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Vinho tinto pode deixar as carnes "mais saudáveis", diz estudo

O consumo moderado de vinho tinto pode deixar as carnes “mais saudáveis”, segundo estudo da Universidade Hebraica de Jerusalém. De acordo com os pesquisadores, substâncias antioxidantes chamadas polifenóis, presentes na bebida, podem compensar os compostos da carne que são nocivos à saúde. Na pesquisa, ratos foram alimentados com carne de peru com ou sem vinho tinto sem álcool. E, avaliando o estômago e o sangue dos roedores, os cientistas notaram que aqueles que haviam comido a carne sem vinho tinto apresentaram altos níveis de substâncias que promovem oxidação, associada ao câncer, aterosclerose e outras doenças graves. Nos animais que consumiram vinho, os níveis dessas substâncias nocivas eram menores. Especialistas destacam que esses polifenóis podem ser encontrados também em alimentos como cebolas, maçãs, chá, uvas, morangos e algumas nozes.

 

leia mais sobre a notícia em WebMD (em inglês)


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Consumo de café pode prevenir câncer no fígado?

Um estudo finlandês sugere que o consumo de café pode estar associado a um menor risco de câncer de fígado. De acordo com especialistas da Universidade de Helsinki, o café poderia reduzir os níveis da enzima hepática gama-glutamiltransferase (GGT), envolvida na secreção e absorção de bile, que está relacionada ao câncer de fígado. Avaliando dados de mais de 60 mil finlandeses com idades entre 25 e 74 anos que não tinham câncer no inicio do estudo, os pesquisadores observaram uma associação inversa entre o consumo de café e o risco de câncer hepático primário. E os grupos que consumiam a bebida em maiores quantidades apresentavam menores taxas da doença. Mais estudos são necessários para desvendar os mecanismos biológicos responsáveis pelo efeito.

 

leia o resumo da pesquisa em Hepatology (em inglês)

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Hipnose pode amenizar inflamação intestinal, indica pesquisa

Uma terapia com hipnose pode ajudar a amenizar as inflamações intestinais que caracterizam a colite ulcerativa, segundo estudo publicado no “American Journal of Gastroenterology”. A colite ulcerativa é uma doença inflamatória crônica que atinge o intestino grosso em extensão variável, podendo provocar diarréia sanguinolenta, dor na barriga, febre, mal estar e perda de peso. No estudo, foram avaliados 17 pacientes que foram submetidos a 50 minutos de hipnoterapia “focada no intestino” e oito pacientes que passaram 50 minutos ouvindo música. E os cientistas observaram, entre os primeiros, uma redução de 53% nos níveis sangüíneos de IL-6, um marcador inflamatório do organismo, além da diminuição também de outras inflamações. E esse efeito não foi observado no grupo da música. Mais estudos são necessários para desvendar as razões e se a terapia de longo prazo pode ser benéfica.

 

leia o resumo da pesquisa em AJG (em inglês)

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Atividade física ajuda o cérebro a trabalhar melhor?

Você sabia que o exercício físico não é somente bom para a saúde física, mas também pode ajudar seu cérebro a trabalhar melhor? Muitos praticantes de atividades físicas ou esportivas relatam que depois do exercício, eles sentem-se capazes de pensar melhor. Por outro lado, muitas pessoas não praticantes de exercícios físicos não concordam com esse fato, porque depois da atividade física eles se sentem esgotados e incapazes de realizar suas atividades diárias normalmente. De fato os dois grupos estão certos.

"O exercício físico aeróbio de intensidade moderada provoca a liberação de hormônios e neurotransmissores (substâncias químicas presentes no cérebro) envolvidos em vários processos cognitivos, como a memória e aprendizagem" Existem várias evidências científicas mostrando que o exercício físico pode melhorar a capacidade de uma pessoa em raciocinar melhor. Mas também existem evidências que mostram que a fadiga e o excesso de treinamento físico não provocam esse efeito positivo. O exercício realizado de forma adequada melhora o estado de humor, o bem-estar, a ansiedade e depressão, assim como ajuda o indivíduo a lidar melhor com o estresse.

Um estudo na Universidade de Georgia – USA, revisou publicações dos últimos 30 anos sobre os efeitos do exercício no cérebro e demonstrou que o exercício físico fornece muitos benefícios para a saúde mental, isto é, o exercício afeta de forma positiva o desempenho de várias tarefas mentais.

Portanto, qual tipo de exercício poderá melhorar esse desempenho? Diferentes testes psicológicos e mentais mostraram que o exercício aeróbio apresenta melhores resultados quanto à capacidade de resolver problemas e tomar decisões mais rápidas e precisas. O exercício físico aeróbio de intensidade moderada provoca a liberação de hormônios e neurotransmissores (substâncias químicas presentes no cérebro) envolvidos em vários processos cognitivos, como a memória e aprendizagem.

No entanto, apesar desses estudos serem muito estimulantes e promissores, ainda existem muitas questões a serem respondidas. Por exemplo, não se sabe ao certo qual seria a duração dos benefícios do exercício após a interrupção de um programa de treinamento físico ou mesmo qual seria a quantidade de exercício necessária para recuperar os benefícios adquiridos.

De toda forma, o exercício físico adequado pode aprimorar não somente os aspectos relacionados ao desempenho mental, assim como reduzir os riscos do déficit da cognição relacionada à idade.

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VIAGEM POR SÃO PAULO -  visão de 360 graus
 
 
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Café e chá podem proteger fumantes contra derrame, indica pesquisa

Em homens fumantes, o consumo de café e chá pode reduzir os riscos de sofrer um derrame, segundo estudo do Instituto Karolinska, na Suécia. O hábito de fumar é um sério fator de risco para problemas cardiovasculares. E, segundo os autores, essas bebidas podem reduzir esse impacto por causa de seus compostos fenólicos com propriedades antioxidantes. Avaliando mais de 26 mil homens fumantes, acompanhados por mais de 13 anos, os cientistas descobriram que aqueles que bebiam oito ou mais xícaras de café por dia tinham 23% menor risco de infarto cerebral do que os que bebiam menos de duas. E aqueles que tomavam duas xícaras ou mais de chá diariamente tinham 21% menor risco do que aqueles que não consumiam chá. Especialistas destacam que o melhor para a prevenção é parar de fumar. 

leia mais sobre a notícia na Reuters Health (em inglês)


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Estudo alerta para os perigos de derrames silenciosos

Os derrames silenciosos, que ocorre quando pequenos vasos cerebrais se rompem ou são obstruídos por coágulos sem a pessoa se dar conta imediatamente, são mais comuns do se imagina. Em estudo recente realizado pela Universidade de Boston, nos EUA, 11% das pessoas que pensavam ser saudáveis apresentavam, na verdade, algum dano cerebral por causa de derrames silenciosos. E os autores destacam que essas pessoas correm mais riscos de sofrer outros derrames e de perda acelerada de habilidades mentais. O estudo avaliou mais de 2 mil pessoas com média de idade de 62 anos e que não tinham histórico de derrame ou de seus sintomas. E, segundo os especialistas, “as descobertas reforçam a necessidade de detecção precoce e tratamento de fatores de risco cardiovascular (como pressão alta, diabetes, ritmo cardíaco irregular e hábito de fumar) na meia-idade”.

leia mais sobre a notícia em WebMD (em inglês)


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Crianças que jantam com os pais tiram melhores notas, diz estudo

Um estudo publicado pelo departamento de Crianças, Escolas e Família do governo britânico sugere que as crianças inglesas que sentam à mesa todas as noites para jantar com os pais obtêm melhores notas na escola. O levantamento “As atividades e experiências das crianças de 16 anos na Inglaterra em 2007” foi realizado com 20 mil estudantes ingleses. E os resultados indicaram que, entre aqueles que quase sempre fazem a refeição noturna junto com a família, metade tiveram nota oito ou maior no exame GCSE (realizado por todos os alunos britânicos); enquanto que, entre os que nunca jantam com a família, menos de um terço recebeu essa boa nota. Além disso, 60% das crianças com notas mais altas tinham horário determinado pelos pais para voltar para casa.

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Leite desnatado ajuda a prevenir problemas renais ligados a doença cardíaca?



Tomar um copo de leite desnatado (com pouca ou nenhuma gordura) pode ajudar a proteger contra problemas renais associados a doença cardíaca, segundo estudo publicado na última edição do “American Journal of Clinical Nutrition”. Avaliando o padrão alimentar de mais de 5 mil pessoas com idades entre 45 e 84 anos, os pesquisadores descobriram que aqueles que consomem pelo menos uma porção diária de leite ou derivados pobres em gordura têm 37% menor probabilidade de apresentar mau funcionamento renal relacionado a doença cardíaca, comparados com os que não consomem tais produtos. Os resultados apontaram que o consumo desses produtos estava relacionado a uma menor razão albumina/creatina na urina, indicando melhor função renal. Outros estudos sugerem que proteína do leite, vitamina D, magnésio e cálcio podem trazer benefícios para o coração, porém mais estudos são necessários.

leia o resumo do estudo em AJCN (em inglês)

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Tratar depressão é importante para o controle do diabetes, indica estudo

Um estudo da Universidade de Washington sugere que um reforço no tratamento da depressão em diabéticos pode melhorar os resultados do tratamento contra o diabetes sem aumentar os custos.

Segundo os autores, a depressão maior ou transtornos depressivos ocorrem em cerca de 12% desses pacientes, e são associados a um aumento dos sintomas do diabetes e maiores problemas funcionais. Além disso, a depressão também é relacionada a uma pior adesão aos medicamentos contra a doença metabólica, à dieta adequada e a exercícios, e a uma maior propensão ao hábito de fumar.

No novo estudo, 329 pacientes com as duas condições foram divididos em dois grupos – um recebeu, por 12 meses, educação dobre a depressão e mudanças de comportamento e puderam escolher entre o tratamento com antidepressivos ou com terapia; e o outro teve o tratamento convencional de diabetes.

E os especialistas observaram que aqueles que tiveram um reforço contra a depressão tiveram melhores resultados no tratamento do diabetes, além de apresentarem uma tendência de redução de aproximadamente US$ 3.900 nos custos médicos em cinco anos.

Os autores destacam que os resultados representam apenas estimativas, e que, em alguns casos reais, os custos podem ser maiores. Porém, é importante tratar a depressão principalmente em pacientes com diabetes que apresentam casos de maior gravidade.

Fonte: Diabetes Care. 31:1155-1159, 2008.


 

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Estudo sugere que tempero indiano pode ajudar contra obesidade e diabetes

O turmérico ou cúrcuma, tipo de açafrão utilizado no curry, poderia ajudar a prevenir o diabetes tipo 2 e reduzir os efeitos da obesidade, segundo resultados de um estudo com ratos, realizado pela Columbia University Medical Center, nos Estados Unidos.

