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Consumo moderado de álcool e interação social são bons para o coração
Um estudo da Universidade de Osaka, no Japão, sugere que aquela cervejinha com os amigos pode ser benéfica para o seu coração. Análises de mais de 19 mil homens – de quarentões a sessentões – revelou que ter uma vida social “agitada” aumenta os benefícios do consumo leve ou moderado de álcool, reduzindo o risco de doença cardíaca e derrame. Mas os autores alertam que “beber em excesso é arriscado, independentemente do nível de apoio social”.
Em nove anos de acompanhamento, foram registrados 629 derrames e 207 casos de doença cardíaca coronariana. E o consumo em excesso (mais de 300g de álcool por semana) foi associado a um maior risco, enquanto o consumo leve a moderado reduziria as chances de ter esses problemas cardiovasculares, principalmente entre aqueles com maior vida social.
Os autores explicam que esse efeito ocorre provavelmente pelo fato de que homens com maior apoio social tendem a evitar mais comportamentos de risco ou pela redução do estresse.
Escrito por Juniata às 17h03
Testes com ratos confirmam que consumir bebidas alcoólicas em pequenas ou moderadas quantidades pode levar à liberação de endorfinas no cérebro – substâncias analgésicas e ligadas ao bem-estar. Segundo cientistas canadenses, o álcool em moderação está associado à euforia, à redução da ansiedade e uma sensação de bem estar; enquanto, em altas quantidades, está ligado a efeitos sedativos e hipnóticos e ao aumento da ansiedade.
A prática regular de exercícios aeróbicos, como corrida e atividades na bicicleta ergométrica, melhora o controle do sistema nervoso sobre o coração em homens jovens, segundo estudo da Universidade de Columbia. A análise de 149 jovens adultos saudáveis indicou que 12 semanas de exercícios aeróbicos melhoram a regulação do sistema nervoso autônomo na função cardíaca.
Mais de 60% dos pacientes que sofreram um derrame desenvolve um problema de visão chamado de “negligência visual”, em que eles perdem a capacidade de “rastrear” um objeto em seu campo de visão no lado oposto ao dano causado pelo derrame no cérebro. Porém um estudo do Imperial College London, na Inglaterra, indica que a música pode amenizar o problema.
Mulheres que comiam soja regularmente na infância parecem estar sob menor risco de desenvolver câncer de mama, segundo estudo que será publicado na edição de abril da revista Cancer Epidemiology, Biomarkers and Prevention. A análise de cerca de 1,6 mil mulheres com ou sem a doença indicou que uma maior ingestão de soja durante toda a vida estava associada a menores chances de desenvolver a doença.
Pessoas que ficam com o rosto vermelho quando consomem bebidas alcoólicas têm maior risco de desenvolver câncer no esôfago, segundo estudo do Instituto Nacional de Abuso de Álcool e Alcoolismo, nos EUA. De acordo com os autores, a resposta de rubor ao álcool, mais comum em orientais, ocorre principalmente por causa de uma deficiência hereditária da enzima aldeído desidrogenase 2, encontrada no fígado.
A prática de ioga pode ajudar a reduzir o medo de quedas entre os idosos, segundo pesquisadores da Universidade de Indiana, nos EUA. Em estudo com 14 pessoas com cerca de 78 anos de idade, os especialistas confirmaram que, participando de aulas de hatha ioga duas vezes por semana, os idosos se sentiam mais seguros e com menos medo de sofrer quedas. 





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