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Obesidade atrapalha a sensação do doce dos alimentos, indica estudo

Em estudo com ratos, a obesidade paralisou gradualmente a sensação de paladar de alimentos doces, levando os roedores a fazer refeições cada vez maiores e mais doces, segundo pesquisadores da Universidade do Estado da Pensilvânia. E estudos anteriores indicam que esse mecanismo estaria presente também em humanos, com as pessoas obesas sendo menos sensíveis ao gosto doce. “Quando você tem uma sensibilidade reduzida a alimentos saborosos, você tende a consumi-los em maior quantidade”, explicaram os autores, destacando que isso “é um ciclo vicioso”. Nos testes, ratos obesos e com pré-diabetes apresentaram menos neurônios de resposta à sacarose e menor resposta geral ao açúcar do que ratos magros e saudáveis. Segundo os autores esse descontrole pode ser um dos responsáveis pela epidemia de obesidade. 

leia mais sobre a pesquisa no JN (em inglês)


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Problema nas gengivas pode afetar processamento mental, diz estudo

Pessoas com gengivite têm pior função mental do que pessoas com gengivas saudáveis, segundo estudo publicado na revista Psychosomatic Medicine. As descobertas aumentam as evidências de que a inflamação causada pela doença pode afetar negativamente outros órgãos do corpo, como o cérebro. Avaliando mais de 5 mil pessoas com idades entre 20 e 59 anos e mais de 1,5 mil com mais de 70 anos, os cientistas encontraram associação significativa entre um pior desempenho em testes cognitivos e sangramento da gengiva, perda da ligação do dente com o osso e perda de dentes. Entre os mecanismos que estariam relacionados a essa associação, os autores citam a inflamação causada pela gengivite, que afetaria o cérebro, e uma pior alimentação por causa do problema na boca, causando deficiências nutricionais. Porém os resultados não permitem estabelecer uma relação causal.

 

leia mais sobre a notícia na Reuters Health (em inglês)

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Perder barriga pode proteger os olhos, indica estudo

Um estudo da Universidade de Melbourne, Austrália, indica que pessoas que perdem gordura abdominal podem estar reduzindo seu risco de desenvolver degeneração macular relacionada ao envelhecimento, principal causa de perda visual entre os idosos. Segundo os autores, a redução do risco pode ser um benefício adicional da perda de peso, principalmente em pacientes obesos e os com sobrepeso. Avaliando mais de 12 mil pessoas com idades entre 45 e 64 anos, acompanhados por seis anos, os pesquisadores notaram que uma redução de 3% ou mais na relação cintura-quadril (que indica a gordura abdominal) reduzia significativamente a probabilidade de ter degeneração macular. E os resultados foram mais marcantes entre os voluntários obesos. Mais estudos são necessários.

leia mais sobre o estudo no AO (em inglês)


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Freqüentar a igreja ou grupos religiosos pode prolongar a vida, diz estudo

Ir à igreja ou freqüentar qualquer tipo de serviço religioso pode prolongar a vida, segundo estudo publicado na revista Psychology and Health. Avaliando dados de mais de 92 mil mulheres na pós-menopausa, acompanhadas por mais de sete anos, a pesquisa da Universidade Yeshiva, em Nova York, descobriu que aquelas que participavam de serviços religiosos pelo menos uma vez por semana reduziam em 20% seu risco de morte. Os autores destacam que a proteção contra a mortalidade não seria explicada inteiramente pelo aumento do apoio social e por mudanças no estilo de vida motivadas pela religião, como a redução do consumo de álcool e do fumo. “Há algo aqui que não entendemos perfeitamente. É sempre possível que alguns fatores desconhecidos ou não medidos confundam esses resultados”, explicaram.

leia mais sobre a notícia em WebMD (em inglês)

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Consumo de laticínios na infância é importante para a saúde óssea

Comer laticínios, carnes e outros alimentos ricos em proteínas na infância ajuda a ter ossos fortes e saudáveis na adolescência, segundo estudo publicado no Journal of Pediatrics. Foram avaliados dados de 106 crianças acompanhadas desde o ano de 1987, quando tinham entre três e cinco anos de idade, até 1999, quando foram realizados exames ósseos. E os pesquisadores da Universidade de Boston, nos EUA, concluíram que as crianças que comiam pelo menos duas porções diárias de laticínios e aquelas que consumiam quatro porções de carnes ou outros alimentos ricos em proteínas tinham ossos mais densos na juventude do que aqueles que comiam menos. Esses voluntários tinham maior conteúdo mineral, maior área óssea e maior densidade mineral óssea nos braços, pernas, tronco, costelas e principalmente na bacia. 

leia mais sobre a pesquisa no JP (em inglês) 

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Falta de exercícios é causa de aumento do risco cardíaco na depressão

Pacientes cardíacos que sofrem de depressão são menos propensos a se exercitarem, aumentando ainda mais o seu risco de problemas como o infarto e a insuficiência cardíaca, segundo estudo publicado no The Journal of the American Medical Association. Avaliando mais de mil pacientes com doença cardíaca, acompanhados por uma média de oito anos, os pesquisadores notaram que, entre aqueles que apresentavam sintomas depressivos, 10% tiveram um evento cardíaco, contra apenas 6,7% daqueles que não sofriam de depressão. Uma análise mais aprofundada mostrou que essa relação era mediada por fatores de comportamento – os pacientes depressivos eram mais propensos a fumar, eram menos fisicamente ativos e menos propensos a tomar os remédios como haviam sido prescritos. Entre esses pacientes, a inatividade sozinha foi associada a 44% maior risco.