De acordo com os autores, a erva encontrada no prato de origem indiana tem uma longa história de uso na redução de inflamação, no tratamento de feridas e para aliviar dores. E, como a inflamação cumpre um papel importante em diversas doenças, incluindo obesidade e diabetes, os especialistas resolveram investigar os efeitos de seu uso em ratos diabéticos.

No estudo, baseados nos níveis de glicose no sangue dos animais e em testes de tolerância à insulina e à glicose, os pesquisadores descobriram que os ratos tratados com curcumina (pigmento natural do turmérico) eram menos suscetíveis a desenvolver diabetes tipo 2. Além disso, entre os ratos obesos, aqueles alimentados com o turmérico apresentaram muito menos inflamação no tecido de gordura e no fígado.

Os autores acreditam que a curcumina, composto que possui propriedades antiinflamatórias e antioxidantes, reduz a resistência à insulina e previne diabetes tipo 2 nesses ratos amenizando a resposta inflamatória provocada pela obesidade.

Além disso, o consumo do composto foi associado a uma pequena, mas significativa, redução no peso e na gordura corporal mesmo entre os animais que tinham alto consumo de calorias.

"É muito cedo para dizer se o aumento do consumo da curcumina pela dieta (através do turmérico) em pessoas obesas com diabetes apresentará benefícios similares", disseram os autores. Mas eles destacam que, apesar da mesma dose do tratamento dos ratos ser impraticável pelos humanos, menores quantidades poderiam complementar as terapias tradicionais.

Mais pesquisas são necessárias antes de qualquer recomendação. Por isso, os pesquisadores estão interessados em descobrir novas formas de administrar o componente para melhorar a absorção pelo paciente, e em identificar os processos antiinflamatórios provocados pela curcumina, para desenvolver análogos mais potentes.

Fonte: EurekAlert. 20 de junho de 2008.

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Controle ruim do diabetes aumenta os riscos de tuberculose em idosos

Idosos com um controle ruim do diabetes podem ter três vezes maior risco de desenvolver tuberculose do que aqueles que controlam bem a doença, segundo estudo publicado no “American Journal of Epidemiology”. A tuberculose é uma doença contagiosa, transmissível, marcada principalmente por tosse, e que compromete essencialmente os pulmões, embora possa se localizar em qualquer parte do corpo. Avaliando mais de 42 mil residentes de Hong Kong com 65 anos ou mais, os pesquisadores descobriram que aqueles com controle ruim da glicose (níveis de hemoglobina A1C ≥ 7%) eram 2,5 vezes mais propensos a ter tuberculose ativa, comparados com os não-diabéticos. E o seu risco era três vezes maior comparado àqueles com melhor controle da doença. Segundo os autores, as razões ainda são desconhecidas.

 

leia o resumo da pesquisa no AJE (em inglês)

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Há cada vez mais crianças com síndrome metabólica, alertam especialistas

Metade das crianças obesas com idades entre 12 e 14 anos, nos Estados Unidos, tem síndrome metabólica, conjunto de fatores de risco para doença cardíaca e diabetes tipo 2, segundo estudo da Universidade de Miami. A pesquisa, que avaliou dados de 1,7 mil crianças com idades entre oito e 14 anos, indica que 17% eram obesas no período entre os anos de 1999 e 2002 e que até 52% dos obesos entre 12 e 14 anos de idade apresentavam pelo menos três fatores de risco cardiovascular, como cintura larga, altos níveis de glicose, pressão, triglicérides e baixo nível de “bom” colesterol (HDL). Segundo os autores, isso faz com que haja problemas cardiovasculares cada vez mais cedo. “Se uma criança de oito anos tem síndrome metabólica, levará 10 anos ou menos para se tornar diabética tipo 2 ou desenvolver doença cardíaca”, exemplificaram.

leia mais sobre a notícia em WebMD (em inglês)

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Aroma do café pode reduzir estresse de noite mal dormida, diz estudo


Não há nada melhor do que acordar com aquele cheirinho de café. Um novo estudo publicado na revista especializada "Journal of Agricultural and Food Chemistry" indica que o aroma do café pode reduzir o estresse que surge quando não se dorme o suficiente.

Diversas pesquisas vêm indicando os benefícios do consumo da bebida e, mais especificamente, dos ingredientes contidos no café. Mas poucas se preocupam em analisar de que forma o aroma do pode ajudar a saúde.

Em estudo com ratos em laboratório, um grupo internacional de cientistas descobriu que o aroma do café altera as atividades dos genes no cérebro dos roedores de uma forma que ajuda a reduzir o estresse da deprivação do sono.

Os ratos foram divididos em quatro grupos: um grupo controle; um segundo, cujos animais foram induzidos a ficarem acordados por 24 horas (grupo estressado); outro, que foi exposto ao aroma, sem animais estressados; e um quarto grupo de animais, que estressados, foram expostos ao cheiro de café.

E os resultados de testes mostraram que todos os animais que sentiram o aroma do café apresentaram diferentes níveis de atividade em 17 genes, com 13 deles sendo expressos de forma diferente entre os dois grupos de ratos estressados (aquele exposto ao aroma e o não exposto). Entre os genes e proteínas com expressão diferente nos dois grupos, foram encontrados alguns que cumprem funções antioxidantes ou anti-estresse.

Fonte: Journal of Agricultural and Food Chemistry. 03 de junho de 2008.

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Especialistas associam dores crônicas e fadiga à falta de vitamina D

Uma análise de 22 estudos clínicos realizada por especialistas americanos indica que quase todos os pacientes com dores crônicas e sintomas de fadiga apresentam deficiência de vitamina D. Além disso, a falta do nutriente foi associada à fibromialgia, problemas reumáticos, osteoartrite, hiperestesia, enxaqueca, e outros distúrbios.

A vitamina D pode ser encontrada em alimentos, como gema de ovo, fígado, manteiga e alguns tipos de peixes; suplementos; além de ser produzido pelo organismo após a exposição aos raios ultravioleta do sol. Ela é essencial para a saúde óssea, e alguns estudos associam o nutriente à proteção contra o câncer de mama.

Na análise publicada no site especializado "Pain Treatment Topics", o autor e editor da revista, Stewart B. Leavitt, sugere que, quando a suplementação da vitamina é suficiente, há redução das dores, aflições e fraquezas em muitos dos pacientes.

E o especialista explica que o mecanismo por trás dessa relação entre a falta do nutriente e as dores musculares, esqueléticas e articulares está ligado aos níveis de cálcio circulante, que são insuficientes com a deficiência de vitamina D. "Essa deficiência de cálcio (hipocalcemia) estimula o aumento da secreção do hormônio paratireóide e define uma cascata de reações bioquímicas que afetam negativamente o metabolismo ósseo", explicou.

A análise destaca ainda que a maioria das pessoas, em diversas partes do mundo, não consegue níveis adequados de vitamina D através da exposição ao sol ou da alimentação, sendo necessária a suplementação.

E mesmo aquelas que seguem as recomendações atuais de dose diária da vitamina – 600 UI (unidades internacionais) – não têm o suficiente, pois os autores acham que a dose sugerida ainda está abaixo das necessidades diárias. Eles sugerem que muitos precisam de pelo menos 1000 UI por dia, e as pessoas com dores musculoesqueléticas crônicas podem se beneficiar de 2000 UI ou mais de suplemento de vitamina D3, chamada colecalciferol.

Fonte: Pain Treatment Topics. Junho de 2008.

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Ômega-3 pode ajudar a combater asma e alergias, indica estudo

Um componente chamado ômega-3, presente em peixes “gordurosos”, como o salmão e a sardinha, pode ajudar a prevenir e tratar asma e reações alérgicas, segundo cientistas da Harvard Medical School, nos EUA. Em testes com ratos para avaliar o valor antiinflamatório de uma dieta rica em alguns tipos de peixe, eles descobriram que uma molécula produzida pelo organismo em resposta ao ômega-3 pode ajudar a prevenir e tratar esses problemas respiratórios. O estudo indicou que a Resolvina E1 (RvE1), produto metabólico do ômega-3, também cumpre um papel importante inibindo o desenvolvimento de inflamações nas vias aéreas e os sinais imunológicos que disparam os processos inflamatórios. Assim, os resultados abririam caminho para mais pesquisas sobre o uso terapêutico do RvE1.

leia o resumo da pesquisa em Nature (em inglês)

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Estudo indica que alguns anestésicos podem piorar a dor pós-operatória

Um estudo da Georgetown University Medical Center, nos EUA, indica que algumas drogas anestésicas muito usadas têm efeito irritante e podem piorar a dor pós-operatória. Segundo especialistas, é de conhecimento dos cientistas que certas drogas, como o gás isoflurano, são eficientes em levar o paciente ao estado de inconsciência e mantê-lo assim durante o procedimento, mas são agentes químicos irritantes. Por isso, muitas vezes, são usados analgésicos antes mesmo da anestesia. O novo estudo, realizado com ratos, no entanto, mostra que essa ação irritante permanece muito tempo depois de os efeitos dos analgésicos e da anestesia terem passado. A ação dos anestésicos poderia levar a uma supersensibilização, a longo prazo, dos sensores da dor no sistema nervoso, aumentando a dor após a cirurgia. Nos testes, retirando dois receptores nervosos específicos dos roedores, eles não apresentaram sinais de dor após a exposição a gases anestésicos.

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Vegetais crucíferos ajudam a prevenir câncer de bexiga, diz estudo

O consumo de brócolis, couve-flor, repolho e outros vegetais crucíferos pode reduzir o risco de desenvolver câncer de bexiga, segundo estudo do Roswell Park Cancer Institute, nos Estados Unidos. Em estudo com 275 pessoas com a doença e 825 sem o câncer, os pesquisadores descobriram que aqueles que consumiam três ou mais porções de vegetais crucíferos por mês tinham uma redução de 40% no risco de câncer de bexiga. E os autores destacam que comer os vegetais crus é mais eficaz para proteger a bexiga, pois “cozinhá-los pode substancialmente reduzir ou destruir os isotiocianatos”, substância com potente atividade quimiopreventiva. Diversos estudos já vêm indicando que componentes desses alimentos ajudam a regular um complexo sistema de enzimas que defendem contra o câncer.

leia mais sobre a pesquisa no CEBP (em inglês)

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Vitamina D pode reduzir os riscos de morte?

Um estudo austríaco publicado na revista científica “Archives of Internal Medicine” indica que pessoas com baixos níveis de vitamina D no sangue correm mais risco de morrer por qualquer causa, mas principalmente por problemas cardiovasculares. Na pesquisa, os cientistas avaliaram mais de 3 mil pacientes com média de idade de 62 anos. E descobriram que níveis de 25-hidroxivitamina D (uma medida do nutriente no sangue) menores do que 20 a 30 nanogramas por mililitro estavam associados a quedas, fraturas, câncer, disfunção imunológica, doença cardiovascular e hipertensão. E eles acreditam que isso seja mediado pelo composto 1,25-dihidroxivitamina D, produzido pelo corpo quando exposto aos raios UVB do sol ou convertido do outro composto. A taxa de mortalidade foi maior entre os participantes com baixos níveis de um ou dos dois compostos no sangue. Mais estudos são necessários.

