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Medicamento para colesterol retarda envelhecimento das artérias, diz estudo

As estatinas – medicamentos usados para o controle do colesterol – podem retardar o envelhecimento das artérias, segundo estudo da Universidade de Cambridge, na Inglaterra. De acordo com especialistas, as artérias de pessoas com doenças cardíacas envelhecem mais rapidamente do que o resto do corpo por causa de danos no DNA das células que protegem as paredes das artérias, limitando sua habilidade de limpar os depósitos de gordura. O estudo mostrou, porém, que as estatinas estimulam a produção de uma proteína chamada NBS-1, capaz de detectar danos no DNA e acelerar sua recuperação, aumentando o tempo de vida das artérias. Segundo os autores, se esses medicamentos mostrarem o mesmo efeito em outras células, talvez possam proteger os tecidos normais de danos causados por tratamentos contra o câncer.

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Redução de estômago pode ajudar contra impotência sexual, indica estudo

Um estudo da Universidade de Stanford, nos EUA, pode ter descoberto porque muitos homens que passam pela cirurgia de redução de estômago têm uma restauração da função erétil e sexual após a perda de peso. Segundo os pesquisadores, um ano após a cirurgia, os níveis de testosterona dos pacientes, inesperadamente, quase dobram, o que poderia, pelo menos em parte, explicar o efeito. Avaliando 48 obesos mórbidos, com média de índice de massa corporal 48, eles notaram que, em 50% dos pacientes, os níveis do hormônio estavam abaixo do normal antes da cirurgia. E, após o procedimento, a concentração de testosterona aumentou significativamente, com todos eles apresentando níveis normais em apenas um ano. Os autores destacam que essa melhora é multifatorial, “mas a testosterona é o principal motor fisiológico da função sexual”.

 

leia mais sobre a notícia na Reuters Health (em inglês)

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Muitos médicos não estão indicando exercícios para os hipertensos nos EUA

Uma pesquisa da Universidade de Wisconsin, nos EUA, indica que, apesar de a prática de exercícios físicos ser importante para a redução da pressão arterial, poucos médicos americanos estão recomendando essas atividades a pacientes hipertensos. Avaliando dados de um estudo de saúde do governo com mais de 4 mil adultos com pressão alta, os pesquisadores descobriram que, entre aqueles que são aconselhados pelos médicos a se exercitarem, 71% seguem a recomendação e apresentam menor pressão do que os sedentários. Porém, apenas 33% dos participantes relataram que um médico havia os instruído sobre a prática regular de atividades físicas para a redução da pressão. Os autores recomendam que os médicos prescrevam exercícios para os pacientes, escrevendo o tipo, intensidade e duração do exercício.

leia mais sobre a pesquisa em Ishib (em inglês/PDF)

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Passatempo digital

5 sites que têm em comum uma coisa: fazer com que você se divirta

A utilidade da Internet ninguém discute: fonte de informação, entretenimento e socialização. Escolhemos alguns sites que você NÃO deve visitar se estiver em busca de algo além de diversão. Aproveite!

Links:

My Super Eyes

Mike on Ads

Fábrica de Heróis

World Names

Geogreeting

Bubble Wrap

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Planta usada em medicina alternativa pode ser melhor que Viagra

Uma planta usada em culturas tradicionais como afrodisíaco pode ter efeito mais potente que o Viagra, mas com menos efeitos colaterais, de acordo com estudo publicado na revista "New Scientist".

Estudiosos da Universidade de Milão, na Itália, testaram quatro tipos de plantas usadas em terapias alternativas contra a impotência sexual, mas apenas uma, a Epimedium brevicornum, teve o resultado procurado.

A substância ativa da famosa pílula azul é o sildenafil, que funciona ao inibir a enzima PDE5, que controla o fluxo de sangue no pênis. É a inibição dessa enzima que promove a ereção masculina.

Apenas a Epimedium brevicornum teve o mesmo efeito que o sildenafil. A substância presente na planta e que promove o resultado positivo é o icariin, também um inibidor da PDE5.

No entanto, o sildenafil é 80 vezes mais eficiente que o icariin. Os pesquisadores, então, tiveram de criar um composto modificado que atingiu a mesma eficência que o Viagra, mas causa menos efeitos colaterais, de acordo com testes preliminares.

O composto criado pelos cientistas vai passar por diversos testes até se tornar um medicamento disponível, o que pode levar 10 anos. Até lá, os estudiosos avisam que apenas consumir a planta não vai trazer os mesmos resultados do Viagra, mas "pode ajudar". A planta é encontrada na natureza na China, na Ásia e na Europa.

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Prática de exercícios reduz risco de delírios em idosos, diz estudo

A prática regular de atividades físicas parece proteger pacientes idosos de ter delírios, segundo estudo da Harvard Medical School. De acordo com os autores, o delírio é uma síndrome clínica com alta prevalência e incidência, mas que é tratável e prevenível. Para analisar os fatores associados ao delírio e descobrir formas de prevenção, os pesquisadores avaliaram 779 pacientes com pelo menos 70 anos de idade e que haviam sido recentemente hospitalizados. E os resultados indicaram que a prática regular de exercícios reduzia em 24% o risco de ter delírios. Os autores acreditam que esses benefícios ocorrem por causa de aumentos na massa cinzenta e massa branca do cérebro, em áreas onde ocorre a perda de volume por causa da idade.

 

leia mais sobre a notícia na Reuters Health (em inglês)


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Restrição de calorias sozinha não prolonga a vida, indica estudo

Uma dieta com restrição de calorias, que havia se mostrado eficaz em prolongar a vida de ratos, não apresentou o mesmo efeito em testes com pessoas, segundo pesquisadores da Universidade de Washington. Em pesquisas anteriores, os roedores que comiam 30% a 50% menos calorias viviam mais de 50% a mais e tinham menor risco de câncer. E, segundo os autores, muitas pessoas passaram a restringir calorias na dieta por causa dos resultados, na busca pela longevidade. Mas, para fazer efeito em humanos, a dieta deveria ser acompanhada pela atenção à ingestão de proteínas. Os pesquisadores destacam que isso pode não ter dado certo em pessoas porque nos testes com animais, a extensão da vida era mediada pela redução nos níveis do fator de crescimento semelhante à insulina (IGF1), o que não ocorreu com humanos.

 

leia mais sobre a pesquisa em Aging Cell (em inglês)

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Estudo associa baixos níveis de "bom" colesterol ao câncer de mama

Um estudo publicado na edição de setembro do periódico “Annals of Epidemiology” sugere que baixos níveis de “bom” colesterol (HDL) podem aumentar os riscos de desenvolver câncer de mama. De acordo com os autores, essa associação é sugerida por diversos estudos, mas sem evidências conclusivas. Avaliando mais de 7 mil mulheres, acompanhadas por 13 anos, os pesquisadores americanos notaram uma modesta associação entre baixos níveis de HDL e a incidência de câncer de mama em mulheres que estavam na pré-menopausa no inicio do estudo. Porém, isso não ocorreu com mulheres na pós-menopausa. Uma explicação possível para esse aumento no risco, segundo os autores, seria o fato dos níveis de HDL serem inversamente relacionado aos níveis de fator de crescimento semelhante à insulina (IGF-1), que é associado, por alguns estudos, à incidência de câncer de mama. 

leia mais sobre a pesquisa no AE (em inglês)

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Comer 6,7 gramas de chocolate por dia protege o coração, sugere estudo

Um grande estudo epidemiológico italiano indica que 6,7 gramas de chocolate por dia é a quantidade ideal para proteger o organismo contra inflamações, sério fator de risco para doenças cardiovasculares. Avaliando 20 mil pessoas, os pesquisadores da Universidade Católica de Campobasso, na Itália, constataram que aquelas que consumiam, regularmente, quantidades moderadas de chocolate amargo (rico em cacau) apresentavam menores níveis de um marcador inflamatório no sangue, chamado proteína C reativa. “A média de 17% de redução observada (no marcador inflamatório) pode parecer pouco, mas é o suficiente para reduzir o risco de doença cardiovascular em um terço para as mulheres e em um quarto nos homens”, destacaram os autores. E o melhor efeito se deu com o consumo de 6,7 gramas por dia, duas ou três vezes por semana. Porém, mais estudos são necessários. 

