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Grapefruit pode ser nova esperança contra hepatite C, indica estudo

A grapefruit, também conhecida como toranja, pode inspirar um novo tratamento contra a hepatite C, maior causa de doença hepática, segundo pesquisa da Universidade de Harvard, nos EUA. Em testes preliminares em laboratório, os cientistas descobriram que um composto chamado naringenina, encontrado na grapefruit e em outras frutas cítricas, pode reduzir, em 80%, a disseminação do vírus da hepatite C. Eles acreditam que o composto age contendo o colesterol de lipoproteínas de muito baixa densidade (uma forma do colesterol “ruim”), que cumpriria um papel importante na disseminação da doença. Porém, destacam que o benefício não pode ser conseguido com a ingestão da fruta, pois, além de ser necessária em grande quantidade, a naringenina não é bem absorvida na digestão. A esperança seria uma droga intravenosa, que tem dado bons resultados em testes com ratos. 

 

leia mais sobre a notícia em WebMD (em inglês)

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Exame de sangue poderia indicar idade de início da menopausa?

Cientistas da Universidade de Utrecht, na Holanda, anunciaram a descoberta de uma forma de calcular, através de um exame de sangue, a data da menopausa das mulheres. Segundo eles, os níveis do hormônio antimulleriano estão relacionados com o começo da menopausa. Os cientistas mediram os níveis do hormônio em 144 mulheres e fizeram relações entre quantidade de hormônio e idade em que elas chegaram à menopausa. Aplicando as estatísticas em mais de 3 mil mulheres com idades entre 50 e 70 anos, eles criaram um modelo de cálculo da idade do início da menopausa. A lógica do método é que os níveis de antimulleriano refletem a quantidade de pequenos folículos presentes no ovário, responsáveis pela ovulação e cujo fim anuncia o início da menopausa. Os autores acreditam que daqui a quatro ou cinco anos, o método poderá ajudar mulheres na decisão sobre quando ter filhos.

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Comer tomate diariamente pode proteger a pele, indica estudo

Duas refeições diárias à base de tomate podem ajudar a prevenir a pele contra os efeitos nocivos do sol, sugere estudo da Universidade de Manchester e Newcastle, no Reino Unido. Em experiência com dez voluntários que consumiram, por três meses, 55 gramas de massa de tomate com 10 gramas de azeite diariamente, os cientistas observaram que o consumo aumentava em 33% a proteção da pele contra os raios ultravioleta. Além disso, aqueles que comeram a massa de tomate apresentaram maiores níveis de procolágeno, molécula que mantém a pele firme, prevenindo rugas. Os cientistas acreditam que o componente licopeno, que dá a cor vermelha ao tomate, esteja por trás das propriedades benéficas da fruta. Porém eles destacam que o tomate não deve ser encarado como substituto do protetor solar.

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Tipo de trabalho pode influenciar o risco de demência, indica estudo

Trabalhos de alta complexidade, que envolvem mais interações entre pessoas e relações complexas com coisas, estão associados a um menor risco de desenvolver demência, segundo estudo publicado no “American Journal of Epidemiology”. Avaliando dados de quase 3,6 mil pessoas, os autores observaram que o risco de demência pode ser 34% menor em ocupações como o ensino, que envolve interações interpessoais com altos níveis de complexidade. Da mesma forma, atividades como a agropecuária, que envolve relação com coisas complexas, também ofereceriam proteção – 28% menor risco. Por outro lado, trabalhar com dados de alta complexidade, principalmente por mais de 23 anos, pareceu aumentar os riscos. Os autores destacam que o estímulo mental de tais atividades poderia oferecer proteção, porém mais estudos são necessários.

leia mais sobre a notícia na Reuters Health (em inglês)

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Levantamento de peso pode causar calvície, diz estudo

Cientistas britânicos alertam que levantar peso pode causar calvície, segundo reportagem publicada, no último final de semana, no jornal britânico The Sun. De acordo com os especialistas, isso acontece porque os exercícios de levantamento de peso aumentam os níveis de testosterona imediatamente após a sessão – 25% após 45 minutos – e, depois de 30 minutos, o hormônio é convertido em uma substância chamada DHT, que ataca os folículos e as raízes capilares. E as mulheres levantadoras de peso não estariam livres desse efeito, podendo ter os cabelos “afinados” por causa desses exercícios. Eles ainda destacam que o levantamento de peso seria a segunda maior causa da calvície, perdendo apenas para a herança genética. E que os homens com uma dieta rica em gorduras teriam maior risco de sofrer queda de cabelo por causa desses exercícios.

 

leia mais sobre a notícia no The Sun (em inglês)

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Pesquisa recrutará mulheres diabéticas para comer chocolate por um ano

Pesquisadores da Universidade de East Anglia, no Reino Unido, vão recrutar 150 mulheres com diabetes para comer, diariamente, uma barra de chocolate – alimento que deve ser evitado pelos diabéticos – durante um ano. O objetivo é avaliar se o consumo do alimento, conhecido pelos compostos benéficos ao sistema cardiovascular, pode reduzir o risco de doenças cardíacas nessas mulheres, que é 3,5 vezes maior. O cacau é rico em flavonóides, que ajudariam a prevenir tais doenças, porém as substâncias seriam destruídas no processo de produção do chocolate. Por isso, um chocolate especial, contendo soja, uma fonte natural de flavonóides, será utilizado na pesquisa. De acordo com os autores, a recomendação não é que as pessoas passem a comer mais chocolate, mas mostrar que a adição de um de seus componentes na dieta dessas mulheres pode ajudar a protegê-las contra doenças cardíacas.

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Estudos relacionam vírus comuns ao risco de câncer de pulmão

Fumar é de longe o maior fator de risco para o câncer de pulmão, porém, segundo pesquisas apresentadas neste mês na 1ª Conferência Européia de Câncer de Pulmão, na Suíça, vírus comuns, como o do sarampo e o HPV, podem contribuir para o desenvolvimento da doença. Em um estudo, cientistas avaliaram amostras de tecido tiradas de 23 pacientes com câncer de pulmão, todos fumantes. E seis delas foram diagnosticadas positivamente para HPV, indicando que o HPV contribui para o desenvolvimento de células não-pequenas de câncer pulmonar. Na outra pesquisa, avaliando amostra de tecidos de 65 pacientes, cientistas israelenses descobriram vírus do sarampo em mais da metade delas, indicando que, se não é um fator causativo do câncer, o vírus pode modificar o efeito de agentes causadores da doença. 

leia mais sobre a notícia em WebMD (em inglês)


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Atividade física reduz risco cardíaco de mulheres obesas

Mulheres que estão acima do peso podem reduzir seu risco de doença cardíaca se exercitando mais, de acordo com estudo publicado nesta semana no periódico “Archives of Internal Medicine”. Porém, segundo os autores, mesmo grandes quantidades de exercícios não são capazes de reverter completamente o risco em mulheres com sobrepeso ou obesas se não houver perda de peso. Avaliando dados de 39 mil mulheres com 45 anos ou mais que não apresentavam doenças cardíacas, derrame, câncer ou diabetes no início do estudo, os cientistas observaram que o peso e a atividade física agem independentemente como fatores de risco cardíaco. E os resultados destacam que a atividade física reduz os riscos de doenças, independente do peso das pessoas.