 

leia mais sobre a pesquisa no AIM (em inglês)

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Alimentação saudável pode prolongar a vida das mulheres

Mulheres que comem muitas frutas, verduras, legumes, feijão, peixes e grãos integrais vivem mais do que aquelas que comem uma dieta americana típica, segundo pesquisadores da Universidade de Harvard, nos EUA. Em pesquisa com mais de 72 mil americanas, os especialistas descobriram que aquelas que comiam esses alimentos em maiores quantidades eram 17% menos propensas a morrer no período de 18 anos de acompanhamento do que as mulheres com uma dieta menos saudável. Em contraste, aquelas que comiam mais carnes vermelhas, doces e grãos refinados enfrentavam 22% maior risco de morrer de doença cardíaca ou derrame, e eram 16% mais propensas a morrer de câncer. Segundo os autores, as descobertas não provam que determinados alimentos aumentam os riscos de morte, mas indicam uma relação entre diferentes padrões de dieta e os riscos de doenças.

leia mais sobre a notícia na Reuters Health (em inglês)

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Relações sociais podem ajudar a prevenir demência, diz estudo

Mulheres idosas que mantêm amizades próximas e fortes laços familiares são menos propensas a desenvolver demência do que as menos sociáveis, segundo estudo publicado no “American Journal of Public Health”. Entrevistando, por telefone, mais de 2 mil mulheres com 78 anos ou mais, e revisando seus relatórios médicos, os pesquisadores descobriram que aquelas com maiores redes de relacionamento eram 26% menos propensas a desenvolver demência durante o estudo. Apesar de estudos anteriores também indicarem que idosos que moram sozinhos ou que não apresentam laços sociais correm mais riscos de problemas cognitivos, os autores destacam que mais pesquisas são necessárias antes de estabelecerem uma ligação direta. 

leia mais sobre a notícia em WebMD (em inglês)

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Estudo indica que sentir-se gordo é pior do que ser

Um estudo alemão publicado na revista científica Deutsches Ärzteblatt International sugere que sentir-se gordo tem pior impacto na qualidade de vida do que estar acima do peso. Em pesquisa com quase 7 mil jovens com idades entre 11 e 17 anos, os especialistas descobriram que, embora apenas 18% estivessem acima do peso, quase 55% das garotas e 36% dos rapazes se consideravam "muito gordo (a)". E, segundo os autores, esse “retrato distorcido da realidade” é amplamente relacionado aos distúrbios alimentares e a uma pior qualidade de vida. Com isso, eles sugerem que as medidas para conter o sobrepeso “devem andar de mãos dadas” com outras para a prevenção de distúrbios alimentares.

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Estudo liga dieta rica em gordura saturada a problemas de memória

Uma alimentação rica em gordura saturada e colesterol pode acelerar a perda de memória que ocorre com o envelhecimento, segundo estudo da Universidade Médica da Carolina do Sul, nos Estados Unidos. Em testes com ratos, os cientistas descobriram que os animais alimentados com uma dieta calórica e rica em gordura saturada apresentaram danos na memória operacional, ou de “curta duração”. Essa perda de memória está associada a inflamação no cérebro e a danos de proteínas estruturais que afetam o funcionamento das células nervosas. E como os pesquisadores creditam essa inflamação, em parte, à alimentação, outros órgãos do corpo poderiam ser afetados com esse tipo de dieta. Mesmo que a pesquisa tenha sido feita apenas com ratos, os autores recomendam a restrição de colesterol e gordura saturada na alimentação para proteger a memória.

leia mais sobre a notícia em Science Daily (em inglês)

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Ricos sobrevivem mais a ataques cardíacos, indica estudo

Um estudo da Mayo Clinic, nos Estados Unidos, indica que há uma ligação entre menor renda e escolaridade e um maior risco de morte entre pessoas que sofrem infarto. Avaliando os dados médicos de 705 pacientes que haviam sofrido ataque cardíaco e foram tratados entre os anos de 2002 e 2006, os pesquisadores observaram que aqueles que viviam entre pessoas com maior renda tinham mais chances de sobreviver ao infarto – um ano após o evento, a taxa foi de 75% entre aqueles que viviam em uma vizinhança com renda anual, em dólar, entre $28,732 e $44,665; 83%, entre aqueles que ganhavam de $49,435 a $53,561; e 86%, entre os que ganhavam entre $56,992 e $74,034 por ano. Além disso, a escolaridade também fez a diferença: 67% das pessoas com menos de 12 anos de educação formal sobreviveram, contra 85% daqueles com muito mais de 12 anos de escolaridade.

 

leia mais sobre o estudo no MCP (em inglês)

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Barriguinha e o coração

Qual é a relação entre a popular barriguinha que a maioria dos brasileiros ostentam e o coração? Esta gordura que não conseguimos segurar com os dedos, que não sai com lipoaspiração, com massagens,  nem faz dobrinha quando sentamos, está dentro do abdomen. É a obesidade visceral, que se acumula quando abusamos do álcool, das carnes gordurosas, do açúcar, e da farinha de trigo refinada. Ela compromete o funcionamento do fígado, do pâncreas, do intestino, aumenta os triglicerídeos e triplica o risco de se tornar diabético.

Não é característica dos obesos. Qualquer pessoa gorda ou magra pode ter este depósito de gordura estocado e todas correm o risco de ter também pressão alta, derrames, aterosclerose e doenças cardíacas, por causa desta gordurinha. Uma boa notícia para quem quer se livrar desta gordurinha incômoda que compromete os órgão vitais, é que ela sai mais rápido que a outra, a que faz dobrinha. Basta  se exercitar!

Caminhadas  em ritmo acelerado, durante 30 minutos diariamente, não precisa correr,  é o suficiente para perder peso e diminuir a circunferencia abdominal, que não deve ultrapassar 90 cms para os homens e 80 cms para as mulheres.

 

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Semente de uva pode ser nova esperança contra Alzheimer, indica estudo

Compostos polifenólicos derivados da semente da uva podem, no futuro, serem úteis para a prevenção e o tratamento da doença de Alzheimer, segundo estudo americano publicado no "The Journal of Neuroscience”. A pesquisa avaliou diversas moléculas contidas no vinho tinto, principalmente nas sementes de uva vermelha, além da possibilidade de desenvolver “pílulas miméticas de vinho” que substituiriam a taça diária recomendada por especialistas para a prevenção da doença. E, segundo os cientistas da Mount Sinai School of Medicine, um extrato das sementes reduziu consideravelmente a deterioração cognitiva em ratos com Alzheimer, ao prevenir a formação das placas de amilóide no cérebro. Os resultados sugerem que a forma comercial, chamada Meganatural AZ, ajudaria também contra perda de memória comum.

leia mais sobre o estudo no JN (em inglês)

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Comer muito no café da manhã ajuda a perder peso, diz pesquisa

Tomar um café da manhã de 600 calorias, rico em carboidratos e proteínas, pode ajudar mais na perda de peso em longo prazo do que pular a refeição ou ter um café da manhã modesto, pobre em carboidratos, segundo estudo apresentado no congresso ENDO 08, nos EUA. De acordo com os autores, isso acontece porque pessoas que comem bem na primeira refeição do dia têm menos fome antes do almoço e durante todo o dia. Foram avaliadas 94 mulheres obesas e sedentárias com média de idade entre 30 e 40 anos, que foram divididas em dois grupos: um consumia 290 calorias no café da manha; e o outro, 610. Em quatro meses de dieta, o primeiro grupo perdeu mais peso – 12,7 kg , contra 10,4 kg do grupo do café da manhã calórico. Porém, após outros quatro meses de manutenção, esse grupo havia ganhado 8 kg no período, enquanto aqueles que tomavam o café da manhã “generoso” perderam mais 7,5 kg .

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Vitamina D pode aumentar sobrevida de pacientes com câncer de cólon

A vitamina D pode prolongar a vida de pacientes com câncer de cólon, segundo estudo da Escola de Saúde Pública de Harvard e do Instituto de Câncer Dana-Farber, nos EUA. Acompanhando 304 pacientes diagnosticados com câncer colorretal no período entre 1991 e 2002, os cientistas observaram que aqueles com maiores níveis de vitamina D no sangue tinham 48% menos chances de morrer por qualquer causa, incluindo câncer de cólon, do que aqueles com menores níveis. A principal fonte de vitamina D é a exposição da pele à luz do sol, quando o organismo a produz, mas ela também pode ser consumida através de alimentos fortificados, como leite, cereais e algumas marcas de suco de laranja. Apesar dos resultados, os autores destacam que ainda é cedo para recomendar a suplementação para os pacientes. Mais estudos são necessários.

 

leia mais sobre a notícia em WebMD (em inglês)


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Composto da uva pode ser nova esperança contra a obesidade, indica estudo

Um composto encontrado nas uvas e no vinho tinto – chamado resveratrol – reduz o número de células de gordura do corpo e, no futuro, poderá ser utilizada na prevenção e tratamento da obesidade, segundo cientistas da Universidade de Ulm, na Alemanha. Em estudo com uma linhagem de células humanas chamadas preadipócitos (precursoras de células de gordura), os cientistas descobriram que o resveratrol inibe o aumento dessas células e previne o seu amadurecimento em células de gordura. Além disso, o composto dificultou o armazenamento de gordura e reduziu a produção de certas citocinas ligadas ao desenvolvimento de distúrbios relacionados com a obesidade, como diabetes e coágulos nas artérias. Os resultados também indicaram que o composto estimula uma proteína que reduz o risco de infarto. Mais estudos são necessários para sintetizar um medicamento com esses efeitos.

 

leia mais sobre a notícia em Science Daily (em inglês)

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Estudo sugere ligação entre diabetes e depressão

Um estudo da Universidade Johns Hopkins, nos EUA, sugere uma relação entre diabetes e depressão, de forma que pessoas tratadas com diabetes tipo 2 têm mais chances de ter depressão, e pessoas que apresentam sintomas depressivos têm risco um pouco maior de ter diabetes. Avaliando quase 7 mil pessoas, os cientistas observaram que aqueles em tratamento para diabetes tinham 52% maior risco de desenvolver sintomas depressivos. E os participantes que tinham sintomas depressivos eram 30% mais propensos a desenvolver diabetes durante o estudo.