leia mais sobre a notícia em WebMD (em inglês)

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Dieta rica em proteínas pode aumentar queima de gordura de obesos

Refeições ricas em proteína podem ajudar pessoas com sobrepeso ou obesas a queimar mais gordura, segundo pequeno estudo da Universidade de Wollongong, na Austrália. Pesquisas anteriores indicam que pessoas acima do peso têm mais dificuldades em queimar gordura após as refeições. No novo estudo, avaliando 18 adultos que tiveram o metabolismo pós-refeição testado em três dias diferentes, os pesquisadores notaram que, nos dias em que os voluntários gordinhos faziam refeições com um terço das calorias vindas das proteínas, queimavam mais gordura, em comparação com o dia em as refeições tinham 58% de carboidratos e apenas 14% de proteínas. Com a refeição rica em proteínas – que continha laticínios pobres em gordura, carnes magras e ovos, além de pães e vegetais como fonte de carboidratos – os obesos tiveram um padrão de queima de gorduras próximo ao dos voluntários mais magros.

leia mais sobre a notícia na Reuters Health (em inglês)

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Sono é essencial para aprendizado e memória

Dormir ajuda as pessoas a aprender tarefas complexas e a se lembrar do aprendizado que pensavam que haviam esquecido, segundo estudo da Universidade de Chicago, nos EUA. Usando um teste que envolvia o aprendizado de como jogar vídeo games, os pesquisadores notaram que pessoas que, após 12 horas do aprendizado, haviam esquecido como realizar uma tarefa complexa, tinham essas funções restauradas após uma boa noite de sono. A avaliação de 200 estudantes universitários com pouca experiência com games mostrou que “o sono consolida o aprendizado restaurando o que foi perdido no decorrer de um dia posterior ao treinamento, e protegendo o que foi aprendido contra a perda subseqüente”.

leia mais sobre a notícia na UPI (em inglês)

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Pessoas com fibromialgia têm fluxo sangüíneo anormal no cérebro, diz estudo

Um estudo realizado na França indica que pacientes com fibromialgia – condição crônica marcada por dor muscular e articular generalizada – apresentam uma anormalidade no fluxo sangüíneo do cérebro. A descoberta poderia ajudar a explicar as causas da condição, que ainda são desconhecidas. Usando um tipo de tomografia computadorizada para avaliar o cérebro de 20 pessoas com fibromialgia e de 10 pessoas saudáveis, os pesquisadores notaram anormalidades no fluxo sangüíneo em áreas do cérebro envolvidas no processamento da dor. E esses problemas funcionais estavam correlacionados com a severidade da doença, mas não com ansiedade e depressão, muitas vezes associadas à fibromialgia. Assim, para os autores, os resultados “sugerem que a fibromialgia pode ser definida como um distúrbio funcional do cérebro envolvendo essas regiões”.

 

leia mais sobre o estudo no JMN (em inglês)


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Cientistas estudam luz infravermelha para tratamento de surdez

Pesquisadores da Northwestern University, nos EUA, afirmam que o uso de luz infravermelha pode estimular nervos do ouvido, reduzindo problemas de audição. Em estudo publicado na revista New Scientist, eles destacam que o uso da luz obteve melhores resultados contra a surdez do que implantes cocleares (ou "ouvidos biônicos") em testes com roedores. Os cientistas usaram luzes infravermelhas para estimular os nervos de preás surdos e mapearam a atividade neurológica entre o ouvido interno e o cérebro; descobrindo que o processo com as luzes foi mais detalhado do que o produzido com os eletrodos do ouvido biônico. Os autores agora estão trabalhando para produzir aparelhos óticos que poderiam ser implantados em ouvidos de surdos. Porém, especialistas alertam que pode demorar mais de uma década para esse dispositivo se tornar disponível.

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Incerteza pode gerar mais estresse do que resposta negativa, indica estudo

Algumas pessoas podem preferir receber uma informação claramente negativa a lidar com a incerteza, segundo estudo da Universidade de Toronto, no Canadá. Os pesquisadores avaliaram as respostas do córtex do cíngulo anterior – área do cérebro associada ao monitoramento do erro e à ansiedade relacionada ao conflito – de voluntários. E descobriram que pessoas com altos graus de neuroticismo – traço de personalidade ligado a emoções negativas e ansiedade – tinham atividades mais fortes nessa área do cérebro quando recebiam respostas ambíguas ou incertas, comparadas com informações negativas precisas. Segundo os autores, isso mostra que algumas pessoas se sentem “mais confortáveis com informações claramente negativas do que com a incerteza – mesmo que o resultado dessa incerteza possa ser positivo”.

