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Componente do chá verde pode retardar câncer de próstata, diz estudo

Uma substância encontrada no chá verde parece retardar a progressão de câncer de próstata, segundo estudo britânico publicado na revista Cancer Prevention Research. Diversos estudos indicam os benefícios do chá contra uma grande variedade de condições, como doença cardíaca e Alzheimer. E a nova pesquisa mostra efeitos da bebida no controle tumores.
Avaliando 26 homens com idades entre 41 e 72 anos diagnosticados com câncer de próstata e com cirurgia marcada, os pesquisadores notaram que aqueles que, por mais de 30 dias, tomaram cápsulas contendo um componente do chá verde chamado polifenol E antes da cirurgia apresentaram menores níveis de importantes marcadores que indicam o desenvolvimento do câncer – PSA, VEGF e HGF.
Os autores destacam que substâncias presentes no chá verde, principalmente polifenóis, “podem ter o potencial de reduzir a incidência e retardar a progressão do câncer de próstata”, e poderiam ser base de medicamentos para a prevenção da doença. Porém, a quantidade ingerida no estudo seria o equivalente a 12 xícaras diárias, mostrando que o consumo da bebida para a prevenção não seria indicada.
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Suplementos de antioxidantes podem retardar perda de visão em idosos
Um estudo realizado na Irlanda indicou que suplementos de vitaminas podem retardar a perda de visão em idosos. De acordo com especialistas da Universidade de Queen, os antioxidantes podem ajudar a evitar a progressão da degeneração macular relacionada à idade.
A análise, que incluiu 400 pessoas, indicou que aqueles que tomavam altos níveis de suplementos dos carotenoides luteína ou zeaxantina, contendo também zinco, e as vitaminas C e E, conseguiam preservar os pigmentos maculares, que ajudam a proteger a retina. Por outro lado, pacientes que tomaram placebo tiveram declínio progressivo nos níveis desse pigmento.
“Essas descobertas são importantes porque este é o primeiro teste clínico randomizado e controlado a documentar um efeito benéfico através da melhora da função e da manutenção dos pigmentos maculares”, concluíram os autores.
leia mais sobre a notícia em EurekAlert (em inglês)
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Artrite atrapalha o sono das mulheres, indica estudo

Os sintomas da artrite reumatoide – doença inflamatória das articulações – podem atrapalhar consideravelmente o sono das mulheres, segundo estudo apresentado este mês no congresso Sleep 2009. Segundo especialistas da Universidade de Pittsburgh, nos EUA, o sono delas é afetado pela dor, depressão e adesão ruim aos medicamentos para tratar a artrite.
Os resultados de uma pesquisa com 133 mulheres com artrite reumatoide indicaram que problemas com o sono são comum entre as pacientes com a condição. O tempo decorrido desde o diagnóstico da artrite, a atividade da doença, os graus de dor, sintomas depressivos e a adesão ao tratamento estavam associados a uma pior qualidade de sono nas mulheres com artrite.
“Tratar a depressão em mulheres com artrite reumatoide pode não apenas melhorar o sono, mas também melhorar a dor e a adesão às medicações”, destacaram os autores. Porém mais estudos são necessários para confirmar essas relações.
leia mais sobre a notícia em ScienceDaily (em inglês)
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Acupuntura pode amenizar a azia durante a gestação, indica pesquisa

