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Estudo indica que aspirina poderia ajudar contra osteoporose

Um estudo com ratos, realizado pela Universidade do Sul da Califórnia, nos EUA, indicou que baixas doses de aspirina podem reduzir a atividade das células que “quebram” os ossos e aumentar a atividade daquelas que os formam, ajudando a prevenir osteoporose. De acordo com os autores, a aspirina poderia oferecer uma nova terapia para ajudar a tratar a osteoporose, comumente observada em mulheres na pós-menopausa. Embora alguns estudos clínicos já indiquem que o uso do medicamento pode apresentar um beneficio moderado na espessura óssea dessas mulheres, os autores destacam que mais estudos são necessários para entender os mecanismos por trás desse efeito. E é sempre bom lembrar que, em algumas pessoas, a aspirina pode causar, como efeito adverso, o sangramento gastrointestinal.

 

leia mais sobre a notícia na Reuters Health (em inglês)

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Obesidade aumenta o risco de alguns tipos de câncer no ovário, diz estudo

A obesidade aumenta o risco de desenvolver tumores de células claras do ovário, uma forma difícil de tratar do câncer no ovário, segundo estudo australiano publicado no “International Journal of Cancer”. Em pesquisa com mais de 1,2 mil mulheres recentemente diagnosticadas com câncer de ovário epitelial invasivo, 311 com outros tumores ovarianos e mais de 1,5 mil sem a doença, os pesquisadores do Instituto de Pesquisas Médicas Queensland notaram que a obesidade aumentava, em mais de duas vezes, o risco de tumores de células claras. Além disso, havia um aumento quase de três vezes nas chances de desenvolver tumor peritoneal no ovário. Segundo os autores, os resultados indicam mais um efeito negativo da obesidade e oferecem às mulheres uma forma de prevenção ao câncer ovariano.

 

leia mais sobre a pesquisa no IJC (em inglês)

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Alho pode ajudar a reduzir pressão alta?

Suplementos de alho podem reduzir a pressão sangüínea de forma quase tão eficaz quanto alguns medicamentos para tratar hipertensão, segundo estudo da Universidade de Adelaide, na Austrália. Os especialistas avaliaram 11 estudos sobre o assunto, nos quais foi dado, aos participantes, placebo ou suplemento de alho (de 600 mg a 900 mg diários). E os resultados indicaram que o alho reduziu a pressão sistólica (maior valor da medição de pressão) em 4,6 mm Hg em média. Limitando a análise a pessoas com pressão alta, o alho reduziu em 8,4 mm Hg a pressão sistólica e, em 7,3 mm Hg, a diastólica. Segundo os autores, quanto mais alta a pressão no início do estudo, maior era o efeito do alho na redução. Eles acreditam que um componente ativo do alho chamado alicina é o responsável pelo efeito, que pode reduzir consideravelmente os riscos de doença cardíaca. Mais estudos são necessários.

leia mais sobre a pesquisa em BMC (em inglês)


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Britânicos testam droga que retarda avanço de Alzheimer

Cientistas britânicos desenvolveram uma droga que pode retardar o avanço do mal de Alzheimer.

Testes da droga, conhecida como 'rember', em 321 pacientes mostraram que houve uma diferença de 81% na taxa de deterioração mental em comparação aos que não receberam tratamento.

Os pesquisadores da Universidade de Aberdeen, na Escócia, disseram que a droga age sobre o acúmulo de uma proteína específica no cérebro.

Especialistas no mal de Alzheimer estão otimistas com os resultados, mas disseram que são necessários agora testes mais amplos para confirmar sua eficácia.

Ao apresentar sua pesquisa na Conferência Internacional sobre o Mal de Alzheimer, em Chicago, Claude Wischik disse que a droga pode ser lançada no mercado até 2012.

Testes

Pacientes com sintomas considerados leves ou moderados da doença receberam 30, 60 ou 100 miligramas da droga ou um placebo.

A dose de 60 miligramas foi a que produziu efeitos mais evidentes - em 50 semanas (cerca de um ano) foram registrados sete pontos de diferença em uma escala usada para medir a gravidade da doença.

Dados

Imagens obtidas com ressonância magnética sugeriram que a droga pode ter seu maior efeito em partes do cérebro responsáveis pela memória.

A ligação entre o acúmulo de uma proteína dentro das células nervosas no cérebro e o mal de Alzheimer foi feita, pela primeira vez, há mais de cem anos.

Mais tarde verificou-se que a proteína, chamada Tau, se acumula dentro das células envolvidas na memória, destruindo-as no processo.

Rember, ou Cloreto de metiltionina, é o primeiro tratamento formulado especificamente para agir sobre Tau.

Outros tratamentos para o mal de Alzheimer tendem a se concentrar no combate a uma proteína no cérebro, beta-amilóide, conhecida por formar plaquetas duras. O mais recente trabalho sugere que atuar sobre Tau pode produzir melhores resultados.

Testes mais amplos da droga estão sendo programados para começar em 2009, e pesquisadores também estão investigando o seu papel na prevenção da doença.

Clive Ballard, chefe de pesquisa da Alzheimer's Society, disse que este "é um grande desenvolvimento novo no combate à demência".

Segundo ele, o resultado dos testes "sugere que a droga pode ter o dobro da eficácia do que qualquer tratamento disponível atualmente".

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Centenários americanos revelam "segredos" do envelhecimento saudável

Estar perto de família e amigos, manter a mente ativa e ter senso de humor podem ser os segredos para um envelhecimento saudável, segundo pesquisa da empresa norte-americana GfK Roper Public Affairs & Media com 100 americanos centenários. Conduzida por telefone no período entre abril e maio deste ano, a pesquisa indicou que: 90% classificam a proximidade com amigos e família como muito importante para um envelhecimento saudável; 89% mencionaram manter a mente ativa; 88%, rir e ter bom humor; 84%, estar em contato com a espiritualidade; 83%, continuar olhando para frente a cada novo dia; 81%, manter o senso de independência; 80%, comer direito; 63%, manter-se atualizado com as novidades e eventos atuais; e 63%, fazer novos amigos.

leia mais sobre a notícia em WebMD (em inglês)

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Uma hora diária de exercícios ajuda a manter perda de peso, diz estudo

Mulheres com sobrepeso ou obesas podem precisar de 55 minutos de exercícios por dia durante cinco dias da semana para sustentar uma perda de peso, segundo estudo da Universidade de Pittsburgh, nos EUA. Na pesquisa, 201 mulheres acima do peso foram submetidas a um programa de emagrecimento no período entre 1999 e 2003. As voluntárias foram divididas em quatro grupos baseados na quantidade de atividade (queimando 1000 ou 2000 calorias por semana) e na intensidade (moderada ou vigorosa). Após seis meses, todas conseguiram perder de 8% a 10% do peso, mas a maioria não conseguiu manter. Os resultados indicaram que as 25% que mantiveram a perda de 10% ou mais por dois anos apresentavam maiores níveis de atividades físicas – média de 1835 calorias perdidas ou 275 minutos de exercícios por semana.

leia mais sobre a notícia no NY DailyNews (em inglês)


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Estatinas 'reduzem risco de demência pela metade'

 Uma pesquisa de cientistas americanos indicou que o uso de estatinas, substâncias utilizadas no combate ao colesterol, por um longo período de tempo pode reduzir até pela metade o risco de demência, como perda de memória e mal de Alzheimer.

O estudo acompanhou idosos de origem mexicana em Sacramento, Califórnia, desde 1997. De 1.674 que não apresentavam nenhum tipo de demência ou disfunção cognitiva no início do estudo, 27%, ou 452, tomaram estatina em algum momento da pesquisa.

Ao longo dos cinco anos seguintes, 130 desenvolveram algum tipo de demência ou disfunção cognitiva. Os pesquisadores ajustaram os resultados considerando fatores como educação, hábito de fumar, a presença de determinados genes que, acredita-se, indicam demência, e o histórico de diabetes e infartos de cada um.

"Se uma pessoa toma estatina ao longo de 5 a 7 anos, reduz pela metade o risco de demência, e essa é uma grande mudança", afirmou a coordenadora da pesquisa, Mary Haan, professora de epidemiologia na Escola de Saúde Pública da Universidade de Michigan.

