.

"Encolhimento" dos idosos pode afetar a respiração, indica estudo

Entre os idosos, a diminuição da estatura – indicada pelo aumento da extensão do braço em relação ao corpo – está fortemente associada com o encurtamento da respiração e com a redução da capacidade pulmonar, segundo estudo da Universidade de Newcastle, no Reino Unido. De acordo com os pesquisadores, a explicação pode estar na redução do espaço para os pulmões, que poderia atrapalhar a respiração dessas pessoas.

 

Usando a “taxa braço-corpo” em 66 pessoas com idades entre 61 e 81 anos, os pesquisadores notaram que o aumento dessa taxa, indicando “encolhimento” dos idosos, coincidia com a redução da função pulmonar e com o aumento da falta de ar.

 

Além disso, eles descobriram “a possibilidade de resultar em complicações cardíacas”, o que ressalta ainda mais a importância de médicos e pacientes estarem atentos à taxa que indica redução da estatura entre os idosos.

 

leia mais sobre o estudo em Chest (em inglês)

 
 

.

Obesidade aumenta a propensão a enxaquecas, sugere pesquisa

A obesidade pode aumentar o risco de sofrer enxaquecas, segundo estudo que será apresentado em abril no encontro anual da Academia Americana de Neurologia.

De acordo com especialistas da Universidade Drexel, no estudo, pessoas com idades entre 20 e 55 anos que eram obesas – tanto na medida da gordura abdominal quanto no índice de massa corporal – eram mais propensas a reportar enxaquecas ou outras dores de cabeça crônicas.

Analisando dados de 22 mil pessoas que participaram de uma pesquisa do governo, eles observaram que 37% das mulheres com obesidade abdominal tinham enxaquecas, comparadas com apenas 29% das não-obesas. E, entre os homens, os resultados não foram muito diferentes – 20%, contra 16%, respectivamente.

Agora, os pesquisadores pretendem avaliar se a perda de peso, principalmente com mais atividades físicas, pode reduzir as enxaquecas.

leia mais sobre a notícia na Reuters Health (em inglês)

 

 
 

.

Dieta rica em ômega-3 pode proteger fígado contra os efeitos da obesidade

Um novo estudo da Universidade de Barcelona, na Espanha, indica que uma alimentação rica em ômega-3 pode proteger o fígado contra os danos causados pela obesidade, ajudando a prevenir o desenvolvimento de resistência à insulina – condição associada ao diabetes. Peixes gordurosos, como o salmão e as sardinhas, e óleo de canola são fontes de ômega-3.

 

Os pesquisadores estudaram quatro grupos de ratos que tiveram os genes alterados para serem obesos e diabéticos, com cada grupo recebendo uma dieta diferente. Avaliando amostras de sangue e do fígado dos roedores após cinco semanas, os cientistas observaram que aqueles que tiveram dieta rica em ômega-3 apresentavam menos inflamação no fígado e melhor tolerância à insulina.

 

Segundo os especialistas, os responsáveis por esse efeito seriam os lipídeos protectinas e resolvinas, formados com a ingestão de ômega-3.

leia mais sobre o estudo no Faseb (em inglês)

 
 

.

Estudo associa uso excessivo de computador a dores cervicais

O uso de computador por longos períodos pode causar ou agravar dores no pescoço, segundo pesquisadores da África do Sul. Em estudo com crianças em idade escolar, especialistas da Universidade Stellenbosch notaram “um aumento imediato no relato de dor no pescoço com o aumento do número de horas por semana usando o computador”.

Foram avaliados mais de mil estudantes com média de 16 anos de idade. Metade dos voluntários utilizava o computador na escola, e 43% desses o usavam por mais de oito horas por semana.

As análises revelaram que as horas em frente à tela não estavam associadas a dores de cabeça, mas tinham ligação com a prevalência de dores cervicais. Entre aqueles que usavam menos de cinco horas por semana, 16% tinham dores no pescoço, contra 48% daqueles que relatavam uso de 25 a 30 horas por semana. Baseados nos resultados, os autores recomendam o ensino de ergonomia e postura para os novos usuários de computador.

leia mais sobre o estudo em Cephalalgia (em inglês)

 

 
 

.

Maçãs e cerejas podem proteger o coração, segundo especialistas

As cerejas e as maçãs podem reduzir os fatores associados à doença cardíaca e ao diabetes, segundo especialistas da American Dietetic Association. De acordo com a nutricionista Lona Sandon, a cor vermelha dessas frutas é uma sugestão de seus benefícios antioxidantes para a saúde.

“As cerejas são particularmente ricas em quercetina, um composto anti-histamínico e anti-inflamatório natural”, explicou a especialista. “Enquanto as maçãs são a fonte principal de quercetina em uma típica dieta americana, grama por grama, as cerejas guardam tanto quanto (as maçãs) desse valoroso nutriente”.

Cerejas frescas ou maçãs possuem cerca de três miligramas do nutriente para uma porção de 200 gramas . Por isso, eles recomendam o consumo diário dessas frutas durante todo o ano, inclusive sucos e outros produtos derivados, para ajudar na prevenção de problemas cardiovasculares.

leia mais sobre a notícia no UPI (em inglês)

 
 

.

Café pode ajudar a prevenir derrame nas mulheres, sugere estudo

O consumo regular de café pode reduzir o risco de derrame em mulheres, segundo estudo publicado na revista Circulation. Avaliando mais de 83 mil mulheres, pesquisadores espanhóis descobriram que aquelas que bebem quatro ou mais xícaras de café por dia têm 20% menor risco de derrame, comparadas com aquelas que tomam menos de uma xícara por mês.