A acupuntura, tradicional terapia chinesa com agulhas, pode amenizar os sintomas gastrointetinais que ocorrem com alguma frequência durante a gravidez, como a azia, segundo estudo brasileiro publicado na revista científica Acupuncture in Medicine.
Avaliando 42 gestantes com dispepsia (dor ou mal-estar na parte alta do abdômen), os pesquisadores notaram que, entre aquelas que realizaram sessões de acupuntura por oito semanas, 75% tiveram a intensidade dos sintomas de azia reduzida pelo menos pela metade, contra apenas 44% daquelas que tiveram tratamento convencional. E o uso de antiácidos caiu em 6,3 doses no grupo da acupuntura, contra uma queda de 4,4 doses do outro.
Baseados nos resultados, os pesquisadores da Faculdade de Medicina de São José do Rio Preto, concluíram que a acupuntura pode ser uma boa abordagem para gestantes com sintomas gastrointestinais. Os resultados indicaram que, além da redução dos sintomas, a acupuntura melhorou a alimentação de 75% das pacientes e o sono de 70% daquelas que passaram pela terapia, sem efeitos colaterais. Porém são necessários mais estudos para confirmação.
leia mais sobre o estudo no AIM (em inglês)
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Escolhas ruins do estilo de vida aumentam as taxas de câncer nos homens

A relutância dos homens em adotar um estilo de vida saudável e em consultar um médico periodicamente pode estar alimentando a diferença entre os sexos em relação aos casos de câncer e às mortes pela doença, segundo especialistas da Cancer Research UK, no Reino Unido.
Em um levantamento de todos os casos de câncer ocorridos no Reino Unido nos anos de 2006 e 2007, os pesquisadores notaram que, entre os cânceres que afetam ambos os sexos, os homens são 60% mais propensos a desenvolver a doença e têm 70% mais chances de morrer por causa do câncer. E, segundo especialistas, como não há razões biológicas para essa tendência, parece que isso ocorre porque as mulheres cuidam melhor de si.
O estudo mostra ainda que os homens são menos conscientes de que fatores como o tabagismo, a obesidade abdominal, o consumo excessivo de álcool, uma má alimentação e um histórico de câncer na família contribuem para um aumento no risco de câncer. E eles também são menos propensos a ir a um médico quando apresentam os primeiros sintomas. Porém, mais estudos são necessários para indicar as causas da diferença de sexo e para descobrir uma forma de reduzir o peso da doença entre os homens.
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"Saltar" o café da manhã pode atrapalhar esforços para perder peso
Pessoas que estão tentando perder peso reduzem suas chances de sucesso se não tomarem o café da manhã, segundo estudo apresentado este mês no encontro anual da Endocrine Society, nos EUA. De acordo com os autores, saltar a primeira refeição do dia pode condicionar o cérebro a desejar alimentos mais calóricos.
“Quando as pessoas estão de jejum – nesse caso de perder o café da manhã –, isso obviamente deixa as pessoas com mais fome, mas também leva a uma maior atividade em áreas do cérebro envolvidas na recompensa”, explicaram os autores.
Os resultados são baseados em pesquisa com 20 pessoas saudáveis não-obesas, para as quais foram mostradas imagens de alimentos pouco calóricos (saladas, vegetais e peixe) e muito calóricos (bolos, chocolate e pizza) após tomarem o café da manhã ou saltarem a refeição. E eles reforçam as recomendações atuais para o consumo de um café da manhã saudável para prevenir o ganho de peso e ajudar no emagrecimento.
leia mais sobre a notícia na Reuters (em inglês)
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Estudo associa má qualidade de sono a maior conflito no relacionamento

