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"Encolhimento" dos idosos pode afetar a respiração, indica estudo
Entre os idosos, a diminuição da estatura – indicada pelo aumento da extensão do braço em relação ao corpo – está fortemente associada com o encurtamento da respiração e com a redução da capacidade pulmonar, segundo estudo da Universidade de Newcastle, no Reino Unido. De acordo com os pesquisadores, a explicação pode estar na redução do espaço para os pulmões, que poderia atrapalhar a respiração dessas pessoas.
Usando a “taxa braço-corpo” em 66 pessoas com idades entre 61 e 81 anos, os pesquisadores notaram que o aumento dessa taxa, indicando “encolhimento” dos idosos, coincidia com a redução da função pulmonar e com o aumento da falta de ar.
Além disso, eles descobriram “a possibilidade de resultar em complicações cardíacas”, o que ressalta ainda mais a importância de médicos e pacientes estarem atentos à taxa que indica redução da estatura entre os idosos.
Escrito por Juniata às 17h25
A obesidade pode aumentar o risco de sofrer enxaquecas, segundo estudo que será apresentado em abril no encontro anual da Academia Americana de Neurologia.
O uso de computador por longos períodos pode causar ou agravar dores no pescoço, segundo pesquisadores da África do Sul. Em estudo com crianças em idade escolar, especialistas da Universidade Stellenbosch notaram “um aumento imediato no relato de dor no pescoço com o aumento do número de horas por semana usando o computador”.
As cerejas e as maçãs podem reduzir os fatores associados à doença cardíaca e ao diabetes, segundo especialistas da American Dietetic Association. De acordo com a nutricionista Lona Sandon, a cor vermelha dessas frutas é uma sugestão de seus benefícios antioxidantes para a saúde.
O consumo regular de café pode reduzir o risco de derrame em mulheres, segundo estudo publicado na revista Circulation. Avaliando mais de 83 mil mulheres, pesquisadores espanhóis descobriram que aquelas que bebem quatro ou mais xícaras de café por dia têm 20% menor risco de derrame, comparadas com aquelas que tomam menos de uma xícara por mês.
Mulheres com esclerose múltipla podem reduzir seu risco de recaídas amamentando seus filhos, sem adicionar outra alimentação para o bebê, por pelo menos dois meses, segundo estudo que será apresentado em abril no encontro anual da Academia Americana de Neurologia. Além disso, recomeçar o uso dos remédios dois meses após o parto reduziria a taxa de recaídas.
O consumo de álcool, mesmo em pequenas quantidades, pode aumentar os riscos de câncer entre as mulheres, segundo estudo da Universidade de Oxford, no Reino Unido.
Uma caminhada ao sol pode ser melhor do que tomar tabletes de vitamina C na prevenção de gripes e resfriados, segundo pesquisadores da Universidade do Colorado, nos EUA. Em estudo com mais de 19 mil pessoas, os especialistas descobriram que pessoas com menores níveis de vitamina D – produzida pelo corpo em resposta a luz do sol – no organismo apresentam significativamente mais casos de gripe e resfriados. 

Baixos níveis de vitamina D aumentam os riscos de problemas cognitivos em idosos, segundo estudo publicado na edição de fevereiro do Journal of Geriatric Psychology and Neurology. Avaliando mais de 1,7 mil adultos com 65 anos ou mais, os pesquisadores da Universidade de Cambridge, na Inglaterra, descobriram uma significativa associação entre a deficiência do nutriente e problemas cognitivos.
A prática de meditação zen pode ajudar a aliviar a dor, segundo estudo da Universidade de Montreal, no Canadá. Publicado na revista Psychosomatic Medicine, o estudo sugere que as pessoas que meditam apresentam menos sensibilidade à dor tanto no estado meditativo, quanto fora dele, comparados com aqueles que não aderem à prática milenar.