leia mais sobre a notícia em Science Daily (em inglês)

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Beber moderadamente pode proteger contra insuficiência cardíaca, diz estudo

O consumo moderado de bebidas alcoólicas parece reduzir o risco de insuficiência cardíaca em homens com pressão alta, segundo estudo da Universidade de Harvard, nos EUA. Os pesquisadores analisaram dados de mais de 5 mil homens com hipertensão acompanhadas por 18 anos e sem histórico de derrame, infarto e câncer. E observaram que aqueles que bebiam de uma a quatro doses por semana tinham 11% menos probabilidade de ter insuficiência cardíaca do que aqueles que bebiam menos de uma dose semanal. O consumo de oito ou mais doses por semana foi associada a uma redução de 62% no risco. Embora as razões não estejam claras, os autores acreditam que isso possa ser atribuído ao efeito diurético do álcool ou ao aumento dos níveis da proteína adiponectina, associada à redução do risco cardíaco em estudo com animais.

leia mais sobre a pesquisa em blablabla (em inglês)

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Estudo associa uso de celular na infância a maior risco de câncer no cérebro

Crianças e adolescentes que usam telefones celulares têm cinco vezes mais chances de desenvolver câncer cerebral, segundo pesquisa do Hospital Universitário de Orebro, na Suécia. De acordo com os autores, aqueles que começam a usar esses aparelhos muito jovens correm cinco vezes maior risco de ter neuroma do acústico – que pode levar à surdez – e glioma. Segundo especialistas, a descoberta aumenta os temores de que os jovens de hoje sofram uma epidemia da doença mais tarde, visto que pelo menos 90% dos britânicos de 16 anos de idade e mais de 40% das crianças na escola primária têm seu próprio celular. Apesar de mais estudos serem necessários, os autores recomendam que crianças com menos de 12 anos não usem celulares, exceto em emergências, pois, como seu cérebro e sistema nervoso ainda estão em desenvolvimento, eles correm mais riscos. 

leia mais sobre a notícia no The Independent (em inglês)

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Estudo liga uso de telefones celulares à infertilidade masculina

Manter o telefone celular no bolso ou presos à cintura durante o uso pode afetar a fertilidade masculina, segundo estudo publicado na revista “Fertility and Sterility”. De acordo com pesquisadores da Cleveland Clinic, nos EUA, pessoas que falam ao celular, usando fones sem fio que permitem manter o aparelho próximo aos testículos, podem ter a fertilidade comprometida pelas ondas eletromagnéticas de radiofreqüência. O estudo, com 32 homens, avaliou amostras de sêmen após manter metade delas a 2,5cm de uma freqüência de 850 MHz de um celular em ligação durante uma hora. E o sêmen exposto à radiofreqüência tinha maior nível de radicais livres danosos, menor mobilidade do esperma, menor porcentagem de espermatozóides vivos e maior estresse oxidativo. Mais estudos são necessários para examinar o efeito em maiores distâncias e em outros modos de funcionamento.

leia mais sobre a notícia em WebMD (em inglês)

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Estudo liga fumo passivo à doença arterial periférica em mulheres

A exposição ao fumo passivo é um importante fator de risco para doença arterial periférica, que afeta artérias da perna e dos braços, podendo levar a amputações nos casos mais graves, segundo estudo chinês publicado na revista “Circulation”. E, como indicado em outros estudos, ele também está associado a doença cardíaca e derrame. O estudo avaliou 1209 chinesas com 60 anos ou mais e que nunca haviam fumado. E os pesquisadores constataram que aquelas que relataram serem expostas à fumaça do cigarro em casa ou no trabalho por pelo menos dois anos tinham 67% maior risco de doença arterial periférica, 69% maior risco de doença cardíaca e 56% maiores chances de sofrer um derrame. Por isso, os autores fazem um apelo para que medidas urgentes de saúde pública sejam tomadas para prevenir o problema.

 

leia mais sobre a pesquisa em Circulation (em inglês)

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Terapia genética traz esperança de cura para cegueira rara

Após mais de dez anos de pesquisa, uma terapia genética conseguiu melhorar a sensibilidade visual de três pacientes com uma forma rara de cegueira. Os pacientes tinham amaurose congênita de Leber, doença hereditária que está ligada à deficiência ou mutação do gene RPE65, inibindo a produção uma proteína que ajuda a regenerar a pigmentação da visão. Na pesquisa, cientistas americanos introduziram cópias saudáveis do gene na retina dos pacientes usando um vírus modificado geneticamente. E, apesar dos primeiros testes serem voltados para a análise da segurança da terapia, os cientistas já notaram rápida eficácia, com melhora na visão em apenas sete dias (apenas um olho de cada paciente foi tratado, utilizando o outro para comparação). Esse é apenas o primeiro passo, pois mais estudos são necessários para corrigir as imperfeições e aumentar o alcance da terapia.

leia mais sobre a notícia em WebMD (em inglês)

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Medicamentos contra bronquite podem aumentar risco cardíaco, diz estudo

Um estudo publicado na revista “Journal of the American Medical Association” sugere que broncodilatadores anticolinérgicos usados para tratar doenças pulmonares e respiratórias crônicas podem aumentar o risco de problemas cardíacos fatais. Em testes com mais de 15 mil pacientes, pesquisadores americanos e britânicos descobriram que os medicamentos Atrovent e Spiriva aumentam, em 58%, os riscos de infartos, derrame e morte cardiovascular. Porém, os cientistas destacam que os benefícios desses remédios também devem ser considerados, pois eles melhoram a qualidade de vida de pacientes com doença pulmonar obstrutiva crônica – bronquite crônica e enfisema – e “o risco é relativamente pequeno”. Os especialistas recomendam que os pacientes discutam qualquer preocupação com um médico, mas não parem de tomar os medicamentos com base na pesquisa.

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Pessoas com artrite têm maior risco de câncer de pulmão, indica estudo

Pessoas com artrite reumatóide, doença inflamatória nas articulações, têm maior risco de desenvolver câncer de pulmão, segundo estudo com os veteranos militares dos EUA. Os pesquisadores avaliaram dados de 480 mil pacientes tratados entre 1998 e 2004, incluindo 7280 com câncer de pulmão e 8678 com artrite. E a taxa de artrite reumatóide encontrada foi de 3,4% entre os pacientes com câncer de pulmão, contra apenas 1,8% dos outros pacientes. Após considerarem fatores como idade, tabagismo e exposição a asbestos, os cientistas constataram que as pessoas com artrite tinham 43% maior chance de terem câncer pulmonar. Porém especialistas destacam que ainda não está claro se isso acontece por causa de fatores de risco em comum, como o fumo; por causa da artrite ou de seu tratamento; ou ainda porque o câncer seria descoberto mais cedo por causa do intenso acompanhamento médico.

 

leia mais sobre a pesquisa em Rheumatology (em inglês)

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Poluição do ar, ácaros e fumo passivo podem causar laringite

A exposição diária ao fumo passivo, a alérgenos e à poluição do ar pode ser a causa de casos crônicos de laringite, segundo pesquisadores da Universidade da Califórnia, nos EUA. Os sintomas da laringite incluem rouquidão, tosse crônica e pigarro. De acordo com os especialistas, médicos e pesquisadores geralmente atribuem a doença à infecção viral ou ao uso excessivo da voz, além de citar o fumo passivo. Porém, em pesquisa com animais, eles descobriram evidências de que a exposição a diferentes poluentes ambientais, incluindo ácaros e a poluição do ar, pode causar o que eles chamam de “laringite ambiental”. As descobertas são importantes nesse contexto de diminuição da qualidade do ar em algumas cidades e o aumento dos níveis de ozônio no ar.

leia mais sobre a notícia em Science Daily (em inglês)

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Dieta rica em soja protege pessoas que sofreram derrame, diz estudo