Os resultados indicaram que menores quantidades também podem ter um efeito protetor – duas a três xícaras diárias reduziram o risco em 19%; e uma xícara de cinco a sete vezes por semana reduziu em 12%.

E os efeitos seriam maiores entre as não-fumantes – redução de 43% nos riscos com a ingestão de pelo menos quatro xícaras por dia, contra uma redução de 3% entre as fumantes com esse consumo. Além do tabagismo, pressão alta, diabetes e colesterol alto neutralizavam o efeito do café.

Os autores destacam que os benefícios não viriam da cafeína, mas de antioxidantes no café que reduzem inflamações e melhoram o funcionamento dos vasos sanguíneos.

leia mais sobre o estudo em Circulation (em inglês)

 
 

.

Comer maçãs pode ajudar a proteger contra o câncer de mama, diz estudo

Pesquisas da Universidade Cornell, nos EUA, confirmam que comer uma maçã por dia – aliada a outras frutas e verduras – pode reduzir o risco de a mulher desenvolver câncer de mama.

Segundo o pesquisador Rui Hai Liu, seis estudos publicados no ano passado aumentaram as evidências de que a maçã, junto a outros vegetais, inibe o tamanho dos tumores em ratos, e quanto maior a ingestão de um extrato da fruta, maior o efeito.

No estudo mais recente, o pesquisador descobriu que um tipo de tumor maligno altamente fatal – o adenocarcinoma – era evidente em 81% dos tumores dos roedores com alimentação normal, contra apenas 57%, 50% e 23% dos animais alimentados, respectivamente, com baixa, média e alta dose de extrato de maçã por 24 semanas.

Os especialistas destacam que compostos fenólicos e flavonóides encontrados nas maçãs e outros vegetais trazem “importantes benefícios para a saúde”. Por isso, eles recomendam o aumento do consumo de maior variedade de frutas, verduras e legumes diariamente.

leia mais sobre o estudo em CornellNews (em inglês)

 

 
 

.

Passatempos podem reduzir a perda de memória, sugere estudo

Atividades como leitura, tricô ou jogos de computador podem adiar a perda de memória associada com o envelhecimento, segundo estudo da Mayo Clinic, nos EUA.

 

Os pesquisadores compararam quase 200 pessoas entre 70 e 89 anos de idade com leves problemas de memória com um grupo que não apresentava esses sintomas. E descobriram que aqueles que, na meia idade, se ocuparam com leituras, jogos, hobbies ou atividades sociais tinham 40% menor risco de problemas cognitivos, incluindo perda de memória.

 

Os resultados indicaram que continuar com essas atividades anos depois reduziria entre 30% e 50% os riscos. Por outro lado, o tempo em frente à TV foi associado a um maior risco de perda de memória – ficar mais de sete horas por dia vendo TV aumentaria o risco em 50%.

 

Os autores destacam que o estudo “demonstra que o envelhecimento não precisa sem um processo passivo”. Porém mais estudos são necessários para avaliar a eficácia dessas atividades contra a perda de memória.

 
 

.

Amamentar pode reduzir as recaídas em mulheres com esclerose múltipla

Mulheres com esclerose múltipla podem reduzir seu risco de recaídas amamentando seus filhos, sem adicionar outra alimentação para o bebê, por pelo menos dois meses, segundo estudo que será apresentado em abril no encontro anual da Academia Americana de Neurologia. Além disso, recomeçar o uso dos remédios dois meses após o parto reduziria a taxa de recaídas.

Segundo os autores, as taxas de recaídas da esclerose são menores na gestação, normalmente aumentando os riscos três ou quatro meses pós-parto. Porém, a análise de 32 gestantes com esclerose múltipla mostrou que essa taxa pode ser reduzida com a amamentação – aquelas que amamentaram exclusivamente por pelo menos dois meses apresentaram taxa de recaídas de apenas 36%, contra 87% das mulheres que não o fizeram.

Eles destacam que o aleitamento materno exclusivo provoca mudanças no organismo que podem reduzir inflamações. Porém estudos maiores são necessários para verificar seus efeitos para a esclerose múltipla.

leia mais sobre a notícia na Reuters Health (em inglês)

 
 

.

Pesquisadores desenvolvem cadeira de rodas movida pelo "poder da mente"

Dentro de cinco a dez anos, pessoas com diferentes graus de deficiência física e dificuldades de movimento poderão se movimentar dentro de casa em uma cadeira de rodas movidas pelo “poder da mente”, como o Professor Xavier, personagem da série X-Men, segundo pesquisadores italianos.

 

O protótipo, apresentado este mês, se resume em uma cadeira de rodas motorizada equipada com dois computadores de bordo que analisam as ondas cerebrais e orientam o movimento, com o auxilio de câmeras e dispositivos espalhados pela casa.

 

A equipe multidisciplinar que desenvolveu a cadeira “inteligente” acredita que, no futuro, o mesmo sistema poderá ser usado por cidades inteiras para permitir a locomoção de deficientes. Liderado pelo Departamento de Inteligência Artificial e Robótica do Politécnico de Milão, o projeto levou três anos de pesquisa e se encontra em fase de aperfeiçoamento, com previsão de comercialização dentro de cinco a dez anos.

 
 

.