 

leia mais sobre a notícia em WebMD (em inglês)

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Diabetes pode deixar processamento mental mais lento, diz estudo

O diabetes tipo 2 – associado a fatores do estilo de vida, como obesidade e sedentarismo – afeta a velocidade em que o cérebro processa as informações, segundo pesquisadores da Universidade de Massachusetts, nos EUA. Os especialistas avaliaram, por cinco anos, quase 2 mil idosos que não tinham demência, entre não-diabéticos, pessoas com problema na glicemia de jejum, diabéticos diagnosticados e diabéticos não diagnosticados. E uma bateria de testes da função cerebral indicou que os diabéticos tinham velocidade de processamento mental significativamente menor do que os não-diabéticos. Aqueles que não sabiam que tinham a doença apresentavam piores resultados tanto em questão de velocidade de processamento cognitivo quanto no desempenho da memória. Por isso, os autores defendem a inclusão de avaliações cognitivas nos futuros protocolos de tratamento da doença.

 

leia mais sobre a pesquisa em AJE (em inglês)

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Componente do vinho tinto poderia proteger contra doença de Alzheimer?

O vinho tinto, muitas vezes associado a benefícios cardiovasculares, pode ajudar também a proteger contra a doença de Alzheimer, segundo estudo da Universidade da Califórnia, nos EUA. De acordo com os autores, compostos antioxidantes chamados polifenóis, presentes no vinho, podem bloquear a formação das placas tóxicas que destroem as células cerebrais, além de reduzir o efeito tóxico daquelas já existentes. No estudo, os cientistas trataram, em laboratório, a proteína amilóide-beta, associada à doença, com um composto polifenol extraído de sementes de uvas, e monitoraram como essas proteínas se uniam para formar a placa que mata as células nervosas. E os autores concluíram que “se as proteínas amilóide-beta não conseguem se unir, os agregados tóxicos não podem ser formados e, assim, não há efeito tóxico”. Mais estudos são necessários para determinar o efeito em humanos.

leia mais sobre o estudo no JBC (em inglês)

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Caminhada pode ajudar a conter vício por chocolate, diz estudo

Um novo estudo da Universidade de Exeter, no Reino Unido, traz esperança para aqueles que querem controlar seu desejo excessivo por chocolates. Segundo os especialistas, a prática de caminhadas pode reduzir essa fissura por chocolates, ajudando a emagrecer. No estudo, foram avaliadas 25 pessoas que se descreviam como “comedores regulares de chocolate” – que consumiam pelo menos duas barras de 50 gramas por dia. Deixando-os três dias sem comer chocolate, os pesquisadores notaram que essa abstinência do doce, aliado ao estresse, fez com que a exposição ao chocolate iniciasse a fissura pelo alimento. Porém, ao realizar uma caminhada de 15 minutos na esteira, houve uma redução significativa no desejo pelo chocolate, além de amenizar o aumento da pressão sangüínea no momento em que seguravam uma barra do doce.

leia mais sobre a pesquisa em Appetite (em inglês)

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Brócolis pode proteger fumantes contra o câncer, diz estudo

O brócolis e outros vegetais crucíferos, como a couve-flor, parecem oferecer proteção especial para os fumantes contra o câncer, segundo estudo apresentado, esta semana, no encontro da Associação Americana para Pesquisa do Câncer. Avaliando 948 pessoas com câncer e mais de 1,7 mil sem a doença, pesquisadores descobriram que aqueles que comiam os vegetais, principalmente crus, tinham de 20% a 55% menos chances de ter câncer, comparados com aqueles que raramente comiam esses alimentos. Porém efeitos significativos foram observados apenas em fumantes e ex-fumantes. Os autores acreditam que compostos antioxidantes chamados isotiocianatos, presentes nesses vegetais, possam ser os responsáveis pela proteção. Eles destacam, porém, que os resultados não são fortes o suficientes para recomendar o brócolis como prevenção; o melhor mesmo é parar de fumar.

leia mais sobre a notícia na Reuters Health (em inglês)

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Exercícios físicos podem ajudar a manter o cérebro jovem, indica estudo

Fazer exercícios físicos diariamente pode ser a fonte da juventude para o cérebro, segundo estudo publicado no Journal of Applied Physiology. Porém, segundo pesquisadores de Taiwan, a prática deve começar o mais cedo possível, pois os efeitos diminuem rapidamente para quem começa na meia-idade. No estudo, os cientistas colocaram alguns ratos para correr na rodinha todos os dias a 70% de sua capacidade aeróbica por cinco semanas, e deixaram alguns sem os exercícios. E notaram que aqueles que se exercitaram tiveram 2,5 vezes mais crescimento de novas células cerebrais do que os sedentários, e maior integração dos novos neurônios a redes cerebrais. Os ratos que começaram no início da meia-idade tiveram melhores resultados do que os que começaram no final da meia-idade. Se forem confirmados em humanos, os resultados podem indicar uma forma de reduzir o declínio cognitivo do envelhecimento.