"Não estamos sugerindo que as pessoas tomem estatina para outras finalidades que não aquelas para as quais o medicamento é indicado. Mas esperamos que este estudo e outros abram as portas para testes envolvendo o uso de estatina contra a demência e outros tipos de disfunções cognitivas."

As conclusões do estudo circulam na edição da revista científica Neurology, que chega ao público nesta terça-feira.

Alzheimer

Estudos anteriores do grupo da professora Haan haviam estabelecido que certos problemas metabólicos e desordens vasculares têm relação com doenças como o mal de Alzheimer. Por exemplo, pessoas com diabetes tipo 2 têm três vezes mais probabilidade de desenvolver Alzheimer, calcularam os cientistas.

Outros fatores de risco são colesterol alto, obesidade e hipertensão.
Haan ressalvou que o estudo não considerou o uso de estatina para o tratamento de demência já existente, e sim de forma preventiva. As substâncias são utilizadas para o tratamento do chamado colesterol ruim, ou LDL.

O próximo passo, segundo ela, é determinar exatamente de que maneira a estatina atua no percurso biológico que conduz à demência. Como um dos fatores de risco é o alto nível de insulina, uma teoria é que as estatinas atuam de modo a corrigir esses níveis no cérebro.

"Em pessoas mais idosas há tantos e diferentes tipos de doenças crônicas que os efeitos de alguma intervenção tardia são limitados", disse Haan. "Digamos que você tenha 75 ou 80 anos e seis doenças. Quanto um tratamento vai ajudar de verdade?", ela diz.

"Nossa pesquisa mostra que se você começar tomar estatinas antes de que as demências se desenvolvam, é possível prevenir até metade dos casos."

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Alimentação ajuda a explicar boa saúde cardíaca dos japoneses

A alimentação rica em peixes e pobre em gorduras saturadas pode ajudar a explicar a baixa taxa de doença cardíaca entre os japoneses, segundo pesquisa publicada no “Journal of the American College of Cardiology”. Em estudo com 868 homens japoneses e americanos, os pesquisadores descobriram que os asiáticos apresentam menores taxas de aterosclerose, apesar de fumarem mais e serem tão ou mais propensos a ter fatores de risco para problemas cardíacos, como pressão alta e diabetes. A diferença seria que os japoneses têm um nível duas vezes maior de ácidos graxos ômega-3 no sangue por causa do alto consumo de peixes como o salmão e o atum. Os resultados mostram que o componente genético não é o responsável pela proteção, pois 31% dos nipo-americanos tinham calcificação nas artérias, contra 26% dos brancos americanos e apenas 9% dos japoneses.

leia mais sobre a notícia em WebMD (em inglês)


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Casar com um fumante pode aumentar os riscos de infarto, diz estudo

O casamento com um fumante pode aumentar consideravelmente o risco de sofrer um ataque cardíaco, segundo estudo da Universidade de Harvard, nos Estados Unidos. Avaliando dados de mais de 16 mil pessoas com mais de 50 anos de idade, os pesquisadores estimaram que um ex-fumante que se casa com um fumante tem até 72% mais chances de ter um infarto do que se fosse casado com um não-fumante. No caso das pessoas que nunca fumaram, o casamento com um fumante pode representar 42% maior risco. E esses perigos do fumo passivo se davam independentemente de outros fatores, como idade, genética, renda, obesidade, uso de álcool e doenças que afetam o coração.

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Especialistas alertam para epidemia de problemas auditivos nos EUA

Um terço dos adultos americanos têm algum grau de perda de audição, e, com o uso excessivo de fones de ouvido e com o envelhecimento da população, os Estados Unidos podem vir a sofrer uma epidemia de problemas auditivos, segundo especialistas da Universidade Johns Hopkins. De acordo com os pesquisadores, cerca de 55 milhões de americanos têm perda de audição em um ou nos dois ouvidos. Avaliando 16 mil pessoas com idades entre 20 e 69 anos, eles observaram que os mais afetados são os homens, brancos, e pessoas com menor escolaridade. Além disso, 29 milhões pessoas (um em seis adultos) têm problemas em discernir a fala. Os especialistas destacam que é comum as pessoas ignorarem ou negarem o problema, o que pode levar a incapacidade, depressão e menos acesso aos serviços de saúde. Por isso recomendam triagem no início da idade adulta.

 

leia mais sobre a notícia na Reuters Health (em inglês)


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Meditação pode retardar a progressão da Aids, sugere estudo

A meditação pode retardar a piora da Aids em algumas semanas, segundo estudo da Universidade da Califórnia, nos Estados Unidos. Os pesquisadores acreditam que a meditação possa afetar o sistema imunológico, o que poderia ajudar a explicar esse efeito. Foram avaliados 67 adultos HIV-positivos, 48 dos quais passaram por um programa de meditação para controle do estresse chamado mindfulness, marcado pela percepção de cada sensação presente, evitando pensar no passado ou se preocupar com o futuro. E os pesquisadores observaram que, quanto mais os voluntários meditavam, maior era sua contagem de células T CD4 – um padrão de medida do sucesso do sistema imunológico em combater o vírus as Aids. Segundo os autores, se os resultados forem confirmados por estudos maiores, a técnica “poderá oferecer uma forma barata e prazerosa” de combater a Aids.

leia sobre a notícia na Reuters Health (em inglês)

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Estudo liga consumo de bebidas energéticas a comportamentos de risco

Uma pesquisa da Universidade de Buffalo, nos Estados Unidos, indica que o consumo de bebidas energéticas está associado ao uso de drogas, a atividade sexual não-segura e a outras formas de comportamento de risco. Publicados no “Journal of Adolescent Health”, os resultados sugerem que os jovens que consumiam energéticos seis dias ou mais por mês tinham três vezes mais chances de terem fumado, abusado de drogas prescritas e de terem se envolvidos em brigas no ano anterior à pesquisa. Além disso, o uso dessas bebidas foi associado a maior freqüência de sexo não-seguro, e ao maior uso de maconha e de álcool. Avaliando quase 800 estudantes universitários, os pesquisadores descobriram que 39% haviam consumido energéticos pelo menos uma vez no mês anterior, dois terço deles, misturando com bebidas alcoólicas.

 

leia mais sobre a pesquisa no JAH (em inglês)

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Música do seu dia


Selecione a sua data de nascimento, e veja qual música foi a mais tocada no dia em que você nasceu...
 
 
http://www.joshhosler.biz/NumberOneInHistory/SelectMonth.htm
 
 
 

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Tratamento com laser é eficaz contra as rugas, dizem especialistas

O tratamento com laser é a melhor forma de acabar com as rugas, segundo estudo da Universidade de Michigan, nos Estados Unidos, publicado esta semana no “Archives of Facial Plastic Surgery”. De acordo com os autores, o uso do laser de dióxido de carbono é eficiente para acabar com as rugas, permite maior controle do cirurgião do que procedimentos como o peeling, e os possíveis efeitos adversos, como o clareamento ou escurecimento da pele, são quase sempre contornados. Avaliando 42 mulheres e cinco homens com média de idade de 52 anos e que passaram pelo procedimento no rosto inteiro, os dermatologistas observaram que houve redução de 45% nas rugas em dois anos. Apenas 45% dos pacientes não apresentaram efeitos colaterais, mas problemas como acne e milia, causados pelo procedimento, acabaram facilmente quando tratados.

leia mais sobre a notícia na Reuters Health (em inglês)

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Doenças cardíacas podem afetar a habilidade mental?

Um estudo publicado no “European Heart Journal” sugere que doenças cardíacas podem estar associadas a um menor desempenho mental, mesmo em pessoas que ainda não atingiram a velhice. Avaliando cerca de 10,3 mil funcionários do governo britânico de meia-idade, os especialistas descobriram que os participantes com histórico de doença cardíaca tinham pior desempenho em testes de habilidades mentais, incluindo raciocínio, vocabulário, memória de curto prazo e fluência verbal. E os resultados se davam de forma independente da idade, sexo, escolaridade e uso de medicamentos. Segundo os autores, o estudo não explica a razão e não prova que os problemas cardíacos atrapalham as habilidades mentais. Eles destacam que hábitos não-saudáveis, como fumar, beber, ser sedentário e se alimentar mal, poderiam ser o elo entre os problemas, já que afetam cérebro e coração.

