.br

    Flora completa na internet      


    Por Eduardo Geraque    

    No Dia da Árvore, comemorado nesta quinta-feira (21/9), o Brasil ganha um belo presente. Agora completo. Depois de levar à internet as imagens contidas na Flora Brasiliensis, os responsáveis pelo projeto concluíram a publicação on-line do texto integral em latim das quase 23 mil espécies descritas em uma das obras mais importantes da botânica.

    Apesar de ter seu último volume publicado há um século, a Flora Brasiliensis é considerado o mais completo e abrangente levantamento da flora nacional já realizado. Produzida entre 1840 e 1906, a obra é resultado da dedicação dos cientistas alemães Carl Friedrich Philipp von Martius (1794-1868), August Wilhelm Eichler (1838-1887) e Ignatz Urban (1849-1931).

    “A versão completa da obra on-line está pronta. Além das 3.840 pranchas digitalizadas que estavam disponíveis desde março, temos agora as 10.207 páginas com os textos das descrições das quase 23 mil espécies”, disse Wanderley Canhos, diretor-presidente do Centro de Referência em Informação Ambiental (Cria).

    O esforço pela digitalização de todo o conteúdo da Flora Brasiliensis, obra bastante rara e de difícil consulta, partiu de uma parceria entre o Jardim Botânico de Missouri, nos Estados Unidos, e a Universidade Estadual de Campinas (Unicamp). O Cria é o responsável pelo gerenciamento do grande banco de dados reunido para o projeto, que tem apoio da FAPESP, Natura e Fundação Vitae.

    “A obra está disponível para consultas na forma de banco de dados. Associada a cada página e prancha está o nome da espécie e o volume correspondente”, explica Canhos.

    Para viabilizar as consultas das imagens, o Cria utilizou o software Zoomify, que divide a imagem de alta resolução em figuras menores e depois faz a remontagem de cada prancha ou página dinamicamente na internet. “Os quase 14 mil arquivos disponibilizados entre pranchas e textos são, na realidade, constituídos por cerca de 5,6 milhões de imagens menores”, disse Canhos.

    Desde março de 2006, o site Flora Brasiliensis on-line recebeu mais de 65 mil visitantes únicos. Foram transmitidas mais de 1,8 milhão de páginas, o que gerou um tráfego de mais de 100 gigabytes. “Os principais usuários do sistema são pessoas de instituições de pesquisa do Brasil e do público em geral”, disse Canhos.

    Flora Brasiliensis on-line: florabrasiliensis.cria.org.br

    Uma bela mensagem para refletir......

    MUDE

    http://www.camilabossolan.com.br/mude_com_load.swf

    CHÁ VERDE - GREEN TEA  

    Doses de saúde     

    Apesar de os mecanismos ainda serem desconhecidos, mais um estudo conclui que a ingestão de chá verde faz bem para a saúde. De acordo com a pesquisa, publicada nesta terça-feira (12/9) no The Journal of the American Medical Association (Jama), de modo geral a bebida é benéfica, com destaque para a prevenção das doenças no coração.

    O estudo acompanhou durante 11 anos mais de 40 mil pessoas, com idades entre 40 e 79 anos. Os pesquisadores, da Universidade Tohoku, no Japão, identificaram uma relação inversamente proporcional entre o consumo de chá e mortes em geral. A mesma relação foi detectada entre a bebida e mortes por problemas cardíacos.

    Entre as pessoas que consumiram cinco xícaras diárias e aquelas que bebiam apenas uma o risco geral de morte foi 16% menor. No caso específico das doenças do coração, o grupo que bebeu mais doses apresentou um risco de morte 26% menor.

    O estudo aponta também que os benefícios foram maiores entre as mulheres, com risco 31% menor para aquelas que beberam cinco doses diárias.

    Apesar dos resultados, os autores do estudo são cautelosos. “É preciso confirmar esse efeito de proteção por meio de experimentos clínicos”, escreveram. O chá verde é uma das bebidas mais consumidas no mundo, com produção anual de cerca de 3 bilhões de quilos.

    O artigo poderá ser lido por assinantes do Jama em

    jama.ama-assn.org.

    Descoberto gene responsável por depressão

    Variante do gene transportador de serotonina que, em combinação com o estresse, pode causar predisposição à depressão

    Paris, 7 set (EFE).- Uma equipe de cientistas franco-canadenses descobriu que a inibição de um gene acaba com os sintomas da depressão.

    Os pesquisadores chegaram a esta descoberta a partir da análise de ratos geneticamente modificados, que resistiram a "situações de estresse que levam a um estado próximo à depressão", como se fossem "ratos normais que tivessem sido tratados com antidepressivos", afirmou o Centro Nacional de Pesquisas Científicas da França (CNRS).

    Além de ajudar no desenvolvimento de um novo tratamento contra a depressão, a inibição do gene pode levar ao desaparecimento completo da doença, duas vezes mais freqüente em mulheres do que em homens.