 

leia o resumo da pesquisa no AIM (em inglês)


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Chocolate pode reduzir risco de complicações na gravidez, diz estudo

Entregar-se aos prazeres do chocolate durante a gestação pode ajudar as mulheres a se prevenirem contra uma complicação séria na gravidez chamada pré-eclampsia, segundo estudo da Universidade de Yale, nos Estados Unidos. De acordo com os autores, o chocolate, principalmente o escuro e amargo, é rico em um componente chamado teobromina, que estimula o coração, relaxa o músculo liso e dilata os vasos sangüíneos, e que tem sido usado para tratar dor no peito, hipertensão e o engrossamento de artérias. Avaliando mais de 2 mil mães e seus bebês, os cientistas observaram que as que comiam mais chocolate na gestação e filhos com mais níveis de teobromina no sangue do cordão umbilical tinham menos chances de ter pré-eclampsia. Cinco ou mais porções de chocolate por semana no terceiro trimestre de gestação foi relacionado a 40% menor risco.

leia mais sobre a notícia na Reuters Health (em inglês)

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Aproximadamente 27% dos jovens britânicos sentem-se deprimidos

Quase um terço dos jovens britânicos sentem-se deprimidos com freqüência, segundo pesquisa realizada com mais de 11 mil adolescentes. O estudo ouviu adolescentes entre 14 e 16 anos de idade de diversas regiões da Grã-Bretanha, e 27% deles disseram se sentirem deprimidos. Além disso, 22% afirmaram que se preocupam com o estado de sua saúde mental, e 70% se sentem inseguros sobre sua aparência, admitindo fazerem dietas regularmente. Um relatório da Unicef divulgado em fevereiro apontou a Grã-Bretanha como um dos piores locais para a infância entre os países desenvolvidos, chamando a atenção para a importância de ações e investimentos para melhorar a saúde mental das crianças. E uma consulta a cerca de 1,2 mil adultos revelou que 29% acreditam que os conflitos familiares são a razão principal do problema.

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Descoberta alemã traz esperança no combate ao Alzheimer

Um novo tipo de droga produzida para agir dentro das células reverteu os sinais da doença de Alzheimer quando injetadas no cérebro de ratos doentes, segundo cientistas alemães anunciaram, nesta semana, na revista “Science”. A descoberta traz esperança no combate à doença degenerativa, pois oferece base para um novo e potente tratamento em humanos. Na pesquisa, o composto foi eficaz em bloquear uma enzima responsável pelo depósito fibroso no cérebro, que caracteriza o mal, agindo direto no ponto da parede celular responsável pela atividade tóxica. Os resultados mostraram que houve uma redução de 50% na formação dessas placas no cérebro dos roedores em apenas quatro horas. Os autores estimam que, se tudo der certo, uma versão da droga poderá estar disponível para os pacientes num prazo de cinco a 10 anos.

 

leia mais sobre a notícia na Reuters Health (em inglês)

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Fumantes têm 41% maior risco de ter depressão, indica estudo

Os fumantes têm 41% maior risco de desenvolver depressão do que os não-fumantes, segundo estudo da Universidade de Navarra, na Espanha. Acompanhando, por seis anos, mais de 8 mil pessoas, os autores observaram que 190 fumantes que não apresentavam sintomas da doença no início foram diagnosticados com depressão no decorrer do estudo, e 65 que não foram diagnosticados, passaram a tomar antidepressivos no período. Entre os possíveis mecanismos responsáveis pela relação, os autores apontam para disposições genéticas e ambientais que aumentariam, de forma independente, a probabilidade de manter o hábito de fumar e de que o fumante sofreria depressão. Um agravante para a doença, também indicada pela pesquisa, é que os fumantes são menos propensos a praticar atividades físicas.

leia mais sobre a notícia em Science Daily (em inglês)

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Exercícios aeróbicos podem rejuvenescer em mais de 10 anos, diz estudo

Manter a forma física praticando exercícios aeróbicos durante a meia idade e até mais tarde pode retardar o processo de envelhecimento em mais de uma década e prolongar a vida independente, segundo revisão estudos realizado pela Universidade de Toronto, no Canadá. De acordo com os autores, a prática regular de exercícios aeróbicos melhora a habilidade do organismo de recolher e usar o oxigênio, que declina com o envelhecimento. O trabalho mostra que sete estudos indicavam que exercícios físicos, especialmente os mais intensos e de longa duração, aumentam o poder aeróbico em aproximadamente 25%, o equivalente a reverter 12 anos de envelhecimento relacionado à perda da forma física. Os autores destacam que esse tipo de exercícios é essencial para a manutenção da saúde e da qualidade de vida de pessoas mais velhas.

 

leia mais sobre a notícia na Reuters Health (em inglês)

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Acupuntura pode beneficiar mulheres em tratamento contra câncer de mama

A acupuntura é eficaz na redução das ondas de calor em mulheres tratadas com a droga tamoxifen após a cirurgia de câncer de mama, segundo estudo norueguês apresentado na Conferência Européia de Câncer de Mama, realizado na Alemanha. Na pesquisa, que avaliou 59 pacientes com câncer de mama, aquelas que receberam 10 semanas da tradicional terapia chinesa tiveram 50% de redução nas ondas de calor, comparadas com aquelas que receberam uma falsa acupuntura. As ondas de calor são sintomas marcantes da menopausa que são frequentemente tratados com terapia de reposição hormonal, que, na maioria dos casos, não pode ser usada em mulheres com câncer de mama. Os resultados indicaram que a acupuntura pode ser uma alternativa para aliviar esses sintomas, que podem ser causados também pelo medicamento contra o câncer.

leia mais sobre a notícia em EurekAlert (em inglês)

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Maioria das americanas têm problemas alimentares, indica pesquisa

Aproximadamente 65% das mulheres americanas com idades entre 25 e 45 anos podem ter desordens no comportamento alimentar, como saltar refeições ou não comer certos grupos de alimentos, sugere pesquisa da Universidade da Carolina do Norte, nos EUA. Avaliando mais de 4 mil mulheres, os pesquisadores observaram também que 10% delas apresentam problemas alimentares constantes, como anorexia, bulimia nervosa e compulsão alimentar. O estudo mostrou que 67% das mulheres nos Estados Unidos estão tentando perder peso, e, entre elas, 31% já induziram vômito, ou tomaram laxantes, diuréticos ou remédios na tentativa de emagrecer. E, entre as mulheres que querem perder peso, 53% já tem um peso saudável.

leia mais sobre a notícia no News Medical Net (em inglês)


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Consumo de proteína de soja é benéfica para pessoas com diabetes

Uma alimentação rica em proteína de soja pode ter um efeito benéfico no coração, vasos sangüíneos e rins de pessoas com diabetes tipo 2 e doença renal, segundo estudo publicado no periódico “Diabetes Care”. Acompanhando, por quatro anos, 41 pacientes com diabetes, pesquisadores iranianos constataram que o consumo de proteína de soja tem um impacto positivo nos fatores de risco cardiovascular – glicose, colesterol “ruim” e total, e triglicérides – e nos biomarcadores relacionados a problemas renais. Os resultados indicam que os efeitos permanecem estáveis com o consumo em longo prazo.