 

leia mais sobre a notícia em WebMD (em inglês)

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Limonada pode ajudar a prevenir pedra nos rins, dizem especialistas

O melhor para se manter hidratado, afastando os riscos de pedra nos rins, é tomar água, mas adicionar limão também pode ser uma boa idéia, segundo especialistas da Universidade Loyola, em Chicago, EUA. Segundo os pesquisadores, os limões são ricos em citratos, que podem reduzir ou inibir o crescimento dos cálculos renais, e que são, muitas vezes, prescritos pelos médicos em forma de comprimidos para o tratamento. No encontro anual da Associação Americana de Urologia, que acontece em Atlanta esta semana, a mesma equipe de pesquisadores recomendou, para pessoas com tendência a cálculos renais, a redução do consumo de chá gelado, que possui alta concentração de oxalato, substância associada às pedras nos rins.

leia mais sobre a notícia na CBSNews (em inglês)

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Pessoas que não têm refeições regulares são mais propensas à obesidade

A maioria das pessoas sabe que o que comemos afeta nossa saúde. Agora, um estudo do Instituto Karolinska, na Suécia, indica que a freqüência das refeições também é importante. Segundo os pesquisadores, pessoas que não têm hora para comer correm maior risco de desenvolver resistência à insulina – que pode levar ao diabetes – e síndrome metabólica, conjunto de fatores de risco para doenças cardiovasculares. Baseado em dados de mais de 4 mil pessoas com 60 anos de idade, o estudo mostrou que aqueles que raramente tinham refeições regulares apresentavam, em média, maior circunferência de cintura e mais problemas de gorduras no sangue (triglicérides), além de mais sinais de resistência à insulina do que aqueles que comiam mais regularmente o café-da-manhã, o almoço e o jantar. Com isso, eles recomendam a inclusão da freqüência nos conselhos alimentares para prevenção da síndrome.

 

leia mais sobre a notícia em Science Daily (em inglês)

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Estudo associa falta de sono e uso excessivo de internet e álcool à obesidade

Meninas e mulheres jovens que passam muito tempo na internet, dormem pouco e consomem álcool regularmente são mais propensas à obesidade, segundo estudo publicado no “The Journal of Pediatrics”. Avaliando mais de 5 mil garotas com idades entre 14 e 21 anos, os pesquisadores descobriram que, quanto mais tempo livre na internet, maior era o aumento do índice de massa corporal. E um padrão similar foi observado para o consumo de álcool e para a falta de sono. Eles destacaram que os efeitos em um ano eram modestos – por exemplo, uma garota de 19 anos com IMC médio ganharia 1,8 kg se estivesse no grupo de maior risco. Porém, com o tempo, esse aumento de peso poderia ser perigoso. Eles explicam que o tempo gasto no computador representa menos tempo de atividade física; a falta de sono deixa as pessoas cansadas e menos propensas a exercícios, além de afetar hormônios associados ao ganho de peso; e beber representa maior consumo de calorias.

leia mais sobre a notícia na Reuters Health (em inglês)


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Frutose se transforma rapidamente em gordura corporal, indica estudo

Um estudo recente da Universidade do Texas, nos EUA, indica que o organismo “produz” gordura da frutose com uma velocidade surpreendente. A frutose é uma forma simples de açúcar encontrado em altas quantidades em frutas e em alguns alimentos processados, e que é metabolizado de forma diferente de outros açucares, como a glicose e a sacarose. “Todos os três (açúcares) podem ser transformados em triglicérides, uma forma de gordura corporal, porém, uma vez que você inicia o processo de síntese de gordura da frutose, é difícil retardá-lo”, disseram os autores. Segundo eles, a frutose é menos controlada no fígado, contribuindo para maior síntese de triglicérides no órgão e maior armazenamento de gordura. Os autores recomendam que pessoas que tentam perder peso limitem a frutose, sem parar de comer frutas, apenas eliminado alimentos processados que contenham o açúcar.

 

leia mais sobre a notícia em Science Daily (em inglês)

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Estudo relaciona doenças coronárias com perda de raciocínio

As doenças coronárias estão relacionadas com a perda de raciocínio, vocabulário e fluência verbal, segundo um estudo publicado hoje no site do "European Heart Journal".

O relatório foi elaborado durante 17 anos com 5.837 ingleses.

Neste período, 11% sofreram doenças coronárias, explicou à Agência Efe a doutora Archana Singh-Manoux, principal autora do trabalho científico.

A capacidade cognitiva foi medida em pacientes que tinham cerca de 61 anos, uma idade na qual ainda não há outros fatores de risco que possam confundir os resultados.

O estudo demonstrou também que quanto mais se demora no diagnóstico, menor é o funcionamento cognitivo da pessoa, sobretudo nos homens.

"Não entendemos muito bem como funcionam as doenças coronárias nas mulheres, talvez porque há menos casos", apontou Singh.

Segundo a pesquisadora do University College de Londres e do Instituto Nacional de Saúde e Pesquisa Médica da França, os resultados do estudo apontam que caso fossem combatidos os fatores de risco das doenças coronárias, seria possível também enfrentar o desenvolvimento da demência em idades mais avançadas.

Estes fatores de risco são o tabagismo, a diabetes, pressão alta e colesterol. As melhores formas de prevenção seriam uma dieta balanceada, a prática de exercícios, além de manter uma vida longe do cigarro.

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Restaurantes de Nova York devem exibir calorias dos pratos no cardápio

Uma nova lei que exige que as cadeias de restaurante de Nova York exibam, no cardápio, informações sobre as calorias dos pratos começou a vigorar na última sexta-feira. A medida segue a linha da proibição da utilização de gordura trans pelos restaurantes, que começou a vigorar este mês. Segundo as autoridades de saúde, a nova regra poderá prevenir pelo menos 150 mil novaiorquinos de se tornarem obesos e 30 mil de desenvolver diabetes nos próximos cinco anos. Desde o último sábado, os inspetores podem aplicar multas de até US$ 2 mil em cadeias de fast-food e de restaurantes que não apresentarem a contagem de calorias nos cardápios com a mesma fonte e formato que são escritos os nomes dos pratos ou seu preço. Em abril, a associação de restaurantes apelou da decisão na justiça, mas regra foi mantida.

 

leia mais sobre a notícia na Reuters Health (em inglês)

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Estudo associa doença na gengiva a um maior risco de diabetes

Pessoas com doença moderada ou grave na gengiva podem ter um risco elevado de desenvolver diabetes tipo 2, segundo estudo publicado na revista “Diabetes Care”. Os pesquisadores da Universidade de Columbia avaliaram cerca de 9,3 mil adultos americanos, acompanhados por 17 anos. E descobriram que aqueles que apresentavam moderada doença na gengiva tinham o dobro do risco de diabetes, em relação às pessoas com a gengiva saudável. A perda substancial de dentes também foi associada a maior risco da doença – 70% maiores chances de ter diabetes. Segundo os autores, os resultados não provam que esses problemas bucais causam o diabetes, mas são importantes para mostrar que a doença gengival não é apenas uma conseqüência da doença metabólica. Os especialistas acreditam que a inflamação causada pela doença bucal possa afetar a sensibilidade à insulina.

leia o resumo da pesquisa em Diabetes Care (em inglês)


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Estudo indica benefícios da caminhada para a saúde dos idosos

Um novo estudo da Universidade da Geórgia, nos Estados Unidos, traz mais evidências sobre os benefícios da caminhada para a saúde dos idosos. Avaliando 26 idosos, os pesquisadores observaram que aqueles que mantiveram um programa de caminhadas por quatro meses tiveram melhoras significativas na saúde, com aumento da função física e da capacidade aeróbica, e redução de 41% no risco de incapacidade, comparados com aqueles que não caminhavam. No estudo, ambos os grupos tiveram aulas de educação nutricional, e um deles se encontrava três vezes por semana para 40 minutos de caminhada, com 10 minutos de aquecimento e alongamentos antes dos exercícios. Esse grupo teve a função física aumentada em 25%, enquanto, entre os sedentários, ouve redução de 8,3%

leia mais sobre a notícia em WebMD (em inglês)

 


 

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Dormir demais na pós-menopausa aumenta os riscos de derrame, diz estudo

Dormir regularmente nove horas ou mais por noite pode aumentar os riscos de derrame em mulheres na pós-menopausa, segundo estudo publicado na revista especializada “Stroke”. Na pesquisa, realizada nos Estados Unidos, das 93 mil participantes (de 50 a 79 anos de idade), apenas 5% dormiam nove horas ou mais por noite. Mas essas mulheres tinham de 60% a 70% maior risco de sofrer um derrame do que aquelas que dormiam por sete horas. Os autores ainda não sabem se isso ocorre por causa de apnéia do sono, por causa de um sono não-reparador ou por outras razões. Entre aquelas que dormiam menos de seis horas, o aumento no risco, em relação a sete horas de sono, era bem menor (14%). Os autores não confirmam se, com a diminuição das horas de sono das “dorminhocas”, há redução no risco. Mais estudos são necessários. 

leia mais sobre a notícia na Reuters Health (em inglês)

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Casamento pode proteger homens "bravos" contra o diabetes?