Um estudo apresentado este mês no congresso Sleep 2009, nos EUA, indica que há uma associação entre a qualidade de sono e a qualidade da relação com o parceiro. “Quando examinamos os dados com base no dia-a-dia, parece haver um ciclo vicioso no qual o sono afeta o ‘funcionamento’ da relação no dia seguinte, e o relacionamento afeta a noite de sono subsequente”, disse o pesquisador Brant Hasler, da Universidade do Arizona.
O estudo avaliou 29 casais heterossexuais sem filhos que dormiam juntos. Cada um completou um diário de sete dias sobre seu sono e sobre a qualidade das interações com o parceiro seis vezes por dia. E as análises indicaram que conflitos com o parceiro durante o dia levavam a uma pior noite de sono, que, por sua vez, levava a mais conflitos no dia seguinte.
Embora os resultados sejam preliminares, por causa da pequena quantidade de participantes e das medidas subjetivas da qualidade de sono, os autores destacam a importância de intervenções para melhorar o relacionamento e a qualidade de sono. “Os casais deveriam resolver suas disputas antes de ir para a cama, e evitar discussões confrontantes no dia quando ambos tiveram uma noite de sono ruim”, recomendam os autores.
leia mais sobre a notícia em MedicalNews (em inglês)
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Estudo aponta mecanismo pelo qual estresse causa disfunções sexuais
Pesquisadores da Universidade da Califórnia, nos EUA, podem ter descoberto o mecanismo pelo qual o estresse causa disfunção sexual e infertilidade. Segundo os especialistas, o estresse aumenta os níveis de hormônios chamados glucocorticoides, como o cortisol, que inibem a liberação do hormônio sexual gonadotrofina, o que, posteriormente, suprime a contagem de espermatozoides, a ovulação e a atividade sexual.
Testes com ratos mostraram que o estresse aumenta os níveis cerebrais do hormônio inibidor de gonadotrofina no cérebro, descoberto há nove anos em pássaros, mas que está presente em humanos e outros mamíferos.
Segundo os autores, se esse hormônio reprodutivo agir da mesma forma em todos os mamíferos, as descobertas podem mudar as formas de os médicos avaliarem os problemas reprodutivos. “Esse trabalho oferece novos alvos para os pesquisadores e uma nova forma de pensar sobre infertilidade e disfunção”, destacou a pesquisadora Elizabeth Kirby, líder do estudo.
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Pessoas com maior renda e escolaridade dormem melhor, indica pesquisa

As maiores das taxas de problemas de sono estão associadas com menos anos de estudo, menor renda ou ao fato de estar não-casado ou desempregado, segundo estudo americano apresentado este mês no congresso Sleep 2009.
A análise de dados de quase 160 mil pessoas revelou que 26% daqueles que ganham menos de US$ 10 mil por ano sofrem de problemas de sono, contra apenas 8% daqueles com renda acima de US$ 75 mil por ano. Participantes que tinham ensino superior também dormiam melhor do que aqueles que não haviam terminado o ensino médio (ou 2º grau); e aqueles que estavam empregados também teriam menos chances de ter distúrbios de sono.
“Menor status socioeconômico está associado com um número de fatores internos que podem causar sono ruim, incluindo doenças, menos sistemas de apoio, depressão, ansiedade, insatisfação, menor qualidade de vida e menos motivação para ver o sono como uma prioridade”, concluíram os autores. Eles destacam que fatores externos, como trabalhar demais, problemas de família, desemprego e menor acesso a serviços de saúde também influenciam o sono.
leia mais sobre o estudo em Science Daily (em inglês)
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Genes afetam os fatores de risco para pressão alta, indica estudo
Os genes podem explicar porque algumas pessoas são mais vulneráveis aos efeitos negativos do consumo de álcool, do cigarro e da falta de exercícios na pressão sanguínea, segundo estudo da Universidade da Carolina do Norte, nos EUA. De acordo com os autores, os fatores do estilo de vida interagem com os genes no controle da pressão sanguínea.
Avaliando mais de 3,6 mil pessoas com idades entre 14 e 93 anos, os pesquisadores notaram que 15% da variação na pressão sistólica (maior número na medida da pressão) ocorria por causa de fatores genéticos.
Além disso, os resultados indicaram interações entre fatores genéticos e do estilo de vida, incluindo: uma relação entre hábito de fumar e genes sobre a pressão diastólica, evidências de que a pressão em “bebedores” é afetada por diferentes genes; e evidências de que os níveis individuais de atividades físicas influenciam os efeitos genéticos sobre a pressão. O próximo passo é identificar os genes específicos que interagem com cada fator modificável.
leia mais sobre a notícia em WebMD (em inglês)
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Creme para câncer de pele pode reduzir rugas e manchas, aponta estudo
Um estudo publicado recentemente na revista científica Archives of Dermatology indica que um creme usado no tratamento de lesões pré-cancerosas da pele pode reverter os sinais de envelhecimento. Segundo pesquisadores Universidade de Michigan, EUA, além de remover protuberâncias suspeitas da pele danificada pelo sol, a droga fluorouracil melhora a aparência de rugas, manchas escuras e olheiras.
Em testes com 21 pessoas com ceratose actínica (manchas que desaparecem apenas por cirurgia ou tratamento químico) e pele danificada pelo sol, os uso do creme duas vezes ao dia por duas semanas melhorou a pele, removendo manchas pré-cancerosas e alguns sinais de lesão.
O tratamento encoraja a produção de pele nova saudável ao danificar a camada mais externa da pele. Porém os especialistas advertem contra o uso da droga para finalidade exclusivamente cosmética, dizendo que ela pode causar forte reação na pele, além de “não conseguir o mesmo grau de melhoria” alcançado com o tratamento de rugas com laser.
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Atividades físicas podem proteger idosos contra problemas na coluna