leia o resumo da pesquisa em Diabetes Care (em inglês)


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Café da manhã pode proteger contra problemas cardíacos, dizem especialistas

Tomar café da manhã todos os dias, especialmente se for rico em grãos integrais, pode reduzir o risco de ataque cardíaco, derrame, diabetes tipo 2 e insuficiência cardíaca, segundo especialistas da Escola Médica de Harvard, nos Estados Unidos. Na publicação “Harvard Heart Letter”, os autores sugerem que uma diversidade de pequenos estudos indica que o hábito de tomar café da manhã está ligado a menores pontos diários na glicose e na insulina, ajudando a diminuir os níveis de colesterol “ruim” e triglicérides, além de ajudar a controlar o apetite. Eles apontam ainda que também é importante escolher bem o que se come, sugerindo alimentos como aveia, nozes, frutas variadas, semente de girassol, cereais integrais com leite, iogurte, torrada integral, bolo integral e ovo.

leia mais sobre a notícia em Newswise (em inglês)

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Síte excepcional - Máxima cultura
 
 
O seguinte link é talvez um dos mais completos trabalhos que
consultei.
É extraordinário, porque nos leva ao mundo dos museus mundiais, à
pintura, escultura, pinoteca, slides, músicas e muito mais...
Consultem-no e deliciem-se:'
 

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Estudo indica que exercícios aeróbicos melhoram a memória dos idosos

Uma revisão de estudos realizada na Holanda indica que exercícios aeróbicos podem ser benéficos ao cérebro de pessoas idosas. Os pesquisadores avaliaram 11 estudos clínicos realizados nos Estados Unidos, França e Suécia, envolvendo 670 pessoas com mais de 55 anos de idade. E observaram que oito estudos indicavam que a participação em exercícios aeróbicos aumentava, em 14%, um indicador de resistência respiratória chamado VO2 máximo, e as melhoras na forma cardiorespiratória coincidiam com as melhoras na função cognitiva. De acordo com os autores, os exercícios levariam a uma melhor função cognitiva por causa da melhora no fluxo sangüíneo no cérebro, que aumenta o metabolismo cerebral, melhorando a saúde dos neurônios.

leia mais sobre a notícia em Science Daily (em inglês)


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Teste rápido da saliva poderia indicar ataque cardíaco, diz estudo

Um simples teste de saliva poderia ser usado, em qualquer lugar, para dizer rapidamente se uma pessoa está sofrendo um ataque cardíaco, segundo estudo da Universidade do Texas. De acordo com os pesquisadores, “proteínas encontradas na saliva tem a habilidade de rapidamente classificar potenciais ataques cardíacos”. E, a partir disso, eles desenvolveram um sensor bioquímico que detecta, em menos de 15 minutos, o risco de ter um infarto num futuro próximo. Em testes com 56 pessoas que tiveram infarto e 59 saudáveis, os cientistas atestaram que o exame da saliva pode ter a mesma eficácia dos tradicionais exames de sangue, que gastam mais de uma hora para detectar o ataque cardíaco “silencioso”. Por causa disso, os autores indicam que o novo teste deveria ser usado junto aos tradicionais para um diagnostico mais rápido. 

leia sobre a notícia na Reuters Health (em inglês)

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Estudo relaciona freqüência de enxaquecas ao risco de infarto e derrame

A freqüência de enxaquecas das mulheres pode ajudar a determinar seu risco de sofrer um derrame ou um ataque cardíaco, segundo pesquisa baseada no “Estudo Saúde da Mulher”, realizado nos Estados Unidos. Avaliando dados de mais de 27 mil mulheres, que foram acompanhadas por 12 anos, os cientistas descobriram que aquelas que têm as dores de cabeça pelo menos uma vez por semana apresentam três vezes mais chances de sofrer um derrame isquêmico e 1,5 vezes maior risco de ataque cardíaco do que aquelas que não sofrem enxaquecas. Os resultados indicaram que a infreqüência (menos de uma vez por mês) também aumenta o risco – 1,5 vezes maior de ter os problemas cardiovasculares. Por outro lado, o fato de ter dores de cabeça uma vez por mês não afeta o risco de derrame ou infarto. Por causa dos resultados, que indicam mecanismos discordantes, mais estudos são necessários.

 

leia mais sobre a notícia em WebMD (em inglês)

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Vitamina D pode proteger contra doença arterial, indica estudo

A vitamina D pode proteger contra doença arterial periférica, na qual depósitos de gordura restringem o fluxo sangüíneo para os membros, segundo estudo apresentado no encontro da American Heart Association. Os cientistas da Universidade Yeshiva, nos EUA, avaliaram quase 5 mil adultos, e descobriram que 25% deles que tinham os níveis mais baixos da vitamina D no sangue eram 80% mais propensos a terem o problema vascular do que os 25% que apresentavam maiores níveis. Porém, os autores alertam que ainda é cedo para as pessoas começarem a tomar suplementos da vitamina, pois mais estudos são necessários para confirmar essa proteção. A vitamina D é produzida pelo corpo com a exposição à luz do sol, mas pode ser encontrado em peixes como o salmão.

 

leia mais sobre a notícia na Reuters Health (em inglês)

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Gordura abdominal estimula a fome e acelera a obesidade, diz estudo

O excesso de gordura abdominal pode aumentar a produção de um hormônio que estimula o apetite e facilitar o desenvolvimento da obesidade, segundo estudo publicado na revista  Federation of American Societies of Experimental Biology”. Na pesquisa, os cientistas descobriram que essa camada de gordura produz o hormônio neuropeptídeo Y (NPY), que estimula a fome e também é produzido no cérebro, gerando um ciclo vicioso que estimula a reprodução das células adiposas, acelerando a obesidade. O próximo passo é descobrir se o NPY produzido pela gordura abdominal também é liberado na corrente sangüínea, afetando a sensação de saciedade. A partir disso, segundo eles, seria possível desenvolver um exame de sangue para detectar os aumentos no NPY e até bloquear a ação do hormônio.

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Alzheimer começa mais cedo para quem fuma muito ou bebe demais, diz estudo

Pessoas que bebem muito ou que fumam demais desenvolvem a doença de Alzheimer mais cedo do que os que não bebem ou fumam, segundo estudo realizado nos Estados Unidos. Avaliando 938 pessoas com 60 anos ou mais de idade que foram diagnosticados com possível ou provável doença de Alzheimer, cientistas do Centro Médico Monte Sinai, em Miami, descobriram que pessoas que bebiam mais de dois drinques por dia desenvolviam a doença 4,8 anos mais cedo. E aqueles que fumavam um maço de cigarros ou mais por dia, classificados como “fumantes pesados”, tinham a doença 2,3 anos mais cedo. Os resultados indicaram também que a presença do gene APOE antecipa a doença em três anos. Por isso, os autores destacam a importância de se reduzir os fatores de risco – um atraso de cinco anos na doença levaria a uma redução de 50% no número total dos casos de Alzheimer.