A hostilidade e a raiva, que estão associadas ao aumento dos níveis de glicose em homens solteiros não-diabéticos, parecem não ter os mesmos efeitos sobre os casados, segundo estudo da Universidade do Sul da Califórnia, nos EUA. Altos níveis de açúcar no sangue estão ligados ao aumento do risco de diabetes e doença arterial coronariana, e o efeito parece ser pior em pessoas com personalidade hostil e nervosa, chamada de traços de comportamento “tipo A”. No estudo, a análise de 485 homens saudáveis com idades entre 52 e 66 anos indicou que a hostilidade e a raiva estavam associadas aos níveis de glicose nove anos depois, mas essa relação só foi significativa para homens não-casados. Os autores especulam que os níveis de glicose são menores nos casados por causa das esposas, “que os ajudam a manter um estilo de vida mais saudável”.

 

leia mais sobre a pesquisa em Diabetes Care (em inglês)


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Consumo de chá pode ajudar a preservar a memória de idosos, diz estudo

Beber chá frequentemente pode ajudar a saúde mental dos idosos, preservando a memória e reduzindo os riscos de declínio cognitivo, segundo estudo da Universidade de Cingapura. Avaliando 2,5 mil pessoas com idades acima dos 55 anos, os cientistas observaram que os participantes que não consumiam a bebida tiveram, nos dois anos de acompanhamento, queda média de dois pontos em testes de memória; enquanto aqueles que bebiam pelo menos duas xícaras por dia mantiveram os mesmos resultados nos testes cognitivos. Segundo os autores, os efeitos protetores do chá se devem a substâncias como o polifenol (com propriedades antioxidantes) e a teanina (que tem efeito relaxante), além do efeito sinérgico de vários componentes. E a descoberta poderia auxiliar na prevenção de demência e doença de Alzheimer.

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Vizinhança pode influenciar o risco de ter pressão alta, indica pesquisa

Um estudo realizado nos Estados Unidos indica que pessoas que vivem em vizinhanças com mais oportunidades de exercícios (áreas de lazer e ruas que facilitem as caminhadas), menor criminalidade, melhores lojas de conveniência ou mercearias, e um maior senso de comunidade têm menor risco de ter pressão alta. Avaliando mais de 2,6 mil pessoas com idades entre 45 e 85 anos, os pesquisadores da Universidade de Michigan concluíram que o desenvolvimento de melhores vizinhanças pode ser benéfico para a saúde cardiovascular das pessoas. Aquelas que viviam em áreas mais caminháveis, por exemplo, eram 25% menos propensas a ter pressão alta. De acordo com os autores, esse efeito ocorre devido à maior nível de atividade física, melhor alimentação e menos estresse dessas pessoas.

 

leia mais sobre a pesquisa em Epidemiology (em inglês)

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Maioria dos alimentos direcionados às crianças têm pouco valor nutricional

A maioria dos produtos alimentícios direcionados especificamente às crianças tem valor nutricional pobre, com quase 90% contendo altos níveis de açúcar, gordura ou sódio, segundo estudo da Universidade de Calgary, no Canadá. Os especialistas pesquisaram 367 produtos, incluindo aqueles com personagens de desenhos animados na embalagem. E, de acordo com os autores, quase 70% dos produtos, excluindo bebidas não-alcoólicas, confeitaria e panificação, derivam alta proporção das calorias do açúcar. Além disso, um em cinco tem altos níveis de gordura, e 17% contém excesso de sódio. O que mais preocupa, principalmente em relação à obesidade infantil, é que 62% dos produtos com má qualidade nutricional tinham, na frente da embalagem, alegações positivas sobre o produto.

leia mais sobre a notícia na Reuters Health (em inglês)


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Dietas mediterrânea e pobre em carboidratos emagrecem, diz estudo

Tanto a dieta mediterrânea quanto a dieta pobre em carboidratos são seguras e até mais eficazes do que uma alimentação pobre em gorduras para perder peso, segundo estudo publicado no “The New England Journal of Medicine”. De acordo com os autores, a primeira, rica em vegetais e pobre em carnes vermelhas, tem efeitos mais favoráveis na glicose, enquanto a segunda, na gordura corporal. Avaliando, durante dois anos, 332 pessoas moderadamente obesas, pesquisadores israelenses observaram que, com a mesma restrição de calorias, as pessoas que fizeram a dieta pobre em gorduras perderam apenas 2,9 kg , comparados com os 4,4 kg da dieta mediterrânea e 4,7 kg da pobre em carboidratos. E os autores destacam que essas taxas de redução no peso são comparáveis aos resultados dos medicamentos para emagrecer.

leia mais sobre a pesquisa no NEJM (em inglês)

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Homens e mulheres precisam de dietas diferentes, indica estudo

Um estudo inédito da Universidade de Sidney, na Austrália, indica que homens e mulheres precisam de uma alimentação diferente para viver mais e ter melhor sucesso reprodutivo. Em estudos de longo prazo com grilos pretos, os pesquisadores observaram que o tempo de vida de machos e fêmeas era prolongado com uma dieta rica em carboidratos e pobre em proteínas. Mas a dieta para o sucesso reprodutivo diferia muito entre os sexos com a mudança da razão carboidrato-proteína – os machos tinham vida mais longa e mais sucesso reprodutivo com uma taxa de oito (carboidratos) por um (proteínas), e as fêmeas com uma razão um por um. Porém, as escolhas alimentares eram quase as mesmas, fruto de um tipo de “compromisso partilhado”. Segundo os autores, de certa forma, essa lógica seria aplicada a homens e mulheres, que precisam de alimentos diferentes, mas acabam tendo a mesma dieta.

leia mais sobre a notícia em Science Daily (em inglês)

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Otimismo pode ajudar a prevenir problemas cardiovasculares, diz estudo

Homens que acreditam correr pouco risco de ataque cardíaco podem viver mais do que os mais pessimistas, segundo estudo da Universidade de Rochester, nos Estados Unidos. Em pesquisa com mais de 2,8 mil adultos, acompanhados por 15 anos, os especialistas notaram que aqueles que pensavam ter um risco de infarto menor do que a média eram 70% menos propensos a sofrer um ataque cardíaco ou um derrame. Mas esse efeito não foi observado entre as mulheres. De acordo com os autores, embora esperamos que as pessoas que temem o infarto sejam mais cuidadosas com a saúde, na verdade, elas acabariam optando por hábitos não-saudáveis, como o fumo, a bebida, e a compulsão em comer, para lidar com o medo. Além disso, o estresse crônico pode ter efeito psicológico direto no sistema cardiovascular. 

leia mais sobre a notícia na Reuters Health (em inglês)

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Exercícios físicos podem reduzir os efeitos do mal de Alzheimer?