Uma alimentação rica em soja pode ser benéfica para as pessoas que sofreram derrames. Um estudo publicado no “European Heart Journal” indica que um composto encontrado nos grãos de soja – a isoflavona – melhora a função arterial desses pacientes. Em testes com 50 pacientes que tomaram suplementos de isoflavona, e 52 que tomaram placebos, pesquisadores de Hong Kong descobriram que a suplementação de isoflavona por 12 semanas, em doses de 80 miligramas por dia, melhorava o fluxo sangüíneo na artéria braquial (principal artéria do braço). E, segundo os especialistas, esse efeito é importante especialmente para pessoas que sofreram derrame isquêmico (causado por coágulos ou outras obstruções). Os dados ainda não permitem a indicação dos suplementos como prevenção para esses pacientes, mas os especialistas destacam que uma dieta rica em isoflavona pode ser benéfica. 

leia mais sobre a notícia na Reuters Health (em inglês)

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Estudo associa consumo de peixes a um menor risco de eczema na criança

Bebês que comem peixes têm menor risco de desenvolver eczema, um tipo de doença crônica da pele, segundo estudo sueco publicado no “Archives of Disease in Childhood”. Avaliando quase 5 mil crianças desde o nascimento, os pesquisadores observaram que aqueles cuja dieta incluía peixes antes dos nove meses de idade eram 24% menos propensos a ter eczema nos primeiros anos de vida, comparados com aqueles que não comiam peixes. E os efeitos protetores foram observados também entre aqueles cuja mãe ou parentes apresentavam a doença. Os autores não souberam explicar as razões – na pesquisa, o ômega-3, indicado por alguns estudos como o responsável, pareceu não fazer grande diferença contra a doença. Apesar dos resultados serem interessantes, as diretrizes atuais da Academia Americana de pediatria recomenda a introdução do peixe na dieta apenas após três anos de idade.

 

leia mais sobre a notícia em WebMD (em inglês)

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Jambolão

A cultura popular já usava essa fruta para combater alguns males, como o diabete e infecções intestinais. Mas agora foi comprovado. Testes em laboratório mostraram que essas frutinhas arroxeadas não fazem sucesso apenas entre a criançada. Elas são grandes aliadas da saúde, combatendo o diabete,  crises de convulsão, além de terem poderes antiinflamatórios.

Com o nome científico Syzygium cumini, o jambolão é poderoso em cada parte sua. Em estudos, especialistas perceberam que, enquanto as folhas ajudam a tratar dos diabéticos, o fruto e as sementes aliviam as infecções intestinais. Descobriram também, que até a casca do tronco é benéfica, atuando como antiinflamatório. Algumas folhas de jambolões brasileiros têm o mesmo efeito.

Mas não é só isso. Novas pesquisas revelaram, ainda, que o chá de suas sementes é capaz de controlar crises de convulsão, pois são ricas em polifenóis, substâncias que atuam no sistema nervoso central. Sendo assim, já há expectativas para a criação de um novo remédio contra epilepsia e outros problemas que atacam a região.

Mas os médicos avisam que, pessoas com tendências a hipoglicemia, ou que tomam antidepressivos, não devem ingerir a fruta. Também recomendam que os diabéticos não substituam o tratamento médico pelo jambolão, mas sim, o utilizem com um alimento complementar em sua dieta.

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Estudo confirma que consumo de vegetais e grãos integrais previne diabetes

Uma alimentação rica em grãos integrais, frutas e hortaliças, além de derivados do leite com pouca gordura, pode ajudar a reduzir os riscos de desenvolver diabetes tipo 2. A descoberta foi confirmada em estudo publicado na revista “Diabetes Care”, que também indicou que o consumo excessivo de carne vermelha, laticínios ricos em gordura e grãos refinados aumentam as chances de ter a doença. Avaliando mais de 5 mil americanos com idades entre 45 e 84 anos, os pesquisadores da Universidade do Texas descobriram que pessoas com maior ingestão de grãos integrais, frutas, nozes, laticínios com pouca gordura e vegetais de folhas verdes tinham 15% menor risco de ter a doença em cinco anos, comparados com os de menor consumo. E aqueles que comiam mais carnes, gorduras e grãos refinados tinham 18% maior risco. Tudo isso, independente de raça e etnia.

 

leia mais sobre a pesquisa em Diabetes Care (em inglês)

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Estilo de vida saudável reduz riscos de morte prematura

Mulheres podem reduzir os riscos de morte prematura pela metade se adotarem um estilo de vida mais saudável, com uma alimentação equilibrada, prática regular de atividades físicas e sem fumar, segundo estudo publicado no “British Medical Journal”. Os especialistas acompanharam, por 24 anos, mais de 77 mil mulheres, e registraram 8882 mortes, das quais 1790 estavam ligadas a problemas cardíacos e 4527 ao câncer. Os resultados indicaram que 28% das mortes foram atribuídas ao cigarro, enquanto outros 55% estavam ligadas à combinação do cigarro, falta de exercícios, dieta inadequada e obesidade. O alto consumo de álcool também foi relacionado a uma maior mortalidade, mas as mulheres que bebiam de forma leve a moderada corriam menos riscos de morte por causas cardiovasculares.

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Estudo indica como mudanças na dieta e no estilo de vida prolongam a vida

Um estudo da Universidade da Califórnia indicou que mudanças no estilo de vida e na dieta elevam os níveis de telomerase, enzima que protege os telômeros (extremidades dos cromossomos), estruturas que controlam o envelhecimento. Segundo os cientistas, à medida que as células se dividem ao longo da vida, os telômeros se cortam e desestabilizam os cromossomos, levando ao envelhecimento e à morte. No estudo, eles submeteram 30 homens com câncer de próstata de baixo risco a uma dieta com apenas 10% de gordura, pobre em açúcares refinados e rica em alimentos integrais e vegetais, complementando com azeite e vitaminas. Os voluntários também realizaram um programa de exercícios aeróbicos e de respiração, e praticaram técnicas de relaxamento e controle do estresse. Após três meses, os níveis da enzima “protetora” haviam aumentado em 29%, com redução do colesterol “ruim” (LDL) e do estresse.

 

leia mais sobre a notícia em The Lancet (em inglês)

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Vacina experimental elimina tumores de mama em ratos

Uma vacina experimental contra o câncer de mama foi capaz de eliminar tumores em ratos sem causar intoxicação, segundo cientistas da Wayne State University, nos EUA. O alvo é o câncer que cresce em resposta a um fator chamado HER-2 - tumores que atingem 25% das mulheres com a doença. A droga herceptina já é utilizada contra esse tipo de câncer, mas, após um tempo, as células do tumor começam a ficar resistentes ao medicamento. Para a produção da vacina, os cientistas usaram DNA que carrega o código genético de uma peça chave da molécula de HER-2. Após injetá-la na pele, pequenos pulsos elétricos foram dados para ajudar na sua absorção pelas células e na produção de proteínas que incitam respostas imunológicas que, nos testes, mataram os tumores mesmo em ratos resistentes à herceptina. Agora, a segurança de uma versão para humanos está sendo testada. 

leia mais sobre a notícia em WebMD (em inglês)

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Diabetes pode atrapalhar perda de peso após redução de estômago

Os diabéticos perdem menos peso com a cirurgia de redução de estômago do que as pessoas que não apresentam essa doença metabólica, segundo estudo da Universidade da Califórnia, nos EUA. Os pesquisadores avaliaram os fatores relacionados à perda de peso nos 12 meses posteriores à cirurgia em 310 pacientes com média de idade de 45 anos, e média de índice de massa corporal 54 (obesidade mórbida). E, de forma geral, os pacientes perderam 60% do excesso de peso um ano após o procedimento, reduzindo a média de IMC para 34 (o considerado normal é de 20 a 25). As análises mostraram que 12% tiveram perda de peso ruim (perda de menos de 40% do excesso), com os diabéticos apresentando três vezes mais chances de estar nesse grupo. Os autores destacam que o uso de insulina ou de drogas para tratar diabetes pode explicar a maior dificuldade em perder peso entre esses pacientes.