 

leia mais sobre a notícia em WebMD (em inglês)

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Exercícios e cálcio ajudam no combate à síndrome metabólica, diz estudo

Adotar a prática diária de exercícios e uma dieta rica em cálcio pode ajudar a combater a síndrome metabólica – conjunto de fatores de risco para doenças cardiovasculares, incluindo obesidade abdominal, pressão alta e baixos níveis de “bom” colesterol (HDL) – segundo estudo publicado no American Journal of Health Promotion. Realizado através de entrevistas por telefone com mais de 5 mil pessoas, o estudo mostrou que aqueles que faziam pouco ou nenhum exercício tinham duas vezes maior risco de desenvolver a condição; e aqueles que não comiam alimentos ricos em cálcio regularmente tinham 1,5 vezes maior risco de ter síndrome metabólica. Entre os participantes, 16% tinham a síndrome, que seria mais prevalente em idosos, pessoas de menor renda e escolaridade, com menor nível de atividades físicas, menor consumo de cálcio, hipertensão e hipercolesterolemia.

leia mais sobre a pesquisa em AJHP (em inglês)

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Estudo associa queda de pressão a um maior risco de morte em idosos

Uma condição chamada hipotensão ortostática, marcada por uma queda brusca de pressão quando a pessoa se levanta rapidamente, está associada a um aumento no risco de doença cardíaca coronariana e a uma maior mortalidade entre os idosos, segundo estudo publicado no Journal of the American Geriatrics Society. Avaliando, por seis anos, dados de mais de 5 mil pessoas com mais de 55 anos – 901 com a condição – os pesquisadores observaram que a hipotensão ortostática estava associada com um aumento de 31% no risco de doença cardíaca coronariana e de 22% no risco de mortalidade por qualquer causa. Em diabéticos, a hipotensão dobrava o risco de insuficiência cardíaca. Os autores destacam que mais estudos são necessários para avaliar se o tratamento da condição poderia melhorar o prognóstico cardiovascular.

 

leia mais sobre o estudo no JAGS (em inglês)

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Pressão alta e falta de sono aumentam os riscos de infartos e derrames

Pessoas com pressão alta que dormem pouco apresentam maior risco de doença cardíaca e derrame, segundo pesquisa japonesa publicada no Archives of Internal Medicine. Avaliando mais de 1,2 mil japoneses com hipertensão, os pesquisadores descobriram que aqueles que dormiam menos de 7,5 horas por noite tinham 68% maior risco de sofrer um infarto ou derrame ou de morrer de parada cardíaca em um período de quatro anos. E o risco era particularmente alto – mais de quatro vezes maior – entre aqueles que, além de dormir pouco, não tinham a redução da pressão que normalmente ocorre durante a noite. Os autores acreditam que a falta de sono leva a uma aumento da atividade do sistema nervoso durante o dia, o que poderia “forçar” o sistema cardiovascular. Por isso, eles recomendam que os médicos avaliem os hábitos de sono desses pacientes.

leia mais sobre a pesquisa no AIM (em inglês)


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Estatinas reduzem mortalidade e risco cardiovascular, diz estudo

O uso de estatinas, medicamentos para o controle do colesterol, reduz drasticamente as taxas de morte, infarto e derrame em pacientes com níveis saudáveis de colesterol, mas que apresentam altos níveis de um indicador inflamatório no sangue, chamado de proteína C-reativa (PCR). Avaliando quase 18 mil pacientes, o estudo JUPITER indicou que o uso de estatinas reduziu em 54% os ataques cardíacos, em 48% os derrames, e em 46% a necessidade de angioplastia (cirurgia para desobstrução de artérias) em menos de dois anos. Houve também redução de 20% nos riscos de morte. De acordo com especialistas, os resultados devem mudar consideravelmente as diretrizes de prevenção, passando a indicar estatinas, mesmo se os níveis de colesterol estiverem bons, para pacientes com alta sensibilidade à PCR.

leia mais sobre as notícias na Reuters Health (em inglês)

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Combinação de vitaminas e magnésio pode ser nova esperança contra surdez

Um coquetel contendo as vitaminas A, C e E, além do magnésio mostrou ser promissora como forma de prevenir a perda auditiva por causa de barulho, segundo pesquisadores da Universidade de Michigan, nos EUA. Em testes com roedores, a combinação dos quatro micronutrientes bloqueou aproximadamente 80% dos problemas auditivos causado por som alto. O tratamento está sendo testado agora em humanos, que participam de uma pesquisa tomando a combinação de vitaminas e do mineral em forma de uma pílula chamada AuraQuell antes de serem expostos a barulhos altos. “Quando não podemos prevenir a perda auditiva induzida por barulho através de programas de triagem e com o uso de protetor auricular, realmente precisamos avançar com alguma forma de proteger as pessoas que ainda serão expostas ao barulho”, destacaram os autores, com esperanças no novo medicamento. 

leia mais sobre a notícia em EurekAlert (em inglês)

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Ouvir sua música favorita pode proteger o coração, indica estudo

Ouvir sua música favorita pode ajudar a fortalecer seu coração, segundo estudo da Universidade de Maryland, nos EUA. Avaliando 10 pessoas saudáveis e não-fumantes, os cientistas descobriram que, quando os voluntários ouviam, por meia hora, suas músicas preferidas, seus vasos sangüíneos dilatavam de forma similar ao que acontecia quando gargalhavam, se exercitavam ou tomavam medicações para o sangue, como as estatinas. Nesses casos, havia um aumento de 26% no diâmetro dos vasos, contra uma redução de 6% quando ouviam músicas que não gostavam. E, aumentando o diâmetro, o sangue flui mais facilmente, reduzindo as chances de formação de coágulos que causam infartos e derrames, além de reduzir os riscos do endurecimento dos vasos característico da aterosclerose.