Manter a boa forma física pode ser o segredo para amenizar o agravamento da doença de Alzheimer, segundo estudo americano publicado na revista “Neurology”. Avaliando 121 pessoas com 60 anos de idade ou mais – cerca de metade nos estágios iniciais da doença, e a outra metade saudável – os pesquisadores descobriram que aqueles com pior condicionamento físico tinham quatro vezes mais sinais de encolhimento do cérebro do que aqueles em melhor forma. De acordo com os autores, as pessoas com a doença em estágio inicial “podem preservar sua função cerebral por um período mais longo exercitando-se regularmente e reduzindo potencialmente o volume cerebral perdido”. Sendo esse o primeiro estudo a investigar a relação entre as condições cardiorespiratórias e o Alzheimer, mais pesquisas são necessárias.

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Aquecimento global aumentará casos de pedras nos rins, diz estudo

O aquecimento no clima pode deixar os casos de pedras nos rins mais comuns nos Estados Unidos, segundo pesquisa da Universidade do Texas, em Dallas. De acordo com os especialistas, a lógica disso está no fato de das temperaturas mais quentes significarem mais perda de líquidos, o que poderia aumentar o número de casos de cálculos renais. Os cientistas avaliaram a prevalência do problema no país e a expectativa anual de aumento da temperatura nas próximas décadas. E concluíram que até o ano de 2050, os casos de pedras nos rins aumentarão de 1,6 milhões para 2,2 milhões, com um aumento de mais de 30% em algumas áreas. Os autores destacam que isso poderá ocorrer também em outros países, e que será mais um desafio na adaptação às mudanças climáticas.

 

leia mais sobre a pesquisa no PNAS (em inglês)

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Pré-hipertensão antes dos 35 anos aumentam os riscos de aterosclerose

Aproximadamente uma a cada cinco pessoas com menos de 35 anos de idade apresentam pré-hipertensão (pressão um pouco acima do normal) e, segundo estudo da Universidade da Califórnia, essas pessoas correm mais risco de coágulos e calcificação na artéria coronária mais tarde. E essa calcificação é um sinal de aterosclerose, importante indicador de futuro infarto ou derrame. Na pesquisa, os cientistas analisaram 15 a 20 anos de medição da pressão, tomadas em sete ocasiões diferentes, de 3560 pessoas com idades entre 18 e 30 anos, além de realizarem uma tomografia computadorizada perto do final do período de acompanhamento para avaliação da artéria coronária. E notaram que a quantidade de placas de cálcio estava diretamente associada ao tempo em que os participantes tinham pré-hipertensão e a maior medida da pressão.

 

leia mais sobre a notícia em WebMD (em inglês)


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RELOGIOS DO MUNDO

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Estudo indica kiwi como umas das frutas com mais antioxidantes

Um estudo do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos sugere que o kiwi está entre as frutas com maior quantidade de antioxidantes, incluindo vitaminas e flavonóides, que podem neutralizar radicais livres associados a doenças crônicas e ao envelhecimento. Nos testes, os pesquisadores mediram os níveis de antioxidantes no organismo de sete mulheres, registrando aumentos na capacidade antioxidante do sangue e aumentos na resistência das células ao dano oxidativo após o consumo das frutas. E eles observaram que, em relação à oferta de antioxidantes, os kiwis alcançaram uma pontuação de 12,5, contra 4,2 de uvas e 1,7 dos morangos, frutas reconhecidamente ricas em componentes saudáveis. Segundo os autores, o consumo do kiwi foi responsável por maior metabolismo e absorção de antioxidantes.

 

leia mais sobre a notícia em FlexNews (em inglês)

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Alimentação rica em frutas e verduras reduz risco de câncer colorretal

Uma alimentação rica em frutas e verduras e pobre em carnes e batatas está significativamente associada à redução dos riscos de desenvolver câncer colorretal, segundo estudo publicado, neste mês, no “The American Journal of Clinical Nutrition”. Avaliando mais de 293 mil homens e mais de 198 mil mulheres, pesquisadores dos Estados Unidos, da Suécia e do Reino Unido descobriram que os homens com maior ingestão de frutas e verduras tinham 19% menor risco da doença, comparados com aqueles com menor consumo. Além disso, homens e mulheres com um padrão de consumo pobre em gorduras tinham também menos chances de desenvolver a doença. Por outro lado, um padrão alimentar rico em carnes foi associado a aumento no risco tanto em homens (17%) quanto nas mulheres (48% maior risco).

leia mais sobre a pesquisa no AJCN (em inglês)

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Cacau pode reduzir pressão de pessoas acima do peso, indica estudo

O consumo de cacau, seja em forma de chocolate amargo ou de bebida, pode reduzir a pressão sangüínea de pessoas com sobrepeso, segundo estudo publicado no “The American Journal of Clinical Nutrition”. Avaliando, com testes de pressão e ultrasom, 45 adultos saudáveis com índice de massa corporal no limite entre sobrepeso e obeso, os pesquisadores descobriram que aqueles que consumiram uma barra de chocolate contendo 22 g de cacau tinham melhor pressão e melhor funcionamento dos vasos sangüíneos do que aqueles que comeram uma barra sem cacau. Da mesma forma, bebendo duas xícaras de cacau, principalmente sem açúcar, os participantes apresentavam melhoras, em comparação com aqueles que tomaram uma bebida livre de cacau. Porém, os autores não recomendam um alto consumo desses alimentos, por causa de seu elevado nível calórico.

leia mais sobre a notícia em WebMD (em inglês)

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Perder o emprego é mais traumático do que ficar viúvo, diz estudo

Um estudo alemão publicado na revista especializada “Economic Journal” sugere que perder o emprego é mais traumático do que ficar viúvo ou divorciado. Analisando, durante 20 anos, o nível de satisfação de centenas de alemães, os pesquisadores observaram que fatos como ter filhos ou o casamento trazem maior grau de felicidade, mas apenas temporariamente (média de dois anos de "felicidade" após o nascimento), pois o nível básico de felicidade permaneceria o mesmo durante toda a via adulta. E, mesmo após acontecimentos traumáticos, as pessoas se recuperam voltando ao nível básico. A pesquisa constatou também que a perda de um emprego causou uma “baixa” mais duradoura nos participantes, durando cinco anos após a ocorrência, e que deprime mais os homens. E, em outros eventos, a recuperação seria mais rápida.

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DEFICIÊNCIAS - Mario Quintana 


'Deficiente'
é aquele que não consegue modificar sua vida, aceitando as imposições de outras pessoas ou da sociedade em que vive.
'Louco'
é quem não procura ser feliz com o que possui.
'Cego'
é aquele que não vê seu próximo morrer de frio, de fome, de miséria, e só tem olhos para seus míseros problemas e pequenas dores.
'Surdo'
é aquele que não tem tempo de ouvir um desabafo de um amigo, ou o apelo de um irmão. Pois está sempre apressado para o trabalho e quer garantir seus tostões no fim do mês.
'Mudo'
é aquele que não consegue falar o que sente e se esconde por trás da máscara da hipocrisia.
'Paralítico'
é quem não consegue andar na direção daqueles que precisam de sua ajuda.
'Diabético'
é quem não consegue ser doce.
'Anão'
é quem não sabe deixar o amor crescer. E, finalmente, a pior das deficiências é ser miserável, pois:

'Miseráveis'
são todos que não conseguem falar com Deus.

'A amizade é um amor que nunca morre'
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Pessoas que pensam demais em dinheiro trabalham mais e interagem menos

Um estudo realizado nos Estados Unidos sugere que o dinheiro pode incentivar as pessoas a trabalhar duro e serem mais auto-suficientes na função, mas, por outro lado, de alguma forma, desencoraja as interações sociais positivas. Os pesquisadores das Universidades de Minnesota, do estado da Flórida e de British Columbia conduziram uma série de experimentos nos quais os participantes eram incitados a pensar em dinheiro de várias formas. E os resultados indicaram que aqueles que pensavam muito em dinheiro eram menos inclinados a ajudar alguém na necessidade e mais propensos a trabalhar sozinhos do que interagir com os outros. Além disso, eles também tendiam a trabalhar mais tempo em tarefas desafiadoras sem pedir ajuda.

leia mais sobre a notícia em WebMD (em inglês)

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Metade dos não-fumantes nos EUA fumam passivamente, indica estudo

Quase metade dos não-fumantes nos Estados Unidos são expostos ao fumo passivo, segundo especialistas dos Centros de Prevenção e Controle de Doenças (CDC). Apesar da taxa de exposição ao fumo passivo ter reduzido desde o final da década de 80, testes dos CDC indicaram que 46% dos não-fumantes apresentam níveis detectáveis no sangue de cotinina, um indicador bioquímico de exposição ao tabaco. De acordo com as estimativas, no período entre 1999 e 2004, as crianças eram quatro vezes mais propensas a serem expostas ao fumo passivo em casa do que os adultos – 23,8%, contra 5,9%. E, segundo especialistas, o fumo passivo ainda é responsável por 3,4 mil mortes por câncer de pulmão e de 22,7 mil a 69,6 mil mortes por doença cardíaca todos os anos nos EUA.