 

leia mais sobre a pesquisa em AS (em inglês)

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Estudo associa enxaquecas a um maior risco de coágulos sangüíneos

Um estudo publicado nesta terça-feira na revista “Neurology” indica que as enxaquecas podem ser um fator de risco para a formação de coágulos sangüíneos, que podem levar a infartos ou derrames. Diversos estudos já indicavam a relação entre enxaquecas e doenças cardiovasculares, mas os mecanismos responsáveis permaneciam desconhecidos. O estudo avaliou 574 pacientes com idades entre 55 e 94 anos, acompanhados por mais de 15 anos, através de entrevistas sobre a ocorrência de enxaquecas e tromboembolismo venoso, e com exame de ultrasom. E os resultados indicaram que aqueles que sofriam enxaquecas não eram mais propensos a ter aterosclerose, mas tinham maior risco de tromboembolismo – 18,9% daqueles que sofriam as dores de cabeça tiveram o problema cardiovascular, contra apenas 7,6% dos pacientes que não tinham enxaquecas.

leia mais sobre a pesquisa em Neurology (em inglês)

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Artrite reumatóide é mais dolorosa entre as mulheres, diz estudo

A artrite reumatóide, doença inflamatória das articulações, é frequentemente mais dolorosa para as mulheres do que para os homens, apesar dos sintomas visíveis serem os mesmos para ambos, segundo pesquisa do Instituto Karolinska. De acordo com os especialistas, por razões desconhecidas, a doença é três vezes mais comum entre as mulheres e impacta mais a qualidade de vida delas. No novo estudo, eles podem ter encontrado uma pista que ajude a explicar porque as mulheres sofrem mais com a doença. Os resultados indicaram que os homens respondem melhor ao tratamento convencional do que as mulheres. “Mas a maior diferença foi de natureza subjetiva. As mulheres no estudo se sentiam mais doentes mesmo quando suas juntas apresentavam as mesmas melhorias”, destacaram os autores. Com isso, eles defendem que os médicos considerem, não só fatores físicos, mas também os aspectos subjetivos no tratamento das mulheres.

leia mais sobre a notícia em Science Daily (em inglês)

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Amamentar pode ajudar a perder o peso adquirido na gravidez, indica estudo

Alimentar o bebê exclusivamente com aleitamento materno pode ajudar a mãe a perder o peso adquirido com a gravidez, segundo estudo da Universidade da Geórgia, nos EUA. Comparando a perda de peso pós-gestação em relação ao peso antes da gravidez de 24 mães com idades entre 19 e 42 anos, os pesquisadores descobriram que aquelas que alimentaram seus filhos exclusivamente com leite materno perderam mais peso após duas, quatro, oito e 12 semanas do parto do que aquelas que combinaram a amamentação com uma fórmula alimentar. E essa tendência era evidente mesmo com maior ingestão de calorias e menores níveis de exercícios entre as lactantes. Além disso, a perda na porcentagem de gordura corporal foi significativa apenas com o aleitamento materno exclusivo, e não com o uso de fórmulas lácteas.

 

leia mais sobre a notícia na Reuters Health (em inglês)

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Risco de infarto aumenta com intensidade de esforço físico, diz estudo

O esforço físico pode desencadear um ataque cardíaco com relação dose-resposta, ou seja, quanto maior a intensidade do esforço, maior o risco de infarto, segundo estudo publicado no “European Heart Journal”. De acordo com os autores, dependendo do risco inicial, eventos cardíacos podem ser desencadeados pelo estresse com causas físicas, psicológicas ou químicas. Avaliando 1,3 mil pacientes, os pesquisadores observaram que há um aumento de 5,7 vezes no risco de infarto com duas horas de esforços árduos, e de 1,6 vezes em um episódio de esforços moderados. E os riscos eram maiores para aqueles com pressão alta e para os sedentários. Porém, os especialistas destacam que a atividade física regular tem efeito protetor contra o risco associado a episódios de esforços extremos e moderados.

leia mais sobre a notícia na Reuters Health (em inglês)

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Vacina contra gripe na gestante também protege o bebê, diz estudo

Mulheres grávidas que tomam vacina contra gripe um mês antes do parto podem proteger seu bebê contra a doença durante os seis primeiros meses de vida, segundo estudo da Escola de Saúde Pública Bloomberg da Universidade Johns Hopkins, nos EUA. Avaliando 340 mulheres de Bangladesh e seus filhos, os pesquisadores observaram uma redução de 63% nos casos de gripe entre os filhos de mulheres vacinadas contra a doença, e de 36% nos casos de doenças respiratórias em mães e filhos. De acordo com os autores, “crianças com menos de seis meses têm as maiores taxas de hospitalização por gripe entre as crianças americanas”, taxas maiores que a de idosos e outros grupos de risco. E, por isso, os especialistas recomendam a imunização das gestantes nas temporadas de gripe.

 

leia mais sobre a pesquisa no NEJM (em inglês)

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Música é importante para neurodesenvolvimento, diz especialista

A música interfere na plasticidade cerebral, favorece conexões entre neurônios na parte frontal do cérebro (relacionada a processos de memorização e atenção) e estimula comunicação entre os lados do cérebro, o que pode explicar sua relação com raciocínio e matemática. É o que explica Mauro Muszkat, coordenador do Núcleo de Atendimento Neuropsicológico Infantil da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp).

"Somos essencialmente musicais: no ritmo de andar, nos batimentos cardíacos e na fala - que é a música das palavras. A música é importante para o neurodesenvolvimento da criança e de suas funções cognitivas", diz.

O especialista comenta que cada tipo de som exerce influência em diferentes áreas cerebrais. "Músicas mais lógicas, como as de Mozart, estimulam a resolução de problemas espaciais, por exemplo", diz.

"A música básica, rítmica, se relaciona com a porção anterior, o som melódico age nas áreas temporais e a música com contrastes e efeitos influencia áreas associativas."
 

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Chá de camomila pode proteger contra complicações do diabetes, diz estudo

Um estudo publicado no “Journal of Agricultural and Food Chemistry” revela que o chá de camomila pode prevenir o desenvolvimento das complicações do diabetes, como perda de visão e danos neurológicos e renais. De acordo com os especialistas, a camomila vem sendo usada para tratar inflamações, doenças de pele, feridas, gota e úlceras; além de alguns estudos indicarem que seu extrato pode parar o crescimento do câncer. Na nova pesquisa, os especialistas acrescentaram um extrato da camomila à dieta de ratos por 21 dias, e compararam esses animais a outros com uma dieta normal. E os resultados mostraram que os ratos alimentados com camomila tinham significativamente menores níveis de glicose no sangue do que os outros. O extrato também inibiu duas enzimas ligadas às complicações. Mais estudos são necessários para confirmar o papel protetor do chá contra o diabetes.

leia mais sobre a notícia em WebMD (em inglês)

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Brócolis pode ajudar contra danos aos pulmões de fumantes, indica estudo

O brócolis pode ajudar a reduzir danos aos pulmões de pacientes que sofrem de uma séria doença pulmonar associada ao fumo, segundo estudo da Universidade Johns Hopkins, nos EUA. Os pesquisadores acreditam que um composto produzido pelo vegetal, chamado sulforafano, aumenta a atividade da proteína NRF2, potente antioxidante e antiinflamatório para os pulmões. Avaliando amostras de tecido dos pulmões de fumantes com doença pulmonar obstrutiva crônica e outros sem a doença, os especialistas descobriram que aqueles em estágio avançado da doença tinham menores níveis de NRF2. Por isso, eles acreditam que tratamentos que aumentem os níveis da proteína podem atenuar os efeitos do estresse oxidativo causado pela doença nos pulmões. Pesquisas futuras com humanos poderão indicar o papel do composto do brócolis e da proteína na redução dos danos pulmonares.

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Sobrepeso pode atrapalhar quimioterapia contra câncer de mama, diz estudo

Um novo estudo da Universidade do Texas, nos EUA, indica que pacientes com câncer de mama que estão acima do peso têm menos chances de alcançar uma resposta completa ao tratamento com quimioterapia. Pesquisas anteriores já relacionavam a obesidade com piores resultados do câncer de mama, embora não revelassem os mecanismos responsáveis pelo efeito. Avaliando 1169 pacientes na nova pesquisa, os especialistas observaram que aqueles que apresentavam sobrepeso e a combinação do grupo de sobrepeso e obesidade eram menos propensos a alcançar resposta adequada ao tratamento. Os autores acreditam que essa relação pode ser explicada pela influência do índice de massa corporal na eficácia clínica da quimioterapia ou pela sub-dosagem por medo de toxidade nos pacientes acima do peso.

