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Beber moderadamente pode ser bom para a memória


Beber um ou dois copos de vinho por dia pode ser benéfico para a memória, segundo um estudo da Universidade de Auckland, na Nova Zelândia. De acordo com os autores, beber em excesso, ao contrário, impede o desenvolvimento de células cerebrais e afeta a memória. Em pesquisa com ratos, os especialistas observaram que, para que haja o efeito benéfico, é preciso a presença de um receptor no cérebro, o NMDA, abundante no sistema nervoso humano. Com isso, eles refutam a crença popular de “beber para esquecer”, pois beber em excesso, apesar de prejudicar a memória, reforça as lembranças negativas em momentos emotivos. De acordo com os pesquisadores, mais estudos futuros podem ajudar a prevenir problemas de memória causados pela doença de Alzheimer.

leia mais sobre a notícia no New Zealand Herald (em inglês)

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Proibição do fumo reduz admissões hospitalares por infarto

O número de admissões nos hospitais de Nova York por ataques cardíacos reduziu em mais de 8% no ano seguinte à proibição do fumo em locais públicos, segundo pesquisa publicada este mês na revista científica American Journal of Public Health, o que representa 3800 menos admissões por causa do problema. A proibição, em vigor desde 2003, vale para bares, restaurantes e outros locais públicos. Os pesquisadores avaliaram 500 mil entradas em mais de 250 hospitais relacionadas com infarto agudo do miocárdio, entre 1994 e 2004. Com isso, os autores concluíram que ”banir o fumo é uma intervenção simples e eficaz que melhora a saúde pública”. Você acha que daria certo no Brasil?

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DESEJOS - CARLOS DUMMOND DE ANDRADE

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Caminhar para o trabalho pode reduzir risco de diabetes

Uma caminhada para o trabalho pode ser suficiente para reduzir consideravelmente o risco de diabetes, segundo pesquisadores japoneses. Em um estudo publicado na revista científica “Diabetes Care”, eles sugerem que exercícios regulares é uma forma de cortar o risco de diabetes tipo 2, que está intimamente ligada à obesidade. Mas ainda não está claro se exercícios leves, como uma caminhada lenta, têm o mesmo benefício. Aproximadamente 8600 homens com níveis normais de glicose foram acompanhados por quatro anos. E, de forma geral, os resultados mostraram que aqueles que caminhavam mais para o trabalho tinham menores riscos de ter a doença – os que caminhavam pelo menos 21 minutos diários eram 25% menos propensos a desenvolver diabetes do que aqueles que caminhavam 10 minutos ou menos.

 

leia o resumo da pesquisa na Diabetes Care (em inglês)


 

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FOTO ARTE

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Brasileiros comem mal, diz estudo

Uma pesquisa da Unifesp e da USP sugere que os brasileiros comem muito e mal – excedendo em proteínas, carboidratos e gorduras e consumindo poucas vitaminas e minerais. O estudo avaliou 2420 pessoas em 150 cidades de todas as regiões do país. E os resultados apresentam a obesidade como um sério problema do país. De acordo com os autores, entre as classes sociais, a diferença é bem pequena em relação à prevalência de obesidade: na classe A e B, 60% estão acima do peso, contra 52% dos entrevistados da classe C, D e E. E apenas 3% dos participantes estavam com baixo peso. Quanto à alimentação, o mais preocupante foi, além do alto consumo de gorduras carboidratos e proteínas, as deficiências na dieta, pois 90% ingere cálcio abaixo dos níveis recomendados, 88% tem deficiência de vitamina C na alimentação, e 80%, de magnésio.

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Ômega-3 pode prevenir diabetes tipo 1

Entre crianças que são geneticamente predispostas a desenvolver diabetes tipo 1, o consumo de ômega-3 parece reduzir o risco de se tornar diabético, segundo um estudo da Universidade do Colorado, nos EUA. E, de acordo com os pesquisadores, isso indica que, no futuro, “nós poderemos ser capazes de desenvolver intervenções nutricionais” para prevenir a doença. No estudo, eles acompanharam, por seis anos, 1770 crianças com alto risco da doença, e o risco auto-imune foi observado pela presença de anticorpos em amostras de sangue. E os autores observaram que o maior consumo de ácidos graxos ômega-3 estava associado com 55% menor risco de apresentar indicadores auto-imunes da doença, e o maior consumo de óleo de peixe, redução de 19% no risco. Agora, eles esperam encontrar os mecanismos que explicam esses resultados.

 

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Estresse e raiva aumentam o risco de doenças cardíacas

Para homens que estão no limite de uma pressão alta (pré-hipertensão), uma disposição furiosa ou nervosa pode aumentar o risco de doença cardíaca, segundo estudo publicado ontem na revista científica Annals of Family Medicine. E, além disso, o estresse em longo prazo pode  aumentar em 68% o risco em homens e mulheres. Enquanto a pressão normal é definida como 12 por oito, pessoas com pré-hipertensão apresentam a pressão acima de 12/8 e abaixo de 14/9. No estudo, os especialistas avaliaram dados de 2334 pessoas inicialmente livres de problemas cardíacos, mas que apresentavam pré-hipertensão, e que haviam respondido questionários sobre estresse psicológico crônico e sobre perspectiva e reações de raiva. E os mais “raivosos” apresentaram duas vezes maior risco de desenvolver doenças cardíacas.

 

leia mais sobre a notícia no Web MD (em inglês)


 

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Massagem com aromaterapia reduz ansiedade de profissionais estressados

Enfermeiras trabalhando no departamento de emergência e no pronto socorro reportaram quedas significativas dos níveis de ansiedade quando passaram por massagens com aromaterapia enquanto ouviam música, de acordo com uma pesquisa recente publicada no Journal of Clinical Nursing. Os autores observaram que 60% da equipe de 86 enfermeiros que participaram do estudo sofriam de moderada a extrema ansiedade. Porém, quando passavam por 15 minutos da terapia ouvindo música relaxante, esse número caía para apenas 8%. E, segundo os autores, a intervenção é mais significativa no inverno, período em que eles observarm maior estresse da equipe – 65%, contra 54% no verão –, reduzindo os níveis de ansiedade e aumentando satisfação pelo trabalho.

 

leia mais sobre a notícia no Science Daily (em inglês)

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Acupuntura pode diminuir dores lombares

A acupuntura, medicina alternativa milenar com agulhas, pode levar a melhores resultados nas dores lombares crônicas do que os tratamentos convencionais, segundo pesquisadores alemães publicaram ontem na revista científica  Archives of Internal Medicine. O estudo avaliou, por oito anos, 1162 pacientes com dor nas costas, dividindo-os em três grupos – um que passou por sessões de acupuntura, outro cujas agulhas eram inseridas em pontos diferentes da acupuntura, e um terceiro que foi tratado com os medicamentos junto a exercícios e fisioterapia. E, após seis meses, a taxa de resposta, com redução da dor, foi de 46% no grupo que fez acupuntura, contra apenas 27% do grupo com a terapia convencional. Apesar de a acupuntura real ser apenas um pouco mais eficaz que a “falsa”, os especialistas passam a recomendá-la.

leia mais sobre o notícia no Web MD (em inglês)


 

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Pesquisa indica como poluição do ar causa problemas cardiovasculares

Partículas minúsculas de poluição do ar podem levar à formação de coágulos sangüíneos, segundo pesquisadores norte-americanos, o que explicaria como a poluição pode causar ataques cardíacos e derrames. Vários estudos já vinham demonstrando que a poluição de caminhões, ônibus e de refinarias de petróleo aumentam os riscos de problemas cardiovasculares. Porém, os pesquisadores não entendiam como isso acontecia. Os resultados da nova pesquisa, entretanto, mostram que os pulmões inflamados pela poluição secretam um composto do sistema imunológico chamado interleucina-6, que inicia uma inflamação no sangue e aumenta a probabilidade de coagulação. Em testes com ratos, aqueles expostos à poluição tiveram um aumento de 15 vezes no nível da interleucina-6 em apenas 24 horas. Agora, os especialistas estudam como a aspirina pode ajudar a reduzir esses efeitos.

leia mais sobre a notícia em Buena Salud (em espanhol)

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Dormir pouco ou demais pode levar a sérios problemas de saúde

Tanto a falta quanto o excesso de sono podem provocar problemas de saúde, inclusive aumentando os riscos de morte, segundo uma pesquisa realizada por universidades britânicas. O estudo avaliou o padrão de sono e as taxas de mortalidade de mais de 10 mil funcionários públicos. A partir disso, os especialistas descobriram que aqueles que reduzem as horas de sono de sete para cinco tinham dobrado o risco de sofrer um problemas cardiovascular fatal e aumentado em 1,7 vezes o risco de morte em geral, comparados com aqueles que mantiveram as sete horas de sono. E aqueles que aumentavam para pelo menos oito horas diárias apresentavam o mesmo aumento no risco de morte entre 11 e 17 anos depois. Segundo os pesquisadores, o estudo mostra a importância de se dormir as horas necessárias para manter a saúde.

Cortar calorias pode induzir genes a prolongar a vida das células

Cientistas podem ter descoberto novos indícios de como a restrição de calorias pode prolongar a vida. Segundo eles, o corte das calorias pode forçar as células, alertando certos genes para estimular a sobrevivência celular. Pesquisas anteriores já associam a restrição de calorias à longevidade sem explicar as razões. Nesse novo estudo, em testes laboratoriais, pesquisadores de Harvard, EUA, descobriram que os genes SIRT3 e SIRT4 podem ser a ligação entre as dietas e a sobrevivência das células, tendo potencial para serem alvo de drogas para tratar doenças relacionadas ao envelhecimento. O estresse das células foi observado em ratos com dois dias de jejum, o que aumentou o nível de uma proteína no fígado ligada aos genes. Porém, segundo os pesquisadores, mais estudos são necessários para confirmar se o jejum pode prolongar a vida.

ia mais sobre a notícia na Web MD (em inglês)

Exercícios físicos reduzem riscos de Alzheimer

Segundo estudos recentes, atividade física regular pode reduzir entre 30 a 40% o risco de se desenvolver a doença

Nesta sexta-feira, 21 de setembro, comemora-se o Dia Mundial da Doença de Alzheimer. Dados da American Alzheimer’s Association apontam que 7% da população mundial acima dos 65 anos sofre da doença. No Brasil, segundo a Associação Brasileira de Alzheimer (Abraz), mais de um milhão de idosos acima dos 60 anos já a desenvolveram.