 

leia mais sobre a notícia em MarketWatch (em inglês)


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Cresce a taxa de câncer de pele entre mulheres jovens nos EUA

Um estudo dos Institutos Nacionais de Saúde dos Estados Unidos sugere que as taxas de melanoma estão crescendo entre as mulheres jovens, mas não entre os homens jovens. Avaliando dados de mulheres com idades de 15 a 39 anos, os pesquisadores notaram um aumento na incidência do câncer de pele desde os anos 90, enquanto, entre os homens, ela permaneceu bastante estável no período entre 1980 e 2004. Os autores destacam que ainda não estão claras as razões, mas outras pesquisas trazem evidências que podem ajudar a entender: há cada vez mais pessoas, nos EUA, tendo queimaduras de sol, com maior incidência entre aquelas com idades entre 16 e 18 anos; essa faixa etária passou mais dias na praia em 2004, em comparação com 1998; mais pessoas jovens, principalmente mulheres, estão fazendo bronzeamento artificial, cuja radiação ultravioleta tem sido relacionada ao melanoma.

 

leia mais sobre a notícia em WebMD (em inglês)

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Cientistas coreanos estudam vacina derivada do tomate contra Alzheimer

O tomate pode ser um forte candidato a servir de base para o desenvolvimento de uma vacina contra a doença de Alzheimer, segundo pesquisa do Instituto de Biociência e Biotecnologia da Coréia do Sul. No estudo, os cientistas inseriram um gene da proteína beta-amilóide (cujo acúmulo no cérebro está ligado às causas da doença) no genoma do tomate e mediu as respostas imunológicas de ratos às proteínas tóxicas derivada do tomate. Os animais foram imunizados oralmente com o tomate transgênico uma vez por semana durante três semanas e receberam um reforço sete semanas depois. E, analisando o sangue dos roedores, os cientistas observaram uma forte resposta imunológica após o reforço, com a produção de anticorpos para a proteína. Apesar de não ter mostrado uma redução nas placas no cérebro dos animais, os cientistas acreditam que esse pode ser um passo importante para a produção da vacina.

leia mais sobre a notícia em EurekAlert (em inglês)

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Ciclismo pode atrapalhar vida sexual masculina, segundo especialistas

Homens que andam muito de bicicleta podem ter problemas nos órgãos sexuais, como dormência, problemas de ereção e dor, segundo artigo publicado na revista “BJU International”. De acordo com o cirurgião urológico Vinod Nargund, do hospital Homerton, em Londres, homens que usam excessivamente a bicicleta podem ter também mudanças no esperma por causa do calor na área pélvica, e têm maior risco de danos nos testículos e de problemas na função testicular. E aqueles que gostam de “fazer trilha” parecem estar sob maior risco, apresentando maior nível de anormalidades no escroto por causa do maior impacto. “O selim da bicicleta está em contato direto com o períneo e suas estruturas subjacentes. Ele faz contato bem atrás do escroto, onde os nervos e vasos sangüíneos entram no escroto e no pênis”, explicou o autor. Por isso, ele destacou a importância de shorts especiais e protetores de selim para redução dos riscos.

leia mais sobre a notícia em Science Daily (em inglês)

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Estudo com ratos sugere que parar de beber pode causar depressão

Um estudo da Universidade da Carolina do Norte, nos Estados Unidos sugere que parar de beber pode causar sintomas depressivos e a redução da capacidade do cérebro produzir novos neurônios. Em testes com ratos, os cientistas observaram que, em animais que consumiram álcool voluntariamente por 28 dias, comportamentos depressivos foram evidentes 14 dias após os cientistas retirarem o álcool de sua dieta. Segundo os autores, os resultados mostram uma relação causal entre abstinência de álcool e depressão. “Isso sugere que pessoas que param de beber podem experimentar estados negativos de humor dias ou semanas depois do álcool ter sido limpado de seus sistemas”, disseram os especialistas.

 

leia mais sobre a notícia em Nature (em inglês)

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Fisicamente ativos têm menor risco de desenvolver câncer, diz estudo

Pessoas fisicamente ativas são menos propensas do que as sedentárias a desenvolver câncer, segundo estudo liderado pelo Ministério da Saúde japonês. Avaliando cerca de 80 mil pessoas com idades entre 45 e 74 anos, os pesquisadores observaram que os homens do grupo mais ativo tinham 13% menor risco de desenvolver câncer, comparados com o grupo menos ativo. E as mulheres mais fisicamente ativas tinham 16% menor risco em relação às sedentárias. O estudo examinou o nível de atividades físicas no dia-a-dia de forma geral, e não apenas a prática de exercícios. E os resultados mostraram a tendência de serem mais prevalentes para os riscos de câncer de cólon, fígado e pâncreas nos homens, e de câncer no estômago nas mulheres.

 

leia mais sobre a notícia na Reuters Health (em inglês)

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Quem come devagar ingere menos calorias, indica estudo

Comer devagar, mastigando bem o alimento, pode encorajar as pessoas a consumir menos calorias, segundo estudo publicado no “American Journal of Clinical Nutrition”. Os pesquisadores descobriram que, quando 30 mulheres jovens comiam massa com tomate e queijo mais lentamente, mastigando cuidadosamente, elas consumiam 70 calorias a menos, além de se sentirem mais satisfeitas após a refeição. Segundo os autores, os resultados dão sustentação científica a essa prática tão recomendada para a redução do peso. Os especialistas acreditam que isso acontece porque uma refeição mais lenta permite que o organismo dê os sinais naturais de saciedade, como distensão do estômago e mudanças nos hormônios associados ao apetite, que alertam para a hora de parar de comer. Mais estudos são necessários.

 

leia mais sobre a notícia na Reuters Health (em inglês)

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"Diário alimentar" pode ajudar a perder peso, indica estudo

Pessoas que mantêm um diário onde escrevem seus hábitos alimentares são mais bem sucedidas em perder peso, segundo estudo publicado na edição de agosto do “American Journal of Preventive Medicine”. Avaliando 1,7 mil pessoas acima do peso que participaram de um programa de emagrecimento, pesquisadores americanos descobriram que aqueles que escrevem um “diário alimentar” todos os dias perdem duas vezes mais peso, em seis meses, do que aqueles que não têm essa prática. Segundo os autores, quanto mais registros as pessoas fazem, mais peso elas perdem, o que mostra que “o simples ato de escrever o que se come encoraja as pessoas a consumir menos calorias”. Mas eles destacam que esse é apenas um instrumento que foi utilizado junto com aulas sobre nutrição, conselhos para a redução do consumo de calorias e aumento da ingestão de frutas e verduras, além de exercícios regulares.

 

leia mais sobre a notícia em WebMD (em inglês)

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"Diário alimentar" pode ajudar a perder peso, indica estudo

Pessoas que mantêm um diário onde escrevem seus hábitos alimentares são mais bem sucedidas em perder peso, segundo estudo publicado na edição de agosto do “American Journal of Preventive Medicine”. Avaliando 1,7 mil pessoas acima do peso que participaram de um programa de emagrecimento, pesquisadores americanos descobriram que aqueles que escrevem um “diário alimentar” todos os dias perdem duas vezes mais peso, em seis meses, do que aqueles que não têm essa prática. Segundo os autores, quanto mais registros as pessoas fazem, mais peso elas perdem, o que mostra que “o simples ato de escrever o que se come encoraja as pessoas a consumir menos calorias”. Mas eles destacam que esse é apenas um instrumento que foi utilizado junto com aulas sobre nutrição, conselhos para a redução do consumo de calorias e aumento da ingestão de frutas e verduras, além de exercícios regulares.