leia mais sobre a notícia na Reuters Health (em inglês)

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Gordura abdominal pode dobrar os riscos de morte, indica estudo

Um estudo publicado, nesta quinta-feira, no The New England Journal of Medicine indica que não apenas a gordura corporal total, mas também sua distribuição pelo corpo, determina o risco de uma pessoa morrer em um determinado período. Analisando dados de mais de 359 mil pessoas de nove países europeus, os pesquisadores confirmaram que a circunferência da cintura, que indica gordura abdominal, e a relação cintura-quadril são indicadores independentes de mortalidade. Durante o acompanhamento de mais de nove anos, mais de 14 mil participantes morreram. Os homens com maior circunferência da cintura tinham risco de morte duas vezes maior, enquanto os participantes com maior relação cintura-quadril tinham 68% maior risco de morrer. Entre as mulheres, esse risco era 78% e 51% maior, respectivamente, comparadas com aquelas com menores medidas.

leia mais sobre o estudo no NEJM (em inglês)

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 Musculação previne diabetes em idosos, diz estudo

Um estudo da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) indica que exercícios com pesos reduz os riscos dos idosos desenvolverem diabetes tipo 2 (tipo não-hereditário, associado à obesidade e ao sedentarismo). Os pesquisadores submeteram 10 homens acima de 60 anos, sedentários e saudáveis, ao treinamento com pesos durante 16 semanas e comparou o resultado com um grupo controle de oito idosos. E observaram que a musculação reduzia os riscos de desenvolvimento da resistência à insulina, estágio prévio da doença – o grupo treinado apresentou índice de Homeostasis Model Assesment abaixo de 2,71, recomendado para manter os idosos fora do potencial desenvolvimento da doença. Além disso, houve aumento da força muscular e redução na gordura corporal nesse grupo, o que também contribui para menor risco de diabetes.

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Pessoas infelizes passam mais tempo assistindo à TV, indica pesquisa

Pessoas infelizes passam mais tempo na frente da televisão, segundo estudo da Universidade de Maryland, nos Estados Unidos. Avaliando, por 30 anos, cerca de 30 mil adultos, os pesquisadores descobriram que as pessoas mais felizes eram mais socialmente ativas, prestavam mais serviços religiosos, votavam com mais freqüência e liam mais jornais. Em contraste, as infelizes relatavam mais tempo livre indesejável (51%, contra 19% das “muito felizes”) e assistiam 20% mais TV no tempo livre, independentemente de escolaridade, renda e estado civil. Esses dados, confrontados com estudos anteriores que indicam que a televisão é bem classificada como passatempo quando as pessoas estão assistindo, indicam que “a TV pode oferecer aos telespectadores um prazer de curto prazo, mas às custas de um mal-estar de longo-prazo”. Porém, ainda não está claro se a felicidade leva as pessoas a ver menos TV, ou se o tempo em frente à TV leva à infelicidade.

 

leia mais sobre a notícia em Science Daily (em inglês)

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Estudo liga deficiência de vitamina D à pressão alta

Baixos níveis de 25-hidroxivitamina D – proteína que indica a quantidade de vitamina D no sangue – estão associados a um maior risco de desenvolver pressão alta, segundo estudo publicado na revista Hypertension. Avaliando 1484 mulheres saudáveis, os pesquisadores notaram que aquelas com os menores níveis da vitamina tinham 66% maior risco de hipertensão. E, de forma geral, mais de 65% das mulheres tinham deficiência do nutriente, apresentando 47% maior risco quando comparadas a mulheres com níveis adequados da vitamina D no sangue. Segundo os autores, se essa relação for causal, a deficiência pode ser responsável por 23,7% dos novos casos de hipertensão entre mulheres jovens por ano. Mais estudos são necessários para determinar se a suplementação de vitamina D poderia reduzir a pressão. 

leia mais sobre o estudo em Hypertension (em inglês)

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Mulheres que fumam sofrem mais de TPM, indica pesquisa

Mulheres com idades entre 27 e 44 anos que fumam são duas vezes mais propensas a sofrer tensão pré-menstrual, principalmente sintomas relacionados aos hormônios, como dores nas costas, seios inchados e doloridos e acne, segundo estudo da Universidade de Massachusetts, nos EUA. De acordo com os autores, até 20% das mulheres apresentam síndrome pré-menstrual severa o suficiente para afetar suas relações sociais e atividades normais. E o fumo está relacionado com mudanças hormonais e até com um maior risco de TPM. Comparando mais de mil enfermeiras que desenvolveram a síndrome com quase duas mil que não tinham TPM, os pesquisadores notaram que as fumantes tinham 2,1 vezes maior probabilidade de ter TPM, comparadas com as não-fumantes. E o risco aumentava com a quantidade de cigarros fumados, e quanto mais cedo se adquiria o vício.

leia mais sobre a pesquisa no AJE (em inglês)

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Consumo de gordura saturada aumenta risco de câncer no intestino delgado