A perda progressiva de memória associada ao envelhecimento é característica comum a um conjunto de patologias que a medicina classifica como demências (termo que nada tem a ver com loucura), das quais a doença de Alzheimer é a mais prevalente.

Demência

A demência é uma síndrome decorrente de uma doença cerebral, usualmente de natureza crônica ou progressiva, na qual há uma perturbação de múltiplas funções intelectuais, incluindo a memória, o pensamento, a orientação, a compreensão, a capacidade de aprendizagem, a linguagem, o julgamento e a personalidade.

Perda gradativa de mémoria é um dos primeiros sintomas do Alzheimer

Os primeiros sintomas da doença se caracterizam pela perda gradativa da memória, além da chamada síndrome da deficiência cognitiva, que engloba a redução das funções cognitivas, do raciocínio lógico e da coordenação motora. Isto ocorre devido à produção e ao acúmulo da proteína beta-amilóide no cérebro. Com o avanço dos sintomas, o paciente passa a apresentar dificuldade para realizar tarefas diárias.

Os efeitos da atividade física no cérebro já estão bem documentados, isto é, o exercício físico regular e adequado nos leva a sentirmos melhor, física e emocionalmente.

Alguns estudos permitiram que se chegasse à conclusão mais surpreendente de que o exercício é capaz de proteger o indivíduo contra o desenvolvimento da senilidade, até mesmo vários anos depois da prática de atividades físicas. Isto também é verdade para pessoas com demência. Estudos recentes mostram que o exercício físico pode reduzir os riscos de demência, como a doença de Alzheimer.

Pesquisas científicas têm demonstrado a ação benéfica do exercício físico na doença de Alzheimer. Durante um período de seis anos, uma população de mais de 4.600 homens e mulheres acima de 65 anos de idade, sem déficit cognitivo ou doença de Alzheimer foram estudados*. Depois deste período, foram diagnosticados 194 casos de Alzheimer. Os indivíduos completaram um questionário sobre o estilo de vida no início do estudo. Foi observada uma redução de 30% do risco de desenvolver a doença de Alzheimer nos indivíduos que faziam atividade física regular.

Outros estudos têm confirmado esses achados. Um estudo mais recente realizado da Universidade de Washington* sugere que a redução desse risco pode chegar até 40%. Neste estudo, 1,740 pessoas acima de 65 anos foram acompanhadas por um período de seis anos. No inicio do estudo, ninguém apresentava sinais de demência. Depois de seis anos 158 participantes tinham desenvolvido demência, dos quais 107 diagnosticados com doença de Alzheimer. As pessoas que se exercitavam 3 a 4 vezes por semana apresentavam apresentaram um risco de 30% to 40% menor de desenvolver a doença de Alzheimer comparado com aqueles que faziam exercícios menos de 3 vezes por semana.

Pesquisas com animais alterados geneticamente para desenvolverem Alzheimer fornecem informações para uma explicação bioquímica mais específica. Cinco meses de exercício voluntário resultou numa diminuição de proteínas beta-amilóides, um dos sinais marcantes do Mal de Alzheimer, em várias regiões cerebrais***.

Não se sabe exatamente como a atividade física diminui o risco da doença de Alzheimer. Ainda, mesmo sabendo que o exercício físico não interrompe a progressão da doença, os indivíduos com Alzheimer se beneficiam dos efeitos cognitivos e físicos de um programa de exercício físico regular.

*Risk factors for Alzheimer's disease: a prospective analysis from the Canadian Study of Health and Aging. J. Lindsay, D. Laurin, R. Verreault, et al., American Journal of Epidemiology., 2002, vol. 156, pp. 445--453

**Exercise is associated with reduced risk for incident dementia among persons 65 years of age and older. Larson EB, Wang L, Bowen JD, McCormick WC, Teri L, Crane P, Kukull W. Ann Intern Med. 2006 Jan 17;144(2):73-81.

 

Ácido fólico pode reduzir risco de Alzheimer, aponta estudo

Hoje, Dia Mundial de Combate ao Mal de Alzheimer, e pouco mais de um século após a publicação do primeiro caso da doença, ainda não se pode falar em prevenção para o problema, que atinge, aproximadamente, 1 milhão de idosos acima dos 60 anos no País, segundo a Associação Brasileira de Alzheimer (Abraz).

Mas uma nova pesquisa, coordenada pela farmacêutica Tereza Cartaxo, da Universidade Estadual de Pernambuco (UPE), acaba de revelar que há uma a relação entre os níveis de homocisteína (aminoácido relacionado à formação de placas ateroscleróticas) no sangue e a doença de Alzheimer em idosos brasileiros. Como os níveis do aminoácido podem ser controlados com alimentação, há uma chance de reduzir o risco da doença.

Já existem trabalhos provando que o alto nível de homocisteína no organismo é também um fator de risco para a doença arterial coronariana. "Essa substância promove uma alteração na superfície dos vasos e induz à migração de células inflamatórias para o local", explica Tereza. "Partindo dessa hipótese, fizemos uma analogia entre o processo e a doença de Alzheimer."

De 93 pacientes com faixa etária dos 56 aos 86 anos de idade, 50 não apresentavam nenhum traço de demência. E os outros 43, que tinham Alzheimer, também demonstraram taxas significativamente mais altas de homocisteína quando comparados aos outros 50 pacientes da mesma idade.

A boa notícia é que há como baixar os níveis de homocisteína. O ácido fólico ou folato - uma vitamina hidrossolúvel pertencente ao complexo B encontrada em alimentos como verduras de folha verde-escuro, laranja, feijão, entre outros - tem o poder de reduzir os níveis do aminoácido no organismo.

Doença do futuro - Até 2025 cerca de 34 milhões de brasileiros terão Alzheimer

Atualmente, cerca de 7% da população mundial acima dos 65 anos sofre da doença de Alzheimer, de acordo com a American Alzheimer’s Association. Aos 85 anos, essa porcentagem é acima de 35%. Somente no Brasil, mais de um milhão de idosos acima dos 60 anos já desenvolveram a doença de Alzheimer, segundo a Associação Brasileira de Alzheimer (Abraz).

Segundo o IBGE, até 2025 o Brasil terá cerca de 34 milhões de pessoas nessa faixa etária, que representarão quase 15% da população. Esse aumento está diretamente relacionado à elevação da expectativa de vida e à diminuição da taxa de mortalidade. “Atualmente as pessoas têm mais acesso à medicina e vivem mais. A expectativa de vida do brasileiro vem crescendo, censo após censo, e isso gera aumento da demanda de cuidados com a saúde” explica o Dr. Paulo Renato Canineu, médico geriatra e gerontólogo, diretor científico do Hiléa, especializado no atendimento a doentes de Alzheimer.

A doença de Alzheimer é um processo degenerativo do cérebro. “Aos poucos o indivíduo vai diminuindo algumas de suas capacidades cognitivas e até motoras. A memória é afetada e atividades simples do dia-a-dia, como ir ao supermercado, são prejudicadas. Com isso a pessoa perde a liberdade, perde qualidade de vida” esclarece o gerontólogo.

“Novas formas de tratamento para a doença de Alzheimer são capazes hoje de oferecer qualidade de vida tanto para o paciente, quanto para a família do paciente. A abordagem não farmacológica combinada, desde o diagnóstico, aos tratamentos tradicionais (farmacológicos), podem contribuir para o bem-estar do demenciado. A alimentação, a arquitetura do ambiente e a arte, seja a música, a pintura ou a escultura, bem como a melhor orientação do cuidador e da família”, exemplifica o médico.

Dia Mundial Do Alzheimer - 21 de setembro

O que Causa o Mal de Alzheimer?

A doença de Alzheimer (DA) é a causa mais comum de demência degenerativa em idosos. O estabelecimento da doença é insidioso e geralmente ocorre após os 55 anos de idade, aumentando em freqüência com o avanço da idade. O seu curso é marcado por uma deterioração gradual da função intelectual, declínio na capacidade de realizar atividades de rotina da vida cotidiana e de lidar com as alterações na personalidade e no comportamento.

Os aspectos neurocomportamentais da
demência clássica do tipo Alzheimer incluem o comprometimento da memória, distúrbios de linguagem (afasia), déficits visuais e espaciais e comprometimento da capacidade de fazer cálculos e abstrações. Os distúrbios de outras funções do córtex cerebral como a agnosia (incapacidade de realizar uma tarefa motora na ausência de perda sensorial, hemiparesia ou dificuldade de compreensão) podem ser observados.

As alterações na personalidade são um achado precoce e freqüente na doença de Alzheimer. Os pacientes se tornam cada vez mais passivos, mais agressivos na demonstração de emoções e menos espontâneos. Alguns destes sintomas podem imitar uma depressão, mas ocorrem com mais freqüência na ausência de um estado de humor depressivo óbvio, ou pensamentos de invalidez, incompetência ou culpa. Em 40 a 50% dos pacientes, o estado de humor depressivo pode ser evidente em algum momento durante o curso da doença.

Outras anormalidades de comportamento observadas na DA incluem inquietação motora, agitação, "viscosidade" (o paciente segue a pessoa que cuida dele a todos os lugares), reações catastróficas, agressividade, perambulações e insônia.