Um aminoácido encontrado na melancia e em nozes pode ajudar no combate à obesidade, segundo pesquisadores da Universidade Texas A&M, nos EUA. Em testes com ratos, eles descobriram que, mesmo em dietas ricas em gordura, a suplementação com arginina poderia reduzir a gordura corporal. E, segundo os autores, isso poderia ser diretamente aplicado no combate à obesidade humana.
Pessoas que não dormem bem são mais propensas a se tornarem insatisfeitas com a própria vida mais tarde, segundo estudo do Instituto Nacional de Saúde Pública da Finlândia.
Pela primeira vez, um produto dirigido à mulher – o PRO 2000 gel vaginal – apresenta alguma eficácia em proteger a mulher de ser infectada pelo vírus da Aids durante a relação sexual. Porém, a proteção oferecida pelo produto está longe de ser completa, pois os testes indicam que o gel reduz os riscos de infecção em 30%.
Pessoas que comem muita carne vermelha, ovos e queijo podem ter maior risco de desenvolver diabetes tipo 2, segundo estudo da Universidade da Carolina do Sul, nos EUA. Os pesquisadores acreditam que esses alimentos promovem o diabetes, em parte, pelo aumento da inflamação no organismo.
Fazer exercícios vigorosos pode reduzir os riscos de catarata e degeneração macular, as duas principais causas de perda de visão na velhice, segundo estudo publicado na revista Investigative Ophthalmology and Visual Science.
Mulheres que sofrem de enxaqueca correm maior risco de ter pressão alta durante a gravidez, também conhecida como pré-eclâmpsia, segundo estudo da Universidade de Modena, na Itália. De acordo com os pesquisadores, essas mulheres também têm maior propensão a ter bebês com baixo peso.
Se você está acima do peso ideal, parte do problema pode estar nos níveis de vitamina D. Um estudo publicado no Journal of Clinical Endocrinology and Metabolism indica que baixos níveis do nutriente podem estar associados a maior gordura corporal nas mulheres.
A herança genética pode inicialmente influenciar o envelhecimento, porém o estresse, como o causado por um divórcio, ou a perda ou ganho de peso excessivo, pode fazer você aparentar mais idade do que a que realmente tem, segundo pesquisadores do UH Case Medical Center, nos EUA.
Uma dieta pobre em gorduras saturadas e rica em vegetais está associada a um “substancial” aumento do tempo gasto para os níveis do antígeno especifico da próstata (PSA) dobrarem, aumentando a qualidade de vida de pacientes com câncer de próstata, segundo estudo da Universidade de Massachusetts, nos EUA.
Ter um casamento feliz pode ajudar as mulheres a ter uma boa noite de sono, segundo estudo da Universidade de Pittsburgh, nos EUA. A análise de quase duas mil mulheres casadas, com idades entre 42 e 52 anos, indicou que aquelas que relatavam serem mais felizes no casamento tinham menor propensão a distúrbios do sono.
Estar acima do peso aumenta as chances de retorno do câncer de próstata após cirurgia para retirada dos tumores, segundo estudo da Johns Hopkins Medical Institutions, nos EUA. Porém, segundo os pesquisadores, mais estudos são necessários para avaliar os benefícios da perda de peso entre esses pacientes para a redução do risco.
As complicações em longo-prazo das cirurgias de redução de estômago merecem maior atenção por causa do crescimento desses procedimentos nos últimos anos, segundo especialistas do Agency for Healthcare Research and Quality do governo dos Estados Unidos.
Um estudo americano publicado na edição de fevereiro da revista Archives of General Psychiatry indica que os níveis sanguíneos de um hormônio produzido na placenta em torno da 25ª semana de gestação poderiam ajudar a indicar os riscos de a mulher desenvolver depressão pós-parto.
Um estudo publicado esta semana no Archives of General Psychiatry indica que adolescentes, principalmente os homens, que ficam mais tempo na frente da TV apresentam maior risco de depressão no início da idade adulta. 





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