No processo de envelhecimento, acontece perda natural de força muscular, sendo mais rápida a partir dos 65 anos de idade, especialmente em quem não pratica atividades físicas regularmente, intensificando processos degenerativos da coluna vertebral, segundo especialistas do Instituto de Tratamento da Coluna Vertebral. De acordo com os ortopedistas, por causa da dor, muitas vezes constante, alguns idosos se automedicam e acabam não praticando atividades físicas por acharem que não podem.
O declínio da força muscular (entre 12% a 15% por década, segundo eles) e falta de condicionamento físico trazem sérias consequências à autonomia funcional dos idosos, reduzindo sua capacidade de realizar atividades da vida diária e atrapalhando sua qualidade de vida. “A diminuição de força e de resistência muscular têm contribuído para o acréscimo e aceleração dos processos degenerativos da coluna vertebral em idosos, como artrose, hérnia de disco, protusão discal”, explica o fisioterapeuta Helder Montenegro.
Diversos estudos indicam que a musculação tem sido utilizada como uma das intervenções mais eficientes para o aumento da força muscular. “Se o idoso tem uma dor que não é incapacitante, ele deve tratá-la e iniciar uma atividade física bem orientada”, completa o especialista.
Fonte: Flöter&Schauff Assessoria de Comunicação. 16 de junho de 2009.
leia mais sobre artrose em Bibliomed
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Cozinhar cenouras inteiras pode aumentar suas propriedades anticâncer

As propriedades anticâncer das cenouras são reforçadas em 25% se elas forem cozidas inteiras, ao invés de serem picadas antes, segundo estudo recente da Universidade de Newcastle, no Reino Unido, e da Universidade da Dinamarca. Além disso, preparar esses vegetais inteiros os deixariam mais saborosos, pois reteria mais açúcar.
Os pesquisadores descobriram, há quatro anos, os benefícios da substância anticâncer falcarinol, presente nas cenouras. E, em novo teste cego com 100 pessoas, os especialistas descobriram que 80% preferiam o sabor da cenouras cozidas inteiras.
“Fatiar suas cenouras aumenta a área de superfície, de forma que mais dos nutrientes são carregado pela água enquanto elas são cozidas”, destacou o pesquisador Kirsten Brandt, líder do estudo. “Ao cozinhá-las inteiras e cortá-las mais tarde, você está mantendo sabor e nutrientes”, complementou.
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Fumar maconha pode alterar o DNA humano, indica estudo
Um estudo da Universidade de Leicester, no Reino Unido, indica que fumar maconha danifica o DNA, podendo, potencialmente, aumentar o risco de desenvolver câncer. Usando um método avançado e muito sensível, os pesquisadores descobriram que a fumaça da maconha danifica o DNA sob condições laboratoriais.
Na fumaça do cigarro comum, que é muito estudado, contém quatro mil substâncias, dentre as quais 60 são classificadas como carcinogênios (causadoras de câncer). O novo estudo mostrou que a fumaça da maconha, por sua vez, possui 400 compostos, incluindo 60 canabinoides; porém, por causa de sua menor combustibilidade, ela contém 50% mais hidrocarbonetos policíclicos aromáticos carcinogênicos do que a do tabaco.
De acordo com os pesquisadores, fumar três ou quatro cigarros de maconha por dia pode representar o mesmo dano nas membranas bronquiais do que aquele causado por 20 cigarros comuns.
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Aplicações de botox podem reduzir sintomas de bexiga hiperativa, diz estudo