Comer muita gordura saturada – presente principalmente em carnes vermelhas e laticínios – aumenta o risco de câncer no intestino delgado, segundo estudo publicado no periódico Cancer Research. Avaliando dados de mais de 294 mil homens e 199 mil mulheres que foram acompanhados por sete anos, os pesquisadores associaram a alta ingestão de gordura saturada a tumores carcinóides do intestino delgado, embora uma dieta rica em carnes tenha aumentado o risco apenas levemente. Os autores destacam que, apesar desse câncer ser raro, sua taxa tem aumentado desde a década de 70. E ele aumenta os riscos de desenvolver um câncer secundário, como o colorretal. Por isso, “identificar os fatores de risco modificáveis para o câncer do intestino delgado é importante não apenas porque sua incidência está aumentando, mas porque pode permitir o entendimento de outras doenças gastrointestinais”.

 

leia mais sobre o estudo em Cancer Research (em inglês)


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Álcool e cigarro aumentam os riscos de câncer de garganta e de estômago

Os hábitos de consumir bebidas alcoólicas e fumar parecem aumentar o risco de câncer na garganta e no estômago, segundo estudo apresentado no encontro da Associação Americana para Pesquisa do Câncer. Acompanhando, por mais de duas décadas, mais de 120 mil holandeses, os pesquisadores descobriram que aqueles que consumiam quatro doses de bebidas alcoólicas por dia tinham cinco vezes maior risco de carcinoma de células escamosas do esôfago, comparados com os abstêmios. E o tabagismo foi associado a um maior risco de adenocarcinoma de esôfago, adenocarcinoma gástrico da cárdia, além do carcinoma de células escamosas de esôfago. Como os ex-fumantes tinham significativamente menor risco em relação aos fumantes atuais, os autores destacam que largar o vício pode ajudar na prevenção.

 

leia mais sobre a notícia na Reuters Health (em inglês)

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Exercícios e boas noites de sono podem ajudar a prevenir câncer

A prática de atividades físicas pode reduzir as chances de desenvolver câncer, e boas noites de sono parecem aumentar ainda mais esse benefício, segundo estudo apresentado no encontro da Associação Americana para Pesquisa do Câncer. Uma revisão de dados de cerca de 6 mil mulheres indicou, como esperado, que os exercícios físicos estavam associados a menores taxas de câncer. E os resultados mostraram que os padrões de sono também afetam o risco da doença – entre as mais ativas com menos de 65 anos, o câncer era 47% mais raro para aquelas que dormiam pelo menos sete horas por noite. Porém, os autores destacaram que ninguém tem benefícios de prevenção apenas dormindo, pois o estilo de vida como um todo, e não apenas um ou dois hábitos, devem ser considerados na prevenção à doença.

 

leia mais sobre a notícia em WebMD (em inglês)


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Individualistas têm mais problemas com bebidas alcoólicas, diz pesquisa

Pessoas muito individualistas são mais propensas a ter problemas com bebidas alcoólicas, segundo estudo da Universidade do Texas, nos EUA. Os pesquisadores compararam o consumo de cerveja e outras bebidas alcoólicas entre países e entre estados americanos. E descobriram que quanto mais os habitantes de uma região específica valorizam o individualismo, maior é o consumo de álcool, independentemente de renda, clima, gênero e religião. As análises mostraram que pessoas de mentalidade mais interdependente são menos propensas a consumir álcool em excesso quando estão acompanhados. “Os resultados sugerem que pessoas com orientações culturais coletivistas tendem a ser mais motivadas a controlar as tendências impulsivas de consumo do que aquelas com orientações culturais individualistas”, escreveram os autores.

leia mais sobre a pesquisa no JCR (em inglês)

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Estudo liga óleo de canola na gestação a menor risco de câncer de mama

Trocar o óleo de soja e de milho pelo óleo de canola durante a gestação e amamentação pode proteger tanto a mãe quanto a filha contra o câncer de mama, segundo estudo da Universidade Marshall, nos EUA. De acordo com os autores, o óleo de canola tem mais ômega 3 e menos ômega 6 do que os outros óleos de cozinha. No novo estudo, mães de ratos geneticamente modificados para desenvolver câncer de mama receberam dieta contendo 10% de óleo de canola ou 10% de óleo de milho antes da reprodução e até o período de desmame dos filhotes; e, após o desmame, os filhotes receberam dieta rica em óleo de milho. E as fêmeas nascidas de mães alimentadas com óleo de milho tiveram maior quantidade e maior volume de tumores mamários do que aquelas cuja mãe ingeriu óleo de canola. Porém, pesquisas com humanos são necessárias antes de recomendar o óleo para a prevenção do câncer

 

leia mais sobre a notícia em WebMD (em inglês)

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Laticínios podem ajudar a manter o peso após dieta, indica estudo

Comer grande quantidade de laticínios pode ajudar as pessoas que estão tentando manter o peso a queimar mais gordura e comer mais calorias sem aumento de peso, segundo estudo encomendado pelo Conselho Nacional de Laticínios dos EUA. Avaliando 338 pessoas obesas que haviam feito dieta restritiva por três meses, o estudo não mostrou que comer as três porções de laticínios faz diferença em manter o peso perdido, mas indicou que essa prática por seis meses permite às pessoas comer mais calorias sem ganhar peso, comparado com pessoas que consomem menos de uma porção diária. E, segundo os autores, isso facilitaria a manutenção de uma dieta para manter o peso. Pesquisas anteriores mostram que uma dieta rica em cálcio pode reduzir o ganho de peso e promover a queima de gordura. E os autores apostam nesse efeito. Mais estudos são necessários. 