    Os antidepressivos, que melhoram o estado de 70% dos pacientes com depressão, só levam ao desaparecimento total da doença em 30% dos casos.

    O trabalho, cujos resultados serão publicados no próximo sábado na revista "Nature Neurosciences", mostra que se pode produzir geneticamente resistência à depressão.

    Os ratos geneticamente modificados das experiências "se reproduzem, crescem e se comportam como ratos normais".

    O gene inibidor está presente em um canal iônico (proteína da membrana que participa da geração de sinais elétricos nas células nervosas) que se encontra em todas as regiões do cérebro relacionadas à depressão.

    A depressão afeta entre 2% e 5% da população nos países desenvolvidos.

    Na maioria dos casos, a doença resulta da interação entre uma predisposição genética e fatores ambientais, como o estresse e os traumas emocionais.

    O estudo foi realizado por uma equipe do Instituto de Farmacologia Molecular de Sófia Antipolis, do CNRS e da Universidade de Nice (sudeste da França), em colaboração com equipes de Paris e Montreal (Canadá).

    Cuidado com Infecções Dentárias  

    Literatura divulgada pelo Conselho Regional de Odontologia, de São Paulo, mostra que a falta de cuidados com os dentes e gengivas leva a doenças sérias, entre as quais a endocardite bacteriana, que é uma infecção causada por bactérias que, circulando pela corrente sangüínea, podem se alojar nas válvulas do coração. A doença provoca lesões, com risco de comprometimento das funções vitais das válvulas do coração e da liberação de fragmentos (êmbolos), que entram na circulação e interrompem o fornecimento de sangue a outras áreas do organismo, provocando os chamados “derrames”.

    Estudos demonstram que cerca de 20% dos pacientes morrem na fase aguda da doença. Outra parcela significativa pode ficar com seqüelas graves, como insuficiência do coração, prejudicando sua qualidade de vida. E entre os principais causadores da endocardite estão as cáries, feridas e inflamações das gengivas, segundo o estudo realizado pelo Incor – Instituto do Coração da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (USP), em 2001.

    Problemas nos dentes repercutem em todo o organismo
    Problemas de saúde bucal têm repercussão geral sobre o organismo e pesquisas têm associado infecções, inflamações e outras afecções da gengiva com a aterosclerose. Dessa forma, é possível também fazer ligações entre a saúde bucal e a ocorrência de eventos cardíacos como o infarto. O acúmulo de células inflamatórias ativadas na placa aterosclerótica, assim como a constatação de níveis séricos elevados de marcadores de inflamação, demonstram a participação do mecanismo inflamatório na aterosclerose.
    Outros estudos mostram a participação da infecção periodontal em eventos ateroscleróticos como Acidente Vascular Cerebral Isquêmico (AVCI), níveis aumentados de colesterol, LDL (o mau colesterol), triglicérides, além de doenças pulmonares, partos prematuros, impedimento do controle do diabetes do tipo 2 com menores dosagens de insulina, maior prevalência de doença arterial coronária em pessoas com muitos dentes perdidos, infecções dentárias e gengivais que podem levar à cegueira e também à impotência sexual.


    O ser humano é um ser holístico
    O ser humano é um ser holístico, pois tudo se liga com tudo. Dentes e gengivas infeccionados têm a ver com dores nas costas, dores no pescoço, articulação têmporo-mandibular defeituosa, problemas de visão, doenças do coração e também com a vida sexual, a começar da halitose (mau hálito), que provoca o afastamento do parceiro ou parceira. A ocorrência de problemas bucais de maior ou menor gravidade afeta diretamente a disposição do paciente, provocando queda acentuada da libido ou desejo sexual, seja direta ou indiretamente, pois à medida que em que um dente ou gengiva infeccionados despejam bactérias na corrente sangüínea, estas, ademais de comprometerem um bom desempenho sexual, provocam sérios danos ao organismo como um todo. Melhorando o desempenho físico pela obtenção da saúde bucal proporciona-se ao ser humano uma melhor qualidade de vida, aí incluída uma vida sexual plena e gratificante.


    A importância da reabilitação oral
    “Até poucos anos atrás, uma pessoa que tivesse falta de alguns dentes ou perdido todos eles, só teria como alternativa as pontes (fixas ou móveis) e as dentaduras para restaurar o seu sorriso e, o que é mais importante, a sua mastigação”, diz o cirurgião-dentista César Donadio, especialista em implantodontia osteointegrada e em cirurgia bucomaxilofacial. E prossegue: “A sensação que essas próteses davam era, no mínimo, de insegurança e desconforto, sem falar na impossibilidade de mastigação com segurança e eficiência. Atualmente existem procedimentos infinitamente mais modernos, que fazem com que pontes móveis e dentaduras sejam definitivamente aposentadas, substituídas por procedimentos que fazem o paciente se sentir como se tivesse uma terceira dentição – como se tivesse na boca dentes novos”.