 

leia mais sobre a notícia em Science Daily (em inglês)

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Tomar café pode prevenir o câncer de pele?

A cafeína poderia agir como uma forma de filtro-solar, protegendo a pele contra os efeitos dos raios ultravioletas e prevenindo o desenvolvimento de câncer de pele, segundo pesquisa publicada na revista “Cancer Research”. Em testes com ratos, cientistas dos Estados Unidos observaram que os roedores que tiveram cafeína acrescida à sua água de uma a duas semanas antes da exposição aos raios UVB apresentaram maior proteção contra o câncer de pele. Segundo os autores, isso aconteceria porque a cafeína ativa um processo de remoção de células da pele com dano no DNA, evitando sua reprodução e seu crescimento em tumores. Os níveis de cafeína no sangue dos animais que oferecia a proteção seriam similares aos alcançados em humanos após três a cinco xícaras diárias de café. Porém, testes clínicos são necessários para confirmar se há os mesmos benefícios para os humanos.

 

leia mais sobre a notícia na Reuters Health (em inglês)


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Extratos de cogumelo podem inibir câncer de mama, diz estudo

Extratos de cogumelo usados há séculos pela medicina do leste asiático podem inibir o crescimento das células de câncer de mama, segundo estudo publicado no “British Journal of Cancer”. Em testes laboratoriais usando células humanas com câncer de mama, os cientistas descobriram que o cogumelo Phellinus linteus tem um considerável efeito anti-câncer, provavelmente bloqueando uma enzima chamada AKT, que controla os sinais que levam ao crescimento das células. Além de reduzir o crescimento, o extrato suprime o comportamento agressivo dessas células e bloqueia novos vasos sangüíneos que alimentam os tumores. Os cientistas destacam que não são capazes ainda de aplicar esse conhecimento na medicina moderna, mas as descobertas podem levar a novos avanços no combate ao câncer de mama. 

leia mais sobre a notícia na Reuters Healh (em inglês)

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Fumar pode aumentar o risco de câncer colorretal em mulheres, diz estudo

O hábito de fumar pode aumentar o risco das mulheres mais velhas perderem as proteínas reparadoras de DNA, que são essenciais na defesa do organismo contra o câncer colorretal, segundo estudo da Mayo Clinic, nos Estados Unidos. A pesquisa, apresentada no encontro anual da Associação Americana para Pesquisa do Câncer, examinou dados de quase 42 mil mulheres, 1,4 mil com a doença. E descobriu que as mulheres que fumam correm maior risco de desenvolverem tumores colorretais, pela falta de algumas das quatro proteínas que reconhecem e reparam os danos que podem ocorrer no DNA durante a divisão celular. Os autores acreditam que a falta dessas proteínas não podem ser explicadas pela herança genética, mas, em grande parte, pelas toxinas do cigarro que bloqueiam os efeitos benéficos dos genes reparadores, levando a um maior risco de desenvolver a doença.

leia mais sobre a notícia em Science Daily (em inglês)

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Dieta e exercícios ajudam a reduzir risco de síndrome metabólica

Mesmo pequenas mudanças no estilo de vida, como uma alimentação rica em frutas, vegetais e grãos integrais e a prática regular de atividades físicas, podem ajudar a reduzir a obesidade abdominal e o desenvolvimento da síndrome metabólica, segundo estudo da Associação Finlandesa de Diabetes. A pesquisa avaliou 522 pessoas, e indicou uma redução 15% na síndrome metabólica e na gordura abdominal em homens e mulheres com sobrepeso que seguiram, por quase quatro anos, recomendações individuais e regulares de dieta e exercícios. Por outro lado, a síndrome reduziu apenas 4%, e a gordura abdominal permaneceu a mesma naqueles que receberam os conselhos usuais para dieta e exercício.

leia o resumo da pesquisa em Diabetes Care (em inglês)

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Dieta pode reduzir risco cardiovascular de mulheres

A mudança na alimentação, com o consumo de muitas frutas e vegetais e pouca ingestão de proteína animal, reduz consideravelmente os riscos de doença coronária e derrame em mulheres de meia idade, segundo estudo publicado no “Archives of Internal Medicine”. Avaliando, durante 24 anos, mais de 88 mil mulheres com idades entre 34 e 59 anos, os pesquisadores descobriram que quanto maior a aderência à dieta chamada de DASH (Dietary Approaches to Stop Hypertension – Abordagem dietética para parar a hipertensão), maior era a redução do risco cardíaco. Aquelas que chegavam mais perto do ideal da dieta tinham 24% menor risco de desenvolver doença cardiovascular e 18% menos chances de sofrer um derrame.

leia o resumo da pesquisa no AIM (em inglês)

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Estudos traz mais indícios dos benefícios do vinho contra o câncer

Um composto encontrado na pele de uvas e no vinho tinto pode ajudar a combater o câncer pancreático, segundo estudo da Universidade de Rochester. Na pesquisa, os cientistas tiveram sucesso ao tratar, com o composto chamado resveratrol, células humanas que apresentavam câncer pancreático. Os resultados mostraram que o composto da uva afeta a atividade da mitocôndria das células de câncer, centros de produção de energia necessários para o funcionamento das células. Além disso, o resveratrol inibiu certas proteínas que protegem as células de câncer contra a quimioterapia, deixando os tumores mais propensos a serem destruídos pela radiação. Embora não saibam se o consumo de vinho tinto possa ter os mesmos efeitos do estudo em laboratório, os autores destacam que o composto tem futuro promissor como parte do tratamento contra o câncer.

leia mais sobre a notícia na Reuters Health (em inglês)


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Vegetais e exercícios podem reduzir risco de câncer, indica estudo

As mulheres podem reduzir os riscos de câncer de mama se exercitando, mesmo apenas 30 minutos por semana, e os riscos de câncer de pulmão, comendo frutas e vegetais, de acordo com estudos recentes apresentados no encontro anual da Associação Americana para Pesquisa do Câncer. A pesquisa sobre os exercícios avaliou 1,5 mil mulheres com a doença e 5 mil saudáveis, e descobriu que aquelas que fazem de 30 a 150 minutos de atividades físicas por semana têm 50% menos chance de ter câncer de mama do que as que exercitam menos. O segundo estudo analisou 2120 mulheres sem câncer de pulmão e 201 com a doença, e constatou que o consumo de alimentos como brócolis e couve-flor, ricos em isotiocianatos, e maçã, uvas e cebola, ricos em quercetina, podem reduzir o risco de câncer de pulmão.

leia mais sobre a notícia em WebMD (em inglês)

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Governo pretende vacinar 14,5 milhões de idosos contra a gripe este ano

O Ministério da Saúde pretende vacinar, este ano, na 10ª edição da Campanha de Vacinação do Idoso, 14,5 milhões de pessoas com 60 anos ou mais contra a gripe. A vacinação, que será realizada no período entre 26 de abril e 9 de maio, pretende imunizar 80% da população idosa, 10% a mais do que no ano passado. Segundo o ministério, diversas pesquisas mostram que “a vacina contra influenza reduz mais de 50% das doenças relacionadas à gripe nos idosos vacinados e, no mínimo, 32% das hospitalizações por pneumonias”. Por isso, para a campanha, o governo federal investiu cerca de R$ 150 milhões com o objetivo de reduzir os casos de doenças respiratórias entre os idosos. A vacina não é recomendada às pessoas com alergia a ovo; e as pessoas que tiveram dengue recentemente devem esperar a estabilização da saúde antes de se vacinar.