 

Porém os autores destacam que o diabetes não pode ser encarado como fator de risco para depressão, e nem o contrário. Isso porque os diabéticos não-tratados não apresentavam maior risco de depressão, o que sugere que o estresse associado ao controle do diabetes é que poderia levar a sintomas depressivos. E o aumento no risco da disfunção metabólica entre pessoas com depressão seria explicado por fatores do estilo de vida, e não diretamente pela depressão. De qualquer forma, os resultados destacam a importância dos diabéticos serem rotineiramente triados para depressão.

leia mais sobre a notícia em WebMD (em inglês)

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Perda de audição é duas vezes mais comum em diabéticos, diz estudo

Um estudo americano sugere que a perda de audição é duas vezes mais comum em pessoas com diabetes, e, por isso, os autores sugerem que os diabéticos sejam submetidos a testes auditivos. Publicado no periódico “Annals of Internal Medicine”, o estudo indica que a deficiência auditiva leve ou maior, de sons de baixa ou média freqüência, foi observada em 21% dos 399 voluntários com diabetes, e em apenas 9% dos 4.741 participantes sem a doença. E as pessoas com pré-diabetes também teriam maior risco de perda auditiva – no estudo, ter os níveis de glicose maiores que o normal, mas não o suficiente para ser considerado diabético, foi associado a 30% maior risco, comparado ao de pessoas com níveis normais de açúcar no sangue. Os autores destacam, porém, que há a necessidade de uma atenção maior em relação a essa complicação do diabetes, que costuma ser subestimada. 

leia mais sobre o estudo no AIM (em inglês)

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Um Poema de Madre Tereza de Calcutá

http://www.youtube.com/watch?v=NxsbVeqwStM&feature=related

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Estudo indica que exercícios aeróbicos ajudam contra a insônia

A prática moderada de exercícios aeróbicos pode reduzir a ansiedade e melhorar a qualidade do sono de pessoas que sofrem de insônia, segundo estudo brasileiro apresentado este mês no congresso SLEEP 2008, nos EUA. A pesquisa da Universidade Federal de São Paulo, com 36 pessoas com insônia crônica, indicou que, no grupo que praticou moderadamente exercícios aeróbicos, 37% tiveram aumento considerável no tempo total de sono e 40% reduziram o tempo entre deitar-se e adormecer (latência do sono). De forma geral, esse grupo apresentou um aumento de 21% no tempo de sono total e de 18% na eficiência do sono. Além desses ótimos resultados, que não foram tão observados naqueles que faziam exercícios aeróbicos pesados ou exercícios de resistência, esse grupo teve também redução na ansiedade.

leia mais sobre a notícia no AASM (em inglês)

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Exercícios aumentam os níveis de proteína inibidora do apetite, diz estudo

Os exercícios físicos podem ajudar a combater a obesidade não apenas queimando calorias, mas também ajudando a inibir a fome, segundo estudo da Universidade do Chile. De acordo com os autores, isso acontece porque os exercícios podem aumentar os níveis, no sangue, de uma proteína que inibe o apetite. Em testes com 15 pessoas com idade entre 26 e 51 anos e que estavam acima do peso, os pesquisadores descobriram que, com três meses de exercícios aeróbicos e nenhuma mudança na alimentação, houve, além de redução na gordura corporal, na pressão e no peso, uma redução espontânea na ingestão de calorias. E esses efeitos foram diretamente associados ao aumento, no sangue, dos níveis da proteína chamada fator neurotrófico derivado do cérebro, associada à supressão do apetite. Como os efeitos diretos dessa proteína não foram investigados, mais estudos são necessários.

 

leia mais sobre a notícia na Reuters Health (em inglês)

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Consumo de café poderia reduzir os riscos de morte?

Pessoas de meia-idade que gostam de tomar aquele cafezinho todos os dias parecem ter menos risco de morrer de doença cardíaca do que aqueles que nunca tomam café, segundo estudo publicado no “Annals of Internal Medicine”. A descoberta é baseada em duas pesquisas que acompanharam cerca de 128 mil profissionais de saúde por mais de duas décadas. E os resultados indicaram que o consumo de café pode reduzir a mortalidade por qualquer causa, mas principalmente por problemas cardiovasculares – mulheres que tomavam de duas a três xícaras por dia eram de 25% a 33% menor propensas a morrer de problemas cardiovasculares; e essa proteção foi observada nos homens que consumiam de cinco a seis xícaras. Os autores destacam que apesar da cafeína causar aumentos bruscos na pressão sangüínea, outros componentes do café, como o magnésio e os antioxidantes poderiam contrabalançar esses efeitos negativos. Porém, o consumo em excesso pode ser prejudicial à saúde. 

leia o resumo da pesquisa no AIM (em inglês)

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Pensamentos positivos são essenciais para recuperação do derrame

Pacientes vítimas de um derrame podem se recuperar melhor se tiverem uma visão otimista sobre a vida e sobre sua situação, segundo pesquisa da Universidade do Texas, nos EUA. De acordo com os autores, os otimistas tendem a ser mais independentes, o que, além de ser importante para sua recuperação, “faz uma grande diferença na qualidade de vida dos familiares de sobreviventes de acidente vascular cerebral”. Avaliando 823 pacientes com 55 anos ou mais, três meses após o episódio, os autores descobriram que uma maior presença de emoções positivas estava consideravelmente associada a maiores status funcional, motor e cognitivo. “Pessoas que decidem enfrentar a recuperação do derrame como um desafio tenderão a ter melhores resultados do que aqueles ‘sem ajuda e sem esperança’”. Eles também tendem a comparecer mais a encontros de reabilitação e tem maior suporte social.

leia o resumo da pesquisa no PM (em inglês)

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Sono é essencial para um envelhecimento saudável, confirma pesquisa

Dormir bem pode ser o segredo para um “envelhecimento bem sucedido”, segundo pesquisadores da Universidade da Califórnia. Os resultados de um estudo com mais de 2 mil mulheres com 60 anos ou mais reforça a idéia de que um bom sono é essencial para uma vida saudável. O estudo avaliou as características do sono das voluntárias, incluindo o uso de medicamentos para dormir, o hábito de sonecas diurnas, a freqüência com que elas despertavam durante a noite, duração do sono e qualidade percebida do sono. E o aumento de distúrbios do sono foi relacionado a menores taxas de “sucesso no envelhecimento” e maiores diferenças entre a idade percebida e a atual. Com isso, os autores recomendam que os profissionais de saúde estejam atentos à qualidade do sono dos pacientes e ajudem aqueles com problemas para dormir.

leia mais sobre a notícia em EurekAlert (em inglês)

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Pintar os cabelos pode aumentar os riscos de linfoma?

O uso de tinturas no cabelo pode aumentar o risco de alguns tipos de linfoma não-Hodgkin (LNH), um câncer no sistema linfático, que faz parte do sistema circulatório e cumpre importante função imunológica, segundo estudo da Universidade de Yale, nos EUA. Avaliando mais de 4 mil pessoas com a doença e quase 6 mil pessoas saudáveis, os cientistas descobriram que havia 30% de aumento no risco de ter a doença entre as mulheres que começaram a pintar os cabelos antes do ano de 1980, comparadas com aquelas que nunca usaram tinturas. Entre as que começaram a usar após esse período, foi observado maior risco apenas em um tipo de LNH e só em mulheres que usavam tinturas mais escuras. E, entre os homens não houve aumento no risco. Apesar de mais estudos serem necessários para confirmação, os autores alertam que o uso desses produtos pode cumprir um papel no risco da doença.

leia mais sobre a notícia na Reuters Health (em inglês)

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Especialistas alertam para os riscos do ronco das crianças

Um estudo apresentado, neste mês, no congresso SLEEP 2008 indica que o ronco das crianças pode ser mais perigoso do que se acreditava, estando no mesmo nível da apnéia obstrutiva do sono, problema respiratório com alta taxa de mortalidade. Comparando a qualidade do sono e a taxa cardíaca de 40 crianças com problemas respiratórios relacionados ao sono, com a de outras sem os distúrbios, os pesquisadores da Universidade de Melbourne notaram uma maior taxa cardíaca durante o sono entre aqueles que apresentavam apnéia grave, seguidos das crianças com ronco primário e apnéia moderada. Segundo os autores, apesar de, até então, ser considerado benigno, o ronco primário em crianças merece atenção, pois os resultados indicaram alterações importantes na função cardiovascular. Mais estudos são necessários.

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Casamento infeliz leva a problemas com o sono, confirma estudo

Um estudo apresentado, neste mês, no congresso SLEEP 2008 confirma que um casamento infeliz e cheio de conflitos pode levar a noites de sono ruim. Avaliando cerca de 3 mil mulheres de meia-idade, cientistas da Universidade de Pittsburgh, nos EUA, observaram que aquelas que estão em uma união infeliz são 50% mais propensas a sofrer sintomas de insônia, em relação àquelas satisfeitas com o casamento. E as solteiras tinham 30% mais chances de ter problemas com o sono do que as “bem casadas”. Embora não esteja claro o que vêm primeiro – se os problemas de sono ou um casamento infeliz – os autores sugerem que “se você tem uma sensação de apoio, alguém que lhe desanuvie no fim do dia, você estará menos estressada e mais capaz de cair no sono”. E uma união infeliz pode ser um importante causa de estresse, que atrapalha o sono.

leia mais sobre a notícia em WebMD (em inglês)

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Contra o estresse, saia da TV e olhe pela janela, recomendam especialistas

Para reduzir o estresse, saia da frente da televisão e olhe pela janela. Esse é o conselho de pesquisadores da Universidade de Washington, que realizaram uma pesquisa para investigar se a visão da natureza, seja uma cena real ou pela TV, pode reduzir os níveis de estresse menor. Avaliando 90 estudantes universitários, os pesquisadores observaram que, entre aqueles que viram uma cena da natureza pela janela, a taxa cardíaca caiu mais rapidamente na recuperação de estresse menor do que entre aqueles que assistiram à mesma cena em uma TV de plasma de alta definição. Na verdade, segundo os autores, assistir a imagem na tela não tem mais efeito do que olhar para uma parede vazia. Os especialistas não reduzem a importância da tecnologia, mas afirmam que precisamos de interação real com a natureza para nosso bem-estar físico e psicológico.

 

leia mais sobre a notícia na Reuters Health (em inglês)

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Vitamina D pode ser nova esperança contra insuficiência cardíaca?