Os aspectos clínicos da doença de
Alzheimer refletem um envolvimento relativamente seletivo das regiões parietal, temporal medial, convexidade frontal e basal da parte anterior do cérebro encontrados em autópsias. As alterações neuropatológicas características da doença de Alzheimer incluem a perda neuronal, glicose, abundância de placas "senis", emaranhados neurofibrilares e degeneração granulovacuolar.

A extensão pela qual a doença de
Alzheimer é uma doença hereditária ainda não foi totalmente elucidada. A doença parece ser transmitida de forma autossômica dominante, com uma completa penetração em aproximadamente 20% dos casos.

 

TV Brasil via rede Ipê

Primeiro canal público brasileiro com alcance internacional está disponível 24 horas por dia pela internet por meio da infra-estrutura operada pela RNP

A TV Brasil – Canal Integración pode ser assistida pela internet. Desde o dia 17 é possível acompanhar ao vivo a programação do canal pela rede Ipê, infra-estrutura de alta velocidade de transmissão operada pela Rede Nacional de Ensino e Pesquisa (RNP).

A iniciativa é resultado de parceria entre a RNP e a Radiobrás. A TV Brasil surgiu do interesse conjunto dos poderes Executivo, Legislativo e Judiciário de criar serviços televisivos destinados ao exterior, com o intuito de estimular o intercâmbio cultural entre os países da América do Sul. Trata-se do primeiro canal público brasileiro com alcance internacional.

Para captar o sinal da TV Brasil e viabilizar a transmissão pela rede foi instalada uma antena no alto do prédio da RNP, em Brasília. Esse sinal passa por um processo de digitalização e codificação para ser transmitido pela internet em tempo real. O codificador está hospedado no Internet Data Center da RNP. O sinal da TV Brasil também pode ser captado por cabo, parabólica ou satélite.

TV Brasil: http://gtvd.rnp.br/d-webtv.jsp?id=TV_Brasil

Mais informações: www.tvbrasil.tv.br

Odontologia a favor da corrida

Cuidar bem dos dentes pode melhorar sua performance no esporte

Pouca gente sabe, mas tratar a saúde bucal é tão importante quanto realizar procedimentos indispensáveis para a qualidade na corrida. Assim como realizar exames clínicos periódicos, ter atenção ao trabalho muscular e manter a disciplina nutricional, cuidar bem da parte odontológica pode ser determinante na melhora de desempenho.

“A pessoa que corre leva o corpo ao limite. Isso pode favorecer o aparecimento de problemas odontológicos, causados tanto pelo impacto quanto pela carga física a que o corpo se submete”, explica Oscar Razuk, cirurgião dentista especializado em reabilitação oral e clínica geral.

De olho na tensão
Uma das causas de lesão dentária no esporte é a tensão que antecede a disputa de provas. Ela pode levar a problemas como o bruxismo, que consiste na pressão excessiva que a pessoa aplica à arcada dentária ou o mais conhecido ranger de dentes. Conseqüentemente, aparecem sintomas adicionais como as dores de cabeça, de ouvido e pescoço, além de muito desconforto.

Também é preciso atentar para o surgimento de infecções mais sérias, como a gengivite, por exemplo. Será a estas doenças que o organismo dará prioridade de melhora, deixando o desempenho físico e a performance em segundo plano, o que nenhum atleta deseja. “Para um bom  rendimento no esporte é preciso estar com tudo em dia, sentir-se 100% bem”, diz Oscar Razuk.  

O caminho é prevenir
“A odontologia do esporte deve funcionar como medida preventiva. Ela é essencial para potencializar a qualidade de vida e a saúde do atleta”, lembra o odontologista. Como os corredores estão especialmente sujeitos a lesões por impacto, que vão desde a quebra e perda dos dentes até fraturas nos ossos da face, devem apostar na proteção. Também é comum machucar língua, lábios e bochechas. 

“Para quem pratica corrida, uma atividade que gera impacto, utilizar uma placa protetora ajuda bastante”, diz Oscar Razuk. Estes protetores, que geralmente são confeccionados em silicone, funcionam como almofadas e distribuem a força durante o impacto, protegendo as estruturas dentais e periodontais.

Visitas periódicas ao dentista – de preferência especializado em esporte – e a realização de limpeza de tártaro a cada três meses são medidas que devem ser levadas a sério e também fazer parte da rotina.

 

Alzheimer afeta 21,3 milhões de pessoas, dizem especialistas

O Mal de Alzheimer e os transtornos relacionados a ele afetam 24,3 milhões de pessoas no mundo e poderão atingir 81 milhões até 2040, prevêem especialistas por ocasião da chegada do Dia Mundial do Alzheimer, 21 de setembro.

Mais de cem anos depois de sua descoberta, em 1906 pelo médico alemão Alois Alzheimer, esta doença neurodegenerativa que leva a uma degeneração progressiva das funções cognitivas (atenção, percepção, memória...) é ainda incurável e os especialistas temem que o número de doentes se duplique em 20 anos.

Diante destes desafios, a Alzheimer's Disease International (ADI), uma organização que reúne 75 associações nacionais de doentes, escolheu o slogan "Não há tempo a perder" para o Dia Mundial do Alzheimer. Estas associações foram convidadas a organizar em seus respectivos países atividades destinadas a conscientizar as pessoas sobre as "realidades da vida com uma deterioração mental".

A cada ano são registrados 4,6 milhões de novos casos deste mal, o que equivale a uma ocorrência a cada sete segundos, lembra a Organização Mundial da Saúde (OMS), em um recente relatório sobre doenças neurológicas, que recolhe estimativas realizadas em 2005 por especialistas internacionais a pedido da Alzheimer's Disease International.

Em 2001, 60% das pessoas que sofriam do mal de Alzheimer ou de doenças relacionadas viviam nos países em desenvolvimento. Este número poderá chegar a 70% em 2040, segundo este estudo, publicado na revista médica britânica The Lancet.

Esta "doença do futuro", expressão utilizada pelo especialista francês Bruno Dubois, continua sendo desconhecida e incurável, embora um diagnóstico precoce, alguns medicamentos e estímulos cerebrais contribuam para reverter um pouco a perda de memória e a deterioração das faculdades intelectuais.

Exercícios, tanto quanto antidepressivos, podem ajudar contra depressão

Exercícios físicos regulares podem melhorar os sintomas da depressão tanto quanto os medicamentos, de acordo com pesquisa publicada este mês na revista Psychosomatic Medicine. O estudo contou com mais de 200 adultos depressivos com 40 anos ou mais que foram divididos em quatro grupos – um fazia exercícios supervisionados três vezes por semana; outro se exercitava em casa; um terceiro tomava um antidepressivo, e o último, uma pílula de placebo. E os pesquisadores observaram, após 16 semanas, que 45% das pessoas do grupo das atividades físicas supervisionadas não apresentavam mais diagnóstico de depressão grave, contra 47% dos participantes do grupo do medicamento. Eles especulam que isso acontece porque a atividade física afeta as mesmas substâncias do cérebro que os antidepressivos, além dos aspectos sociais da atividade em grupo.

  • leia mais sobre a notícia na Reuters Health (em inglês)

  • Telefones celulares podem causar perda auditiva

    Pessoas que falam mais de uma hora por dia no telefone celular podem estar sob maior risco de perda da audição de sons de alta freqüência (agudos), segundo pesquisadores indianos. Em um estudo com 100 pessoas com idades entre 18 e 45 anos, eles observaram que aqueles que usavam o celular por mais de uma hora diariamente, nos quatro anos anteriores à pesquisa, tinham mais probabilidade de ter perdas na audição que dificultam de ouvir consoantes como s, f, t e z. Entre aqueles que usavam há dois anos a perda foi de 16,48 decibéis, contra 24,54 decibéis entre aqueles com uso por mais de quatro anos. Apesar de ser apenas um estudo pequeno e preliminar, os resultados preocupam os especialistas em audição, pois, segundo eles “o uso em longo prazo dos telefones móveis pode resultar em dano ao ouvido interno”.

    leia mais sobre a notícia no Web MD (em inglês)

    Frutas e Vitaminas

    Chegado os dias úmidos e gelados do inverno, seja por preguiça ou falta de vontade mesmo, as pessoas tendem a consumir menos as frutas. O movimento nas feiras livres já demonstra de forma clara esse cenário. Quem costuma ficar por dentro de seus valores nutricionais sabe bem que não é apenas no verão que elas devem ser aproveitadas. Ao contrário, é fundamental tê-las à mesa todos os dias. E, quem pensava que não havia muitas variedades nesta época, aí vão algumas boas opções de compra, para você fortalecer sua saúde neste inverno com as frutas típicas da estação. Aproveite que o clima frio já está este se despedindo e deixe a preguiça de lado para dar espaço à nutrição das frutas.


    Morango: Betacaroteno, vitaminas A, B, C, magnésio, fósforo, ferro, potássio, sódio. Muito indicado no tratamento da anemia.

     

    Figo: é laxante e vermífugo; contra cálculos renais e biliares, úlceras, câncer; bom contra infecções da boca e bronquite; não convém aos diabéticos.

     

    Abacaxi: Betacaroteno, vitaminas A, B, C, potássio, magnésio, fósforo, cálcio, ferro. Refrescante, ajuda a evitar a desidratação. Rico em fibras, está indicado no tratamento da prisão de ventre e das vias urinárias.

     

    Mexerica cravo e poncã (tangerina): Fonte de cálcio, fósforo, ferro, sódio, magnésio e enxofre e das vitaminas A, complexo B e C. Suas propriedades funcionam bem como laxativo, antiartritíca e antigotosa.

     

    Uva: É rica em carboidratos, mas também apresenta pequenas quantidades de vitaminas do complexo B e vitamina C. Fornece boas doses de minerais como potássio, cálcio, fósforo, magnésio, cobre e iodo. Ajuda a ativar os rins, é um suave laxante e atua contra várias enfermidades do intestino, fígado e abdômen, além de estimular as funções cardíacas. A uva também é um rico depósito de compostos antioxidantes e anticancerígenos.