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Acupuntura ajuda a aliviar sintomas de enxaqueca, indica estudo

A acupuntura, tradicional terapia chinesa, pode oferecer redução da dor causada pela enxaqueca, segundo estudo italiano publicado na revista científica “Headache”. Avaliando 160 pacientes, os pesquisadores observaram que um tratamento regular com a acupuntura verdadeira ajudou a aliviar os sintomas de enxaqueca nos 32 participantes em que o problema era resistente à medicação preventiva tradicional. Alguns estudos anteriores mostram que a acupuntura Sham (que utiliza “falsas” agulhas) poderia também aliviar os sintomas, o que sugere efeito psicológico mais do que biológico. Porém, segundo os autores, a metodologia e os resultados desses estudos são inconsistentes. No estudo atual, os resultados mostraram que apenas a acupuntura tradicional, comparada a duas “falsas”, aliviou os sintomas.

 

leia mais sobre a notícia na Reuters Health (em inglês)

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Beber moderadamente também aumenta risco de câncer de mama?

O consumo de bebidas alcoólicas, mesmo em quantidades moderadas – um ou dois drinques por dia –, aumenta o risco de desenvolver o tipo mais comum de câncer de mama em mulheres na pós-menopausa, segundo estudo da Universidade de Chicago, nos EUA. A pesquisa avaliou informações de 185 mil mulheres na pós-menopausa. E os resultados, apresentados no encontro anual da Associação Americana para Pesquisa do Câncer, indicaram que o consumo de um ou dois drinques por dia aumenta em 32% as chances de desenvolver tumores positivos do tipo receptor de estrogênio e progesterona (ER+/PR+) – responsável por 70% dos casos de câncer de mama. E, entre as que consumiam três ou mais doses, os riscos aumentavam em 51%.

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Componente da soja pode proteger contra câncer de mama, diz estudo

Mulheres com altos níveis, no sangue, de um composto encontrado na soja semelhante ao estrogênio têm um menor risco de desenvolver câncer de mama, segundo estudo publicado no “Journal of Clinical Oncology”. Avaliando mais de 24 mil japonesas com idades entre 40 e 69 anos, os pesquisadores descobriram que aquelas com maior concentração de genisteína, uma das maiores isoflavonas de soja (composto semelhante ao estrogênio), tinham um terço do risco de outras mulheres de ter a doença em dez anos. Os autores sugerem que uma alimentação rica em isoflavonas pode ajudar a reduzir o risco de desenvolver câncer de mama. Porém não está claro se as descobertas se estendem às mulheres ocidentais.

 

leia mais sobre a notícia na Reuters Health (em inglês)

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Cafeína pode oferecer esperança contra esclerose múltipla, diz estudo

A cafeína pode ajudar a proteger contra a esclerose múltipla, segundo estudo da Cornell University, nos Estados Unidos. Em testes com ratos, aqueles que tomaram quantidade de cafeína equivalente à de seis a oito xícaras diárias de café para os humanos foram protegidos contra o desenvolvimento de encefalomielite autoimune experimental, modelo animal da esclerose múltipla. A cafeína é reconhecida pelos cientistas como um bloqueador do receptor de adenosina, molécula que possivelmente cumpre um papel no desenvolvimento da doença ao permitir a infiltração de células imunológicas no sistema nervoso central. Segundo os autores, essas descobertas podem ser um passo importante no desenvolvimento de terapias com base em adenosina para o tratamento da esclerose múltipla.

 

leia mais sobre a notícia em Science Daily (em inglês)

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Fazer faxina melhora a saúde mental, sugere pesquisa

Apenas 20 minutos por dia de atividades físicas, incluindo as tarefas domésticas, é suficiente para melhorar a saúde mental, segundo estudo publicado no “British Journal of Sports Medicine”. Quase 20 mil pessoas foram avaliadas quanto ao seu estado mental e quantidade semanal de atividade física, e 3 mil reportaram sofrer estresse ou ansiedade. As análises mostraram que a realização de qualquer atividade física, incluindo tarefas domésticas, jardinagem e caminhada, estava relacionada à redução do risco de sofrer angústia psicológica, ainda que a prática de esportes tenha o maior efeito – redução de 33% no risco. Os autores destacam que mesmo 20 minutos podem melhorar o estado mental, mas quanto mais, melhor, pois a atividade física reduz marcadores inflamatórios ligados à depressão.

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Comer maçãs pode prevenir síndrome metabólica, indica estudo

Adultos que consomem maças e produtos derivados têm menos propensão a ter síndrome metabólica do que aqueles que não consomem a fruta, segundo estudo apresentado no congresso Experimental Biology 2008, realizado esta semana em San Diego, Califórnia. A síndrome metabólica é um conjunto de fatores de risco para doença cardíaca e derrame, que inclui gordura abdominal, pressão e colesterol altos, entre outros. Analisando dados do maior estudo sobre alimentação e saúde realizado nos Estados Unidos, o National Health and Nutrition Examination Survey, os pesquisadores observaram que aqueles que comem maçãs, purê de maça e bebem o suco da fruta têm 27% menor risco de ter o problema – menos risco de ter pressão alta e de ter cintura larga, além de apresentarem menores níveis de proteína C reativa, um tipo de marcador inflamatório no sangue.

 

leia mais sobre a notícia em EurekAlert (em inglês)

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Exercícios leves queimam mais gordura de garotos obesos, diz estudo

Exercícios de baixa intensidade, como uma caminhada, podem ser melhores do que exercícios vigorosos para garotos obesos queimarem gordura e perderem peso, segundo estudo publicado no “British Journal of Sports Medicine”. Em testes com 30 garotos de 12 anos, entre obesos e magros, em bicicleta ergométrica, pesquisadores franceses observaram que quando a intensidade era aumentada, os garotos com peso normal continuavam queimando gordura, o que não acontecia com aqueles acima do peso. De acordo com os autores, os obesos queimaram mais gordura em exercícios de baixa intensidade porque seus músculos tendem a ter porcentagem mais alta de “fibras de contração rápida”, que usa predominantemente carboidrato, e não gordura, como combustível.

 

leia o resumo da pesquisa no BJSM (em inglês)


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Estudo liga consumo excessivo de ovos a um maior risco de morte

Homens de meia-idade que comem sete ou mais ovos por semana têm maior risco de morte precoce, segundo estudo publicado no “American Journal of Clinical Nutrition”. A pesquisa da Universidade de Harvard, nos EUA, avaliou mais de 21 mil homens médicos, acompanhados por mais de 20 anos. E apontou que o consumo do alimento não estava ligado ao risco de morte, mas aqueles que comiam sete ou mais ovos por semana tinham 23% mais chances de morrer por qualquer causa. Os resultados também indicaram que, para os diabéticos, o consumo de ovos em qualquer quantidade aumenta os riscos de ataque cardíaco e derrame. Segundo os autores, ovos são ricos em colesterol, que, em grande quantidade, aumenta os riscos de problemas cardiovasculares, mas eles também podem ser parte de uma dieta saudável. O segredo é a moderação.