    Segundo o Dr. César, “as técnicas de última geração apontam para o implante com carga imediata: ou seja, no mesmo dia em que se faz o implante colocam-se as peças protéticas provisórias novas e o paciente sai do consultório com novos dentes. Isso pode ser feito dente por dente ou então por implante de pilares de titânio – e sobre esses pilares executa-se uma dentadura fixa sobre os implantes. As técnicas de implante osteointegrados devolvem ao paciente, em última análise, o prazer de um belo sorriso, mas esta, no entanto, é apenas a análise estética, uma vez que os benefícios fisiológicos e funcionais são incalculáveis – inclusive no aspecto sexual, pois, como se sabe, o ser humano é uno e indivisível, e o que afeta a saúde bucal, afeta grandemente o desempenho sexual”.



    Fonte: Dr. César Donadio, cirurgião especialista em implantodontia osteointegrada e em cirurgia bucomaxilofacial, e que é também presidente da Abrodesp – Associação Brasileira de Odontologia Desportiva.

    A SOLUÇÃO PARA A CELULITE


    Na tabela abaixo,  os nutrientes que devem fazer parte da sua alimentação
    para garantir uma boa melhora na textura da pele.

    COMO AGE

    ONDE ENCONTRAR
    Lecitina

    FORTALECE A PELE E FAVORECE A HIDRATAÇÃO

    OVOS, SOJA, COUVE-FLOR, AMENDOIM, LARANJA, BATATA, TOMATE, ESPINAFRE
    Vitaminas B e oligoelementos

    DEIXAM A PELE MACIA

    GERME DE TRIGO, GRÃOS E CEREAIS INTEGRAIS, FEIJÕES, VEGETAIS VERDE-ESCUROS, COGUMELOS, AVES, ABACATE, BANANA, MELANCIA

    Ácidos graxos essenciais

    ATRAEM ÁGUA PARA AS CÉLULAS E LUBRIFICAM AS ENGRENAGENS DO CORPO AZEITE DE OLIVA, NOZES, AMÊNDOAS, CASTANHAS, ATUM, SALMÃ

    Aminoácidos

     

    ESTIMULAM A PRODUÇÃO DE COLÁGENO E ELASTINA CARNES, LEITE E DERIVADOS, OVOS, SOJA, VEGETAIS DE FOLHAS VERDES, NOZES

    Antioxidantes

     

     

    IMPEDEM A FORMAÇÃO DOS NÓDULOS E DOS FURINHOS FRUTAS E VEGETAIS CRUS, VINHO TINTO, FÍGADO, BATATA-DOCE, CENOURA, MANGA, ROMÃ, FRUTAS CÍTRICAS, SOJA, CEREAIS INTEGRAIS

    Antiinflamatórios

    INIBEM A ENZIMA RESPONSÁVEL PELO PROCESSO INFLAMATÓRIO ALFACE, BRÓCOLIS, ESPINAFRE, FEIJÕES, ERVILHAS, ÓLEO DE PRÍMULA, FRUTAS, AZEITE DE OLIVA, PEIXES DE ÁGUA FRIA

    Glicosamina

    REPARA A DERME E FORTALECE OS VASOS SANGUÍNEOS CASCA DO CAMARÃO, SUPLEMENTOS À BASE DE QUITOSANA

    Suco de fruta pode reduzir risco de Alzheimer em até 76%

    Beber sucos de frutas e de outros vegetais com frequência pode reduzir em até 76% a probabilidade de se contrair o mal de Alzheimer, disseram pesquisadores americanos e japoneses.

    Os cientistas publicaram suas conclusões na revista especializada American Journal of Medicine, depois de acompanhar quase 2 mil pessoas ao longo de até dez anos.

    Pessoas que tomaram sucos de frutas ou de outros vegetais pelo menos três vezes por semana tiveram 76% menos chances de contrair Alzheimer do que aquelas cujo consumo era de apenas uma vez semanalmente.

    A conclusão reforça a teoria de que substâncias antioxidantes presentes nas frutas e vegetais - os chamados polifenóis - evitam a acumulação, no cérebro, de proteínas que estão ligadas ao mal de Alzheimer.

    A porta-voz da britânica Fundação para Pesquisa de Alzheimer, Harriet Millward, recebeu o estudo com entusiasmo. Segundo ela, a pesquisa é significativa pela abrangência e pelo longo tempo de acompanhamento.

    "A dieta, que quase sempre tem um papel importante no risco de se ter Alzheimer, é um atrativo para a pesquisa porque oferece uma alternativa barata de combate à doença", afirmou.

    Frutas e vegetais podem ainda reduzir o risco de Alzheimer, mantendo sob controle a pressão sanguínea, já que o mal também está ligado à dificuldade de circulação do sangue pelo cérebro.

    BBC Brasil

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