As injeções de botox – conhecidas por sua aplicação pela medicina estética para suavizar as linhas de expressão, ou rugas – podem ajudar a reduzir o problema de bexiga hiperativa, segundo estudo publicado na edição de junho da revista científica BJU International.
Avaliando 34 pacientes com sintomas de bexiga hiperativa e que não apresentaram melhoras com o tratamento oral convencional, pesquisadores britânicos observaram que aqueles tratados com injeções de botox nas paredes da bexiga e nos músculos próximos tiveram melhora nos sintomas e na qualidade de vida em apenas um mês.
De acordo com os especialistas, o botox funciona interferindo nos sinais nervosos nos músculos tratados, paralizando-os. A aplicação nos músculos da bexiga preveniria os espasmos que geram sintomas como frequente necessidade de urinar, algumas vezes acompanhada de “fuga” de urina. Porém mais estudos são necessários para confirmação.
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Especialistas alertam para os riscos de jogar videogame durante tempestades

A maioria das pessoas sabe que é bom desligar o computador e outros eletroeletrônicos durante uma tempestade com relâmpagos para não queimar esses aparelhos. Agora, um novo estudo da Universidade de Illinois, nos EUA, apresenta mais um motivo para desligar os videogames – está crescendo o número de pessoas feridas por raios dentro de casa enquanto jogavam videogames.
Os especialistas destacam que telefones celulares e outros aparelhos sem fio não atraem raios, mas as pessoas devem estar atentas aos sinais de trovões e relâmpagos, especialmente quando usam esses dispositivos ao ar livre. “As pessoas devem manter-se em guarda contra os perigos das lesões causadas pelos raios”, alerta a pesquisadora Mary Cooper, destacando que a maioria dos atingidos são homens jovens durante o trabalho ou atividades recreativas.
Ela alerta que, durante uma tempestade, as pessoas devem “manter-se longe de telefones, computadores e videogames”, além de “esperar 30 minutos após o último sinal de trovão ou raio antes de continuar as atividades”.
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Exame de sangue poderá indicar "idade interna" das pessoas, diz estudo
Uma equipe de cientistas da Universidade da Carolina do Norte, nos EUA, anunciou o desenvolvimento de um teste sanguíneo que pode indicar a “idade molecular” de uma pessoa. O exame mede os níveis sanguíneos de uma proteína chamada p16, que aumenta com a idade, mas particularmente se a pessoa fuma e é sedentária.
Em um estudo com 170 adultos saudáveis, os pesquisadores compararam os níveis de p16 em células imunológicas chamadas células T com as respostas dos participantes a questões sobre seu estilo de vida. E os resultados indicaram que maiores níveis da proteína estavam fortemente ligados à idade cronológica, mas também ao hábito de fumar e de não se exercitar.
Embora o teste tenha mostrado o processo de envelhecimento além da idade, os pesquisadores destacam que seria um erro atribuir uma relação causal aos resultados. Os autores acreditam que haverá vários possíveis usos para o exame – incluindo a determinação de quais pacientes podem receber certos tratamentos com limite de idade; e para saber se determinados alimentos e estilos de vida podem realmente retardam o envelhecimento.
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Medidas simples podem ajudar a prevenir a infertilidade masculina