 

leia mais sobre a notícia na Reuters Health (em inglês)

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Cintura larga está ligada a maior mortalidade entre as mulheres, sugere estudo

Ter a cintura larga pode aumentar as taxas de mortalidade das mulheres, mesmo se elas não estão acima do peso, segundo estudo publicado na revista “Circulation”. A pesquisa avaliou mais de 44 mil enfermeiras com idades entre 40 e 65 anos de idade no início do estudo, e que foram acompanhadas por 16 anos. E os autores concluíram que a medida da cintura e da cintura em relação ao quadril importa mais do que o peso no risco de mortalidade, pois aquelas com maiores medidas tinham maior risco de morte por qualquer causa, incluindo câncer e doença cardíaca. Os resultados mostraram, por exemplo, que aquelas com a medida da cintura maior que 88 cm eram três vezes mais propensas a morrer de doença cardíaca do que aquelas com a cintura mais fina.

 

 

leia mais sobre a notícia em WebMD (em inglês)

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Componente do chá verde pode proteger contra câncer de mama, diz estudo

Um antioxidante presente no chá verde pode proteger contra o câncer de mama, segundo estudo apresentado no congresso Experimental Biology 2008, que acontece esta semana em San Diego, Califórnia. Em estudo com ratos, o antioxidante EGCG retardou consideravelmente o crescimento do câncer de mama. Testes foram realizados com fêmeas que foram alimentadas, por duas semanas, com uma solução do antioxidante na água ou com água normal, e que tiveram células de câncer de mama injetadas na segunda semana. E os resultados mostraram uma redução de 66% no tamanho e de 68% no peso do tumor, em comparação com aqueles que tomaram água pura. Eles também tinham menor densidade dos vasos sangüíneos que alimentavam os tumores e menores níveis de uma proteína associada com o crescimento do câncer.

 

leia mais sobre a notícia em WebMD (em inglês)

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Estudo relaciona falta de sono e TV demais à obesidade infantil

A falta de sono e o uso da televisão estão ligados à obesidade infantil, segundo estudo da Universidade de Harvard, nos Estados Unidos. Avaliando 915 crianças, os pesquisadores descobriram que aquelas que dormem menos de 12 horas e assistem à TV mais de duas horas por dia têm 16% de chances de se tornarem obesas. Por outro lado, crianças e bebês que dormem mais e assistem menos TV têm apenas 1% de risco. Os autores sugerem que a falta de sono aumenta a propensão à obesidade porque estimula hormônios que afetam o apetite, levando as crianças a comer mais. Alem disso, quanto maior tempo assistindo TV, maior seria a exposição a propagandas de “junk food”, piorando a alimentação dessas crianças. Mais estudos são necessários para saber se essas crianças estão comendo mais e se exercitando menos.

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Estudo relaciona depressão a um maior risco de ter doença de Alzheimer

  

Pessoas com um histórico de depressão, principalmente quando a doença inicia cedo, têm um maior risco de desenvolver doença de Alzheimer, segundo estudo publicado na revista científica Neurology. Avaliando dados de mais de 500 pessoas com idades entre 60 e 90 anos, os pesquisadores descobriram que pessoas com histórico de depressão eram pelo menos duas vezes mais propensas a ter Alzheimer do que aquelas que nunca tiveram depressão. Porém, os sintomas de depressão sem um diagnóstico médico da doença não aumentavam o risco. Os pesquisadores ainda não sabem se é a depressão que contribui para o desenvolvimento da demência, ou se algum fator desconhecido pode causar ambas as doenças. Mais estudos são necessários.

 

 

leia o resumo da pesquisa em Neurology (em inglês)


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Exercícios na gravidez melhoram saúde cardíaca dos filhos, diz estudo

Fazer exercícios físicos durante a gravidez beneficia a saúde cardiovascular não apenas da mãe, mas também do bebê, segundo estudo apresentado esta semana no encontro anual da Sociedade Americana de Fisiologia. Na pesquisa, os cientistas mediram a freqüência cardíaca do feto e a variação dessa taxa entre 28 e 36 semanas de gestação em mulheres que realizavam exercícios aeróbicos de intensidade moderada três vezes por semana, e naquelas que não praticavam atividades físicas. E os resultados mostraram que os fetos expostos aos exercícios maternos tinham taxa cardíaca consideravelmente menor que os outros. Com isso, eles concluíram que o “exercício da mãe pode ser a mais precoce, e possivelmente a melhor, intervenção para melhorar o coração dos filhos”.

leia mais sobre a notícia na Reuters Health (em inglês)

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Falta de exercícios na infância pode levar a doença cardíaca na adolescência

A falta de atividades físicas na infância leva a um aumento de cinco a seis vezes no risco de desenvolver doença cardíaca na adolescência, segundo estudo da Universidade da Carolina do Norte, nos EUA. Avaliando os níveis de atividade de quase 400 crianças menores de 10 anos, os pesquisadores descobriram que, sete anos depois, 5% tinham três ou mais características de síndrome metabólica, conjunto de fatores de risco para doença cardíaca e diabetes, como gordura abdominal e pressão e colesterol altos. E concluíram que “é óbvio agora que há uma ligação e isso é algo que precisamos prestar atenção para encorajar nossas crianças a manter-se em forma, ou sofrer as conseqüências mais tarde”.

 

 

leia o resumo da pesquisa em Dynamic Medicine (em inglês)

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Cientistas encontram compostos anti-câncer na casca da maçã

Cientistas norte-americanos identificaram uma série de compostos na casca da maçã que podem inibir ou matar células de câncer, pelo menos em testes de laboratório, segundo estudo publicado no “Journal of Agricultural and Food Chemistry”. E, dos 12 compostos identificados, três ainda não tinham sido descritos na literatura científica. Segundo os pesquisadores, esses compostos têm potentes atividades “anti-proliferativas” contra células do câncer de fígado, cólon e mama, e podem ser parcialmente responsáveis pelos efeitos anti-câncer da fruta inteira. Eles analisaram cerca de 104 kg de maçãs vermelhas, isolaram seus componentes, identificaram os mais promissores e testaram cada um individualmente contra células de câncer cultivadas em laboratório. E eles destacam principalmente triterpenóides, substâncias com atividades anti-inflamatórias.

 

leia mais sobre a notícia na UPI (em inglês)

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Velocidade de caminhada dos idosos pode predizer risco de derrame?

A velocidade de caminhada das mulheres mais velhas pode ajudar a prever seu risco de sofrer um derrame, segundo estudo da Faculdade de Medicina Albert Einstein, nos Estados Unidos. Avaliando 13 mil mulheres na pós-menopausa, os cientistas observaram que aquelas que caminhavam mais lentamente eram 69% mais propensas a sofrer um derrame no período de cinco anos do que as mais rápidas. E os tradicionais fatores de risco, como diabetes, pressão alta e fumo, não explicavam essa relação. Baseado nesse estudo, os pesquisadores esperam, no futuro, investigar se testes de caminhada podem ajudar a predizer o risco de derrame isquêmico, pois, segundo eles, caminhar devagar pode ser um sinal de danos imperceptíveis em pequenas áreas no tecido cerebral.