     

    Mamão: Betacaroteno, vitaminas A, B, C, cálcio, magnésio, fósforo, potássio. De fácil digestão, auxilia a decomposição das proteínas e, por isso, normalmente é uma das primeiras frutas oferecidas ao bebê.

     

    Pera: Vitaminas A, B, C, E, proteínas, cálcio, magnésio, fósforo, potássio, ferro, carboidratos, fibras. Suculenta, agrada ao paladar infantil, funcionando como reguladora intestinal.

     

    Maçã gala: Betacaroteno, vitaminas A, B, C, proteínas, sódio, enxofre, ferro, sílico, cálcio, magnésio, fósforo, potássio, cloro. Cheia de fibras, atua no bom funcionamento do intestino.

    Perda de dentes em idosos pode estar ligada a problemas cognitivos

    Pessoas mais velhas que perderam seus dentes possuem mais de três vezes maior risco de problemas de memória e demência, de acordo com pesquisadores britânicos.  Embora não saibam as causas, eles especulam que ou as doenças dentais causam inflamação prolongada e infecção, alterando alguns fatores no sangue que podem causar danos ao cérebro; ou as pessoas que perdem os dentes mudam a alimentação, causando deficiência de vitaminas e outros problemas que afetam o cérebro. A pesquisa da University College London analisou mais de 2 mil pessoas com 65 anos ou mais que viviam independentes e 1569 idosos residindo em asilos. Entre os primeiros, 40% não tinham os dentes, comparados com 68% dos outros participantes. E os especialistas observaram, principalmente entre os primeiros, que aqueles que não tinham dentes apresentavam maior risco de problemas cognitivos.

     

    leia mais sobre a notícia na Reuters Health (em inglês)

    Tratamento de apnéia pode reuzir risco de doenças cardiovasculares

    Pessoas com o problema respiratório da apnéia obstrutiva do sono, que estão sob maior risco de problemas cardíacos, podem melhorar não apenas sua respiração como a saúde do coração com um tratamento adequado, segundo um estudo publicado em setembro na revista Chest. Pesquisadores gregos colocaram 53 homens e mulheres com a desordem para passar pela terapia contra apnéia conhecida como pressão positiva contínua em vias aéreas. A terapia consiste em uma máscara usada durante o sono que solta ar pressurizado para manter as vias respiratórias abertas. E a adesão completa ao tratamento foi responsável por uma melhora não apenas no problema respiratório, como também reduziu o colesterol, a pressão e outras substâncias no sangue associadas a doenças cardíacas.

    leia o resumo da pesquisa na Chest (em inglês)

    Benefícios da cerveja diminuem com o tempo de fabricação

    Para extrair alguns benefícios à saúde da cerveja, ela deve ser consumida em até 15 dias da data de fabricação, segundo a pesquisadora Priscila Becker Siqueira, da Unicamp. De acordo com o estudo, a cerveja dura em média seis meses, mas a bebida vai perdendo suas características antioxidantes e os compostos fenólicos, propriedades que podem prevenir doenças cardiovasculares e que possuem atividade antiinflamatória. A pesquisadora avaliou três marcas de cerveja por quatro meses, e descobriu que ela continha cerca de 400 miligramas por litro de compostos fenólicos, encontrados no malte e no lúpulo, contra 700 mg/l no suco de goiaba e 2 gramas por litro do suco de uva. Mas a principal conclusão foi que a cerveja perde 50% desses compostos em seis meses, sendo 35% apenas nos primeiros 15 dias.

    Charles Chaplin

    Mau cheiro pode intensificar fatiga e outros sintomas físicos

    Sintomas físicos comuns, como fatiga, dor no peito e dor lombar podem estar relacionados com a percepção de odores, de acordo com pesquisa da Universidade de Nottingham, na Inglaterra. Os especialistas avaliaram 194 pessoas para investigar como o estresse, odores intensos e personalidade, combinados, explicariam os sintomas do dia-a-dia que parecem não ter base médica. Os participantes preencheram um questionário duas vezes por dia, durante oito dias, sobre sintomas, odores, sons e estresse. E os sintomas reportados pareciam piorar no mesmo momento em que a intensidade dos cheiros e o estresse aumentavam. Porém, apenas a intensidade dos odores parecia “predizer” os futuros sintomas dos participantes em curtos intervalos de tempo. Isso, segundo os autores, porque as pessoas pareciam associar certos odores a sintomas particulares, intensificando ainda mais as dores e a fatiga.

     

    leia mais sobre a notícia no Science Daily (em inglês)

    Combinação de exercícios melhora o controle de diebetes

    Uma combinação de exercícios aeróbicos e de treinos de fortalecimento muscular podem ajudar a controlar a diabetes tipo 2 melhor do que qualquer atividade física isolada, segundo pesquisadores da Universidade de Calgary, no Canadá. Em um estudo com 25 adultos com a doença, os especialistas observaram que ambos juntos melhoram o controle da glicose duas vezes mais do que cada um deles sozinho. Os participantes foram divididos em quatro grupos - um se manteve sedentário, outro fazia exercícios na esteira e na bicicleta ergométrica, outro fazia musculação, e um quarto grupo tinha a combinação de exercícios três vezes por semana. Após cinco meses, os ativos apresentaram bons resultados, com o quarto grupo bem melhor, apresentando mudanças que reduziam substancialmente o risco de complicações pela doença.

    leia mais sobre a notícia na Reuters Health (em inglês)

    Suplementos de proteínas reduzem cansaço durante os exercícios

    Suplementos de proteína que contêm uma mistura de aminoácidos, vitaminas e minerais podem ajudar a vencer a fatiga durante exercícios físicos intensos, segundo um estudo da Universite Evry Val d'Essonne, na França. Na pesquisa com 18 homens jovens fisicamente ativos, os pesquisadores descobriram que o suplemento em pó de proteínas não aumenta o desempenho, mas permite aos atletas se exercitarem mais tempo antes de mostrarem sinais de fatiga e os ajudam a se recuperar mais rapidamente dos exercícios intensos. Os voluntários – metade corredores, e a outra metade, pessoas que faziam exercícios por recreação – tomaram pó de proteína ou placebo por 28 dias. E, em exercícios na bicicleta ergométrica, aqueles que tomaram o suplemento cansaram menos rapidamente e apresentaram menos sinais de dano oxidativo às células por causa dos exercícios.

    leia mais sobre a notícia na Reuters Health (em inglês) 

    Do-in milagroso

    Massagem é o que há de melhor quando o assunto é afastar as tensões. Famosas por darem aquela sensação deliciosa de relaxamento, elas são sempre a primeira opção quando o estresse insiste em imperar. E assim é o do-in, técnica oriental que se utiliza desses verdadeiros toques mágicos para tratar da saúde. E o melhor de tudo é que eles podem ser aplicados por nós mesmos.


    O do-in já é bem conhecido. Aplicado em pontos específicos do corpo, o tratamento, além de oferecer diagnóstico, torna-se uma ótima orientação na hora de planejar as tarefas diárias e a dieta alimentar, servindo até mesmo como um guia de conduta. Os toques são bem fáceis, realizados a partir de pressões com o polegar sobre os centros de captação e armazenamento, a fim de estimular a distribuição de energia.


    Baseando-se no conceito de que o universo é um organismo vivo e dinâmico, tal qual o ser humano, a medicina oriental explica que a concentração em um determinado ponto, dentre os vários canais que transportam o ki, energia cósmica pura, gera um excesso ou deficiência de energia, que acaba por prejudicar determinado órgão. Por isso, quando o(s) ponto é pressionado, o fluxo energético volta ao normal, reequilibrando o organismo.


    Ainda dentro desse conceito, os orientais explicam que, como o organismo é um complexo digestivo, a energia vital se renova através da alimentação, da respiração e das vibrações que os sentidos captam. Quando a energia ki é bloqueada, nosso corpo sinaliza o que chamamos de doença, gerados justamente devido ao desequilíbrio interno que debilita o organismo e destrói sua imunidades. Afirmam ainda que as energias opostas (expressões do Ki, a unidade primitiva de todas as coisas) yang – princípio positivo que contrai – e yin – princípio negativo, que se manifesta pela expansão -, devem existir harmoniozamente em nosso organismo. Só assim a saúde física e mental do corpo estarão garantidas, segundo os mesmos.

    "Há pessoas que transformam o sol numa simples mancha amarela, mas há também aquelas que fazem de uma simples mancha amarela o próprio Sol."

    Pablo Picasso

      

    Biblioteca de primeiro mundo!

    THE NEW YORK PUBLIC LIBRARY 

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    Pilhas de livros dão lugar a computadores

    Vida - Charlie Chaplin

    Dieta mediterrânea prolonga a vida de pessoas com Alzheimer

    Uma alimentação rica em vegetais e pobre em carne pode reduzir a progressão da doença de Alzheimer, segundo novo estudo da Universidade de Columbia, nos Estados Unidos. De acordo com os pesquisadores, “quanto mais próximos os pacientes com Alzheimer estiverem do ideal da dieta Mediterrânea (rica em frutas, verduras, legumes, cereais, um pouco de peixe, e vinho durante as refeições) mais longa será sua vida”. No estudo, foram acompanhados, por quase de quatro anos e meio, 192 pessoas que foram diagnosticadas com a doença. E aqueles com aderência parcial a essa dieta tinham 35% menor risco de morrer durante a pesquisa do que aqueles com menor aderência a esse tipo de alimentação. O grupo que seguiu a dieta de forma mais completa tinha 73% menor risco de morte e vivia, em média, quatro anos a mais que os outros.