Medidas simples adotadas desde a juventude podem ajudar a prevenir a infertilidade masculina, segundo especialistas da Universidade Loyola, em Chicado, EUA. De acordo com a especialista em reprodução, Suzanne Kavic, se exercitar moderadamente, dormir bem (oito horas por noite) e comer frutas e verduras ajudam a proteger a função reprodutiva.
Ela alerta que o calor excessivo na região dos órgãos sexuais – como em banhos muito quentes de banheira e quando se usa muito o notebook no colo – podem atrapalhar a produção de espermatozóides. Outras causas principais da infertilidade masculina são veias varicosas alargadas no escroto, lesões ou defeitos genitais, algumas doenças sexualmente transmissíveis, infecções ou inflamação na próstata, distúrbios imunológicos e hormonais, exposição a toxinas (de medicamentos, cigarro, ou excesso de álcool) e impotência.
Para aumentar as chances de um homem ser pai, os especialistas recomendam uma hora exercícios moderados de três a cinco vezes por semana; manter-se hidratado, limitando o consumo de cafeína, e ter uma dieta saudável; dormir oito horas por noite; praticar técnicas de redução de estresse; além de evitar comportamentos de risco.
leia mais sobre a notícia em ScienceDaily (em inglês)
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Consultar Remédios
Basta digitar o nome do remédio desejado no site abaixo, e você terá também os genéricos e similares de todas as marcas, com os respectivos preços em todo o território nacional.
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É DURO TER CORAÇÃO MOLE

por favor
não me aperte tanto assim
tenha cuidado, pega leve
olha onde pisa
isso é meu coração
meu ganha-pão
instrumento de trabalho,
meio de vida, profissão
meu arroz com feijão
meu passaporte
para qualquer parte
para qualquer arte
não machuque esse meu coração
preciso dele
para me levar a Marte
sem sair do chão
não me aperte
não machuque
tome cuidado
eu vivo disso
poesia, sonhos
e outras canções
sem emoção
morro de fome
sinto muito
mas não há nada
que eu possa fazer
sem coração
Alice Ruiz
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MANUAL MÉDICO

A "Merck Sharp & Dohme" tem traduzidas em 18 línguas diferentes a
sua obra "Saúde para a Família".
Graças às suas características de texto conciso, de rigor e de
facilidade de consulta, obteve o status de obra de referência.
Agora, já acessível em português (de Portugal) e gratuitamente
(Manual Merck de Saúde) no site:
http://www.manualmerck.net/
O Manual demorou 5 anos para ser escrito e contou com o concurso
de 200 especialistas.
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Viver com um parceiro pode fazer bem para a saúde dos idosos, diz estudo

Idosos que vivem com um parceiro parecem ter maior tendência a utilizar os serviços de cuidados preventivos de saúde, comparados com aqueles que moram sozinhos ou com um filho, segundo estudo publicado no American Journal of Public Health. Porém, de acordo com especialistas da Universidade de Chicago, a triagem para o câncer colorretal, a rotina de consultas ao dentista e a vacinação contra a gripe permanecem aquém do ideal.
Em pesquisa com mais de 13 mil pessoas com 65 anos ou mais, os pesquisadores notaram que, apesar de 94% relatarem precisar de ajuda para pelo menos uma atividade diária e 75% ter algum problema crônico de saúde, havia pouco uso dos serviços de saúde preventiva, principalmente por aqueles que não viviam com o cônjuge. Aqueles que viviam com um parceiro eram mais propensos a se vacinarem contra a gripe e passar por check-ups diversos.
O estudo não indica as razões para o fato de viver com um filho não ter benefícios em relação ao acesso a cuidados preventivos. Por isso, os autores destacam que mais estudos são necessários, assim como uma maior conscientização das pessoas sobre a importância de exames preventivos.
leia mais sobre o estudo no AJPH (em inglês)
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Beber moderadamente previne a formação de pedras na vesícula, diz estudo