 

leia mais sobre a notícia na Reuters Health (em inglês)

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Consumo de chá e vinho tinto pode ajudar no controle do diabetes, diz estudo

Componentes antioxidantes encontrados no chá e no vinho tinto podem ajudar a regular o açúcar do sangue em diabéticos, de acordo com um estudo da Universidade de Massachusetts Amherst, nos Estados Unidos. Os resultados da pesquisa mostraram que ambas as bebidas inibem a ação da enzima alfa-glucosidase, retardando a absorção de glicose no intestino delgado e a passagem dela para o sangue. E esse é um passo importante para o controle da doença, porque “níveis de açúcar no sangue, ou glicose, aumentam terrivelmente em pacientes com diabetes tipo 2 após as refeições.” Entre os tipos de vinho, o melhor é o tinto, que inibe a ação da enzima em quase 100%, contra apenas 20%, usando o vinho branco. E, entre os tipos de chá, o mais eficiente foi o extrato de chá preto.

leia mais sobre a notícia em Nutra Ingredients (em inglês)

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Cérebro pode aprender compaixão através da meditação


Bondade e compaixão podem ser aperfeiçoadas através da prática! Um novo estudo mostra que praticar a bondade e compaixão através da meditação regular realmente ativa o cérebro e aumenta a empatia das pessoas umas com as outras.

É o primeiro estudo no qual foi utilizada a ressonância magnética funcional (fMRI) para analisar os efeitos da meditação_compaixão sobre a atividade cerebral. Os resultados sugerem que as pessoas possam ser treinadas a serem ser mais compassivas do mesmo modo que praticam para tocar um instrumento musical.

Participaram do estudo 16 monges tibetanos, experientes em meditação, e que foram comparados a um grupo de 16 pessoas sem experiência prévia em meditação. As pessoas no grupo de comparação receberam ensinamentos acerca dos fundamentos da compaixão_meditação nas duas semanas anteriores ao estudo.

Durante o estudo, os investigadores utilizaram a fMRI para medir a resposta dos cérebros dos participantes a uma variedade de sons neutros ou negativos, como o de uma mulher angustiada, um riso de bebê, ou ruídos de um restaurante. Durante a sessão, os investigadores obtiveram imagens de ressonância magnética do cérebro, enquanto os participantes ouviam os sons durante um estado meditativo e neutro.

A varredura mostrou aumentos significativos na atividade na parte do cérebro conhecida como insula, que desempenha um papel fundamental na emoção, em meditadores experientes, quando foram expostos sons emocionalmente negativos. Houve menor aumento da atividade durante a exposição a sons neutros ou positivos. A força da atividade cerebral também foi relacionada com a intensidade da meditação relatada pelos participantes.

Os pesquisadores dizem que o estudo também sugere que prática da meditação_compaixão também pode ser um instrumento útil na prevenção do assédio, violência, agressividade e depressão, alterando a atividade cerebral para tornar as pessoas com maior empatia em relação a outras.

Fonte: Public Library of Science One, March 26, 2007; vol 3: p e1897.

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Estudo indica como reposição hormonal aumenta o risco de câncer mama

Um estudo publicado na revista científica “Cancer Research” traz novas evidências de como a terapia de reposição hormonal pode aumentar o risco de desenvolver câncer de mama, e oferece uma esperança no combate à doença. Os resultados da pesquisa indicam que células de tumor expostas à progestina, um hormônio usado na terapia, estão ligadas a um aumento do fator de crescimento que cria novos vasos sangüíneos nos tumores, alimentando-os e favorecendo sua proliferação. Por outro lado, o estudo mostrou também que, usando um anticorpo que previne o crescimento dos novos vasos, há uma reativação da proteína p53, responsável por uma redução significativa das células de câncer de mama.

 

leia mais sobre a notícia em Science Daily (em inglês)


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Vinho pode proteger mulheres contra demência, diz estudo

Mulheres que bebem vinho correm menos risco de desenvolver demência do que aquelas que não consomem a bebida, segundo estudo sueco publicado no “American Journal of Epidemiology”. Avaliando quase 1,5 mil mulheres que tinham idades entre 38 e 60 anos no período entre 1968 e 1969, e acompanhando-as até 2002, os cientistas observaram que o risco de ter demência era 40% menor entre as bebedoras de vinho. E as mulheres que bebiam apenas vinho, e nenhuma outra bebida alcoólica, tinham maior proteção ainda – 70% menor risco. Por outro lado, o consumo de licor foi relacionado a um aumento de 50% nas chances de ter a doença. De acordo com os autores, há componentes do vinho que podem proteger contra a demência, mas eles reconhecem que outros fatores podem estar por trás desses resultados. O estudo não avaliou a quantidade consumida.

 

leia mais sobre a notícia na Reuters Health (em inglês)

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Insônia aumenta o risco de depressão, diz estudo

Pessoas que sofrem de insônia estão sob maior risco de desenvolver depressão maior, segundo estudo publicado na revista científica “Sleep”. Em 20 anos de pesquisa, foram avaliadas quase 600 pessoas que tinham entre 19 e 20 anos de idade no início do estudo, em 1978. E as descobertas sugerem que a insônia frequentemente acompanha a depressão, mas pode não ser apenas um sintoma dela, como muitos acreditam, e sim uma condição independente. Os resultados mostraram que um a cada cinco participantes reportaram problemas com o sono com duração de pelo menos um mês, principalmente as mulheres. E aqueles que tiveram insônia por pelo menos duas semanas tinham maior propensão a desenvolver a depressão.

 

leia mais sobre a notícia na Reuters Health (em inglês)


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Uma xícara diária de café poderia proteger o cérebro contra o Alzheimer?

A cafeína (o equivalente a uma xícara diária de café) pode bloquear os efeitos nocivos do colesterol ao cérebro, ajudando a prevenir a doença de Alzheimer, segundo estudo da Universidade de Dakota do Norte, nos Estados Unidos. Na pesquisa, os cientistas alimentaram coelhos com uma dieta rica em colesterol e alguns com três miligramas de cafeína diariamente. E, após 12 semanas, testes laboratoriais mostraram que, entre aqueles que consumiram a cafeína, as barreiras hematoencefálicas, que protegem o cérebro de possíveis tóxicos, estavam ilesas; enquanto, nos outros, elas sofriam danos por causa da dieta rica em gordura. Com isso, concluíram que a cafeína bloqueia os efeitos danosos da gordura nessas barreiras, protegendo contra a doença de Alzheimer.

leia o resumo da pesquisa no JNI (em inglês)


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Dormir pouco ou demais acelera o ganho de peso, diz estudo