Vitaminas do complexo B podem proteger visão dos efeitos do envelhecimento

Tomar uma combinação de vitaminas B6, B12 e ácido fólico pode reduzir o risco de desenvolver degeneração macular, principal causa de perda de visão em pessoas com mais de 65 anos de idade, segundo estudo da Harvard Medical School, nos EUA.

 

Em testes envolvendo mais de cinco mil mulheres com mais de 40 anos que já tiveram doença cardíaca ou síndrome metabólica, os pesquisadores observaram que aquelas que passaram a tomar a combinação dessas vitaminas do complexo B tinham 34% menor risco de degeneração macular relacionada à idade em sete anos de acompanhamento, comparadas com aquelas que tomavam placebo.

 

Os especialistas explicam que “os efeitos benéficos do tratamento começaram a surgir em cerca de dois anos de acompanhamento e continuaram durante os testes”. Porém, mais estudos são necessários para confirmar a eficácia e a segurança dessas vitaminas na prevenção da degeneração macular.

leia mais sobre a notícia em Harvard Science (em inglês)

 
 

.

Estudo associa consumo de álcool a um maior risco de câncer nas mulheres

O consumo de álcool, mesmo em pequenas quantidades, pode aumentar os riscos de câncer entre as mulheres, segundo estudo da Universidade de Oxford, no Reino Unido.

Os pesquisadores acompanharam, por sete anos, mais de 1,2 milhões de mulheres na meia-idade. E descobriram que mesmo a ingestão de apenas uma dose por dia aumenta bastante os riscos das mulheres principalmente para câncer de mama, de fígado, de reto, de boca, de garganta e de esôfago.

As análises indicaram que cerca de 13% desses tipos de câncer poderiam ser associados ao consumo de bebidas alcoólicas. E, entre as fumantes, o risco com o consumo de álcool seria ainda maior para cânceres de boca, garganta e esôfago. “Não há níveis mínimos de consumo de álcool que possam ser considerados sem risco”, concluíram os especialistas.

leia mais sobre a pesquisa em JNCI (em inglês)

 
 

.

Vida fértil mais longa pode proteger as mulheres contra doença de Parkinson

As mulheres que têm a primeira menstruação mais jovens e a última com mais idade têm menor risco de desenvolver doença de Parkinson, comparadas com aquelas que têm uma vida fértil menor, segundo estudo que será apresentado em abril no encontro anual da Academia Americana de Neurologia.

 

Avaliando mais de 83 mil mulheres com idade média de 63 anos, os pesquisadores descobriram que aquelas que eram férteis por mais de 39 anos tinham 24% menos chances de desenvolver a doença degenerativa do que as mulheres que eram férteis por menos de 33 anos.

 

Os autores não sabem explicar as razões dessa proteção, mas acreditam que possa estar relacionada com a produção de estrogênio e a exposição a esse hormônio. Eles destacam, porém, que a reposição hormonal na menopausa natural não ajuda a reduzir os riscos, sendo necessários mais estudos para desvendar o papel dessa terapia na prevenção da doença.

leia mais sobre a notícia na Reuters Health (em inglês)

 
 

.

Vitamina D pode prevenir gripes e resfriados, indica estudo

Uma caminhada ao sol pode ser melhor do que tomar tabletes de vitamina C na prevenção de gripes e resfriados, segundo pesquisadores da Universidade do Colorado, nos EUA. Em estudo com mais de 19 mil pessoas, os especialistas descobriram que pessoas com menores níveis de vitamina D – produzida pelo corpo em resposta a luz do sol – no organismo apresentam significativamente mais casos de gripe e resfriados.

As análises indicaram que, independentemente da estação do ano, uma menor concentração da vitamina D no sangue estava associada a 36% maior probabilidade de os voluntários reportarem recentes infecções no trato respiratório superior, comparado com os participantes com maiores níveis do nutriente. E os efeitos seriam ainda maiores entre aqueles que apresentavam problemas respiratórios, como asma e doença pulmonar obstrutiva crônica.

Embora haja outras evidências dos benefícios da vitamina D para o sistema imunológico, os autores explicam que ainda é cedo para fazer recomendações sobre a suplementação da vitamina para prevenção de gripes e resfriados.

leia mais sobre a notícia em WebMD (em inglês)

 
 
 
 

.

Estudo associa deficiência de vitamina D a problemas cognitivos em idosos

Baixos níveis de vitamina D aumentam os riscos de problemas cognitivos em idosos, segundo estudo publicado na edição de fevereiro do Journal of Geriatric Psychology and Neurology. Avaliando mais de 1,7 mil adultos com 65 anos ou mais, os pesquisadores da Universidade de Cambridge, na Inglaterra, descobriram uma significativa associação entre a deficiência do nutriente e problemas cognitivos.

Os resultados indicaram que os voluntários com menores níveis de vitamina D no sangue eram duas vezes mais propensos a apresentarem pontuação baixa em testes cognitivos que avaliavam o nível de atenção, orientação no tempo e no espaço, e memória.

Os autores destacam que os níveis sanguíneos da vitamina podem ajudar os médicos na triagem de problemas cognitivos. Porém mais estudos são necessários para avaliar se a suplementação do nutriente é segura e eficaz na prevenção desses distúrbios.

leia mais sobre o estudo na Reuters Health (em inglês)

 

 
 

.