     

    Composto do vinho tinto pode proteger contra câncer de próstata

    Um antioxidante encontrado na uva, chamado de resveratrol, pode retardar o crescimento de tumores na próstata, como mostrou um estudo da Universidade do Alabama, nos Estados Unidos, com ratos. E, segundo os pesquisadores, alguns vinhos tintos e sucos de uva são fontes ricas do composto. Na pesquisa, eles alimentaram ratos com câncer induzido com uma dieta com uma quantidade de resveratrol equivalente a uma garrafa de vinho tinto diariamente, ou com uma dieta sem o composto. E aqueles alimentados com o antioxidante apresentaram probabilidade oito vezes menor de desenvolverem tumores diferenciados na próstata. Esses animais também apresentaram crescimento e divisão mais lenta das células doentes. Agora eles investigam se menores quantidades, como duas taças de vinho, têm os mesmos efeitos.

    leia o resumo da pesquisa em Carcinogenesis (em inglês)

    Vitamina E pode reduzir risco de coágulos em mulheres

    Doses regulares de vitamina E podem reduzir o risco de morte por coágulos sangüíneos em mulheres, segundo anunciou a American Heart Association esta semana. Esses coágulos, de acordo com os especialistas, podem causar uma doença chamada tromboembolismo venoso, que pode levar à morte se bloquear o fluxo de sangue para os pulmões, cérebro ou coração. Os pesquisadores revisaram dados de quase 40 mil mulheres a partir dos 45 anos de idade que participaram de um estudo sobre saúde da mulher. E aquelas que tomaram a vitamina em dias alternados durante dez anos tinham 21% menor probabilidade sofrer o problema do que aquelas que tomaram placebo. Porém, a associação não recomenda tomar vitaminas para a prevenção de problemas cardiovasculares, e alerta que mais estudos são necessários.

     

    leia mais sobre a notícia na Reuters Health (em inglês)

    Casca da tangerina pode ajudar a combater o câncer

    A casca da tangerina pode ajudar na luta contra certos tipos de câncer, segundo pesquisadores da Escola de Farmácia de Leicester, na Inglaterra. De acordo com os cientistas, células humanas com câncer, que contém uma enzima chamada P450 CYP1B1, são destruídas pelo composto salvestrol Q40, contido na casca da fruta. E as descobertas podem oferecer uma nova alternativa para tratar câncer de mama, de pulmão, de próstata e de ovário. Para os pesquisadores, há falta desse composto na alimentação moderna porque muitas pessoas não comem mais as cascas das frutas, e esse pode ser um fator que contribui para aumento da incidência da doença. Porém, eles alertam que a pesquisa está ainda no inicio, podendo demorar pelo menos sete anos para confirmação.

    leia mais sobre a notícia na Reuters Health (em inglês)

    Estar um pouco acima do peso já aumenta risco de doenças cardíacas

    Pessoas que estão apenas um pouco acima do peso já apresentam maior risco de desenvolver doenças cardíacas, mesmo aquelas que mantêm pressão sangüínea e colesterol em níveis saudáveis, de acordo com estudo publicado na revista científica Archives of Internal Medicine. De acordo com os autores, o crescimento mundial do número de pessoas com sobrepeso moderado pode levar a um aumento da incidência de doenças cardíacas. Eles revisaram 21 estudos que avaliavam o impacto do sobrepeso e da obesidade no coração em mais de 302 mil participantes, no total. E, aqueles com sobrepeso moderado (IMC entre 25 e 29,9) tinham 32% maior risco de desenvolver doença cardíaca. Entre os obesos (IMC > 29,9) o risco aumentava em 81%. Considerando pressão e colesterol, ainda havia aumento – 17% e 49%, respectivamente.

     

    leia o resumo da pesquisa no AIM (em inglês)

    Peixes e alguns vegetais podem reduzir risco de asma e alergias

    Crianças que comem bastante peixe, tomate e alguns outros vegetais podem ter menos propensão a ter alergias e sintomas da asma, segundo pesquisadores espanhóis. Em um estudo da Universidade de Creta, eles avaliaram 460 crianças com sete anos de idade que viviam em uma ilha do Mediterrâneo. As mães responderam questionários sobre a dieta das crianças e sobre o chiado, sintoma potencial da asma. E 90% dos filhos passaram por testes de alergia. As crianças que comiam mais tomates, berinjela, pepino, feijões verdes e abobrinha – mais de 40 gramas por dia – tinham 62% menos probabilidade de chiar do que aqueles que não comiam os vegetais. Além disso, aqueles que comiam mais de 60 gramas de peixe por dia tinham 57% menor probabilidade de ter alergias do que os que comiam em menor quantidade.

    leia mais sobre a notícia no Web MD (em inglês)

    Cérebro de liberais e conservadores funciona diferentemente

    Os neurônios do cérebro de liberais e conservadores reagem de forma diferente diante de decisões difíceis. A conclusão é de um estudo da Universidade de Nova York publicado pela revista britânica "Nature Neuroscience".

    Os conservadores tendem a buscar a ordem e a estrutura em suas vidas e são mais coerentes na hora de tomar decisões. Os liberais, por sua vez, mostram maior tolerância para a ambigüidade e para a complexidade, e se adaptam mais facilmente a circunstâncias inesperadas, indicou o estudo divulgado no último domingo (9). "Ainda que proporcionem um modelo para orientações mais liberais ou mais conservadoras, a atuação e a importância dos genes são influenciadas principalmente pelo ambiente que cerca o indivíduo ao longo do seu desenvolvimento", afirmou o líder do estudo, David Amodio.

    Vitamina D pode ajudar a reduzir mortalidade por câncer e diabetes

    Tomar complementos de vitamina D poderia reduzir os riscos de mortalidade provocados por doenças como câncer ou diabetes, segundo um estudo que reforça a tese de que os antioxidantes têm um grande potencial medicinal.

    Os médicos Philippe Autier, da Agência Internacional de Pesquisa sobre o Câncer em Lyon (França), e Sara Gandini, do Instituto Europeu do Câncer em Milão (Itália), analisaram os resultados de 18 testes clínicos realizados antes de novembro de 2006 com 57.311 pessoas de 50 anos ou mais.

    Durante um período médio de acompanhamento de 5,7 anos, as pessoas que tomaram vitamina D apresentariam um risco de mortalidade 7% inferior aos que tomaram um placebo, concluíram os pesquisadores, cujos trabalhos foram publicados pelo "Journal of the American Medical Association".

    Os resultados corroboram estudos recentes que indicam que deficiências em vitamina D aumentam o risco de morte por câncer, doenças cardiovasculares e diabetes, responsáveis por 60% a 70% das mortes nos países ricos.

    Suplementos de vitamina D podem prolongar a vida

    Tomar suplemento de vitamina D pode ajudar as pessoas ter uma vida mais longa, de acordo com um recente estudo publicado na revista Archives of Internal Medicine. Porém, os especialistas não sabem explicar exatamente como isso acontece. A vitamina é produzida pelo corpo com a exposição solar e pode ser encontrada em alimentos, como salmão e produtos enriquecidos. Os pesquisadores avaliaram 18 estudos sobre vitamina D, que incluíam um total de mais de 57 mil adultos dos Estados Unidos e da Europa. Os participantes das pesquisas tomaram, diariamente, por um tempo variável de estudo para estudo, suplementos de vitamina D ou placebo. E aqueles que tomaram a vitamina tinham, na média, 7% menor probabilidade de morrer durante os estudos. Eles recomendam mais pesquisas para confirmação.

     

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    Infecção na boca faz mal ao coração

         

    Infecções na boca podem desencadear uma doença grave chamada endocardite infecciosa em pessoas que já sofrem do coração. Ela afeta o revestimento interno do coração e mata em 25% dos casos, segundo estudos.
    Os doentes mais suscetíveis são os que se submetem a transplantes de coração, os que têm válvulas cardíacas implantadas e problemas cardíacos congênitos, segundo a cirurgiã-dentista Gabriela da Costa de Angelis, que coordenará hoje uma mesa-redonda sobre o tema, durante o Congresso Brasileiro de Cardiologia.
    A infecção ocorre quando as bactérias que estão na boca (por causa de uma periodontite ou uma grande cárie, por exemplo) migram para o coração, por meio do sangue.
    Gabriela de Angelis afirma que uma profilaxia dos dentes, como o tratamento do canal ou da periodontite, antes de um procedimento cardíaco, reduz muito o risco de o paciente adquirir a endocardite.
    No Incor (Instituto do Coração) e no Instituto Dante Pazzanese, por exemplo, o trabalho de dentistas e cardiologistas na redução dos riscos da endocardite é feito de forma conjunta.
    (CC)



    USP tem novo veículo de divulgação científica

    Parceiros 

    A Agência Multimídia de Educação e Comunicação Científica do Instituto de Estudos Avançados de São Carlos (Ieasc) da Universidade de São Paulo (USP), em São Carlos, lançou o portal IEADifusão.

    Trata-se de um serviço de divulgação de temas relacionados à ciência, à tecnologia e à educação, com linguagem acessível e recursos audiovisuais e interativos. Depois de um cadastro prévio, o usuário pode acessar a ferramenta Quero Saber! e enviar perguntas para que professores da USP respondam.

    As perguntas devem ser realizadas em vídeos breves, de até 30 segundos, para serem publicadas no site da agência junto com as respostas. O site dá as instruções quanto à gravação e ao envio dos arquivos digitais

    Entre as questões disponíveis na seção estão “Se Deus é a origem da vida, por que não provaram sua existência?”, “Por que me estresso com um trabalho que eu gosto de fazer?”, “Como é o comportamento reprodutivo do pica-pau?” e “Por que ainda não foi inventado o caldo de cana diet?”.

    Outra seção que ocupa lugar de destaque no portal é Eu Pesquiso, na qual alunos de mestrado e doutorado da USP de São Carlos explicam seus temas de trabalho, os objetivos e a aplicação dos estudos por meio de depoimentos sucintos, em vídeos de no máximo um minuto.