leia mais sobre a pesquisa em N&M (em inglês)

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Medicamento baseado em componente do vinho ativa queima de gorduras

Cientistas da Universidade Louis Pasteur, na França, anunciaram o desenvolvimento de um novo medicamento que consegue enganar o corpo, fazendo com que não ganhe peso mesmo com uma dieta rica em gordura. Em testes com ratos, a droga SRT1720 – que tem estrutura semelhante ao antioxidante resveratrol, encontrado no vinho tinto – foi capaz de mudar o metabolismo das cobaias, ativando a queima de gorduras, evitando o ganho de peso e melhorando a tolerância à glicose e a sensibilidade à insulina. Pesquisando o resveratrol, os cientistas concluíram que ele poderia combater os efeitos de uma dieta calórica ao ativar a proteína SIRT1, porém seriam necessários muitos litros de vinho para obter os mesmos efeitos em humanos. Daí surgiu a idéia de desenvolver uma droga que potencializasse seus efeitos. Mais testes de eficácia e segurança são necessários para o uso em humanos.

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Vitamina B3 pode ser nova esperança contra o Alzheimer, indica estudo

Uma vitamina encontrada em carnes, peixes e batatas pode ajudar a proteger o cérebro dos efeitos da doença de Alzheimer e melhorar a memória, inclusive, de pessoas saudáveis, segundo estudo da Universidade da Califórnia, nos EUA. Em testes com ratos, os cientistas descobriram que a vitamina B3 reduzia os níveis cerebrais de uma proteína ligada aos danos da doença – a tau fosforilada – além de melhorar o desempenho dos animais em testes de memória. Apesar dos resultados promissores, os especialistas não recomendam que os pacientes recorram a suplementos de niconamida (como é conhecida a vitamina) vendidos em farmácias como tratamento do Alzheimer, pois estudos em humanos são necessários antes de qualquer conclusão. E, em altas doses, a vitamina B3 pode ser tóxica.

leia mais sobre a notícia na BBC News (em inglês)

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Consumo de peixes pode proteger os rins de diabéticos, indica estudo

Comer peixes duas vezes por semana pode ajudar os diabéticos a prevenir doença renal – uma das complicações mais sérias da doença – segundo estudo publicado na edição de novembro do American Journal of Kidney Diseases. Avaliando a dieta de mais de 22 mil pessoas de meia-idade, sendo 517 com diabetes, os pesquisadores descobriram que os diabéticos que relataram comer peixe mais de uma vez por semana tinham consideravelmente menos chances de ter proteínas na urina – sinal precoce de doença renal. A condição, conhecida como macroalbuminúria, pode piorar os danos nos rins e aumentar os riscos de infartos. E os resultados mostraram que 18% dos diabéticos que não comiam peixe regularmente tinham a condição, contra apenas 4% dos consumidores do alimento. Mais estudos são necessários. 

leia mais sobre o estudo no AJKD (em inglês)

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Abuso de álcool aumenta os riscos de demência, indica estudo

Pessoas que bebem demais, em qualquer idade, enfrentam um maior risco de demência na terceira idade, incluindo doença de Alzheimer, segundo especialistas britânicos. Em artigo publicado no British Journal of Psychiatry, os psiquiatras Susham Gupta e James Warner destacam que o problema é tão sério que as garrafas de bebidas alcoólicas deveriam ter alertas similares aos dos maços de cigarro. De acordo com os especialistas, o abuso de álcool pode ser responsável por até um quarto dos casos de Alzheimer, porém, por ser um risco de longo prazo, aqueles que abusam, normalmente, desconhecem os danos que as bebidas podem causar no tecido cerebral mais tarde. Por isso, e pelo fato de as iniciativas para educar as pessoas sobre os riscos serem impopulares, os autores defendem a adoção de políticas similares àquelas usadas no combate aos problemas de saúde causados pelo tabagismo. 

leia mais sobre o estudo em BJP (em inglês)

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Mãos das mulheres têm mais variedades de bactérias, indica estudo

Um estudo da Universidade do Colorado, nos EUA, indica que a mão humana abriga mais bactérias do que se pensava e que as mulheres têm uma maior variedade de bactérias na palma da mão do que os homens. Usando técnicas avançadas de seqüenciamento de genes para avaliar 102 mãos, os cientistas descobriram que uma mão tem, em média, 150 tipos diferentes de bactérias entre as mais de 4,7 mil espécies identificadas. Porém, apenas cinco espécies eram compartilhadas entre os 51 participantes, com diferenças, inclusive, entre a palma da mão direita e da esquerda de uma mesma pessoa (apenas 17% dos mesmos tipos de bactérias estariam nas duas mãos). Segundo os autores, a maior variedade na mão das mulheres pode se dever ao fato dos homens terem pele mais acídica, ou pelas diferenças no suor, glândulas oleosas, hormônios ou até na diferença no uso de cosméticos. Eles lembram que a maioria das bactérias não são danosas e até protegem contra doenças.