Meditação pode ajudar a aliviar a dor, sugere estudo

A prática de meditação zen pode ajudar a aliviar a dor, segundo estudo da Universidade de Montreal, no Canadá. Publicado na revista Psychosomatic Medicine, o estudo sugere que as pessoas que meditam apresentam menos sensibilidade à dor tanto no estado meditativo, quanto fora dele, comparados com aqueles que não aderem à prática milenar.

Para o estudo, foram recrutadas 13 pessoas que praticavam a meditação zen, com um mínimo de mil horas de prática, para se submeterem a testes de dor. Comparados com outras 13 pessoas não-praticantes da técnica, os “meditadores” apresentaram uma redução de 18% na intensidade da dor.

Segundo os autores, a redução da frequência respiratória entre os praticantes de meditação durante os testes coincidia com a redução da dor, e poderia influenciar a dor ao manter o corpo relaxado. E os resultados justificariam o uso da prática para a redução da necessidade de uso de medicamentos analgésicos em alguns pacientes.

leia mais sobre o estudo em PM (em inglês)

 

 
 

.

Amnoácido na melancia pode ajudar no combate à obesidade, indica estudo

Um aminoácido encontrado na melancia e em nozes pode ajudar no combate à obesidade, segundo pesquisadores da Universidade Texas A&M, nos EUA. Em testes com ratos, eles descobriram que, mesmo em dietas ricas em gordura, a suplementação com arginina poderia reduzir a gordura corporal. E, segundo os autores, isso poderia ser diretamente aplicado no combate à obesidade humana.

Os resultados do estudo indicaram que os roedores tratados por um período de 12 semanas tinham uma redução de 60% na gordura corporal. E, em outros testes com porcos, especialistas observaram que a arginina reduzia o crescimento de gordura corporal enquanto aumentava o ganho muscular sem afetar o peso. Além disso, estudos anteriores sugerem outros benefícios metabólicos para a saúde cardiovascular e na prevenção do diabetes.

Os autores destacam que a arginina é encontrada também em frutos do mar, sementes e proteína isolada de soja. E eles esperam que, no futuro, haja alimentos fortificados com o aminoácido. Porém, mais estudos são necessários antes de qualquer recomendação.

leia mais sobre o estudo em JN (em inglês)

 
 

.

Estresse pós-traumático aumenta propensão à síndrome metabólica, diz estudo

Um novo estudo realizado com veteranos de guerra nos Estados Unidos indica que pessoas que sofrem de transtorno do estresse pós-traumático são mais propensas a desenvolver a síndrome metabólica – conjunto de fatores de risco para doenças cardiovasculares, incluindo pressão alta e obesidade abdominal.

 

Avaliando 253 homens e mulheres com idade média de 52 anos, os pesquisadores descobriram que quanto maior a gravidade dos sintomas de estresse pós-traumático, maiores as chances de desenvolver síndrome metabólica.

 

De acordo com os autores, o estresse crônico modifica a relação entre cérebro e glândulas excretoras de hormônios, e alguns especialistas acreditam que a síndrome metabólica seja conseqüência desse desequilíbrio neuroendócrino. Por isso, eles recomendam que pessoas que passaram por eventos estressantes, como guerras, assaltos e desastres naturais, tenham maior atenção também à sua saúde física nos meses posteriores ao evento.

leia mais sobre o estudo em BMC Medicine (em inglês)

 

 
 

.

Problemas de sono podem levar à insatisfação com a vida, diz estudo

Pessoas que não dormem bem são mais propensas a se tornarem insatisfeitas com a própria vida mais tarde, segundo estudo do Instituto Nacional de Saúde Pública da Finlândia.

Avaliando mais de 18 mil gêmeos do mesmo sexo, os pesquisadores observaram que aqueles que, no ano de 1975, reportavam dormir “mal ou muito mal” tinham 2,4 vezes mais chances de estar insatisfeitos com a vida no ano de 1981.

Considerando outros fatores que poderiam afetar a relação, como problemas de saúde, tabagismo e consumo de álcool, eles descobriram que problemas de sono, de forma independente, triplicam a propensão à insatisfação com a vida. E o contrário – a insatisfação afetando o sono – não ocorria.

Segundo os autores, embora ambos os problemas tenham forte tendência a serem hereditários, eles não parecem compartilhar as mesmas raízes genéticas. Eles acreditam que haja um mecanismo causal entre ambos apoiados nos efeitos neurofisiológicos dos problemas do sono no cérebro.

leia mais sobre o estudo em AJE (em inglês)

 

 
 

.

Novo gel vaginal pode reduzir riscos de infecção pelo HIV, indica estudo

Pela primeira vez, um produto dirigido à mulher – o PRO 2000 gel vaginal – apresenta alguma eficácia em proteger a mulher de ser infectada pelo vírus da Aids durante a relação sexual. Porém, a proteção oferecida pelo produto está longe de ser completa, pois os testes indicam que o gel reduz os riscos de infecção em 30%.

Em testes com três mil mulheres sexualmente ativas dos EUA, Malawi, África do Sul, Zâmbia e Zimbábue, os pesquisadores concluíram que o gel pode bloquear parcialmente a porta de entrada do HIV nas células. Os resultados indicaram que 36 mulheres que usavam esse gel foram infectadas, contra 54 daquelas que usavam um gel não eficaz, 51 das usuárias de placebo, e 53 mulheres entre aquelas que não usaram nenhum gel. 

O problema foi que, embora todas tenham recebido camisinhas e tenham sido encorajadas a usá-las, aquelas que usavam o PRO 2000 reportaram menos uso da camisinha por confiar no gel. Por isso, a eficácia do produto ainda não foi comprovada, e mais estudos estão sendo realizados.

leia mais sobre a notícia em Medscape (em inglês)

 
 

.