    A expectativa dos idealizadores é que os vídeos e demais conteúdos do site possam ser utilizados por escolas do ensino médio e fundamental de todo o país para a cooperação no conteúdo de apoio educacional. Além dos recursos interativos audiovisuais, destaca-se a seção Mural da Escola, na qual alunos e professores podem publicar material didático em formatos variados.

    O portal IEADifusão foi desenvolvido com apoio do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq).

    Mais informações: http://143.107.180.237/iea/index.php/news_site


    Metade dos brasileiros não pratica atividades físicas

    Metade dos brasileiros não pratica nenhuma atividade física, segundo estudo da Sociedade Brasileira de Cardiologia, divulgado ontem, mostrando que o sedentarismo é uma das principais causas das 300 mil mortes anuais por doenças cardíacas. O Datafolha entrevistou 2012 pessoas com idade entre 18 e 70 anos. E mostrou que, na faixa entre 18 e 24 anos, 39% das pessoas são sedentárias; entre 25 e 45 anos, 50% das pessoas não praticam atividades físicas; entre 45 e 59 anos, a taxa sobe para 53%; e, entre os mais velhos, a taxa de inatividade chega a 57%. A caminhada é a atividade preferida de homens (26%, empatado com o futebol) e mulheres (31%).

    Consumo de álcool aumenta risco de câncer em mulheres mais velhas

    Mulheres que já passaram pela menopausa e consomem duas ou mais doses de bebidas alcoólicas por dia podem dobrar seu risco de ter câncer endometrial, que acontece na mucosa que reveste a parede do útero, segundo estudo da Universidade do Sul da Califórnia. De acordo com os pesquisadores, estudos anteriores já vinham mostrando associação entre o consumo de álcool e o maior nível de estrogênios em mulheres na pós-menopausa, que poderia ser um mecanismo para aumentar o risco do câncer. Porém, essa pesquisa, com mais de 41 mil mulheres que passaram pela menopausa é, segundo eles, a primeira a indicar uma relação significativa entre o consumo de bebidas alcoólicas e o risco de câncer do endométrio. Embora o estudo não seja conclusivo, os autores recomendam moderação, especialmente para essas mulheres.

     

    leia mais sobre a notícia no Science Daily (em inglês)

    MARIO QUINTANA

    É LOUCURA.......

    Charles Chaplin

    Chico Xavier

    Manga, para quê te quero?

    Se você está entre os fãs da refrescante e deliciosa manga, não resistindo ao seu aroma e sabor sem iguais, vai adorar conhecer as propriedades medicinais dessa fruta para lá de popular na mesa do brasileiro e em várias partes do mundo, fazendo parte de sucos, saladas, várias sobremesas e até molhos para carnes. Famosa por sua polpa macia e suculenta, a fruta não deixa a desejar quando o assunto é saúde. Quer saber o motivo? Então pode começar a anotar.


    A manga, assim como outras frutas alaranjadas, é muito rica em vitamina C e beta-caroteno, substância que o corpo transforma em vitamina A. Além disso, a deliciosa é uma boa fonte de vitamina E, potássio e ferro. A fruta também é rica em pectina, fibra solúvel importante no controle do colesterol, ajudando a purificar o sangue. E ainda tem mais! Pura em sucos, a manga combate a bronquite e a acidez estomacal, além de ter efeito expectorante e diurético.


    E então! O que está esperando? Acrescente já a suculenta em sua lista de alimentos saudáveis e usufrua com prazer essa delícia!

    Fumaça da pipoca de microondas pode causar problemas no pulmão

    A fumaça da pipoca de microondas inalada pode causar uma doença de pulmão rara e mortal nos homens, segundo especialistas da Universidade do Colorado, nos Estados Unidos. A professora Cecile Rose reportou o caso para diversas agências de saúde pública do país, mas nenhuma delas ainda deu um alerta público. Em carta publicada em um site de saúde, ela apresenta o caso de um homem que reclamou de constante piora na tosse e no encurtamento da respiração. E os testes mostraram que ele tinha bronquiolite obliterante – destruição de minúsculas vias aéreas no pulmão.

    Em 2002, houve casos dessa rara doença em pessoas que trabalhavam em fábricas de pipoca de microondas, em particular, nas expostas à substância que dá o aroma e sabor de manteiga, chamado diacetil. Porque o paciente comia dois ou mais pacotes de pipoca por dia, pesquisadores foram avaliar o ar enquanto a pipoca era preparada e descobriram altos níveis da substância. Agora, eles esperam uma atitude dos órgãos de saúde dos Estados Unidos e mais pesquisas para confirmação.

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    Corantes de alimentos podem causar hiperatividade em crianças

    Corantes e conservantes encontrados em alimentos infantis e refrigerantes podem estar relacionados a hiperatividade e distúrbios de concentração em crianças, segundo estudo da Universidade de Southampton, na Inglaterra. A pesquisa oferecia três tipos diferentes de bebidas – uma com alta quantidade de corantes e conservantes, outra com o nível médio de aditivos que crianças ingerem por dia, e a terceira não tinha aditivos – para 300 crianças de três, oito e nove anos de idade. E o grupo que ingeriu a primeira teve efeitos adversos significativos em relação ao que consumiu a bebida sem aditivos. E os pesquisadores alertam que algumas misturas de corantes e conservantes de refrigerantes, sorvetes e doces estavam ligadas a um aumento de hiperatividade.

    Astrônomo virtual

    Spiral Galaxy 
     
    Transforme-se em um astrônomo virtual
     
     

    Vitamina D pode prevenir câncer de mama e cólon

    Milhares de casos de câncer de mama e de cólon poderiam ser prevenidos a cada ano se pessoas em climas mais frios aumentassem seus níveis de vitamina D, segundo pesquisadores da Universidade da Califórnia. Em um estudo, as taxas de câncer foram avaliadas em 15 países. E eles observaram que os níveis de vitamina D no sangue dos americanos, no inverno, estavam, na média, bem menores do que eles precisavam para um efeito protetor contra os cânceres. Segundo eles, um aumento nos níveis de vitamina D poderia evitar 250 mil casos de câncer de cólon e 350 mil de câncer de mama por ano no mundo. E isso seria melhor conseguido com uma combinação de alimentação, suplementos e pequenos intervalos de exposição ao sol (10 a 15 minutos por dia). Porém, devemos lembrar que o excesso pode ser prejudicial.

     

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    Fumar após os 50 anos pode aumentar o risco de demência

    Pessoas com mais de 55 anos de idade que fumam estão mais propensas a desenvolver demência ou doença de Alzheimer do que aqueles que não fumam, de acordo com estudo holandês. Segundo os pesquisadores, em um acompanhamento de quase sete mil pessoas com mais de 55 anos, aqueles que fumavam tinham 50% maior probabilidade de desenvolver as doenças. No estudo, os fumantes atuais tinham 47% maior risco de demência e 56% maior risco de Alzheimer do que aqueles que nunca fumaram. E, entre aqueles que já haviam parado de fumar, o risco diminuía para 15% a 17%. Outra descoberta foi que, em pessoas com um gene associado ao risco de Alzheimer, o fumo causa menor impacto. Isso aconteceria porque esse risco aumentado, de algum jeito, não permitiria a influência de outros fatores de risco, como o fumo.

    Abacate pode ajudar a prevenir câncer de boca, diz pesquisa

    Pesquisadores americanos descobriram que nutrientes encontrados em alguns tipos de abacate podem ajudar a prevenir câncer oral. Em estudo publicado na revista científica Seminars in Cancer Biology, os especialistas revelam que substâncias extraídas da fruta matam algumas células cancerígenas e previne células pré-cancerosas de se desenvolverem em tumores. Isso acontece, segundo eles, porque esses fitoquímicos aumentam a quantidade de oxigênio reativo, levando as células doentes à morte e mantendo as outras saudáveis. E os autores acreditam que, apesar do estudo tratar apenas do câncer oral, as descobertas podem ter implicações em outros tipos de câncer. Porém, ele está apenas em fase preliminar, sendo necessárias mais pesquisas para confirmação.

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    Saiba os 25 alimentos mais saudáveis para o seu coração

    O site americano Web MD, com ajuda de nutricionistas da Clínica Cleveland e da Associação Dietética Americana, publicou, no último mês, uma lista dos alimentos mais ricos em nutrientes que ajudam a proteger o sistema cardiovascular. De acordo com os especialistas “há uma abundância de frutas e vegetais em muitas cores, formas e tamanhos que são bons para o coração” e para os vasos sangüíneos. E todos podem reduzir os riscos de doenças cardiovasculares com uma alimentação adequada. Os alimentos são: salmão, semente de linhaça, farinha de aveia, alguns tipos de feijão, amêndoas, nozes, vinho tinto, atum, tofu, arroz integral, leite de soja, uvas-do-monte (blueberries), cenouras, espinafre, brócolis, batata doce, pimentão vermelho, aspargos, laranja, tomate, melão cantaloupe, papaia, chocolate preto e chá.

    leia mais sobre essa notícia no Web MD (em inglês)

    Pílula ‘’anti-barriga’’

    Segundo pesquisas, 1,2 bilhões de obesos lutam contra a balança em todo mundo. No Brasil, 30% da população estão nessa situação. Até os japoneses, com sua saudável alimentação milenar, se renderam à expansão das redes de fast food no país. Na busca por um corpo perfeito, o que não falta no mercado são fórmulas milagrosas que prometem em um mês a perda de até 15 quilos, mas que não apresentam nenhuma prescrição ou acompanhamento médico. No mês passado, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) aprovou o rimonabanto – cujo nome comercial é Acomplia, já vendido na Europa, Argentina e Estados Unidos - remédio indicado para tratamento da obesidade e síndrome metabólica que age no combate à gordura localizada, popularmente chamado de ‘’pílula anti-barriga’’.