 

leia mais sobre a notícia na Reuters Health (em inglês)

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Crianças precisam de atividades vigorosas para terem ossos saudáveis?

Para o desenvolvimento de ossos mais fortes, as crianças precisam de pelo menos 25 minutos de exercícios vigorosos por dia, segundo estudo publicado na revista “Pediatrics”. Usando um equipamento especial para medir a intensidade e a duração dos exercícios, os pesquisadores da Universidade Técnica de Lisboa, em Portugal, avaliaram 143 meninas e 150 meninos com média de idade de 9,7 anos, além de medir a compressão, flexão, impacto e resistência no colo do fêmur. E, de forma geral, os pesquisadores associaram a força do colo femoral aos exercícios vigorosos, como caminhar rapidamente, correr e saltar – os garotos que praticavam essas atividades por mais de 26 minutos diários tinham maior força de compressão, flexão e impacto; e as meninas tinham maior conteúdo mineral ósseo e maior força de flexão.

leia mais sobre a pesquisa em Pediatrics (em inglês)

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Campanha busca conscientizar população sobre linfomas

O linfoma é o terceiro tipo de câncer mais comum em crianças, segundo o Graac (Grupo de Apoio ao Adolescente e à Criança com Câncer), e um dos menos conhecidos pela população. A doença, que afeta o sistema linfático, também atinge adultos e é para conscientizar e alertar a população brasileira sobre a importância do diagnóstico precoce que a Abrale (Associação Brasileira de Portadores de Linfoma e Leucemia) realiza, neste domingo, a Campanha do Dia Mundial de Conscientização sobre Linfomas, com uma série de eventos em 9 cidades Brasileiras - São Paulo, Campinas, Rio de Janeiro, Porto Alegre, Curitiba, Salvador, Fortaleza, Recife e Goiânia. O projeto é mundial e acontece em mais 20 países.

Veja o vídeo da campanha

"Uma campanha assim é importante para chamar a atenção das pessoas para acompanhar os sinais da doença", opina o oncologista do Graac e do Setor de Oncologia do Departamento de Pediatria da Unifesp (Universidade Federal de São Paulo) Flavio Luisi. O médico ressalta a importância de a doença ser diagnosticada cedo para aumentar as chances de cura. "Em crianças, há 90% de chance de cura", diz.

O sistema linfático faz parte da defesa natural do organismo contra infecções e é formado por canais que percorrem o corpo todo, levando uma substância chamada de linfa, que contém os linfócitos - células que atuam na defesa contra infecções. As amídalas, o fígado e o baço também fazem parte do sistema linfático.

O câncer linfático acontece quando os linfócitos agrupados nos gânglios linfáticos - localizados no pescoço, nas axilas e na virília - começam a multiplicar-se e crescer de forma desordenada. Os linfomas podem ser encontrados em qualquer parte do corpo onde os linfócitos circulam. "m gânglio inchado no pescoço pode ser sinal da presença de um tumor no fígado", explica Luisi. "Em crianças, é mais comum o tumor aparecer no mediastino (uma das três cavidades do tórax), no baço e no fígado", completa.

Os linfomas podem ser de dois tipos: Hodgkin ou não Hodgkin. A diferença se deve à presença de uma célula específica no primeiro caso e que foi descrita pela primeira vez pelo médico inglês Thomas Hodgkin. "Um dos primeiros sintomas que pode ser observado é a inflamação dos gânglios linfáticos, as chamadas 'ínguas', especialmente na lateral do pescoço", destaca Luisi. Além disso, outros sintomas como a perda de peso, transpiração excessiva durante a noite e febre recorrente podem ser notados.

No Brasil, não há estatísticas oficiais sobre a ocorrência da doença, o que pode agravar a falta de conhecimento da população. "Pessoas com menos informação chegam com tumores maiores e mais difíceis de tratar", aponta Luisi.

Nos eventos de hoje, organizados pela Abrale, a população receberá orientação médica sobre a doença. Para se informar sobre as atividades e palestras,

visite o site da campanha.

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Tela do Aeroporto em Casa: Aeroporto

 
Olhe só, agora a Infraero está dando uma ajuda bem útil.
Consulte diretamente de casa a tela do aeroporto.
Ela mostra aquele quadro presente em todos os aeroportos do Brasil e informa o horário de chegada e partida de vôos. Isto tudo em tempo real!
Às vezes a gente tem que buscar alguém no aeroporto e fica desesperado pensando se vai se atrasar ou não.
Agora é só dar uma olhada antes de sair de casa e ver se o vôo está atrasado, adiantado ou no horário.
Adicione o link abaixo aos seus Favoritos. Vale a pena.
  
Acesse o site em http://www.infraero.gov.br/sivnet/index.php?lang=bra 
                                                    

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Vias do Coração

Exposição "Vias do Coração" mostra funcionamento do sistema cardiovascular

A mostra Vias do Coração, uma realização da sanofi-aventis em parceria com o Museu da Vida/Casa de Oswaldo Cruz (Fiocruz), abre suas portas na sexta-feira, 12 de Setembro, em São Paulo. A exposição, organizada na Estação Ciência, da USP, combina conteúdo, atrações e atividades monitoradas para facilitar o aprendizado de crianças, jovens e adultos a respeito do coração.
 
Vias do Coração estréia na capital paulista juntamente com o projeto Ciência Móvel - Vida e Saúde para Todos, um museu itinerante desenvolvido pelo Museu da Vida, COC, Fiocruz e Fundação Cecierj. O projeto conta com apoio financeiro do Ministério da Ciência e Tecnologia e patrocinadores privados por meio da Lei Rouanet.
 
O Ciência Móvel já percorreu nos últimos dois anos cerca de 30 cidades na região Sudeste, recebendo mais de 150 mil visitantes. A mostra Vias do Coração ficará em São Paulo até 28 de setembro e, em seguida, será incorporada ao acervo de exposições do projeto itinerante.
 
Para atrair a população, Vias do Coração foi estruturada em várias estações que podem ser vivenciadas de forma lúdica. O público pode interagir e se divertir com atividades de fácil execução, recursos audiovisuais, bancadas de microscópicos e apresentação de modelos anatômicos.

Nela, o público poderá conhecer como funciona o sistema circulatório. Inspirada em modelos adotados por museus internacionais de ciências, a exposição combina painéis, terminais com testes multimídia, vídeos em 3D, bancadas de microscópios, além da apresentação de modelos anatômicos por monitores, para melhorar o entendimento sobre o funcionamento do coração e sobre impacto das doenças cardiovasculares, além de estimular a prevenção por meio da adoção de hábitos saudáveis.  
 
Nas estações periféricas, o visitante recebe informações sobre a anatomia e o funcionamento do coração, o sistema circulatório e os principais elementos constituintes do sangue. Na estação central, o destaque vai para a hipertensão, chamando atenção do público para a importância de controlar a pressão arterial.


Exposição Ciência Móvel
Data: 12 a 21 de setembro de 2008

Mostra Vias do Coração
Data: 12 a 28 de setembro de 2008


Local:   Estação Ciência
           Rua Guaicurus, 1394, Lapa

Horário de visitação:    3ª a 6ª, das 8h às 18h
                               Sábado, domingo e feriado: das 9h às 18h
                               Após 17h30 não é mais permitida a entrada.

Informações: As escolas podem agendar visitas pelo telefone 0800 703 00 14 ou pelo telefone (11) 3672-5364 ou 3675-6889.

Ingressos: R$ 2,00 (grátis para menores de 6 anos e maiores de 60 anos).