Exame de urina poderá detectar câncer de próstata, dizem cientistas

Um estudo americano publicado esta semana na revista científica Nature indica que a ciência pode estar mais próxima de conseguir detectar o câncer de próstata através de um simples exame de urina. De acordo com os autores, um grupo de moléculas produzidas pelo corpo – e que podem ser medidas na urina – estão associadas à forma agressiva da doença.

 

Avaliando 1126 moléculas em 262 amostras de tecido, sangue e urina, os cientistas descobriram que dez moléculas são mais presentes em pacientes com câncer de próstata avançado. A sarcosina, por exemplo, foi encontrada em altos níveis em pacientes com câncer de próstata avançado ou que se espalhou pelo corpo, e poderia ser um potencial alvo para medicamentos.

 

Os cientistas destacam que a descoberta é importante para determinar quais pacientes precisam de tratamentos com mais urgência. Porém, a pesquisa ainda está no início, podendo levar cinco anos até o método ser testado.

 
 

.

Estudo associa consumo de carnes vermelhas ao risco de diabetes

Pessoas que comem muita carne vermelha, ovos e queijo podem ter maior risco de desenvolver diabetes tipo 2, segundo estudo da Universidade da Carolina do Sul, nos EUA. Os pesquisadores acreditam que esses alimentos promovem o diabetes, em parte, pelo aumento da inflamação no organismo.

Esse tipo de diabetes está intimamente associado à obesidade, mas acredita-se que pessoas com altos níveis de proteínas inflamatórias no sangue correm mais risco de ter a doença independentemente do peso corporal.

Na pesquisa, os especialistas descobriram que, entre 880 adultos de meia-idade, aqueles que consumiam mais carnes vermelhas, queijo, grãos refinados, ovos, produtos de tomate e batatas fritas tendiam a ter maior nível das proteínas inflamatórias fibrinogênio e inibidor do ativador do plasminogênio.

Além disso, aqueles que ingeriam esses alimentos em maior quantidade eram quatro vezes mais propensos ao diabetes, em relação aos de menor consumo.

leia mais sobre o estudo em DC (em inglês)

 

 
 

.

Fumar ativa o sistema imunológico de forma prejudicial, indica estudo

Pesquisadores da Universidade de Cincinnati, nos EUA, alertam que o cigarro pode ativar, de forma prejudicial, o sistema imunológico, fazendo-o atacar os tecidos, principalmente dos pulmões. As descobertas contrariam a crença geral de que o fumo suprimiria o sistema imunológico.

 

Em um estudo com células de ratos e de humanos, os especialistas observaram que a exposição ao fumo desencadeia uma série de eventos moleculares que ativam um receptor específico – o NKG2D – que, por sua vez, estimula o sistema imunológico de uma forma que pode levar a distúrbios pulmonares obstrutivos crônicos. E esses distúrbios podem causar doenças como o enfisema pulmonar.

 

Segundo os autores, o estudo prova que, além de provocar, por si mesma, danos às células pulmonares, a exposição ao fumo ativa certas partes do sistema imunológico que, em lugar de fazer seu trabalho de defesa do organismo, passa a atacá-lo, agravando os problemas pulmonares.

leia mais sobre o estudo em JCI (em inglês)

 
 

.

Exercícios vigororos podem proteger contra perda de visão, diz estudo

Fazer exercícios vigorosos pode reduzir os riscos de catarata e degeneração macular, as duas principais causas de perda de visão na velhice, segundo estudo publicado na revista Investigative Ophthalmology and Visual Science.

A análise de dados de cerca de 41 mil corredores, acompanhados por mais de sete anos, revelou que os homens que corriam nove quilômetros por dia tinham 35% menos chances de desenvolver catarata do que aqueles que corriam menos de dois quilômetros. Os pesquisadores observaram também que o risco de problemas de visão era maior nas pessoas com maior índice de massa corporal e naqueles que tinham pior condicionamento físico.

“Os estudos sugerem que as pessoas podem possivelmente reduzir seu risco dessas doenças participando de um regime de condicionamento que inclui exercícios vigorosos”, explicaram os autores. Porém mais estudos são necessários para desvendar os mecanismos por trás desse efeito.

leia mais sobre o estudo em IOVS (em inglês)

 
 

.

Mulheres com enxaqueca são mais propensas à hipertensão na gravidez

Mulheres que sofrem de enxaqueca correm maior risco de ter pressão alta durante a gravidez, também conhecida como pré-eclâmpsia, segundo estudo da Universidade de Modena, na Itália. De acordo com os pesquisadores, essas mulheres também têm maior propensão a ter bebês com baixo peso.

A pesquisa com 702 gestantes com pressão normal indicou que 38% sofriam de enxaqueca, e 9% dessas mulheres desenvolveram hipertensão na gestação, contra apenas 3% das gestantes que não tinham enxaqueca. As análises mostraram um risco de pré-eclâmpsia quase três vezes maior entre as mulheres que tinham enxaqueca.

Por isso, os pesquisadores recomendam que as mulheres que apresentam as dores de cabeça crônicas sejam acompanhadas de perto para o risco de pressão alta na gravidez.

leia mais sobre o estudo em Cephalalgia (em inglês)

 
 

.