     

    Flávio Madruga, endrocnologista, especialista ortomolecular e membro efetivo da  Associação Brasileira de  Nutrologia e da Associação Brasileira de Estudos da Obesidade e é um dos pioneiros na utilização do Rimonabanto no Brasil. O medicamento não atua no sistema nervoso central e, por isso, não causa dependência e não traz efeitos colaterais como alteração de humor e taquicardia. Seu ativos proporcionam uma redução da fome, do diabetes e da vontade de fumar, além de controlar outros fatores de risco associados à obesidade como mau colesterol (LDL) e triglicérides.

     

    - O Rimonabanto promete ser a mais potente arma para vencer a obesidade. Sua ação se dá no bloqueio do sistema endocanabinóide, responsável pelo controle do metabolismo. Ele bloqueia os receptores CB1, pertencentes a este sistema, que estão presentes no cérebro, tecido adiposo, fígado, intestino e nos músculos, levando à diminuição da fome e da formação de gordura, e aumentando a queima de glicose e a sensação de saciedade – explica Flávio Madruga.

     

    Dr. Flávio atenta que o medicamento é indicado em casos reais de excesso de gordura abdominal e não deve ser usada como simples recurso estético.

     

    - Se a questão é emagrecer, a decisão certa é procurar um bom especialista para prescrever uma dieta equilibrada, exercícios adequados e os medicamentos seguros a sua situação de saúde. Ao contrário do que muitos pensam, a obesidade não está ligada a fatores hereditários, é mesmo um distúrbio alimentar somando ao sedentarismo – alerta o especialista.

    Ajudando o coração

    Várias pesquisas já vêm comprovando os bons benefícios do azeite de oliva extra-virgem, principalmente no que se refere à proteção do coração. E agora, para aumentar sua lista valorosa, mais um estudo coloca o alimento em foco, comprovando sua ação no combate à formação dos temidos coágulos.


    Assim afirmou uma pesquisa realizada na Espanha. Nela os estudiosos perceberam que alimentos preparados com o azeite de oliva, podem ajudar a proteger as pessoas dos terríveis coágulos, principalmente aquelas que sofrem com o colesterol alto. A explicação dos cientistas espanhóis é que nos primeiros estágios da arterosclerose, há a maior tendência da formação de coágulos, bem como altos níveis de gordura no sangue.

    Ao longo da pesquisa, 21 voluntários com altos níveis de colesterol consumiram dois cafés da manhã diferentes. Por uma semana, um grupo comeria pão branco com azeite, o qual continham 400 partes por milho de fenóis, e o outro, pão com azeite contendo apenas 80 partes. O resultado foi que aqueles com alto consumo de fenóis apresentaram menores concentrações de dois fatores responsáveis pelos coágulos.


    A propriedade que o sangue tem de estancar o sangramento através dos coágulos é importante em nosso dia-a-dia. No entanto, estes não são nem um pouco eficazes, quando instalados em lugares indesejados, obstruindo vasos sangüíneos ou em próteses e válvulas dentro do coração, prejudicando a circulação de sangue e, assim, podendo até levar à morte.

     

    Saúde Temperada II

    ESPECIARIAS MAIS DO QUE AROMATIZANTES:


    AÇAFRÃO: Potente afrodisíaco. É utilizado em sopas de verduras, arroz, peixes e brioches doces;

     


    ALCAPARRA: seus botões são utilizados na preparação de molhos e temperos. Atua como estimulante estomacal. Alerta: como são conservados em sódio, os hipertensos devem usar o ingrediente como moderação;

     


    CANELA: Alivia inchaços e gases. Bom para ser usado com bananas, maçãs assadas, entre outros;

     


    COMINHO: Especiaria picante. Combina bem com pimentas e é bom no preparo de tahine (pasta de gergelim). Combinado com pimentas, pode auxiliar na perda de peso, por aumentar o gasto energético basal;

     


    GENGIBRE: Bastante popular em sobremesas e refrigerantes. É utilizado contra enjôos.


    MOSTARDA: Combina com frango e carne bovina. É aliado no alívio de dores e congestão;

     


    PIMENTA: É usada para condimentar vários pratos quentes do Brasil e México. A capsaicina, óleo volátil que dá o ardor às pimentas, é usada como analgésico. Melhoram o humor, por estimular a produção de endorfinas, substâncias responsáveis pela sensação de bem-estar;

     


    PIMENTA DO REINO, PRETA OU BRANCA: Excelente no preparo de sopas carnes e aves. Base de diversos pratos como pizza, sanduíches... Aspirar seu pó previne os desmaios. 

    Saúde temperada I

    Nada melhor que uma comida bem preparada e preenchida com o gostinho especial dos diversos condimentos. E, como bem sabemos, na cozinha brasileira o que não falta é sabor. Mas, se em nossos pratos sua fama já é grande, tidos como ingredientes obrigatórios, na saúde os temperos também não deixam nem um pouco a desejar, ganhando cada vez mais destaque no que se refere aos seus valores fitoterápicos.

     

    Fique à vontade e saboreie...


    ALECRIM: Realça o sabor de aves e carne de carneiro. É um bom ajudante no controle da pressão alta. Seu óleo é eficaz para dores musculares e seu chá alivia dores de cabeça;


    ALFAVACA: Bom para temperos de sopas e molhos. Possui propriedades digestivas, antiflatulenta, anticatarrais e antiasmática. Também é benéfica para problemas urinários;


    CEBOLINHA: Realça o sabor de batatas, sopas e cozidos e tem propriedades de baixar a pressão sangüínea;

     


    CEROFILO: Ideal para peixes e possui propriedade antihipertensiva;

     


    COENTRO: O seu sabor forte realça os pratos de vegetais, molhos e aves. Tem propriedade de aliviar problemas digestivos;

     


    CONFREI: Nativa da Rússia, seu chá é indicado como analgésico, anti-séptico e antiasmático. Também possui propriedade anticâncer, devido ao antioxidante alantoina;

     


    DENTE DE LEÃO: Suas raízes e folhas têm bastante vitamina C. Tem efeito diurético, laxativo e depurativo, purificando o sangue;

     


    ERVA DOCE: Ideal para massa de pães e, quando em chá, tem efeito calmante, diurético, antiasmático e digestivo. Se tomado na fase da amamentação; pode estimular o aumento da produção de leite;

     


    HORTELÃ: Suas folhas realçam o sabor de peixes, carne moída e carneiro. Também fica muito bom com frutas e sorvetes. Auxilia na digestão e acalma os brônquios se passada nas costas e peito das crincas. Além disso, suas folhas quando mascadas aliviam e refrescam o hálito;
    LOURO: Bom para sopas, cozidos e feijão. Tem propriedade de aliviar os gases digestivos;


    MANJERICÂO: base de diversos pratos. É diurético, digestivo, fortificante e antigripal.


    ORÉGANO: Bom para saladas e pratos que contenham tomates. Suas folhas são digestivas e descongestionantes;

     


    SALSA: Quando consumida em porções de 30g, são ricas e boas fontes de Vitamina C. Possui grande quantidade de bioflavonóides e monoterpenos, substâncias anticancerígenas e diuréticas;

     


    SALVIA: Bom para pratos de aves, carne de porco e pães. Seu chá é usado como digestivo e como líquido para bochechos e gargarejos, agindo contra gengivites, aftas e inflamações na garganta;
    TOMILHO: É uma das ervas favoritas na culinária italiana. Seu chá é bom para aliviar distúrbios intestinais e em gargarejos contra inflamações da garganta, bem como em xaropes para tratamentos de tosses e congestões respiratórias;

     


     

    Trabalho é o fator que mais interfere no tempo de sono

    A jornada de trabalho é o fator que mais afeta a quantidade de sono, segundo pesquisa realizada nos Estados Unidos, que sugere que quanto mais uma pessoa trabalha, menos tempo ela passará dormindo. Os pesquisadores analisaram 50 mil pessoas entre os anos de 2003 e 2005, e descobriram que o tempo gasto no trânsito ou no transporte público seria o segundo fator que mais afeta a quantidade de sono, seguido das horas de lazer. No estudo, aqueles que dormiam por mais de 11 horas trabalhavam, em média, 143 minutos a menos que os “dorminhocos médios”. E o grupo que dorme menos e o que mais trabalha é o que está na faixa entre 45 e 54 anos de idade. De acordo com especialistas, adultos deveriam dormir entre sete e nove horas por dia, e o trabalho não deveria tomar o lugar das horas de sono, como vem comumente acontecendo.