Site: www.eciencia.usp.br

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Toque carinhoso pode aliviar a dor, indica estudo

Um toque carinhoso pode aliviar a sensação de dor, ajudar no desenvolvimento das crianças e auxiliar em tratamentos para depressão, segundo estudo apresentado no Festival de Ciências da Associação Britânica para o Avanço da Ciência. De acordo com os autores, um sistema de fibras na pele responde aos toques carinhosos do mesmo modo que os receptores de dor, podendo até reduzir a atividade nos nervos que transportam a sensação de dor. No estudo, os pesquisadores construíram uma espécie de máquina de acariciar, que, com um pincel em diferentes velocidades, acariciava a pele do antebraço, da canela e do rosto dos voluntários. E notaram que o carinho apontado como mais prazeroso pelos voluntários era o que provocava maior resposta nervosa, medida por eletrodos na pele. A equipe pretende agora estudar o efeito em pessoas com autismo e depressão e para tratar dores crônicas.

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Antidepressivos funcionam melhor nas mulheres?

Mulheres com depressão maior são mais propensas do que os homens a terem melhora na doença durante o tratamento com o antidepressivo citalopram, segundo estudo publicado no “Journal of Psychiatric Research”. Os cientistas avaliaram 2876 pacientes com idades entre 18 e 75 anos, tratados por mais de 14 semanas, iniciando com 20ml por dia e ajustando a dose ao máximo de 60ml. No início, as mulheres tinham sintomas mais graves, mais doenças adicionais, além de maior histórico de tentativa de suicídio, de depressão na família e de abuso de drogas. Porém, eram mais propensas a alcançar remissão da doença – 29,4%, contra 24% dos homens – e tiveram melhor resposta ao tratamento, com redução de pelo menos 50% nos sintomas – 48,5%, contra 44%. A vantagem feminina seria efeito do estrogênio, do sistema serotonérgico e de fatores cognitivos e psicológicos. 

leia mais sobre a pesquisa no JPR (em inglês)

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Cuide da saúde bucal para prevenir problemas cardíacos, dizem especialistas

Especialistas da Sociedade de Microbiologia Geral do Reino Unido anunciaram, esta semana, a descoberta de uma nova ligação entre doenças da gengiva e doença cardíaca. Recentemente, infecções crônicas, como as que ocorrem em doenças bucais, têm sido associadas à formação de placas nas artérias, ou aterosclerose, principal causa de ataques cardíacos. Segundo os cientistas, um dos mecanismos que podem explicar essa ligação está relacionado a proteínas de choque térmico, produzidas pelas células em resposta a condições estressantes, como inflamações, toxinas, fome e falta de água e oxigênio. E, como elas são produzidas tanto pelos humanos quanto pelas bactérias, o sistema imunológico não seria capaz de diferenciar sua fonte, podendo atacar as proteínas do próprio corpo. Isso levaria a um acúmulo de glóbulos brancos nos tecidos das artérias, podendo causar a aterosclerose. A descoberta poderia mudar a política de saúde, destacando a importância da saúde bucal para a redução do risco cardíaco.

leia mais sobre a notícia em Science Daily (em inglês)

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Tratamento precoce do diabetes melhora qualidade de vida em longo prazo

Pessoas com diabetes que são tratadas intensivamente com medicamentos logo após o diagnóstico envelhecem com mais saúde, mesmo que aliviem no controle da glicose mais tarde, segundo estudo publicado no “New England Journal of Medicine”. De acordo com os autores, um bom controle da glicose na época do diagnóstico pode não apenas reduzir as taxas de complicações da doença – incluindo danos aos olhos, fígado, doença cardíaca, derrame e amputações – como também manter benefícios para a saúde em longo prazo. Acompanhando, por 10 anos, mais de 3 mil pessoas, os pesquisadores descobriram que os voluntários que usavam a droga silfoniluréia para controle da glicose tinha 15% menor risco de infarto e 13% menos risco de morte do que aqueles que fizeram apenas dieta. O uso da droga metmorfina foi associada a 33% menos risco de infarto e 27% menos chances de morte.

 

leia mais sobre a notícia na Reuters Health (em inglês)

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Música pode diminuir depressão em pacientes com Alzheimer
 
Ouvir música pode contribuir no tratamento de dores crônicas que acometem pacientes nas fases mais avançadas do Alzheimer. A comprovação veio de pesquisa realizada pela Cleveland Clinic Foundation, nos Estados Unidos, e divulgada pelo Journal of Advanced Nursing. O mal de Alzheimer atinge cerca de 25 milhões de idosos em todo o mudo. Com a música, os cientistas perceberam que o índice de depressão em conseqüência da dor crônica entre os 60 voluntários que participaram do estudo diminuiu 25%.

"Os elementos da música como som, ritmo, melodia e harmonia auxiliam os velhinhos a melhorar o seu quadro clínico e prevenir o agravamento de algumas patologias. Além disso, essa atividade tem o intuito de aumentar a disposição física e mental do idoso, integrá-los com as pessoas que estão no ambiente em que passam a maior parte do dia e, conseqüentemente, melhorar sua qualidade de vida", afirma Carolina Hipólito, musicoterapeuta do centro-dia Espaço Senior, por meio de sua assessoria.

A musicoterapia é um tratamento para melhorar e promover comunicação, aprendizagem, expressão e bem-estar usando a música. Carolina indica que idosos com Alzheimer podem retardar a demência quando fazem esse tipo de tratamento. Ela explica que é possível inclusive estabilizar o quadro clínico, pois a musicoterapia lida com cada idoso individualmente, ainda assim trabalhando seu desenvolvimento em grupo.

Além do uso da música, é possível avaliar as atividades que o paciente pode realizar pela terapia ocupacional, e assim ajudá-lo a se readaptar ao ambiente, na realização de tarefas rotineiras, como cozinhar, tomar banho, passear, entre outras coisas.

A combinação do tratamento de musicoterapia com terapia ocupacional pode diminuir a ansiedade, complicações cardíacas, aumentar a disposição física e mental, melhorar a resistência física, estimular bom humor e melhorar a concentração nas atividades intelectuais.

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Falta de vitamina pode causar encolhimento no cérebro de idosos, diz estudo

A deficiência de vitamina B12 pode estar associada ao encolhimento do cérebro em idosos, segundo estudo do Projeto Oxford para Investigação da Memória e Envelhecimento, na Grã-Bretanha. De acordo com os autores, idosos com baixos níveis do nutriente, encontrado em carnes, peixes e leite, têm seis vezes mais chances de sofrer redução do tamanho do cérebro, que pode levar à demência. Os pesquisadores avaliaram, durante cinco anos, 107 pessoas saudáveis com idades entre 61 e 87 anos, medindo o tamanho do cérebro e os níveis da vitamina no sangue dos voluntários. E notaram que aqueles com menores níveis de vitamina B12 apresentaram encolhimento cerebral ao longo da pesquisa. A equipe de cientistas pretende agora tratar idosos com o nutriente para saber se o suplemento pode conter esse efeito.

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Estudo sugere que acupuntura pode ajudar a tratar infertilidade feminina

A acupuntura, tradicional terapia chinesa com agulhas, pode ajudar a tratar problemas de infertilidade causados por síndrome dos ovários policísticos, segundo estudo da Universidade de Virginia, nos EUA. De acordo com os especialistas, 5% das mulheres em idade reprodutiva são afetadas pelo problema, que causa desequilíbrios hormonais que interferem na ovulação podendo causar infertilidade. Em testes preliminares com o uso da acupuntura, a médica ginecologista e obstetra Lisa Pastore notou que a técnica pode ajudar as mulheres com a síndrome. “No último ano, nós vimos mulheres que nunca tiveram um ciclo menstrual regular começar a tê-lo. Pudemos também comemorar muitas gravidezes desde que o estudo começou”, destacou a médica. O objetivo agora é recrutar mais pessoas em um estudo que confirme que a acupuntura pode ser uma opção de tratamento.

leia mais sobre a notícia em Science Daily (em inglês)

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Exercícios podem "vencer" propensão genética à obesidade, diz estudo

Apesar de a genética cumprir um papel fundamental na obesidade, um novo estudo americano descobriu que a prática regular de exercícios físicos pode atenuar essa predisposição genética ao sobrepeso. De acordo com o estudo, 30% das populações européias apresentam variantes do gene FTO, associado com um aumento de mais de 20% nos riscos de obesidade. Porém, avaliando amostras do DNA e testes fisiológicos de 704 pessoas saudáveis, os pesquisadores notaram que o gene FTO não tinha nenhum efeito sobre aqueles com níveis de atividade física acima da média. O grupo mais ativo queimava, em média, 900 calorias a mais por dia do que o menos ativo, o equivalente a três ou quatro horas de atividades físicas, como caminhada rápida, limpeza da casa ou jardinagem, sendo menos afetados pela genética.