 

leia mais sobre a notícia em WebMD (em inglês)

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Especialistas indicam seis passos para viver mais e ter coração saudável

Para viver mais e ter um coração mais saudável, a Associação Americana do Coração, a Associação Americana de Diabetes e a Sociedade Americana do Câncer recomendam seis passos que poderia prevenir mais de 27 milhões de ataques cardíacos e cerca de 10 milhões de derrames nos próximos 30 anos só nos EUA. Parar de fumar; manter o índice de massa corporal fora do grupo dos obesos; manter o colesterol “ruim” (LDL) sob controle; ter a pressão sangüínea normal; controlar o açúcar no sangue, principalmente se for diabético; e tomar aspirina se for recomendado por um médico por causa do risco cardíaco. Segundo estimativas com base em estudos conduzidos entre 1998 e 2004, com essas atitudes, uma pessoa pode viver 1,3 anos a mais em média, reduzindo o risco de infarto em 63% e de derrame em 31% . Assim, os especialistas sugerem que a prática de atividades físicas e uma alimentação adequada são os principais “segredos” para a saúde cardíaca.

leia mais sobre a notícia em WebMD (em inglês)

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Algumas crianças pequenas devem fazer exame de colesterol

Crianças e adolescentes com histórico familiar de colesterol alto ou doença cardíaca, além daqueles com histórico pessoal de obesidade, pressão alta ou diabetes, devem passar pela checagem do colesterol, segundo as novas recomendações anunciadas pela Academia Americana de Pediatria nesta semana. E os especialistas defendem que a triagem aconteça após dois anos de idade, e não comece apenas depois dos 10 anos. Além disso, eles recomendam que, se os resultados dos testes de triagem estiverem normais, eles devem ser repetidos em três ou cinco anos. Quanto ao tratamento, agentes redutores de colesterol devem ser administrados em crianças com mais de oito anos de idade com altos níveis de LDL (colesterol “ruim”). E para os mais novos, deve haver uma abordagem não-medicamentosa, com redução do peso, aumento da atividade física e nutrição adequada.

 

leia mais sobre a notícia na Reuters Health (em inglês)

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Estudos associam pressão alta a um maior risco de demência

Dois estudos britânicos indicam que o controle da pressão alta pode reduzir consideravelmente o risco de demência. No primeiro, cientistas do Imperial College London descobriram que pacientes idosos que estavam sendo tratados contra pressão alta tinham 13% menos risco de desenvolver a doença. As razões pelas quais a hipertensão aumenta os riscos de demência não foram explicadas, mas vários especialistas acreditam que o motivo seja a redução do fluxo sangüíneo para o cérebro, o que levaria a uma falta de oxigênio. O outro estudo, realizado pela ONG Alzheimer’s Society, sugere que a demência vascular tem seis vezes mais chances de se desenvolver em pacientes com pressão alta com idades entre 40 e 50 anos. Segundo eles, se o tratamento contra a pressão alta fosse administrado corretamente, 15 mil vidas poderiam ser salvas na Grã-Bretanha todos os anos.

 

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Maioria do câncer de mama em homens é descoberto em estágio avançado

Os homens, que respondem por apenas 1% dos casos de câncer de mama, freqüentemente não são tratados antes que a doença de dissemine para outras partes do corpo, segundo estudo italiano apresentado em conferência da Sociedade Européia de Oncologia Médica, na Suíça. Avaliando 146 homens com câncer de mama invasivo diagnosticado no período entre 1990 e 2007, os pesquisadores descobriram que normalmente a doença já alcançou o estágio avançado quando é diagnosticada – cerca de 60%. E, quando o câncer é diagnosticado tardiamente, a taxa de sobrevivência em 10 anos livre da doença é de apenas 44% (naqueles com tumores maiores), contra 80% entre aqueles nos estágios iniciais. Segundo os autores, isso demonstra a importância de se considerar suspeito qualquer caroço na mama masculina.

 

leia mais sobre a notícia em Medscape (em inglês)

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Consumo excessivo de soja pode atrapalhar a memória, indica estudo

Apesar de todos os benefícios comprovados da soja, o consumo freqüente de produtos derivados, como o tofu, pode contribuir para a perda de memória na velhice, segundo especialistas das universidades britânicas Loughborough e Oxford. Com base em um estudo que avaliou 719 idosos indonésios, os pesquisadores sugerem que aqueles que comem soja pelo menos duas vezes por dia têm 20% menos funcionamento da memória do que aqueles que ingerem o alimento em menores quantidades. E, segundo os autores, os maiores efeitos são observados entre os vegetarianos e entre as mulheres idosas. Eles destacam que o consumo da soja tem crescido no ocidente e ela é promovida como “super-alimento”, mas ainda não está claro o efeito dos fitoestrogênios, presentes no alimento, para o envelhecimento cerebral.

leia mais sobre a notícia no Daily Mail (em inglês)

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Estudo liga deficiência de vitamina D na gestante a cárie nos filhos

Baixos níveis de vitamina D na gestante podem afetar a calcificação primária dos dentes do bebê, levando a defeitos no esmalte, que é um fator de risco para cáries na infância, segundo estudo da Universidade de Manitoba, no Canadá. Avaliando 206 mulheres no segundo trimestre de gravidez, os pesquisadores descobriram que apenas 10,5% apresentavam níveis adequados da vitamina, que estão relacionados com a freqüência de consumo de leite e suplementação vitamínica. Entre os 135 bebês analisados, 21,6% tinham problemas no esmalte, e 33,6% tiveram cáries no início da infância. E as participantes cujos filhos ainda novos tiveram cáries apresentaram menores níveis de vitamina D durante a gestação.

 

leia mais sobre a notícia em Science Daily (em inglês)

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Composto nas uvas poderia prevenir câncer de mama, diz estudo

Testes em laboratório realizados na Universidade de Nebraska, nos Estados Unidos, indicam que um composto presente no vinho tinto e em alguns sucos de uva, chamado resveratrol, suprime a formação de células anormais que podem levar ao desenvolvimento do câncer de mama. Na pesquisa, o resveratrol suprimiu a expressão do gene CYP1B1 e a formação de 2,3,7,8-Tetraclorodibenzo-p-dioxina, dois conhecidos fatores de risco para a doença. De acordo com os autores, o resveratrol age na primeira fase da doença, bloqueando o efeito tóxico do estrogênio. Os resultados devem ser confirmados em estudos maiores com testes em humanos. Enquanto isso, o consumo de vinho não é indicado para a prevenção, pois a ingestão de bebidas alcoólicas é reconhecido fator de risco para diversos tipos de câncer, incluindo de mama. 

leia mais sobre a notícia em WebMD (em inglês)

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Ômega-3 pode prevenir recorrência de derrame, diz estudo

O consumo de ômega-3, presente em peixes gordurosos como o salmão e a sardinha, pode ajudar a proteger pacientes de sofrer um segundo derrame, de acordo com estudo japonês publicado na revista especializada “Stroke”. Em um estudo com mais de 18 mil pessoas que estavam tomando baixa dose de estatinas para redução do colesterol, os pesquisadores descobriram que a adição de ácido eicosapentaenóico (EPA, forma essencial de ômega-3) não reduz a ocorrência do primeiro derrame, mas previne a recorrência do problema. As taxas de primeiro derrame foram de 1,3% no grupo que tomava 1800 miligramas diárias de EPA e 1,5 naqueles que não tomavam o ômega-3 – diferença insignificante. Porém, as taxas de recorrência foram de 6,8% e 10,5%, respectivamente, atestando o efeito protetor do composto. Mais estudos são necessários para desvendar os mecanismos responsáveis pela proteção.

leia mais sobre a pesquisa no Stroke (em inglês)

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Fumantes sofrem mais de dor crônica nas costas, indica pesquisa

Os fumantes sofrem mais de dor crônica nas costas, segundo pesquisa do Instituto Robert Koch, instituição federal alemã responsável pelo controle e prevenção de doenças. Avaliando dados de mais de 8 mil pessoas que foram entrevistadas pelo telefone, os pesquisadores descobriram que os fumantes e ex-fumantes sofrem de dor crônica nas costas com muito mais freqüência do que os não-fumantes. Aqueles que consumiram tabaco por mais de 16 anos tinham o dobro de probabilidade de sofrer do problema do que aqueles que fumaram por menos de dez anos. A freqüência e a quantidade pareceram não influenciar nos resultados. Os autores destacam, porém, que isso não prova que o fumo causa dor nas costas, pois pode ser possível que algumas pessoas com o problema fumem para aliviar a dor. Mais estudos são necessários.