    Tai chi pode aumentar proteção da vacina contra gripe

    A tradicional arte chinesa do tai chi chuan, que combina movimentos circulares com exercícios respiratórios, ajuda adultos mais velhos a aumentar a resposta imunológica à vacina contra gripe, segundo estudo da Universidade do Illinois, EUA. Aos mais velhos, é aconselhado tomar a vacina todos os anos, porém, alguns não conseguem ter uma resposta satisfatória contra o vírus da gripe. No estudo, os pesquisadores avaliaram os benefícios do tai chi, associado a uma técnica chamada qigong (chi kung), que também combina movimentos lentos, meditação e exercícios respiratórios, em metade das 50 pessoas em seus 70 anos de idade que participaram do estudo e tomaram a vacina. Com três aulas de uma hora por semana, esses participantes apresentaram, em cinco meses, mais anticorpos contra a gripe do que aqueles que não praticaram as técnicas.

    leia mais sobre a notícia na Reuters Health (em inglês)

    Comer verduras e legumes reduz risco de câncer de próstata agressivo

    Os homens podem reduzir seu risco de desenvolver câncer de próstata agressivo adicionando grandes quantidades de brócolis e couve-flor na alimentação, segundo estudo do Instituto Nacional do Câncer dos Estados Unidos. A pesquisa, que envolveu quase 30 mil homens, mostrou que aqueles que comiam mais de uma porção desses vegetais por semana tinham metade do risco de desenvolver a forma agressiva da doença, comparados com homens que consumiam esses legumes menos de uma vez por mês. Além disso, o consumo de espinafre pelo menos duas vezes por semana também foi capaz de reduzir o risco. De acordo com os autores, os vegetais crucíferos, como brócolis e couve-flor, são ricos em glucosinolatos, que podem produzir outras substâncias com efeitos anti-câncer.

    leia o resumo da pesquisa no JNCI (em inglês)

    WESHOW

    Os principais vídeos da internet, reunidos no mesmo lugar
     

    Aromas que tratam

    Agora está provado, com pesquisas e aval de cientistas do mundo todo: os óleos essenciais ajudam o sistema imunológico e a promoção da saúde. Outra boa notícia: essa terapia pode ser aplicada coletivamente.
    Cada vez mais estudos sinalizam os benefícios à saúde da aromaterapia, a ciência que investiga o efeito dos aromas extraídos de plantas. Universidades de diferentes regiões do mundo revelam que os óleos essenciais (substâncias retiradas de folhas, raízes, resinas, frutos e flores) são excelentes agentes antimicrobianos, antibacterianos e antivirais.
    ÓLEOS ESSENCIAIS COMO MEDICAMENTOS
    As plantas medicinais são um dos recursos mais antigos no cuidado da saúde. Mas o que as pesquisas recentes revelam é que a inalação dos óleos essenciais produzidos por elas pode agir positivamente sobre o físico, além de influir no bem-estar psicológico. O sistema olfativo transforma os componentes químicos inalados em impulsos neurológicos, que atingem diferentes áreas cerebrais. Esses impulsos chegam a glândulas, inicialmente no cérebro, que estimulam nosso sistema de defesa. Paralelamente, também influenciam a zona cerebral em que nascem as emoções, o chamado sistema límbico.


    NOVO CAMPO PARA A SAÚDE
    Assim como a boa nutrição, a meditação e a qualidade de vida, os óleos essenciais já são reconhecidos como antibacterianos, antimicrobianos ou antivirais. Se aspergidos em um ambiente, matam as bactérias patogênicas ali presentes. David Crow menciona uma professora que aspergiu na sala de aula uma solução aquosa contendo óleos essenciais de alecrim e eucalipto e obteve um rendimento superior nas notas de seus alunos. “A atenção aumentou e as faltas por gripes e resfriados diminuíram, pois o eucalipto atua sobre os brônquios e o sistema imunológico”, descreve o terapeuta.


    BENEFÍCIO COLETIVO
    Outra vantagem é que podem ser usados coletivamente por meio de aspersores ambientais. “É o que eu chamo de Programa de Imunidade Comunitária, que está baseado na medicina social preventiva. É possível que os hospitais usem aspersores ambientais para diminuir o risco de infecção. Os óleos também poderão ser úteis em caso de epidemias, como a da gripe. Já existem estudos apontando na direção da capacidade dos óleos em destruir bactérias patogênicas e vírus”, afirma o terapeuta.
    Os óleos à base de álcoois terpenos, como o tea tree, o Eucalyptus radiata e a manjerona, são eficientes para esses casos. Os cítricos têm capacidade antiinflamatória e antibacteriana, como os óleos de bergamota, lima, limão, laranja, capim-limão, melissa e petit grain. Essências de coriandro, tomilho, palma-rosa, hortelã-pimenta e sálvia têm forte ação antimicrobiana, só para citar alguns.


    COMBATE AO DÉFICIT DE ATENÇÃO
    Nos Estados Unidos, óleos puros de melissa e lavanda têm sido usados para combater um dos grandes problemas da educação, que é o déficit de atenção infantil. “As crianças são superestimuladas em muitas áreas por meio de internet, TV, games. Com isso, não conseguem manter o foco em uma atividade durante muito tempo. Esses óleos tranqüilizam e, combinados com o alecrim, melhoram a concentração”, explica.


    EFEITOS DA MELISSA
    A melissa pode ser empregada para facilitar a aprendizagem porque estimula os receptores de acetilcolina, o neurotransmissor relacionado às funções cognitivas (de aprendizagem). Segundo estudos do Instituto de Saúde e Velhice de Newcastle Upon Tyne, na Inglaterra, o óleo de melissa também é recomendado aos doentes de Alzheimer (que apresentam um grande déficit de acetilcolina), como coadjuvante para melhorar a memória. Além de proteger contra os danos causados por radicais livres, considerados um dos fatores que mais contribuem para o aparecimento da doença. A melissa também é um óleo sedativo suave recomendado para as pessoas agitadas.


    LAVANDA E ALECRIM
    Quando testado pela Escola de Medicina da Universidade de Miami, comprovou-se, por meio do eletroencefalograma, que o óleo de lavanda aumenta as ondas beta, que correspondem a um estado mais relaxado. Outros benefícios medidos: queda no índice de depressão e aumento da habilidade em computar dados (embora não de maneira rápida). O óleo de alecrim, por sua vez, favorece o estado de alerta, a diminuição da ansiedade e a capacidade de computar informações muito rapidamente. Portanto, são complementares e podem ser usados de forma alternada.


    Avanços registrados
    O terapeuta David Crow relaciona no site
    www.floracopeia.com vários estudos sobre óleos essenciais, separados por ação e instituições responsáveis pela pesquisa. Conheça alguns exemplos.

    CANELA, CAPIM-LIMÃO, LAVANDA E TEA TREE (antifúngicos)
    Testes que provaram a ação antifungicida desses óleos foram descritos pela Universidade Teikyo, em Tóquio, Japão.

    HELIOTROPINA (fragância que dá um cheiro doce à baunilha)
    Pesquisa feita pelo Sloan-Kettering Cancer Center, em Nova York, EUA, constatou que o óleo relaxou pacientes que deveriam passar por procedimentos dolorosos, facilitando o trabalho dos médicos.

    MELISSA (óleo antiviral)
    Pesquisa da Universidade de Cukurova, em Adana, Turquia, acompanhou a ação do óleo em doenças causadas por vírus como o da hepatite.

    SÁLVIA E CAPIM-LIMÃO (óleos antimicrobianos)
    O efeito dessas essências, em processos infecciosos das vias urinárias, foi relatado pela Universidade de Taubaté, em São Paulo.

     

    Suplemento à base de soja pode reduzir risco de doenças cardíacas

    Suplementos diários de um composto encontrado na soja, a genisteína, combinada com cálcio e vitamina D, podem ajudar a prevenir doenças cardíacas e regular a glicose do sangue em mulheres na pós-menopausa, segundo estudo italiano. Os pesquisadores avaliaram os efeitos da genisteína em aproximadamente 400 mulheres saudáveis, com média de idade de 54 anos, e que passaram pela menopausa por volta dos 49 anos. Metade delas passaram a tomar, diariamente, suplementos de genisteína, e a outra metade, suplementos de placebo, ambos com cálcio o vitamina D. E todas, durante o estudo, tiveram uma alimentação saudável. Com as análises, os autores concluíram que o componente da soja, junto com cálcio, vitamina D e uma boa alimentação, tem efeitos terapêuticos contra preditores de doença cardíaca.

    leia mais sobre a notícia na Reuters Health (em inglês)

    Semente de linhaça pode reduzir ondas de calor na menopausa

    Comer semente de linhaça amassada pode diminuir as ondas de calor nas mulheres na menopausa que não tomam estrogênio, segundo um estudo norte-americano. Essas ondas, intensa sensação de calor experimentada durante a menopausa, acompanhada, algumas vezes, de avermelhamento da pele, suor e arrepios, pode causar perda de sono, ansiedade ou irritabilidade. Os especialistas colheram dados de seis semanas de terapia com semente de linhaça – 40 gramas de semente amassada ingerida diariamente – em 21 mulheres que sofriam de ondas de calor, mas que não queriam fazer reposição de estrogênio por causa dos riscos de câncer de mama. E a freqüência das ondas de calor havia diminuído em 50%, e a intensidade, em 57%. Elas ainda apresentaram melhoras no humor, nas dores musculares e no suor.

     

    leia mais sobre a notícia no Science Daily (em inglês)

    Estrogênio pode ajudar a prevenir problemas cognitivos

    Mulheres que tiveram os ovários removidos antes da menopausa correm maior risco de ter problemas de memória, demência ou doença de Parkinson, por causa da falta de estrogênio, hormônio básico feminino, segundo pesquisa da Mayo Clinic, nos Estados Unidos. No estudo, os especialistas avaliaram cerca de 1500 mulheres que tiveram um ou os dois ovários removidos por causas como cistos, endometriose ou para prevenção do câncer de ovário. E descobriram que elas tinham aproximadamente duas vezes maior probabilidade de desenvolver problemas cognitivos do que aquelas que não passaram pela cirurgia. Além disso, as mulheres que eram mais jovens quando da retirada dos ovários tinham riscos ainda maiores do que as mais velhas. De acordo com os pesquisadores, é possível que o estrogênio tenha um efeito protetor no cérebro, e sua falta aumentaria o risco de problemas cognitivos.

     

    leia mais sobre a notícia no UPI (em inglês)

    Presença de arsênico na água ameaça 140 milhões de pessoas

    Aproximadamente 140 milhões de pessoas estão sendo envenenadas por arsênico na água potável, principalmente em países em desenvolvimento, segundo pesquisadores reunidos em Londres no encontro anual da Royal Geographical Society (RGS). Cientistas da Universidade de Cambridge, no Reino Unido, alertam que é um problema que afeta mais de 70 países, e regiões como o sul e o leste da Ásia concentram mais da metade dos casos de contaminação do mundo pela substância, que pode causar diversos tipos de câncer. Consumir grandes quantidades de arroz cultivado em áreas afetadas também pode ser um risco para a saúde, segundo eles. E eles alertam não há nenhuma iniciativa governamental para parar a contaminação.

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