Fumo passivo pode causar problemas cognitivos, indica estudo

Pessoas expostas ao fumo passivo podem ser mais propensas a ter problemas cognitivos, como distúrbios de memória, segundo estudo publicado nesta sexta-feira no British Medical Journal. De acordo com os autores, o estudo não prova que o fumo passivo causa esses problemas, mas mostra que eles são mais comuns em não-fumantes com maiores níveis de cotinina (substância derivada da nicotina) na saliva.

 

Os pesquisadores avaliaram mais de 4,8 mil pessoas com mais de 50 anos na Inglaterra, examinando amostras de saliva e as habilidades mentais, incluindo memória e atenção dos voluntários. E descobriram que os não-fumantes com os maiores níveis de cotinina na saliva tinham 70% mais chances de ter problemas cognitivos do que os com menor nível de cotinina.

 

Entre os não fumantes, uma maior concentração da substância aumentava essa propensão em 32%. Porém mais estudos são necessários para estabelecer uma relação causal.

leia mais sobre o estudo em BMJ (em inglês)

 
 

.

Estudo associa deficiência de vitamina D à obesidade

Se você está acima do peso ideal, parte do problema pode estar nos níveis de vitamina D. Um estudo publicado no Journal of Clinical Endocrinology and Metabolism indica que baixos níveis do nutriente podem estar associados a maior gordura corporal nas mulheres.

Avaliando 90 mulheres jovens, os pesquisadores notaram que aquelas que apresentavam níveis insuficientes de vitamina D no organismo eram, em média, 7,4 kg mais pesadas do que aquelas que tinham níveis adequados do nutriente. Além disso, o grupo com baixas concentrações da vitamina apresentava 3,4 pontos a mais nas medidas de massa corporal.

Com as análises, os pesquisadores concluíram que a insuficiência de vitamina D é comum (53 das 90 voluntárias) mesmo em áreas mais ensolaradas, como a Califórnia, e pode cumprir um papel na obesidade. Porém, mais estudos são necessários para confirmação.

leia mais sobre o estudo no JCEM (em inglês)

 
 

.

" Nestes tempos de mudanças ortográficas, sempre temos dúvidas.  Para quem quer uma resposta rápida, uma ótima dica é este site em que você digita a frase e ele responde com as novas regras em vigor:  
http://ramonpage.com/ortografa/ 
 
Eu usei a frase "As conseqüências do anti-semitismo são desastrosas, uma péssima idéia", como exemplo e o site me retornou:
 
"As consequencias do antissemitismo são desastrosas, uma péssima ideia".
 
Neste acordo que rege as mudanças em nossa Língua, o Brasil terá até 20/12 para se adaptar."
 
 

 
 

.

Divórcio pode envelhecer o rosto, indica pesquisa

A herança genética pode inicialmente influenciar o envelhecimento, porém o estresse, como o causado por um divórcio, ou a perda ou ganho de peso excessivo, pode fazer você aparentar mais idade do que a que realmente tem, segundo pesquisadores do UH Case Medical Center, nos EUA.

Os especialistas avaliaram 186 pares de gêmeos, incluindo análise de questionários e de imagens digitais dos rostos dos voluntários. E concluíram que aqueles que haviam se divorciado pareciam dois anos mais velhos do que seu respectivo gêmeo, sendo ele casado, solteiro ou viúvo.

Outros fatores associados a uma aparência mais envelhecida foi o uso de antidepressivos, maior peso antes dos 40 anos de idade, e menor peso após os 40 anos. Os autores concluíram, assim, que “a presença do estresse pode ser um dos denominadores comuns nos gêmeos que parecem mais velhos”.

leia mais sobre o estudo em ASPS (em inglês)

 
 

.

Ômega 3 pode aliviar estresse e depressão na menopausa, diz pesquisa

Os ácidos graxos ômega 3 – nutriente encontrado em nozes, óleos vegetais e peixes gordurosos – pode aliviar o estresse psicológico e os sintomas de depressão de mulheres na menopausa, segundo pesquisa da Universidade Laval, no Canadá. No estudo, os especialistas notaram que suplementos de ômega 3 são eficazes para o tratamento desses problemas comuns na menopausa.

 

Avaliando 120 mulheres com idades entre 40 e 55 anos, os pesquisadores notaram que aquelas que tomaram, por oito semanas, três cápsulas diárias de ômega 3 de origem marinha tiveram significativa melhora nos sintomas de estresse e depressão. Além disso, houve redução das ondas de calor, sintoma marcante da menopausa.

 

“Considerando que o ômega 3 tem poucos efeitos colaterais e é benéfico para a saúde cardiovascular”, ele poderia ser uma alternativa para essas mulheres, segundo os autores.

leia mais sobre a notícia em ScienceDaily (em inglês)

 
 

.

Obesidade aumenta os riscos de diverticulite, indica estudo

Um novo estudo publicado na revista Gastroenterology traz mais evidências de que a obesidade aumenta os riscos de problemas digestivos. De acordo com pesquisadores da Universidade de Washington, pessoas obesas parecem ser mais propensas a desenvolver diverticulite – processo inflamatório e infeccioso no intestino grosso – e sangramentos intestinais.

 

Examinando dados de mais de 47 mil homens com idades entre 40 e 75 anos e livres de doença diverticular no início do estudo, os especialistas descobriram que os obesos tinham 78% mais chances de desenvolver diverticulite e 219% maior risco de ter sangramentos diverticulares, comparados com homens de peso normal. Além disso, independentemente da obesidade, ter uma cintura larga também estaria associado a um maior risco de problemas intestinais.