 

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Combinação de exercícios ajudam diabéticos a controlar a glicose

Diabéticos que participam de um programa que combina exercícios aeróbicos e de resistência muscular podem melhorar seu controle da glicose e seu desempenho físico, além de reduzir a gordura corporal, segundo estudo publicado na revista Physical Therapy. Os especialistas avaliaram 15 pessoas com diabetes tipo 2 que participaram, por 16 semanas, de programas de exercícios – sete tiveram a combinação, enquanto oito fizeram apenas o aeróbico. E, após três meses, eles notaram que ambos os grupos apresentaram melhorias no controle da glicose, no desempenho físico e na gordura corporal. Porém aqueles que fizeram exercícios de força muscular junto à aeróbica tiveram melhores resultados, com maior redução de IMC e maior ganho muscular. E, segundo os autores, esse aumento de massa magra é importante para os diabéticos, principalmente porque melhora as taxas metabólicas.

 

leia mais sobre a notícia em Science Daily (em inglês)

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Adesivo com hormônio masculino pode melhorar libido das mulheres, diz estudo

Um estudo da Universidade Monash, na Austrália, sugere que um adesivo de testosterona – hormônio sexual masculino – pode melhorar significativamente a vida sexual de mulheres que já passaram pela menopausa, aumentando sua libido. Foram avaliadas de 800 mulheres na pós-menopausa que relatavam baixo desejo sexual e não faziam reposição hormonal de estrogênio. No início, apenas metade das relações sexuais eram classificadas como satisfatórias. E, após 24 semanas, essa porcentagem aumentou para 78% no grupo tratado com o adesivo de 300 microgramas de testosterona. Esse grupo reportou 2,1 relações sexuais satisfatórias em quatro semanas, contra 1,2 das mulheres tratadas com baixa dose e 0,7 daquelas que usaram adesivo sem o hormônio. Porém algumas mulheres desse grupo relataram, como efeito colateral, o crescimento de mais pêlos faciais, além de serem diagnosticado câncer de mama em quatro delas. Por isso, mais testes de segurança são necessários.

leia mais sobre a notícia em WebMD (em inglês)

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Depressão e ansiedade pioram dor crônica e qualidade de vida

Pessoas que convivem com dor crônica relatam maior intensidade da dor e incapacidade relacionada se também sofrem de depressão e ansiedade, segundo estudo publicado na revista especializada Psychosomatic Medicine. Avaliando dados de 500 pacientes com dor crônica e que tinham 59 anos ou mais, os pesquisadores observaram que aqueles que tinham apenas dor crônica reportaram uma média de 18 dias de incapacidade, contra 32 e 38 dias dos grupos em que a dor era acompanhada por ansiedade e depressão, respectivamente. Aqueles que apresentavam, ao mesmo tempo, depressão e ansiedade junto à dor crônica tinham, em média, 43 dias de debilidade, além de apresentarem maior severidade da dor e menor qualidade de vida relacionada à saúde. Os resultados destacam a necessidade de uma atenção especial à saúde mental desses pacientes. 

leia mais sobre o estudo em PM (em inglês)


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Receber um "novo" rim melhora habilidade mental de doentes renais, diz estudo

Pessoas com problemas renais normalmente sofrem problemas cognitivos, mas o fato de receber um novo rim pelo transplante pode melhorar seu desempenho mental, segundo estudo apresentado, nesta semana, no encontro anual da Sociedade de Nefrologia, nos EUA. Avaliando o desempenho cognitivo de 60 pacientes com doença renal avançada – 37 que receberam o transplante – os pesquisadores da Universidade de Pittsburgh notaram que, após o recebimento de um novo rim, houve melhora significativa no desempenho em testes de aprendizado verbal e memória, atenção e linguagem. E os mesmos resultados não foram observados em pacientes que não foram submetidos a transplantes, que, na verdade, apresentaram declínio cognitivo com o passar do tempo.

leia mais sobre a notícia na Reuters Health (em inglês)


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Maioria dos "pré-diabéticos" não sabe que tem o problema, diz estudo

Apesar de um quarto dos americanos terem pré-diabetes, a maioria não sabe que tem o problema, segundo levantamento dos Centros de Prevenção e Controle de Doenças (CDC) dos EUA. O estudo com mais de 24 mil pessoas com 18 anos ou mais mostrou que apenas 4% dos americanos dizem ter a condição, marcada por alteração na glicemia de jejum e problema de intolerância à glicose, que aumentam os riscos de diabetes tipo 2, derrames e doença cardíaca. Segundo os autores, essa taxa de desconhecimento é preocupante, pois é importante saber sobre o problema para realizar mudanças no estilo de vida que ajudem a prevenir ou retardar o desenvolvimento de diabetes. O levantamento indicou que, desses 4%, 68% haviam tentado perder ou controlar o peso, 55% tinham aumentado atividade física, 60% reduziram o consumo de gorduras ou calorias, e 42% tentaram as três coisas para prevenir diabetes.

leia mais sobre a notícia em WebMD (em inglês)

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