A vitamina D, conhecida por ajudar a prevenir alguns tipos de câncer e osteoporose, pode também ajudar a proteger o coração, segundo estudo da Universidade de Michigan, nos Estados Unidos. Em estudo com ratos, os cientistas descobriram que o tratamento com a vitamina D ativada (calcitriol) pode prevenir a hipertrofia do músculo cardíaco, na qual o coração fica alargado e sobrecarregado em pessoas com insuficiência cardíaca. E o tratamento impediu que as células do músculo cardíaco tivessem o excesso de estímulo e o aumento de contrações associados à progressão da doença. Os autores destacam que, para muitas pessoas, tomar suplementos da vitamina e se expor ao sol são boas opções, mas pacientes com insuficiência cardíaca precisarão de uma droga com base na vitamina D que tenha maior efeito sobre o coração.

leia mais sobre a notícia em Science Daily (em inglês)

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Vitaminas podem ajudar no tratamento da tuberculose, diz estudo

Suplementar, com nutrientes, a alimentação de pacientes com tuberculose, acrescentando selênio e vitaminas A, C, E e do complexo B, melhora os resultados do tratamento contra a doença respiratória, segundo estudo da Escola de Saúde Pública de Harvard, nos EUA. De acordo com os autores, “o status nutricional é um preditor muito importante de resultados clínicos em pacientes com infecções”. Para investigar o papel da suplementação nutricional, os pesquisadores avaliaram 887 pacientes na Tanzânia, África. E o uso dos nutrientes foi associado a uma pequena redução nos riscos de fracasso do tratamento e a uma redução de 45% na probabilidade da doença retornar após o tratamento. E esse último efeito foi ainda mais forte nos pacientes infectados com HIV. Embora os resultados não sejam suficientes para se fazer recomendações, a intervenção parece promissora.

 

leia mais sobre a pesquisa no JID (em inglês)


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Estudo indica que incenso pode reduzir ansiedade e depressão

Um estudo israelense indica que o incenso pode ajudar a relaxar ao ativar regiões específicas do cérebro para acalmar a ansiedade e o comportamento relacionado à depressão. Em testes com ratos, os pesquisadores da Universidade Hebraica de Israel descobriram que um componente do frankincenso, quando injetado nos roedores, pode afetar a atividade da proteína TRPV3 no cérebro. E os resultados indicam que essa proteína, que na pele ajuda o organismo perceber o calor, pode também cumprir um papel na regulação da depressão e da ansiedade. Os autores destacam que se os resultados forem confirmados em testes clínicos com humanos, a substância pode servir de base para novos antidepressivos com menos efeitos colaterais.

 

leia mais sobre a notícia na Reuters Health (em inglês)

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Pessoas que dormem pouco abusam mais dos lanchinhos, diz pesquisa

Uma pesquisa apresentada, neste mês, no congresso SLEEP 2008, indica que pessoas que não dormem o suficiente acabam “atacando mais a geladeira”. Segundo os autores, da Universidade de Chicago, o estudo mostra que o consumo de calorias nesses lanches ajuda a explicar porque dormir pouco pode levar à obesidade. Na pesquisa, 11 pessoas saudáveis tiveram que freqüentar o laboratório em duas ocasiões: na primeira, passaram 14 dias no laboratório dormindo cinco horas e meia por noite; e na segunda, 14 dias dormindo oito horas e meia por noite. E os resultados mostraram que os participantes comiam, em média, 1087 calorias por lanche no primeiro período, reduzindo o consumo para 866 calorias por lanche no período em que dormiam mais de oito horas por noite. Por essas e outras, os especialistas recomendam que um adulto durma entre sete e oito horas por noite. 

leia mais sobre a notícia em WebMD (em inglês)

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Só o cheiro do café já nos faz despertar?

Apenas o cheiro do café já seria o suficiente para despertar as pessoas que não tiveram uma boa noite de sono, segundo artigo de cientistas japoneses publicado na revista “New Scientist”. Mais estudos são necessários, visto que os primeiros testes foram feitos com ratos, mas se os resultados forem confirmados em humanos, podem ter aplicações úteis. No estudo, 16 ratos privados de dormir durante 24 horas tiveram redução nos níveis de mRNA em 11 genes importantes para a função cerebral. E, quando os roedores foram expostos ao aroma do café, os níveis subiram, quase atingindo os níveis normais. Em dois genes, um ligado ao controle neuroendócrino, e outro associado ao controle do estresse oxidativo, os níveis da molécula ultrapassaram o normal. Os cientistas esperam investigar se isso é aplicável em humanos e quais moléculas do aroma do café estariam envolvidas.

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Bebidas alcoólicas podem proteger contra perda autitiva, indica estudo

Em estudo que avaliou os fatores ambientais e médicos que contribuem para a perda de audição, cientistas da Universidade da Antuérpia, na Bélgica, descobriram que o consumo de bebidas alcoólicas pode ter um efeito protetor contra o problema. Avaliando mais de 4 mil pessoas com idades entre 53 e 67 anos em sete paises, os especialistas observaram que o hábito de fumar, o sobrepeso e o ruído no ambiente de trabalho são fatores de risco. Porém, o consumo moderado de álcool (pelo menos um drinque por semana) foi associado a um menor risco de ter o tipo mais comum de perda de audição. Em artigo publicado na revista JARO, os autores não explicam as razões, mas destacam que a melhor forma de conservar a audição é com um estilo de vida saudável.

 

leia o resumo da pesquisa no JARO (em inglês)


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Estudo liga consumo de gorduras a problemas com o sono

Um estudo brasileiro apresentado, neste mês, no congresso SLEEP 2008, em Baltimore, EUA, indica que quanto mais gordura consumimos durante todo o dia, maiores as chances de termos uma noite de sono ruim. Avaliando 52 voluntários saudáveis com idades entre 20 e 45 anos, especialistas da Universidade Federal de São Paulo descobriram que quanto mais gorduras consumidas durante o dia, mais vezes a pessoa acorda durante a noite, maiores as chances de ter uma respiração anormal durante o sono, e menos tempo é gasto no sono REM (período em que os sonhos ocorrem). E esse período do sono é essencial para o descanso e para “recarregar as energias”. A ingestão de gorduras durante o jantar afetava ainda mais o sono. Mais estudos são necessários para desvendar as razões.

 

leia mais sobre a notícia em WebMD (em inglês)

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Jovens obesos correm mais risco de morte na meia-idade, indica estudo

Adolescentes obesos correm mais riscos de morrer na meia-idade, não apenas por doenças cardíacas, mas também por outras causas, do que os mais magros, segundo estudo do Instituto Norueguês de Saúde Pública. Avaliando dados de 227 mil noruegueses que tiveram peso e altura medidos no período entre 1963 e 1975, quando tinham idades entre 14 e 19 anos, os pesquisadores observaram que aqueles que estavam acima do peso tinham de três a quatro vezes mais chances de morrer de doença cardíaca. Da mesma forma, jovens com sobrepeso ou obesos eram de duas a três vezes mais propensos a morrer de câncer de cólon ou por doenças respiratórias antes de completar 52 anos de idade. De acordo com os autores, não se sabe o quanto a obesidade na adolescência afeta a mortalidade e como os fatores do estilo de vida contribuem. O fato é que essas pessoas tendem a ser obesas também na idade adulta, aumentando os riscos cardiovasculares e de alguns cânceres. 

leia mais sobre a notícia na Reuters Health (em inglês)

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Ter uma vida social "agitada" pode reduzir declínio de memória, diz estudo

As relações sociais podem ajudar a proteger o cérebro, retardando a perda de memória entre os idosos, segundo estudo publicado no "American Journal of Public Health". Estudos anteriores já apontavam uma relação entre a vida social e a perda de memória.

No primeiro grande estudo sobre o assunto, realizado nos Estados Unidos, os pesquisadores da Universidade de Harvard avaliaram dados de mais de 16 mil pessoas com mais de 50 anos de idade. Os participantes foram submetidos a testes de memória de dois em dois anos no período entre 1998 e 2004, além de terem sido analisados quanto a sua vida social – status marital, atividades voluntárias e contato com pais, crianças e vizinhos.

E os resultados mostraram que as pessoas com maior integração social apresentavam menores taxas de declínio de memória em um período de seis anos. Entre os menos socialmente integrados, a taxa de declínio era o dobro, em comparação com os mais integrados.

Segundo os autores, a participação e as interações sociais têm um profundo impacto na saúde e bem-estar das pessoas.

"Nós sabemos, por estudos anteriores, que pessoas com muitos laços sociais têm menores taxas de mortalidade. Agora, nós temos uma evidência crescente de que fortes redes sociais podem ajudar a prevenir declínios na memória. Como nossa sociedade envelhece e tem mais e mais pessoas idosas, será importante promover seu envolvimento na vida social e da comunidade para manter seu bem-estar", disse a pesquisadora Lisa Berkman.

Fonte: American Journal of Public Health. 29 de maio de 2008.

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Consumo de peixes pode proteger os olhos contra envelhecimento?

Comer peixes pelo menos duas vezes por semana pode proteger os olhos dos efeitos do envelhecimento, reduzindo os riscos de degeneração macular, segundo estudo publicado no “Archives of Ophthalmology”. A doença é a principal causa de perda de visão em pessoas com mais de 60 anos de idade. Na pesquisa, os especialistas avaliaram nove estudos que incluíam um total de quase 89 mil pessoas – 3203 com a condição. E observaram que aqueles com maior ingestão de ômega-3, tipo de gordura encontrada em peixes como o salmão e o atum, tinham 38% menor propensão a desenvolver o problema do que aqueles com o menor consumo. Apesar dos resultados contundentes, mais estudos são necessários antes de qualquer recomendação. A mais importante medida de prevenção, segundo os autores, continua sendo parar de fumar.

leia o resumo da pesquisa no AO (em inglês)

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Ajustar relógio biológico pode reduzir sintomas de demência, diz estudo

O ajuste do relógio biológico de pacientes com demência, estimulando-os a ficar acordados durante o dia e dormir à noite, pode ajudar a reduzir os sintomas da doença, segundo estudo da Academia Real Holandesa de Artes e Ciências. De acordo com os especialistas, a demência interfere no ritmo circadiano, que controla os ciclos naturais do organismo, como o sono e o estado de vigília, fazendo com que eles passem os dias dormindo e as noites acordados, além de causar variações no humor. Em experiência com 189 pacientes, seis clínicas ficaram de luzes acesas de 9h às 18h, para mantê-los acordados e deram o hormônio melatonina para melhorar a qualidade do sono de alguns. E, após um ano, os autores notaram que a deterioração mental desses pacientes havia reduzido em 5%, e os sintomas, em 19%.

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Fumar pode prejudicar a memória, indica estudo

Adultos de meia-idade que fumam parecem estar sob maior risco de desenvolver problemas de memória, segundo estudo publicado, nesta semana, no “Archives of Internal Medicine”. E ter problemas cognitivos aos 30, 40 e 50 anos pode acelerar o desenvolvimento de demência. No estudo, foram avaliados dados sobre o histórico de fumo de 10 mil pessoas com idades entre 35 e 55 anos que participaram de outra pesquisa na segunda metade da década de 80; e dois testes cognitivos foram realizados com os sobreviventes – um entre 1997 e 99, e outro cinco anos depois. E os autores observaram que, de forma geral, os fumantes tinham pior desempenho em testes de memória, raciocínio, vocabulário e fluência verbal. Os autores destacam que, na verdade, essa associação pode estar subestimada, pois os fumantes eram mais propensos a morrer durante o acompanhamento antes dos testes cognitivos.