O consumo moderado de álcool pode proteger contra o desenvolvimento de pedra na vesícula, segundo estudo britânico apresentado esta semana no Encontro Anual Digestive Disease Week, nos EUA. Os cálculos biliares são muito comuns, mas os sintomas e complicações, como dor, inflamação e icterícia, ocorrem em apenas 30% dos casos.
Avaliando dados de 25 mil pessoas com idades entre 45 e 74 anos, os pesquisadores descobriram que beber duas unidades de álcool por dia (o equivalente a uma lata e meia de cerveja) reduziria em um terço as chances de desenvolver cálculos biliares em um período de dez anos. E, para cada unidade extra por semana havia 3% de queda no risco.
Os especialistas acreditam que esse efeito do álcool pode estar associado à redução do colesterol na bile, que forma as pedras na vesícula. Porém, os autores destacam que é importante conhecer os limites para o consumo de álcool, pois a ingestão excessiva causa sérios problemas de saúde.
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Cafeína ajuda a amenizar sintomas de asma induzida por exercícios, diz estudo

Ingerir cafeína menos de uma hora antes dos exercícios pode reduzir os sintomas de asma induzida pela atividade física, segundo estudo da Universidade de Indiana, nos EUA.
Em testes com dez pessoas que sofriam de asma induzida por exercícios, os pesquisadores descobriram que a ingestão de nove miligramas de cafeína por quilograma de peso corporal uma hora antes dos exercícios pode ser tão eficaz quanto inaladores de albuterol para tratar ou prevenir a asma induzida por exercícios.
Os participantes ingeriram três, seis e nove miligramas por quilograma ou placebo antes de se exercitarem na esteira, e passaram por testes pulmonares diversas vezes durante o estudo. E os resultados indicaram que mesmo as menores doses reduziam a chieira, a tosse e outros sintomas de asma induzida por exercícios. Porém o estudo não indica as razões da relação, o que não permite fazer recomendações nesse sentido.
leia mais sobre a noticia em UPI (em inglês)
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Obesidade pode atrapalhar tratamento contra asma, indica estudo

A obesidade não piora os sintomas da asma, como mostram algumas pesquisas, segundo especialistas da National Jewish Health. Porém um novo estudo da instituição indica que pessoas que se encontram acima do peso têm pior resposta ao tratamento da doença.
Examinando mais de 1,2 mil pacientes, os pesquisadores notaram que aqueles com sobrepeso ou obesidade apresentavam função pulmonar e qualidade de vida apenas um pouco piores, comparados a pacientes com índice de massa corporal menor do que 25 (indicando peso normal). Porém, estar acima do peso significava maior uso de inaladores (não estatisticamente significativo) e 55% menos redução na inflamação, com o uso de corticosteroides inalados.
“Os dados sugerem que pessoas com sobrepeso ou obesas respondem menos a medicações de controle da asma do que seus pares mais magros”, concluíram os autores.
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Medicamentos de controle do colesterol podem prevenir problemas na vesícula
Tomar estatinas, medicamentos para controle do colesterol, pode reduzir a necessidade de cirurgia na vesícula em mulheres de meia-idade, segundo estudo do Hospital da Mulher, em Boston, EUA.
A análise de mais de 121 mil enfermeiras com idades entre 30 e 55 anos indicou que tomar drogas gerais para redução de colesterol reduzia em 12% as chances de ter a vesícula biliar removida. E as estatinas, especificamente, foram associadas a uma redução de 18% nas cirurgias de vesícula.
Os autores destacam que estudos anteriores já indicavam que esses medicamentos reduziam o nível de saturação do colesterol na bile em humanos, prevenindo a formação de pedras na vesícula. E eles acreditam que esses resultados podem ser ainda mais úteis para os diabéticos. Porém mais pesquisas são necessárias para confirmação.
leia sobre o estudo em Gastroenterology (em inglês)
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Vacina experimental reduz tumores em pacientes com câncer de pele