leia mais sobre a notícia em WebMD (em inglês)

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Abuso e dependência são comuns em jovens que usam analgésicos, diz estudo

Aproximadamente 7% dos adolescentes americanos usam medicamentos para dor que necessitam de prescrição médica, mas que não foram prescritos para eles, segundo dados nacionais dos anos de 2005 e 2006. E um recente estudo da Universidade de Duke, nos EUA, indica que mais de um terço desses jovens são dependentes ou abusam dessas drogas. Avaliando mais de 2,6 mil adolescentes, com idades entre 12 e 17 anos, os pesquisadores notaram que o uso desses analgésicos sem prescrição cresceu entre os estudantes do ensino médio, de 6% em 1999, para 13%. E, entre os adolescentes que relataram o uso (7% dos participantes), foi registrada uma média de uso por 38 dias nos 12 meses anteriores de duas diferentes categorias de medicamento. Entre os usuários, 6,7% abusavam desses medicamentos, 19,6 tinham dependência sutil, e 9,1% eram dependentes.

leia mais sobre a pesquisa em JAACAP (em inglês)

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Por que as pessoas esquecem das coisas que fazem quando estão bêbadas?

Cientistas da Universidade de Sussex revelaram que podem ter descoberto porque as pessoas se esquecem de coisas que fazem quando estão bêbadas. Segundo os especialistas, o álcool facilita a criação de memórias para eventos emocionais – na maior parte, positivos – vividos antes da intoxicação, e prejudica a criação de memórias para eventos emocionais – muitas vezes, negativos – após o consumo abusivo. Os pesquisadores compararam a capacidade dos voluntários de se lembrar de uma série de imagens depois do consumo de bebidas não alcoólicas ou de alcoólicas. E descobriram que o álcool aumentava a memória para imagens vistas antes de beber e atrapalhava a memória das imagens vistas depois. Embora não estejam claros os mecanismos responsáveis por esse efeito, eles acreditam que o álcool possa estar alterando os neurotransmissores que formam as memórias. E esse efeito poderia contribuir para o alcoolismo.

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Analgésicos poderiam atrapalhar diagnóstico de câncer de próstata?

O uso de analgésicos, incluindo a aspirina e o ibuprofeno, pode reduzir os níveis de uma proteína no organismo usada para a triagem para câncer de próstata, segundo estudo da Universidade de Rochester, nos EUA. Mas, de acordo com os autores, ainda não está claro se isso significa que eles reduzam o risco da doença, ou se mascaram os exames de antígeno especifico da próstata (PSA). Avaliando mais de 1,3 mil homens com 40 anos ou mais, os pesquisadores descobriram que aqueles que tomavam as chamadas drogas antiinflamatórias não-esteróides quase todos os dias tinham níveis de PSA 10% menores do que aqueles que não tomavam os medicamentos. Porém, os especialistas não recomendam o uso dos medicamentos como prevenção ao câncer, pois é provável que essas drogas apenas “camuflem” os riscos.

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Suar reduz os riscos de asma durante exercícios, diz estudo

O suor pode reduzir os riscos de asma durante os exercícios, segundo estudo da Universidade de Michigan. A pesquisa com 56 atletas indicou que aqueles que sofrem de asma em conseqüência de exercícios físicos produzem menos suor, lágrimas e saliva. Os sintomas da asma induzida pelo esforço são similares ao da asma crônica e se manifestam minutos após a prática de exercícios. Uma das razões seria o fato dos atletas terem as vias aéreas mais contraídas, exigindo maior nível de esforço e respiração. Avaliando o uso de dois medicamentos – um que contraía as vias aéreas, e outro que induzia a produção de saliva e suor – os pesquisadores observaram que aqueles que responderam bem ao primeiro, reduzindo o movimento do ar, suaram menos. E eles concluíram que a quantidade de fluidos secretada pode ser determinante na proteção de atletas contra asma.

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EUA têm mais de 2 milhões de casos de câncer ligado ao cigarro em seis anos

Aproximadamente 2,4 milhões de casos de cânceres relacionados ao fumo foram diagnosticados nos Estados Unidos no período entre 1999 e 2004, segundo anunciou, ontem, os Centros de Prevenção e Controle de Doenças (CDC). Segundo as estatísticas, o câncer de pulmão e o bronquial representam metade dos diagnósticos dos cânceres relacionados ao tabaco, que são mais comuns entre os homens, na população de afro-americanos e não-hispânicos, e em pessoas com mais de 70 anos. “O tabagismo é a principal causa evitável de doenças e morte prematura nos Estados Unidos, e a mais proeminente causa de câncer”, destacou, em nota para a imprensa, um dos diretores do CDC, Matthew McKenna, acrescentando que o tabagismo é responsável por um terço dos casos de câncer no país.

 

leia mais sobre a notícia em WebMD (em inglês)

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Taxas de depressão são altas em pessoas com inflamação intestinal

As taxas de depressão, e possivelmente de alguns tipos de distúrbios de ansiedade, são altas entre pessoas com doenças inflamatórias intestinais, como a doença de Crohn e a colite ulcerativa, segundo estudo da Universidade de Manitoba, no Canadá. A pesquisa avaliou as taxas de ansiedade e problemas de humor em 351 pacientes com os problemas intestinais, comparando com 779 pessoas similares da mesma região e com dados da população dos EUA e da Nova Zelândia. E os especialistas notaram que esses pacientes tinham taxas mais altas de distúrbio do pânico, transtorno de ansiedade generalizada, transtorno obsessivo-compulsivo e depressão maior. Com isso, os autores recomendam um maior cuidado psicológico para esses pacientes.

leia mais sobre o estudo no AJG (em inglês)

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Atividades físicas ajudam a prevenir diversos tipos de câncer

Pessoas que se mantêm ativas, seja se exercitando regularmente ou no trabalho, são menos propensas a desenvolver diversos tipos de câncer, segundo estudo publicado no "American Journal of Epidemiology". Avaliando, por mais de 10 anos, quase 80 mil japoneses com idades entre 45 e 74 anos, os pesquisadores concluíram que homens e mulheres ativos têm menor risco de ter câncer de cólon, de fígado, pancreático e de estômago. Na média, os homens mais ativos tinham 13% menor risco do que os sedentários, e as mulheres mais ativas tinham 16% menor risco, independentemente de outros fatores, como idade, peso, tabagismo e consumo de calorias. E o efeito seria mais forte entre pessoas com peso normal. Além do efeito benéfico no peso, os autores destacam que a atividade física pode estimular a atividade do sistema imunológico, protegendo contra o câncer.

leia mais sobre a notícia na Reuters Health (em inglês)

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Estudo liga estresse crônico à depressão e infertilidade

O estresse crônico pode levar tanto a problemas de saúde física quanto a problemas de comportamento, como ansiedade, depressão e infertilidade, segundo estudo americano publicado no periódico “Molecular Psychiatry”. Em testes com fêmeas de rato, os pesquisadores notaram que, como resposta ao estresse crônico, há um aumento prolongado da expressão do fator liberador da corticotrofina em áreas do cérebro ligadas ao medo e às emoções, incluindo a amídala. E esse fator, que é importante para a adaptação ao estresse diário e para manter boa saúde física e mental, em volumes elevados e sendo produzido de forma prolongada causou, nos animais, ansiedade, comportamento depressivo, diminuição da libido e problemas nos ciclos dos ovários. Estudos com humanos são necessários para confirmação.