 

leia o resumo da pesquisa no AIM (em inglês)

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Uso excessivo de celulares atrapalha o sono dos jovens, diz estudo

O uso excessivo do telefone celular pode afetar o sono dos jovens, segundo estudo sueco apresentado no congresso SLEEP 2008. Os pesquisadores avaliaram 21 jovens com idades entre 14 e 20 anos – dez eram usuários leves, com menos de cinco ligações ou mensagens de texto por dia; e 11 usavam o celular mais de 15 vezes por dia. E descobriram que os usuários pesados têm mais dificuldades de levantar de manhã – acordam, em média, 10h50; contra 8h34 dos usuários leves; acordam mais vezes durante a noite; demoram mais tempo para cair no sono; bebem mais refrigerantes que contêm cafeína; e consomem mais bebidas alcoólicas. Os especialistas destacam que não está claro se o que vem primeiro são os problemas de sono ou as longas horas no celular. Porém, eles destacam que a relação faz sentido e que o excesso é prejudicial. Um estudo maior está previsto para ajudar a entender as razões. 

leia mais sobre a notícia em WebMD (em inglês)

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Consumo de vinho tinto pode ajudar a prolongar a vida?

Um estudo publicado na revista científica "PLoS One” sugere que o consumo moderado de vinho tinto pode retardar o processo de envelhecimento e melhorar a saúde geral. Segundo os autores, mesmo baixas doses de resveratrol, um componente de alguns vinhos tintos, pode “enganar” o organismo fazendo-o pensar que está consumindo menos calorias do que na verdade está. Assim, o consumo da bebida ofereceria os mesmos benefícios de uma dieta com poucas calorias. Diversos estudos já demonstravam os benefícios do resveratrol para a saúde cardíaca, mas acreditava-se que seria impossível conseguir a quantidade suficiente do composto tomando vinho. E o novo estudo, realizado com ratos, indica que uma ou duas taças por dia podem ajudar. Porém, por causa dos efeitos negativos do álcool, a melhor forma de ter uma vida saudável ainda é com uma boa alimentação, exercícios e com a manutenção do peso.

leia mais sobre a notícia em WebMD (em inglês)

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Dieta rica em proteínas e cálcio protege os ossos durante o emagrecimento

Uma alimentação rica em proteínas e cálcio, usando carnes magras e laticínios com pouca gordura, pode prevenir a perda óssea, segundo estudo recente publicado no “Journal of Nutrition”. Foram avaliadas 130 pessoas que passaram a seguir ou uma dieta para perder peso baseada na pirâmide alimentar, mas substituindo laticínios e carnes magras por alimentos ricos em carboidratos; ou a dieta de Layman, que prescreve o consumo de 30% das calorias diárias em proteínas. E os pesquisadores notaram que a saúde óssea daqueles que tiveram a dieta rica em carboidratos declinou com o tempo. Segundo os autores, a combinação de proteína na alimentação com o cálcio e a vitamina D dos laticínios pode proteger a saúde óssea na perda de peso.

 

leia o resumo da pesquisa no JN (em inglês)

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Parar de fumar pode ajudar a reduzir o consumo de álcool, diz estudo

Pessoas dependentes de álcool são também aptas ao tabagismo, mas quando param de fumar, aumentam sua chance de reduzir o consumo de bebidas alcoólicas, segundo especialistas da Universidade de Harvard, nos Estados Unidos. Embora muitos acreditem que tentar parar com os dois vícios de uma só vez atrapalha o tratamento contra a dependência de álcool, os especialistas destacam que não há evidências que provem isso, e ainda não está claro se o tratamento dos dois vícios deve ser realizado ao mesmo tempo ou separadamente. Segundo os autores, o importante é que os pacientes em tratamento para largar a bebida devem ser aconselhados a largar o fumo não apenas para melhorar a saúde em geral, mas também porque parar de fumar pode ajudar a manter a sobriedade e aumentar as chances de sucesso no tratamento do vício do álcool.

leia mais sobre a notícia na HMHL (em inglês)

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Participação de avós em educação beneficia crianças, diz estudo

Divórcio

Os pesquisadores acompanharam mais de 1,5 mil crianças e adolescentes, de 11 a 16 anos, cujos avós substituíam os pais na realização de algumas tarefas diárias.

Eles observaram que os avós foram muito importantes ao ajudá-los a superar dificuldades do dia-a-dia, como implicância de colegas da escola, aconselhá-los sobre qual universidade escolher e planejar o futuro.

A pesquisa apontou também que os avós podem ajudar as crianças a superar traumas, como o divórcio dos pais.

"Em épocas de separações dos pais muitos avós desempenharam um papel importante ao trazer conforto aos netos e estabilidade a toda família", disse Eirini Flouri, do Instituto de Educação de Londres, que participou do estudo.

De acordo com o trabalho, quase um terço das avós maternas tomam conta dos netos regularmente na Grã-Bretanha e quatro em cada 10 o fazem esporadicamente.
 
 

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Clarice Lispector
 
 
 
"... Sou como você me vê ...
Posso ser leve como uma brisa ou forte como uma ventania,
Depende de quando e como você me vê passar ... ''
 

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REFLEXÕES

"Nunca se justifique para ninguém.
Porque a pessoa que gosta de você não precisa que você faça isso,
e quem não gosta não acreditará."



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Akiane Kramarik, a menina prodígio

 Akiane and poem 

 
Akiane photoAkiane blessed by God
 
 
 

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Estudo mostra que redução de serotonina afeta a raiva

Arquivo Folha Imagem

O triptofano, presente em alimentos como laticínios, aves e banana, é um precursor
da serotonina, neurotransmissor associado
à redução de sintomas depressivos

Pessoas saudáveis, submetidas a uma redução do nível de serotonina, têm dificuldade para resistir à raiva quando se sentem injustiçadas, mostra estudo publicado ontem no site da revista Science. "O achado é bastante significativo e tem implicações clínicas", diz o pesquisador Frederico Graeff, da Universidade de São Paulo (USP).

Para realizar a pesquisa, cientistas dos EUA e Reino Unido recrutaram 20 voluntários saudáveis. Controlando a dieta dos participantes, os pesquisadores fizeram com que alguns ficassem com falta do aminoácido triptofano - essencial para a produção da serotonina -, enquanto outros mantiveram níveis normais do nutriente. Os pesquisadores deram aos voluntários uma bebida, sendo algumas doses com o aminoácido e outras sem.

Depois da manipulação do nível de triptofano, ambos os grupos tomaram parte em um jogo chamado "Ultimatum" (ultimato), no qual poderiam aceitar ou rejeitar propostas de divisão de um prêmio em dinheiro. Cada participante poderia receber uma oferta de 45% do total em jogo (partilha justa), 30% (injusta) ou 20% (muito injusta). Os voluntários com redução de serotonina rejeitaram quase 90% das ofertas muito injustas (contra 70% dos jogadores com triptofano normal) e 70% das injustas (contra 50%).

"O resultado indica que houve efeito específico sobre a reação à injustiça", diz Graeff. "Isso sugere perda de controle, sobre a emoção da raiva". O psiquiatra lembra que a falta de triptofano não costuma afetar o humor de pessoas saudáveis, embora possa reverter o efeito de alguns antidepressivos. O artigo aponta uma semelhança entre o comportamento dos voluntários com falta de triptofano e o de vítimas de lesões no córtex pré-frontal ventral, uma região do cérebro ligada ao controle das emoções.

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Estudo liga colesterol alto a um maior risco de doença de Parkinson

Um estudo recente do Instituto Nacional de Saúde Pública da Finlândia associa altos níveis de colesterol a um maior risco de desenvolver doença de Parkinson. Avaliando quase 25 mil homens e mais de 26 mil mulheres, finlandeses com idades entre 25 e 74 anos, os cientistas observaram que aqueles que apresentavam colesterol mais alto tinham 86% maior risco de desenvolver doença de Parkinson do que aqueles com menor colesterol. Porém, esse efeito foi observado apenas entre pessoas com idades entre 25 e 54 anos, não sendo aplicado naqueles com mais de 55 anos. Os autores destacam que, enquanto o papel do colesterol no risco de doença cardíaca está bem estabelecido, sua influência em doenças neurodegenerativas ainda vem sendo debatida. Mais pesquisas são necessárias para confirmação.

 

leia mais sobre a notícia na Reuters Health (em inglês)

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Vitamina D pode reduzir as chances das crianças terem diabetes tipo 1?

A vitamina D, seja a consumida através de suplementos, ou a produzida pelo organismo com a exposição aos raios UVB do sol, pode reduzir o risco de crianças desenvolverem diabetes tipo 1, segundo estudo da Universidade da Califórnia. Segundo os especialistas, pesquisas recentes mostram que a suplementação está relacionada com uma redução de 29% no risco de ter a doença, e que países menos ensolarados, como a Suécia e a Finlândia, apresentam maiores taxas de diabetes tipo 1 do que os países mais próximos da região equatorial. Examinando as taxas da doença em 51 regiões ao redor do mundo, eles observaram que regiões de alta latitude (mais distantes dos trópicos) apresentam maiores taxas de diabetes tipo 1, independentemente de gastos com saúde per capta. Na Finlândia, por exemplo, a taxa de garotos com a doença é de 37/100.000, contra apenas 2/100.000 em Cuba. 

leia mais sobre a notícia em WebMD (em inglês)

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Triagem para câncer de mama aumentou após caso da cantora Kylie Minogue

Uma pesquisa da Universidade de Melbourne, na Austrália, indica que o número de mulheres jovens fazendo a triagem para câncer de mama cresceu 33% no país após o anúncio de que a cantora pop Kylie Minogue tinha a doença. Os resultados, publicados no “International Journal of Epidemiology”, indicam que o uso de mamografia e ultrasom dos seios aumentou em 30% entre as mulheres com idades entre 25 e 44 anos seis meses após a revelação, em maio de 2005. E, apenas entre aquelas com idades entre 25 e 34 anos, esses exames cresceram em 33%, e os casos de biópsia no seio aumentaram em 46%. Porém, os autores destacam que as taxas de operação para retirada dos tumores não mudou significativamente, indicando que, mesmo com o aumento nos procedimentos, não houve melhora no diagnóstico do câncer.

leia o resumo da pesquisa no IJE (em inglês)


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Maioria dos americanos estão estressados por causa de dinheiro, diz estudo

Aproximadamente 75% dos adultos americanos se dizem estressados por causa de dinheiro e ansiosos pelo futuro financeiro, segundo levantamento da Associação Americana de Psicologia (AAP). A pesquisa foi conduzida com 2529 pessoas no período entre os dias 7 e 15 de abril. E os especialistas destacam que mais da metade deles reportaram que os custos com habitação estão causando estresse, e 48% disseram que a falta de estabilidade do emprego é também uma importante causa do problema. Além disso, os resultados mostraram que 62% estão estressados com o trabalho; 61%, com as responsabilidades familiares; e cerca de 57% estão preocupados com a saúde. Os autores destacam que, com a alta dos preços e a cobertura da mídia sobre a crise na economia americana, algumas pessoas encaram as incertezas sobre seu futuro financeiro com elevados níveis de ansiedade.