 

leia mais sobre a notícia em EurekAlert (em inglês)


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Especialistas italianos recomendam exame cardíaco a todos os atletas

Todos os atletas competitivos deveriam ser examinados quanto à saúde cardíaca, pois, a cada três dias, morre um atleta nos Estados Unidos com algum distúrbio cardíaco não-identificado, segundo especialistas da Universidade de Florença, na Itália. No país europeu, desde a década de 80, os esportistas são obrigados a passar duas vezes pelo exame do eletrocardiograma antes das competições – no período descanso, e enquanto se exercitam. Avaliando dados de mais de 30 mil atletas, os especialistas descobriram que 1,2% dos participantes apresentavam resultados anormais nos testes no período de descanso, enquanto 5% apresentavam alguma anormalidade cardíaca durante os exercícios. E a média de idade desses com problemas foi de 30,9 anos, contra 24,9 anos daqueles com resultado normal.

leia mais sobre a pesquisa no BMJ (em inglês)

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Chá verde ajuda a prevenir doenças cardiovasculares, indica estudo

Mesmo poucas xícaras de chá verde por dia podem ajudar a prevenir doença cardíaca, segundo estudo da Escola Médica de Atenas, na Grécia. Os resultados dos testes indicaram que o consumo do chá melhora rapidamente o funcionamento das células que recobrem o interior dos vasos sangüíneos, melhorando o fluxo do sangue e o relaxamento das artérias, o que reduz a progressão principalmente da aterosclerose. No estudo, os especialistas deram, em momentos distintos, chá verde, cafeína diluída e água quente a 14 voluntários saudáveis. E, medindo a função das células endoteliais do sistema circulatório, eles observaram, em apenas 30 minutos, um efeito benéfico do consumo de chá verde. Segundo os autores, esse efeito poderia ser explicado pela grande quantidade de flavonóides no chá, compostos com efeitos antioxidantes.

leia mais sobre a notícia em Science Daily (em inglês)


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Estudo indica que problemas com o sono aumentam com a menopausa

As dificuldades para cair no sono e permanecer dormindo aumentam quando as mulheres atingem a menopausa, segundo estudo da Universidade Rush, nos Estados Unidos. Publicado na edição de julho da revista “Sleep”, o estudo também indica que, pouco antes da menopausa, aumentam as chances de acordar antes do previsto, fato que passa a acontecer em menor escala quando as mulheres passam da menopausa. Avaliando mais de 3 mil mulheres com idades entre 42 e 52 anos, os pesquisadores também observaram que as mulheres brancas são mais propensas a ter problemas em permanecer dormindo nesse período, enquanto as hispânicas são menos propensas a acordar diversas vezes durante a noite. Embora haja evidências de que a terapia de reposição hormonal possa reduzir esses sintomas, os autores destacam que mais estudos são necessários.

 

leia mais sobre a notícia em EurekAlert (em inglês)


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Ioga pode ajudar pessoas com insuficiência cardíaca, sugere estudo

A prática de ioga pode ajudar na recuperação de pacientes com insuficiência cardíaca, segundo estudo publicado no “Journal of Cardiac Failure”.  Os resultados do estudo americano indicaram que pacientes que participam de um programa de ioga, que combina exercícios físicos e respiratórios, junto ao tratamento convencional podem melhorar a tolerância a exercícios, reduzir os níveis de inflamação e aumentar sua qualidade de vida. Foram avaliados 19 pacientes com insuficiência cardíaca. E aqueles que participaram de um programa de oito semanas de ioga aliado ao tratamento normal tiveram evolução na realização de exercícios (18%, contra uma piora de 7,5% no grupo que fazia apenas o tratamento convencional) e redução nos marcadores inflamatórios IL-6 e PCR. Além disso, na medida de qualidade de vida houve melhora de 25,7% nos praticantes de ioga, contra apenas 2,9% do outro grupo.

leia mais sobre a pesquisa no JCF (em inglês)


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Pessoas com HIV estão vivendo cada vez mais, indica estudo

As pessoas com HIV nos países desenvolvidos não são mais propensas a morrer nos primeiros cinco anos após a infecção, segundo anunciaram, ontem, especialistas do Conselho de Pesquisa Médica da Grã-Bretanha. Em estudo com mais de 13 mil pessoas infectadas por relação sexual, os pesquisadores compararam suas taxas de mortalidade nos primeiros cinco anos após a infecção com a de pessoas não-infectadas da mesma idade, gênero e país. E descobriram que a taxa, entre os infectados, variava de 8% a 20% antes de 1996, quando os coquetéis de medicamentos ainda não eram largamente disponíveis, reduzindo a cada ano, após esse período, até chegar a zero em 2000, em comparação com a população em geral. E o risco de morte volta a aumentar após cinco anos, segundo os autores, porque os pacientes se tornam menos propensos a seguir regularmente ou a tolerar o tratamento.

 

leia mais sobre a notícia na Reuters Health (em inglês)

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Estudo indica que comer brócolis pode proteger contra câncer de próstata

Um estudo publicado na revista especializada “PLos ONE” traz novas evidências de que o consumo de mais de uma porção de brócolis por semana pode reduzir o risco de desenvolver câncer de próstata. Os resultados do estudo indicam que a ingestão do vegetal tem grande efeito na expressão do gene GSTM1 e em processos de sinalização das células associados a inflamações e à carcinogenese na próstata. Os testes foram realizados com tecidos da próstata retirados de voluntários que passaram 12 meses com uma dieta rica em brócolis ou rica em ervilha (quase 400g por semana). E os autores descobriram que um componente do brócolis chamado sulforafano cumpre papel importante na proteção. Eles destacaram que o estudo oferece, pela primeira vez, evidências experimentais em humanos de que dietas ricas em vegetais crucíferos podem reduzir o risco de câncer de próstata.

 

leia mais sobre a pesquisa em PLos ONE (em inglês)


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Componente da melancia têm mesmo efeito do viagra, sugere estudo

A melancia tem componentes que podem desencadear efeitos similares ao viagra nos vasos sangüíneos e até aumentar a libido, segundo estudo da Universidade Texas A&M, nos Estados Unidos. De acordo com os autores, boa parte dos muitos benefícios que a fruta apresenta para a saúde pode ser atribuída aos fito-nutrientes, compostos naturais que podem reagir com o organismo para desencadear reações saudáveis. Entre eles estão o licopeno, o beta-caroteno e principalmente a citrulina. Esse último, após a ingestão da melancia, seria convertido, com ajuda de certas enzimas, em anginina, aminoácido benéfico para o funcionamento do coração e dos sistemas circulatório e imunológico. Além disso, ele aumenta os níveis de óxido nítrico, que relaxa os vasos sangüíneos, mesmo efeito da droga para disfunção erétil. Como os maiores níveis estão na casca, os cientistas estão tentando criar novas variedades da fruta com altas concentrações na polpa.

 

leia mais sobre a notícia em Science Daily (em inglês)

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Estudo liga baixos níveis de "bom" colesterol a problemas de memória

Um estudo publicado na revista científica “Arteriosclerosis” sugere que baixos níveis de “bom” colesterol (HDL) estão associados a pior memória de curto prazo em adultos de meia-idade. Segundo os autores, o HDL é um composto importante do cérebro e acredita-se que ele possui propriedades antiinflamatórias e antioxidantes. No estudo, pesquisadores franceses e ingleses avaliaram a relação entre os níveis de gordura no sangue e a memória em 3673 pessoas com média de idade de 55 anos. E descobriram que aqueles com baixos níveis de “bom” colesterol eram 27% mais propensos a apresentar déficit de memória no primeiro teste, e 53% no segundo teste, realizado dois anos depois. A redução do HDL entre os testes foi associada a 61% maior probabilidade de declínio na memória. Mais estudos são necessários.

leia o resumo do estudo em Arteriosclerosis (em inglês)


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