Pessoas que dormem menos de sete horas ou mais de nove horas por noite ganham mais peso e são mais propensas a se tornarem obesas do que aquelas que descansam as oito horas recomendadas, segundo estudo da Universidade Laval, no Canadá. Acompanhando 276 pessoas por seis anos, eles observaram que aqueles que dormiam de cinco a seis horas ganharam quase dois quilos a mais do que os que dormiam entre sete e oito horas por noite. Por sua vez, os dorminhocos (nove a dez horas por noite) ganharam 1,6 kg a mais. Os resultados também indicaram que aqueles que dormiam demais ou de menos ganharam mais gordura e medida de circunferência da cintura. De acordo com os autores, dormir demais ou muito pouco atrapalha o controle do apetite, causando redução na leptina, hormônio que dá a sensação de saciedade, e o aumento da grelina, hormônio estimulador do apetite.

leia mais sobre a notícia na Reuters Health (em inglês)

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Saiba como prevenir o mosquito da dengue em casa

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Consumo de azeite pode beneficiar pessoas que passam por cirurgia cardíaca

Uma alimentação rica em azeite de oliva pode reduzir o risco de ataque cardíaco, derrame, ou ainda de morrer por doença cardiovascular após cirurgia cardíaca, segundo estudo da Universidade de Atenas, na Grécia. Na pesquisa, os cientistas avaliaram 163 homens e 53 mulheres com cirurgia cardíaca marcada, a maioria de revascularização cardíaca. E os resultados mostraram que aqueles que consumiram menos de uma colher de sopa diária de azeite eram quatro vezes mais propensos a ter um infarto, derrame ou morrer de doença cardíaca, comparados com aqueles que consumiam o equivalente a três colheres por dia. Segundo especialistas, o azeite é rico em antioxidantes e “bons” ácidos graxos monoinsaturados, que podem ajudar a combater a doença cardíaca.

 

leia mais sobre a notícia em WebMD (em inglês)


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Estudos sugerem que Tai Chi ajuda no controle do diabetes

Dois estudos publicados no “British Journal of Sports Medicine” indicam que a prática do Tai Chi, arte marcial chinesa que envolve respiração profunda e movimentos suaves, pode ajudar pessoas com diabetes tipo 2 a controlar a doença. Ambos, realizados separadamente na Austrália e em Taiwan, apontaram que 12 semanas de Tai Chi foi suficiente para reduzir os níveis de açúcar no sangue e aumentar os níveis de células e substâncias benéficas ao sistema imunológico, melhorando a saúde e a qualidade de vida dos pacientes. Segundo uma representante da entidade Diabetes UK, Cathy Moulton, isso pode ocorrer porque a atividade é considerada um exercício moderado e, além disso, “o elemento relaxante do Tai Chi talvez ajude ainda a reduzir os níveis de estresse, evitando a liberação da adrenalina, que pode produzir uma resistência à insulina e altos índices de glicose no sangue".

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Maçã pode ajudar a prevenir câncer de cólon, diz estudo

Comer uma maçã por dia ou tomar o suco da fruta pode ajudar a prevenir câncer de cólon, segundo estudo alemão publicado na edição de abril da revista científica “Nutrition”. Em testes laboratoriais, pesquisadores da Universidade Técnica Kaiserslautern observaram que uma substância encontrada na maçã chamada pectina e alguns componentes ricos em polifenóis presentes no suco aumentam os mecanismos biológicos que produzem compostos anti-câncer durante o processo de fermentação. Eles descobriram que aumentando a produção de butirato no organismo, substância conhecida pela propriedade quimiopreventiva, há uma redução no crescimento de células pré-cancerígenas e de tumores do câncer colorretal.

leia o resumo da pesquisa em Nutrition (em inglês)

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Técnicas de relaxamento ajudam a reduzir a pressão dos idosos

Acrescentar técnicas de relaxamento a outras mudanças no estilo de vida pode melhorar consideravelmente o tratamento da hipertensão sistólica, condição muito comum em idosos, segundo estudo do Hospital Geral Massachusetts, nos Estados Unidos.  Os pesquisadores avaliaram mais de 100 pacientes com mais de 55 anos e cuja pressão continuava elevada apesar deles tomarem dois ou mais anti-hipertensivos. E eles observaram que aqueles que participaram de um programa de relaxamento (estado fisiológico de descanso profundo, que pode incluir meditação, orações e exercícios de respiração) junto a recomendações para a redução dos fatores de risco tinham duas vezes mais chances de abandonar pelo menos um medicamento contra hipertensão do que aqueles que apenas receberam os conselhos.

 

leia mais sobre a notícia em Science Daily (em inglês)

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Cirurgia poderia resolver 90% dos casos de apnéia, sugere estudo

Uma intervenção cirúrgica no maxilar e na mandíbula poderia resolver 90% dos casos de apnéia do sono, segundo especialistas da clínica de Navarra, na Espanha. Apresentada no I Simpósio Internacional sobre o Tratamento Multidisciplinar da Apnéia do Sono, a técnica consiste em "antecipar o maxilar superior, a mandíbula e a musculatura da base da língua que está inserida na mandíbula e no hióide, a fim de deixar atrás espaço suficiente para evitar a obstrução quando o paciente está dormindo". A apnéia é uma doença na qual a respiração é interrompida várias vezes durante o sono, fazendo com que o sono não seja reparador, além de aumentar os riscos de problemas cardiovasculares. Mas, apesar da nova técnica resolver 90% dos casos, nem todos podem se submeter a ela, por causa da estética facial ou se sofrem outros tipos de problemas médicos.

 

leia mais sobre a notícia em Diário Médico (em espanhol)

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Antidepressivo pode ser usado contra fibrose cística, diz estudo

Um estudo publicado na revista “Nature Medicine” sugere que antidepressivo popular poderá ser usado para o tratamento de infecções sofridas por pacientes com fibrose cística. A doença genética afeta as glândulas exócrinas, provocando danos principalmente aos pulmões, pâncreas, fígado e intestino. Segundo os autores, o antidepressivo amitriptilina reduz os níveis de uma molécula gordurosa – a ceramida – no pulmão, diminuindo a morte das células pulmonares e inflamações que causam infecções bacterianas, principal causa de morte entre os pacientes. No estudo, os cientistas coletaram células de ratos geneticamente modificados e 18 voluntários adultos que tinham a doença. E o antidepressivo fez com que os níveis de gordura nos animais voltassem ao normal, deixando-os mais saudáveis. Mais pesquisas são necessárias.

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Consumo de chá verde pode potencializar antibióticos, indica estudo

Cientistas egípcios sugerem que o consumo de chá verde ajuda a deixar os antibióticos três vezes mais eficazes. Os pesquisadores da Universidade Alexandria, no Egito, testaram o chá verde, bebida popular no país, em combinação com antibióticos contra 28 microorganismos causadores de doenças. E, segundo eles, “em todos os casos o chá verde melhorou a atividade mata-bactérias dos antibióticos”, funcionando mesmos em pequenas concentrações em alguns casos. Com isso, eles sugerem que as pessoas passem a considerar mais seriamente os produtos naturais consumidos no dia-a-dia. Eles pretendem, no futuro, pesquisar outras ervas, como o tomilho e a manjerona, para investigar se possuem compostos ativos que ajudem na batalha contra bactérias mais resistentes a medicamentos.

 

leia mais sobre a notícia em Science Daily (em inglês)

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