 

leia mais sobre a notícia no UPI (em inglês)

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Exercícios físicos podem ajudar a prevenir doença de Alzheimer?

Fazer exercícios regularmente na meia-idade pode reduzir as chances de desenvolver doença de Alzheimer e outros tipos de demência anos mais tarde, segundo estudo do Instituto Karolinska, Suécia. Avaliando mais de 1,4 mil adultos, os pesquisadores descobriam que aqueles que eram mais fisicamente ativos no tempo livre durante a meia-idade eram 52% menos propensos a desenvolver demência 21 anos depois do que os sedentários. E as chances de desenvolver Alzheimer reduziam em 62%. De acordo com os autores, os participantes que apresentaram menor risco se exercitavam vigorosamente de 20 a 30 minutos, duas ou três vezes por semana. Especialistas explicam que exercícios físicos regulares são essenciais para manter um bom fluxo sangüíneo para o cérebro e incentivar o desenvolvimento de novos neurônios.

leia mais sobre a notícia em WebMD (em inglês)


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Estresse no trabalho é responsável por um a cada seis casos de depressão

Um em cada seis casos de depressão é causado pelo estresse no trabalho, segundo estudo da Universidade de Melbourne, na Austrália. O estresse laboral acontece frequentemente quando há altos níveis de exigências profissionais combinados com pouco controle sobre a forma como o trabalho é realizado. Avaliando dados de mais de mil profissionais australianos, os pesquisadores também descobriram que o estresse no trabalho causa mais depressão entre as mulheres, e é mais comum entre as profissões menos qualificadas. Porém, os autores destacam que o problema pode ser prevenido. “As evidências mostram que melhorar o controle sobre o trabalho, moderar as exigências e prover mais apoio dos supervisores e colegas faz a diferença”.

leia o resumo da pesquisa em BMC PH (em inglês)


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Estudo indica que transtornos alimentares são comuns entre adolescentes

Um a cada cinco adolescentes que participaram de duas pesquisas da Universidade de Turku, na Finlândia, admitiram já terem apresentado problemas alimentares recentes. Foram avaliados 372 estudantes com idades entre 15 e 17 anos, que responderam a um questionário duas vezes com um intervalo de um ano. Aproximadamente 13% reportaram problemas em uma das pesquisas, e outros 5% admitiram problemas nas duas oportunidades. E os autores destacam que a principal causa seria a ansiedade – “nós notamos que estudantes que reportaram sofrer de ansiedade no início da adolescência eram 20 vezes mais propensos a ter problemas alimentares em curso”. E as meninas eram duas vezes mais propensas a ter problemas ocasionais com a alimentação, principalmente por causa da aparência, e cinco vezes mais propensas a um problema alimentar mais recorrente do que os meninos. 

leia mais sobre a notícia em Science Daily (em inglês)

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Obesidade aumenta riscos de artrite no joelho e nos quadris, indica estudo

A obesidade aumenta os riscos de artrite grave no joelho e danos no quadril, segundo estudo da Universidade Lund, na Suécia. Os cientistas descobriram que, entre cerca de 2,6 mil idosos islandeses, homens e mulheres que estavam acima do peso eram mais propensos a ter substituição total do joelho por causa da artrite. As mulheres com sobrepeso eram 60% mais propensas ao à ciruirgia, e as obesas tinham quatro vezes maior risco. Homens com sobrepeso tinham 70% maior risco, que era cinco vezes maior para os obesos. No caso da substituição articular do quadril, os homens obesos estavam novamente sob maior risco (70% maior), porém isso não foi observado entre as mulheres. As razões para essa diferença entre homens e mulheres ainda não estão claras, mas os resultados alertam para a importância de se manter um peso saudável.

 

leia mais sobre a notícia na Reuters Health (em inglês)

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Componente do vinho mantém coração "geneticamente jovem", diz pesquisa

Uma substância encontrada no vinho tinto – chamada resveratrol – pode ajudar a manter o coração “geneticamente jovem”, segundo estudo da Universidade de Wisconsin-Madison. Estudos anteriores já indicavam os benefícios de se tomar um copo de vinho diariamente para a saúde cardíaca. O novo estudo, realizados com ratos em laboratório, indica que o polifenol resveratrol poderia frear as mudanças, associadas ao envelhecimento, no funcionamento dos genes do coração. E os efeitos eram similares aos obtidos com uma dieta pobre em calorias, conhecida por prolongar a vida. Mas especialistas alertam que a substância não fica tempo suficiente no organismo para ter esse efeito protetor. Para isso, seria necessário beber galões de vinho, o que não é recomendável. A solução poderia ser o desenvolvimento de uma substância sintética derivada do resveratrol.

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Gota aumenta o risco de morte por problemas cardíacos, diz estudo

Para homens que apresentam fatores de risco para doença cardíaca, sofrer de gota pode aumentar as suas chances de morrer por problemas no coração, segundo estudo publicado no “Archives of Internal Medicine”. A gota é um distúrbio do metabolismo do ácido úrico, e se caracteriza por crises intensas de inflamação e dores nas articulações. Avaliando mais de 9 mil homens de meia-idade com alto risco de problemas cardíacos por causa de excesso de peso, pressão alta, entre outros fatores, os cientistas descobriram que aqueles que tinham gota eram 33% mais propensos a morrer de doença cardíaca coronariana em 17 anos, além de correrem mais riscos de morte por qualquer causa cardiovascular, como derrame. As razões da relação ainda não estão claras, mas acredita-se que altos níveis de ácido úrico, por causa da gota, podem aumentar o estresse oxidativo, que danifica as células; ou uma inflamação generalizada poderia ser a explicação.

 

leia mais sobre a notícia na Reuters Health (em inglês)

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Por que algumas pessoas não engordam apesar de comerem muito?

Um estudo da Universidade da Califórnia, nos EUA, pode ajudar a explicar porque algumas pessoas não engordam apesar de comer muito. Testes realizados com vermes C. elegans em laboratório indicam que sistemas independentes do organismo controlam a quantidade de alimento consumido e o metabolismo da gordura (o quanto o verme vai engordar). De acordo com os autores, as descobertas poderiam valer para os seres humanos, e servir de base para o desenvolvimento de estratégias contra a obesidade que manipulem o metabolismo das gorduras, sem modificar o comportamento alimentar. Os resultados mostraram que a magreza e a obesidade não são determinados apenas pelo comportamento alimentar. “O comportamento alimentar e o metabolismo da gordura são coordenados, mas são diferentes respostas do sistema nervoso à percepção de disponibilidade de nutrientes”.

leia o resumo da pesquisa em Cell Metabolism (em inglês)

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Organização do cérebro reflete hierarquia social

Jogo de cartas no computador: perspectiva de sucesso ativa estriado ventral

Estudo de neuroimageamento revelou pela primeira vez circuitos cerebrais associados ao status social. Pesquisadores dos Institutos Nacionais de Saúde em Bethesda, Estados Unidos, identificaram várias áreas do cérebro que são ativadas ou desativadas conforme o indivíduo sobe ou desce na hierarquia do grupo, ou quando simplesmente percebe a mudança de status das pessoas com quem convive.

O experimento foi feito com 72 pessoas que jogaram cartas pelo computador enquanto seu cérebro era escaneado por ressonância magnética funcional. A vitória em cada rodada era recompensada com uma quantia em dinheiro.

A região conhecida como estriado ventral foi a que mais se ativou com a perspectiva de ascensão social no jogo. Quando a posição do indivíduo ficava instável, ameaçada por uma possível queda na hierarquia, o córtex pré-frontal reforçava sua atividade. Quando o participante jogava mal, áreas associadas ao medo e à frustração, como a amígdala, entravam em ação. Segundo os autores, o processamento da informação relacionada à hierarquia social parece estar programado no sistema nervoso, o que sugere sua importância para a sobrevivência da espécie. 
 
 

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Maconha pode 'encolher o cérebro', dizem cientistas

Fumar maconha com freqüência e por um tempo prolongado pode encolher partes do cérebro que governam memória, emoções e agressão, segundo um estudo publicado no Archives of General Psychiatry.

Os cientistas usaram exames de imagens obtidas por ressonância magnética para mapear o cérebro de pessoas que haviam admitido fumar mais de cinco cigarros de maconha por dia por um período de pelo menos dez anos e compararam as imagens com as do cérebro de pessoas que nunca usaram a droga.

Os que fumavam maconha regularmente tinham um hipocampo - parte do cérebro envolvida no desenvolvimento de emoção e memória - 12% menor e uma amígdala cerebelar - que tem um papel no controle do medo e da agressão - 7% menor.

Quinze usuários de maconha e 16 pessoas que não fumavam a droga participaram do estudo liderado por Murat Yücel, da Universidade de Melbourne, na Austrália.

"Ainda que o uso moderado não leve a efeitos neurotóxicos significativos, os resultados sugerem que o uso diário em excesso pode ser tóxico ao tecido do cérebro humano", diz o estudo.

Os usuários de maconha também tiveram um pior desempenho em testes de memória verbal - sem uma correlação com o tamanho das partes do cérebro avaliadas - e tinham mais propensão a sintomas leves de doenças psiquiátricas como esquizofrenia.

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Médicos testam controle da diabete tipo 2 com cirurgias

Duas técnicas desenvolvidas por médicos brasileiros são a esperança para pacientes não-obesos com diabete tipo 2 que não conseguem controlar a doença com medicamentos. Na diabete tipo 2, que acontece em 90% dos casos e acomete cerca de 6 milhões de pessoas - segundo levantamento do Ministério da Saúde -, as células são resistentes à ação da insulina.

Em São Paulo, o médico Ricardo Cohen, doutor em cirurgia de obesidade pela USP, realiza, em caráter experimental, a exclusão duodenal. Também chamada de cirurgia incretínica (por causa das incretinas, hormônios que estimulam a secreção de insulina), ela consiste no desvio do intestino de sua primeira porção, o duodeno, para a parte posterior.

Depois de feita a cirurgia, os alimentos não entram em contato com a primeira porção do intestino delgado, o duodeno, enviando imediatamente um sinal para o pâncreas, estimulando a secreção da insulina e melhorando a diabete. "Como os pacientes não necessitam de restrição alimentar, o estômago é preservado", diz Cohen. Ele acredita que os resultados apontam um futuro promissor. No entanto, Cohen pretende acompanhar os pacientes por um tempo superior a um ano antes de oferecer a cirurgia à população.