 

Baseados nos resultados, os autores recomendam a prevenção e o tratamento da obesidade como prevenção a problemas intestinais.

leia mais sobre o estudo em Gastroenterology (em inglês)

 
 

.

Rápida transição pela menopausa aumenta risco de aterosclerose, diz estudo

Mulheres que passam por uma transição muito rápida pela menopausa têm um maior risco de formação de placas de gordura nas artérias (aterosclerose), aumentando as chances de desenvolver problemas cardiovasculares, segundo estudo do Cedars-Sinai Heart Institute, nos EUA.

 

Os pesquisadores avaliaram mulheres com idades entre 45 e 60 anos que não haviam sido diagnosticadas com doença cardiovascular – 52 estavam na pré-menopausa, 20 na perimenopausa, e 131 na pós-menopausa. E descobriram que aquelas que passaram da pré-menopausa para a completa pós-menopausa em apenas três anos tinham maior formação de placas de gordura na artéria carótida.

 

Por isso, os autores recomendam a triagem cardiovascular, incluindo a medida do espessamento da carótida, em mulheres com essa transição mais rápida, principalmente se apresentarem fatores de risco, como o hábito de fumar.

leia mais sobre a notícia no CSMC News (em inglês)

 
 

.

Estudo destaca o papel dos vegetais contra o câncer de próstata

 

 

Uma dieta pobre em gorduras saturadas e rica em vegetais está associada a um “substancial” aumento do tempo gasto para os níveis do antígeno especifico da próstata (PSA) dobrarem, aumentando a qualidade de vida de pacientes com câncer de próstata, segundo estudo da Universidade de Massachusetts, nos EUA.

O PSA é um marcador biológico para o câncer de próstata; e, quanto maior sua quantidade, maior é o risco de desenvolver o câncer e a inflamação na próstata; além de ele estar ligado a uma maior atividade da doença.

No estudo, que avaliou 36 homens com câncer de próstata, os pesquisadores demonstraram que uma alimentação rica em proteínas de origem vegetal e pobre naquelas de origem animal podem atrasar o aumento do marcador, reduzindo os problemas na próstata e aumentando a qualidade de vida. Porém estudos com maior amostra e de maior duração são necessários para avaliar o papel da dieta em marcadores clínicos da doença.

leia mais sobre o estudo em Urology (em inglês)

 
 

.

Casamento feliz pode significar melhores noites de sono para as mulheres

Ter um casamento feliz pode ajudar as mulheres a ter uma boa noite de sono, segundo estudo da Universidade de Pittsburgh, nos EUA. A análise de quase duas mil mulheres casadas, com idades entre 42 e 52 anos, indicou que aquelas que relatavam serem mais felizes no casamento tinham menor propensão a distúrbios do sono.

As participantes tiveram de classificar a felicidade no casamento em uma escala crescente de um a sete, e responder se tinham dificuldade em cair no sono, permanecer dormindo ou se acordavam muito cedo sem conseguir dormir de novo.

E, avaliando também outros fatores que poderiam afetar o sono, como sintomas depressivos, problemas econômicos ou no trabalho, presença de crianças em casa, consumo de álcool e cafeína, atividade sexual e status hormonal, os pesquisadores concluíram que se sentir feliz no casamento apresenta benefícios para o sono.

leia mais sobre a notícia em WebMD (em inglês)

 

 
 

.

Obesidade aumenta a recorrência de câncer de próstata, indica estudo

Estar acima do peso aumenta as chances de retorno do câncer de próstata após cirurgia para retirada dos tumores, segundo estudo da Johns Hopkins Medical Institutions, nos EUA. Porém, segundo os pesquisadores, mais estudos são necessários para avaliar os benefícios da perda de peso entre esses pacientes para a redução do risco.

No estudo, foi avaliada a relação entre o peso corporal e um marcador bioquímico da recorrência do câncer de próstata – os níveis de antígeno específico da próstata (PSA) – em mais de 1,8 mil homens que foram submetidos à prostatectomia radical (remoção total da próstata). E os voluntários foram acompanhados por mais de quatro anos.

Os resultados indicaram que, comparados a homens com peso normal, aqueles com sobrepeso ou obesos tinham menores taxas bioquímicas de sobrevivência livre de recorrência em cinco e dez anos (maiores níveis de PSA). Por isso, os autores destacam a necessidade de os pacientes obesos serem acompanhados mais de perto e de receberem tratamento adicional.

leia mais sobre o estudo em Urology (em inglês)

 
 

.

Complicações pós-redução de estômago são comuns, alertam especialistas

As complicações em longo-prazo das cirurgias de redução de estômago merecem maior atenção por causa do crescimento desses procedimentos nos últimos anos, segundo especialistas do Agency for Healthcare Research and Quality do governo dos Estados Unidos.

Embora a cirurgia bariátrica tenha se tornado um tratamento padrão para pacientes com problemas de saúde associados ao peso, e tenha provado ser eficaz contra distúrbios diversos, como diabetes, hipertensão e apneia do sono, as complicações são comuns, incluindo deficiência de nutrientes.

Segundo o levantamento, cerca de 200 mil procedimentos são realizados anualmente nos Estados Unidos, e 30% a 40% dos pacientes sofrem problemas com as conexões bariátricas, com hérnias, infecções e pneumonias. E cerca de 18% voltam para o hospital para internações ou cirurgias corretivas.