Pela primeira vez, uma vacina que incita o sistema imunológico a atacar células de câncer mostra-se eficaz em reduzir tumores em pessoas com melanoma, tipo de câncer de pele mais grave, segundo cientistas da Universidade do Texas.
Em testes com 185 pacientes com melanoma, a vacina reduziu tumores em um quarto dos pacientes, além de estender o tempo em que eles ficaram livres do câncer. E há evidências de que pode prolongar a vida dos pacientes.
Ao contrário da vacina que ajuda a prevenir câncer cervical em mulheres saudáveis, a vacina contra o melanoma foi desenvolvida para pessoas que já têm o câncer. A vacina contém uma substância chamada gp100 – presente na superfície das células de melanoma – e é administrada em conjunto com a interleucina 2, tratamento padrão para melanoma.
Apesar dos bons resultados, os especialistas recomendam um “otimismo cauteloso”, pois outros tratamentos promissores contra o câncer não deram certo. O próximo passo é reproduzir os resultados em um estudo mais longo e com mais participantes.
leia mais sobre a notícia em WebMD (em inglês)
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Exercícios depois dos 30 podem ajudar a prevenir câncer de mama, diz estudo
A prática de mais de uma hora por semana de exercícios após os 30 anos de idade pode ajudar as mulheres a reduzir suas chances de desenvolver câncer de mama, segundo estudo apresentado no encontro anual do American College of Sports Medicine.
A análise de dados de mais de quatro mil mulheres que relataram seus níveis de atividades físicas em diferentes fases da vida – de dez a 15 anos de idade, 15 a 30, 30 a 50 e de 50 em diante – mostrou que a probabilidade de desenvolver o câncer de mama reduzia significativamente apenas se as mulheres fossem ativas após os 30 anos de idade. Menos mulheres que se consideravam ativas na meia-idade tiveram a doença.
Por isso, os pesquisadores recomendam que mulheres com mais de 30 anos se exercitem mais de uma hora por semana, como forma de melhorar a saúde geral e prevenir o câncer de mama.
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Musculação quatro vezes por semana pode melhorar dor lombar, indica estudo

Pessoas que têm dor nas costas podem melhorar sua qualidade de vida se exercitando quatro vezes por semana, segundo pesquisa da Universidade de Alberta, no Canadá. Segundo os autores, ao contrário do que se acredita, pessoas com dores lombares podem, e devem, se exercitar.
Avaliando 240 pessoas com dor lombar crônica, os pesquisadores notaram que aqueles que, durante quatro meses, se exercitaram com pesos quatro dias por semana tinham 28% menos dor, 36% menos incapacidade e 28% melhor qualidade de vida, comparados aos que iam à academia duas ou três vezes na semana.
Os autores destacam que se exercitar menos dias na semana também melhora as dores nas costas, embora em menor escala. E explicam que os exercícios proporcionam o alongamento e fortalecimento da musculatura que envolve a coluna e o ombro, estruturas fundamentais para a manutenção do corpo ereto e pouco susceptível a fadiga.
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Tai chi pode reduzir dor e incapacidade associadas à artrite, aponta estudo
A prática da tradicional arte marcial chinesa tai chi pode ajudar pacientes com artrite a reduzir a dor e a incapacidade associadas à doença inflamatória nas articulações, segundo estudo publicado na edição de junho da revista Arthritis Care & Research.
Com a análise de sete trabalhos sobre o assunto, os pesquisadores notaram que os pacientes que tiveram aulas semanais de tai chi em combinação com o tratamento convencional apresentaram uma queda de dez pontos numa escala de 0 a 100 de dor e incapacidade relatadas. Esses pacientes também relataram menos tensão e melhor satisfação com a saúde do que aqueles que passaram apenas pelo tratamento convencional.
Segundo os autores, da Universidade de Sidney, Austrália, os resultados de estudos de “baixa qualidade” indicam um “pequeno efeito positivo” da técnica, sendo necessários mais estudos para confirmação.
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