O cirurgião Áureo Ludovico de Paula testa, em Goiânia, um procedimento chamado de freio neuroendócrino. A técnica consiste na interposição de um segmento do íleo, que é a última parte do intestino delgado, para uma área mais próxima do estômago. Assim intensifica-se a produção das incretinas. Dos pacientes operados em cinco anos, 90% mantêm a doença sob controle sem medicamentos. "Acredito que, em breve, a operação poderá ser oferecida em caráter não-experimental", diz.

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Consumo de peixe pode reduzir comportamento agressivo de presos?

Um estudo americano apresentado no 4º Congresso Brasileiro de Cérebro, Comportamento e Emoções sugere que o aumento da ingestão de peixe ou de suplementos de ômega-3 por presidiários poderia refrear comportamentos agressivos e reduzir o risco de reincidência. De acordo com os autores, da Universidade da Pensilvânia, o nutriente melhora a função cerebral e reduz comportamentos violentos. Eles baseiam essa hipótese em uma série de evidências controversas geradas por pesquisas científicas que atribuem a criminalidade a fatores biológicos, como uma disfunção genética no córtex pré-frontal. E os autores acreditam que 50% dos comportamentos criminosos seriam explicados por fatores biológicos. Uma dessas pesquisas, realizada em 2002 com 231 presos ingleses, mostrou que o consumo do suplemento por pelo menos duas semanas reduziu as ofensas na prisão em 35% após cinco meses.

 

leia mais sobre a notícia na Reuters Health (em inglês)

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Alongamentos podem proteger grávidas contra pré-eclâmpsia, diz estudo

Os alongamentos são mais eficazes em reduzir o risco de pré-eclâmpsia do que a caminhada para mulheres grávidas que já tiveram o problema, mas não seguem as recomendações de exercícios, segundo estudo da Universidade da Carolina do Norte, nos EUA. A pré-eclampsia é caracterizada pela hipertensão da mãe e retenção de líquidos, o que dificulta a circulação sangüínea para a placenta, pondo em risco a saúde da mãe e do bebê. Avaliando 79 gestantes que já tiveram o problema e eram sedentárias, os cientistas notaram que, entre aquelas que participavam de sessões de alongamento, houve menos casos de reincidência da pré-eclâmpsia – menos de 5%, contra 15% daquelas que faziam caminhadas. Eles destacam que caminhadas não são prejudiciais às gestantes, mas os alongamentos protegem mais aquelas com alto risco de pré-eclâmpsia, porque incentivam a produção de transferrina, proteína que transporta ferro pelo sangue e protege contra o estresse oxidativo. 

leia mais sobre a notícia em Science Daily (em inglês)


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Estudo sugere que todas as crianças devem tomar suplemento de vitamina D

Muitos bebês e crianças pequenas precisam de mais vitamina D, que é essencial para sua saúde óssea, segundo estudo do Hospital da Criança de Boston, EUA. Desde 2003, a Academia Americana de Pediatria recomenda a suplementação diária de 200 UI para as crianças que não tomam 500 ml de leite ou fórmula fortificada com o nutriente, incluindo os bebês amamentados (o leite materno é pobre em vitamina D ). Os autores da nova pesquisa, porém, recomendam a suplementação para todas as crianças pequenas. Isso porque, avaliando os níveis da vitamina D no sangue de 380 crianças saudáveis, com idades entre oito meses e dois anos, eles observaram que 40% tinham níveis menores que o ideal, incluindo 12% com deficiência do nutriente. Além disso, os raios-x mostraram que um terço daqueles com deficiência da vitamina apresentavam desmineralização, um sinal de enfraquecimento ósseo.

leia mais sobre a notícia em WebMD (em inglês)

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Pesquisa associa sintomas de menopausa a fatores de risco cardíaco

As ondas de calor e outros sintomas da menopausa podem estar associados com fatores de risco para doença cardíaca e derrame, segundo pesquisa publicada na revista especializada “Hypertension”. Avaliando mais de 5 mil mulheres na menopausa, os pesquisadores observaram que 39% apresentavam ondas de calor, e 38% reportaram suores noturnos. E esses sintomas estavam associados a altos níveis de colesterol e pressão arterial. Segundo os autores, isso “poderia explicar as descobertas discrepantes entre estudos observacionais e testes” em relação ao uso de terapia de reposição hormonal. Eles destacam ainda que há a hipótese de que mulheres com ondas de calor diferem daquelas que não as têm em relação ao risco cardíaco e de derrame, e na resposta à reposição hormonal.

 

leia o resumo da pesquisa em Hypertension (em inglês)

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Teste antecipa diagnóstico de câncer pulmonar em fumante

Um teste molecular de sangue poderá identificar precocemente casos de câncer de pulmão em fumantes, revela um estudo divulgado ontem no maior congresso de câncer do mundo, que acontece em Chicago (Estados Unidos).

"O exame está sendo desenvolvido por pesquisadores alemães e foi financiado por institutos do governo da Alemanha, sem a indústria farmacêutica". "Segundo o médico que coordenou o estudo, Thomas Zander, da Universidade de Colônia (Alemanha), a previsão é que o teste seja comercializado dentro de cinco a sete anos."

Em pesquisa, o teste teve sensibilidade de 75% para detectar o câncer de pulmão e de 85% para identificar as pessoas que não desenvolveriam câncer, em um grupo de 2.500 fumantes sem câncer preexistente com idade média de 65 anos.

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Caminhada pode ajudar a reduzir pressão alta, indica estudo

Uma caminhada de 40 minutos por dia pode melhorar a saúde cardíaca de quem tem pressão alta, segundo estudo coreano apresentado no encontro anual do “American College of Sports Medicine”. Em testes com 23 homens que apresentavam pré-hipertensão ou hipertensão, após 40 minutos de caminhada intensa e de uma caminhada de quatro tempos de 10 minutos, havia uma redução de cinco pontos e três pontos, respectivamente, na pressão sistólica. E ambos os tipos de caminhada reduziam, em dois pontos, a pressão diastólica. Apesar de estudos maiores serem necessários para confirmação, os autores acreditam que esses benefícios são constantes nos homens que se mantêm fisicamente ativos.

 

leia mais sobre a notícia em WebMD (em inglês)

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Dieta mediterrânea ajuda a prevenir diabetes

Uma alimentação rica em frutas, verduras, peixes, e que inclui vinho e azeite de oliva – conhecida como dieta mediterrânea – pode ajudar a parar o diabetes, segundo estudo publicado, na última sexta-feira, no British Medical Journal. Já reconhecida por oferecer proteção contra doença cardíaca, a dieta reduziu, em 83%, o risco de desenvolver diabetes tipo 2 nos participantes que tinham a alimentação mais próxima do ideal da dieta. Foram avaliados 13 mil ex-alunos da Universidade de Navarra, na Espanha, com média de idade de 38 anos e sem histórico de diabetes. E os resultados mostraram que a dieta pode oferecer proteção contra o diabetes inclusive entre os mais velhos, em pessoas que fumam, e naqueles com histórico da doença na família – todos mais propensos a desenvolver a doença.

 

leia mais sobre a notícia na Reuters Health (em inglês)


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Beleza inteligente: rotinas que fazem a diferença

É impressionante como nosso organismo se beneficia de pequenos cuidados diários. São atos muito simples, que se incorporados ao dia-a-dia funcionam como verdadeiros escudos de defesa da pele e do cabelo, além de estimular as funções vitais.

Vou falar de alguns deles e ensinar táticas muito fáceis de se colocar em prática, que muito podem fazer pela sua beleza inteligente.

Simples assim...

Lenços umedecidos

A limpeza e refrescância oferecida pelos lenços umedecidos é polivalente. Além de remover impurezas e oleosidade que se depositam na pele durante o dia, também oferecem um frescor que revigora a pele e o ânimo. Escolha aqueles produtos formulados sem álcool, com perfume suave e contendo algum agente de limpeza delicado, como os polisorbatos. Rosto e mãos se beneficiam dessa ação gostosa e restauradora.

Protetor solar

O uso do protetor solar evita o envelhecimento precoce da pele e outros danos causados pela radiação UV. Escolha um hidratante diário com FPS-15, se você vive em cidades não litorâneas. Para áreas muito ensolaradas, como praia e campo, prefira os que oferecem maior proteção, mas não se esqueça que o segredo de ação está na reaplicação a cada duas horas. De nada adianta usar uma fórmula com FPS-30, aplicada somente pela manhã. Se você fica protegida da luz solar, uma reaplicação na hora do almoço, após uma limpeza rápida com lenços de limpeza, já é suficiente. Use em todas as áreas expostas à radiação solar.

Sabonetes líquidos

O uso de sabonetes líquidos para lavar freqüentemente as mãos evita a perda dos lipídeos que revestem essa delicada pele, tornando-a mais protegida do ressecamento e desidratação.

Finalizadores

Os finalizadores aplicados nas pontas dos fios restauram a proteção natural e doam maleabilidade e brilho. Escolha um produto contendo aminoácidos reestruturadores, como lisina, cisteína ou glicina. Aplique o produto nas mãos e espalhe pelos fios, massagendo até perfeita distribuição. A seguir penteie para estilizar.

Musculatura facial

Movimentos estimulantes da musculatura facial reforçam o tônus da pele e melhoram a aparência de rugas e linhas de expressão. Faça 3 séries de 5 repetições por dia, manhã, tarde e noite, os seguintes movimentos:

1 - Exercícios para os lábios

Coloque a pontas dos dedos indicadores e médios unidos no sentido vertical, sobre os cantos dos lábios. Tente dar um beijo no ar enquanto os dedos impedem o movimento dos lábios.

2 - Exercícios para as pálpebras

Feche os olhos e os contraia intensamente, mas sem franzir. Conte até dez, mantendo-os fechados, eleve as sobrancelhas e só então abra os olhos.

3 - Para rugas entre as sobrancelhas

Tente enrugar a região enquanto prende a pele com as pontas dos dedos indicadores

4 - Para rugas horizontais na testa

Usando os dedos indicadores e médios, coloque-os sobre a fronte tente levantar a sobrancelha, enquanto os dedos tentam impedir o movimento.

5 - Para atenuar o bigode chinês (sulco naso geniano)

Sorria de lábios fechados. Abra-os ligeiramente, fazendo com que fiquem por cima dos dentes. Conte até dez, e faça a letra "O", contando também até dez.

6 - Para fortalecer as maçãs do rosto

Encha bem as bochechas de ar, conte até dez e expulse o ar lentamente.

7 - Para a musculatura do pescoço

Com a boca fechada, passe a língua pelo céu da boca.

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Teste de Q.I.

Coloque seu cérebro à prova neste site que traz várias curiosidades sobre a inteligência humana.


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Maplink

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A MapLink é uma empresa especializada em desenvolvimento e provimento de serviços de localização de endereços e roteirização de deslocamentos urbanos e rodoviários através da internet. Fundada no início de 2000, é líder na área de soluções corporativas de localização para empresas.

 

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