 

leia mais sobre a pesquisa em MP (em inglês)

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Roncar pode representar riscos para a saúde da mulher, indica estudo

Um estudo da Universidade de Uppsala, na Suécia, sugere que, para as mulheres, roncar pode significar um risco para a saúde, pois o ronco parece estar associado a pressão alta e diabetes. Avaliando 400 mulheres com idades entre 20 e 70 anos, os pesquisadores descobriram que as mulheres que roncavam acordavam cansadas, e um sétimo delas acabavam caindo no sono, sem querer, durante o dia. “Roncar tem sido considerado um problema médico apenas se está associado com repetidas interrupções na respiração. Nosso estudo mostra que o ronco, por si mesmo, pode trazer efeitos negativos para a saúde”, destacaram os autores. 

leia mais sobre a pesquisa em Chest (em inglês)

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Extrato de folhas de oliva pode reduzir colesterol e pressão, diz estudo

Um suplemento contendo extrato de folhas de oliva pode ajudar a reduzir a pressão e o colesterol de pessoas que estão à beira de desenvolver hipertensão, segundo estudo publicado na revista “Phytotherapy Research”. De acordo com os autores, as folhas da oliveira têm sido usadas desde os tempos antigos com propósitos medicinais, e novas pesquisas mostram que seu extrato tem propriedades antibacterianas, antiinflamatórias e antioxidantes. Em estudo com 20 pares de gêmeos idênticos no limite para hipertensão (entre o nível ideal de 120/80 e o de pressão alta de 140/90), pesquisadores suíços notaram que, após oito semanas, aqueles que haviam tomado suplemento de 1000 mg de extrato de folha de oliva por dia tiveram considerável redução na pressão – de 137/80 para 126/76 – e queda nos níveis de colesterol “ruim” (LDL). Aqueles que apenas receberam conselhos não tiveram resultados significativos.

leia mais sobre a notícia na Reuters Health (em inglês)

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Substância presente em frutas e verduras previne gripe, indica estudo

Uma substância chamada quercetina, naturalmente encontrada em frutas e outros vegetais, incluindo cebolas, uvas, chás, brócolis e vinho tinto, pode ajudar a prevenir gripes, segundo um estudo publicado pela Sociedade Americana de Fisiologia. Em testes com ratos, os pesquisadores observaram que os animais que consumiram a substância eram menos propensos a contraírem a gripe após serem expostos ao vírus H1N1. O estudo mostrou também que a prática de exercícios extenuantes pode aumentar a suscetibilidade a ter gripe (91% de chances entre os ratos que se exercitaram até a fadiga durante três dias, contra 63% dos outros), mas o componente da fruta também anularia esse efeito negativo. Um estudo recente com humanos indicou que o consumo da mesma substância reduzia os riscos de doença após três dias de exercícios exaustivos. Mais estudos são necessários.

leia mais sobre a notícia em Science Daily (em inglês)


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Um em 20 americanos sofre de depressão, alertam especialistas

Mais de um a cada 20 americanos com mais de 12 anos sofrem de depressão, segundo estatísticas dos Centros de Prevenção e Controle de Doenças (CDC) dos Estados Unidos. Entre elas, 80% apresentam algum grau de dificuldade funcional por causa da doença, com 27% relatando ser extremamente difícil de trabalhar, arrumar a casa e se relacionar com outras pessoas por causa dos sintomas. Esses números são resultados de análise de dados de uma pesquisa nacional realizada no período entre 2005 e 2006. E indicam que as taxas são maiores entre as mulheres, negros e pessoas com idades entre 40 e 59 anos. A busca por ajuda ainda permanece pequena: apenas 29% das pessoas com depressão e 39% com casos graves haviam consultado um profissional de saúde mental no ano anterior à pesquisa. Com isso, os especialistas destacam a necessidade de “desestigmatizar” a doença e incentivar seu tratamento.

leia mais sobre a notícia em WebMD (em inglês)

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Caminhada pode reduzir declínio cognitivo na velhice, diz estudo

Fazer caminhada, mesmo apenas três vezes por semana, pode ser benéfico para o cérebro dos mais velhos e ajudar a prevenir doenças que envolvem perda de memória, como o mal de Alzheimer, segundo pesquisa da Universidade de Melbourne, na Austrália. O estudo envolveu 138 pessoas com mais de 50 anos (media de idade de 69 anos) que apresentavam problemas de memória, mas que não cumpriam os critérios de classificação para demência. E os resultados indicaram que, após seis meses, aqueles que foram incentivados a se exercitar (principalmente com caminhada) 150 minutos por semana, divididos em três sessões de 50 minutos, tiveram melhor desempenho em testes cognitivos e de memória. Os mais ativos também tinham menor pontuação na medida clínica de demência.

leia mais sobre a notícia em WebMD (em inglês)

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O segredo para uma boa saúde é a felicidade, sugere pesquisa

Se você é feliz e está satisfeito com a sua vida atualmente, você tem mais chances de manter a saúde no futuro, segundo pesquisadores da Universidade de Nebraska, nos EUA. Avaliando dados de pesquisas australianas realizadas entre 2001 e 2004 com mais de 10 mil adultos, os pesquisadores notaram que aqueles que relataram estarem felizes nas quatro semanas antes da pesquisa e que se consideravam satisfeitos com a vida eram mais propensos a apresentarem, três anos depois, saúde excelente, boa ou muito boa. E esses participantes também não tinham problemas de saúde limitadores e de longo prazo, e apresentavam maiores níveis de atividades físicas três anos mais tarde. E os benefícios da felicidade e da satisfação na saúde se davam independente de fatores como o tabagismo, consumo de álcool, idade e níveis de atividades físicas.

 

leia mais sobre a notícia em Science Daily (em inglês)

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Cientistas descobrem gene que pode aumentar as chances de divórcio

Cientistas do Instituto Karolinska, na Suécia, anunciaram terem descoberto um gene que, possivelmente, seria “responsável” por dificuldades nos relacionamentos e até mesmo pelo fim de muitos casamentos. O estudo analisou o DNA de 550 gêmeos e seus parceiros, além de questionários respondidos pelos voluntários sobre relacionamento. E descobriu que os homens que apresentam duas cópias da variante 334 do gene AVPR1A normalmente se comportam de maneira diferente nos relacionamentos – aqueles com a variante eram menos propensos a se casar, e os que tinham duas cópias tinham duas vezes mais chances de ter uma crise no relacionamento no espaço de um ano. Além disso, mulheres casadas com esses homens se mostraram menos satisfeitas com seu relacionamento do que aquelas casadas com homens sem o 334. Mais estudos são necessários.

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Disfunção no cérebro poderia explicar alguns sintomas da fibromialgia

Uma disfunção na porção do cérebro chamada hipocampo, que regula emoções, memória e olfato, pode explicar alguns sintomas da fibromialgia – distúrbio caracterizado por dores crônicas nos músculos e ligamentos – segundo estudo da Universidade de Cairo, no Egito. Usando a espectroscopia de prótons por ressonância magnética, os pesquisadores examinaram o funcionamento do hipocampo de 15 pacientes com fibromialgia e 10 mulheres saudáveis da mesma idade. E observaram que os níveis das substâncias químicas cerebrais eram diferentes entre os dois grupos – as pacientes com fibromialgia apresentavam menores níveis de N-acetil aspartato (NAA) e das taxas de NAA para colino e de NAA para creatina, além de maiores níveis de colino no lado direito do hipocampo do que aquelas do grupo controle. Nas pacientes também foram observadas maiores incidências de depressão e problemas de sono, que estariam associadas à disfunção no hipocampo.

leia mais sobre a notícia na Reuters Health (em inglês)

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Cientistas pesquisam substância da esponja do mar contra o câncer

Uma substância encontrada na esponja do mar pode ser a nova esperança no combate ao câncer, segundo pesquisadores do Instituto Nacional de Câncer dos Estados Unidos. Em um novo estudo, publicado esta semana no “Journal of the National Cancer Institute”, os cientistas descobriram que a substância chamada candidaspongiolide (CAN) pode inibir a síntese de proteínas, mas também matar células com câncer. Segundo os autores, pesquisas anteriores já mostravam o potencial da CAN em matar células de glioma e melanoma em laboratório, mas os mecanismos não tinham sido desvendados. Nos novos testes, observaram que a substância bloqueia a síntese de proteínas em células normais e doentes e ativa a enzima caspase 12, que induz a morte celular, mas não destrói as células saudáveis com a mesma dosagem que mata as malignas. Estudos laboratoriais e em animais estão previstos. 

leia mais sobre a notícia em Science Daily (em inglês)

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