Os pesquisadores destacam que, apesar de todos os benefícios do procedimento “sempre que cortar o intestino, você tem um risco de complicações”, por isso, mais estudos são necessários, e os pacientes devem estar cientes dos potenciais problemas da cirurgia.

leia mais sobre a notícia no SkyNews (em inglês)

 
 

.

Estudo associa consumo de ovos ao risco de desenvolver diabetes

Pessoas que comem ovos todos os dias correm mais risco de desenvolver diabetes tipo 2, segundo estudo da Harvard Medical School, nos EUA. Avaliando 57 mil adultos americanos, os pesquisadores descobriram que aqueles que comem ovos todos os dias apresentam de 58% a 77% maior probabilidade de desenvolver a doença, comparados com os que não ingerem esse alimento.

 

De acordo com os autores, os resultados não indicam que os ovos, por si mesmos, causam o diabetes; mas alertam para a importância de se limitar o consumo a, no máximo, cinco ou seis ovos por semana.

 

O estudo não explica as razões, porém os autores acreditam que a ingestão diária de colesterol pode cumprir um papel, pois ao controlar esse fator no estudo, a relação entre o consumo de ovos e o diabetes se enfraquecia. Por isso, mais do que parar de comer ovos, que têm nutrientes importantes para a saúde, o importante seria controlar a ingestão de colesterol e se exercitar.

leia mais sobre o estudo em Diabetes Care (em inglês)

 
 

.

Simples exame de sangue pode indicar riscos de depressão pós-parto?

Um estudo americano publicado na edição de fevereiro da revista Archives of General Psychiatry indica que os níveis sanguíneos de um hormônio produzido na placenta em torno da 25ª semana de gestação poderiam ajudar a indicar os riscos de a mulher desenvolver depressão pós-parto.

Os pesquisadores avaliaram amostras de sangue de cem gestantes, e descobriram que aquelas que apresentavam os maiores níveis do hormônio liberador de corticotrofina placentário durante a gestação eram mais propensas a desenvolver a depressão pós-parto. E o teste sanguíneo identificou corretamente 75% daquelas que tiveram os sintomas do problema posteriormente.

Segundo os autores, os resultados aumentam a possibilidade de que um teste de triagem para a depressão pós-parto seja, no futuro, parte dos cuidados pré-natais convencionais. E ele seria realizado junto à triagem para o diabetes gestacional, realizada normalmente entre a 24ª e a 28ª semana de gestação.

leia mais sobre o estudo no AGP (em inglês)

 
 

.

Estudo associa tempo de jovens em frente à TV ao risco de depressão

Um estudo publicado esta semana no Archives of General Psychiatry indica que adolescentes, principalmente os homens, que ficam mais tempo na frente da TV apresentam maior risco de depressão no início da idade adulta.

Os pesquisadores da Universidade de Pittsburgh, nos EUA, avaliaram mais de quatro mil adolescentes sem depressão, perguntando-os sobre quanto tempo haviam gastado na semana anterior assistindo televisão ou vídeos, jogando no computador ou ouvindo rádio. E, sete anos depois (média de idade de 22 anos), os voluntários foram examinados quanto aos sintomas de depressão.

Mais de 7% dos jovens desenvolveram a depressão, que foi associada às horas em frente à TV, mas não ao tempo gasto com as outras atividades avaliadas.

Os especialistas destacam que há muitas explicações possíveis: o tempo gasto vendo TV substituiria o tempo que os jovens aproveitariam na socialização, na prática de esportes ou em atividades intelectuais; o fato de ver TV à noite poderia atrapalhar o sono; ou as mensagens da mídia poderiam reforçar comportamentos de risco e afetar o desenvolvimento da identidade.

leia mais sobre o estudo no AGP (em inglês)

 
 

.

Exame do pulso poderia indicar risco de ataque cardíaco?

Um grupo de pesquisadores americanos afirma que a simples verificação do pulso de uma mulher pode indicar sua probabilidade de sofrer um ataque cardíaco.

 

Em estudo publicado na revista British Medical Journal, eles descobriram que aquelas com batimentos cardíacos mais acelerados em repouso – acima de 76 por minuto – tinham probabilidade significativamente maior de sofrer um infarto – 1,6 vezes mais chances, comparadas àquelas com ritmo menor do que 62 batimentos por minuto. E essas com batimento mais acelerado estavam acima do peso, tinham pressão alta, colesterol alto, maior consumo de gorduras saturadas, e maior incidência de diabetes, fumo e depressão.

 

A análise de dados de 129 mil mulheres na pós-menopausa que não tinham histórico de problemas cardíacos indicou, porém, uma associação mais fraca do que a relacionada ao hábito de fumar ou diabetes. Mesmo assim, os autores afirmam que a importância da associação entre o pulso e o risco de infarto é “grande o bastante para ter significado clínico”.

 
 

.

CONJUGADOR DE VERBOS
  
                  Simplesmente F A N T Á S T I C O !!! principalmente para os
  professores, alunos, e aqueles que escrevem muito, como jornalistas e advogados.                          
  
                    VOCÊ COM DOIS TOQUES PODE CONJUGAR 280.000 VERBOS
 
                    CLIQUE NO SITE ABAIXO!

 
 
              
http://linguistica.insite.com.br/cgi-bin/conjugue

[ ver mensagens anteriores ]



Meu Perfil
BRASIL, Sudeste, Mulher, Saúde e beleza, Arte e cultura, Viagens, Moda....