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CONHEÇA A IDADE DO SEU CÉREBRO...

Este jogo (teste) japonês vai mostrar se seu cérebro é mais jovem ou
mais velho do que o resto do seu corpo.

Como jogar:

1. Clique no site abaixo

2. Quando abrir a página, tecle 'start'

3. Aguarde pelo 3, 2, 1.

4. Memorize a posição dos números e clique nos círculos, sempre do
menor para o maior número, começando pelo ZERO, se ele estiver presente.

5.. No final do jogo, o computador vai dizer a idade do seu cérebro.

Boa Sorte!


http://flashfabrica.com/f_learning/brain/e_brain.html

 

 

 
 

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QUE LIVRO É VOCE?


Se você fosse um livro nacional, qual livro seria? Um best-seller ultrapopular ou um relato intimista? Faça o teste e descubra.

Segue o teste para vocês verem qual livro mais as (os) representam.

http://educarparacrescer.abril.com.br/leitura/testes/livro-nacional.shtml


 
 

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Estudo aponta vitamina D e cúrcuma como possíveis armas contra o Alzheimer

A vitamina D e a cúrcuma (especiaria originária do sudeste asiático) podem estimular o sistema imunológico a “limpar” o cérebro das placas associadas à doença de Alzheimer, segundo estudo publicado no Journal of Alzheimer's Disease.

 

Em testes em laboratório, pesquisadores da Universidade da Califórnia, nos EUA, descobriram que a combinação de vitamina D3 e curcuminoides estimula macrófagos – células que “engolem” substâncias estranhas ao organismo, incluindo as placas de amiloide-beta (ligadas à doença) – o que pode ajudar na limpeza do cérebro, protegendo-o da apoptose, ou morte, de suas células.

 

“Esperamos que a vitamina D3 e a cúrcuma, ambos nutrientes naturais, possam oferecer novas possibilidades preventivas e de tratamento para a doença de Alzheimer”, disse o pesquisador Milan Fiala, autor do estudo. Porém, mais estudos são necessários para confirmação dos efeitos e para definir a dose necessária contra a doença.

leia mais sobre o estudo no JAD (em inglês)

 
 

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Estresse e depressão pioram os sintomas de asma, indica pesquisa

Crianças e jovens com asma que sofrem de estresse ou depressão apresentam desregulação do sistema nervoso autônomo, o que leva a uma piora nos sintomas respiratórios, segundo estudo da Universidade de Buffalo, nos EUA.

 

Os pesquisadores avaliaram a reação do sistema nervoso autônomo (medindo atividade cardíaca e respiratória) de 90 crianças e jovens asmáticos com idades entre sete e 17 anos – metade deles com sintomas de depressão – enquanto eles assistiam a cenas de horror, tristeza e alegria. E, em resposta à “provocação emocional”, os voluntários depressivos tiveram maior ativação do sistema nervoso parassimpático com redução da ativação do sistema simpático – padrão com efeitos negativos nas vias aéreas.

 

Segundo os autores, esses resultados apoiam estudos anteriores que associam a depressão ao aumento da atividade da asma e explicam os mecanismos envolvidos nessa relação. Baseados nisso, eles recomendam que crianças com asma sejam triadas para sintomas de depressão.

leia mais sobre a notícia em UB (em inglês)

 

 
 

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Exercícios e dieta são essenciais contra fígado gorduroso, apontam estudos

Fazer exercícios e reduzir o colesterol e as proteínas da alimentação pode ser a chave para reduzir o impacto da doença hepática gordurosa não-alcoólica e melhorar a saúde desses pacientes, segundo estudos publicados este mês na revista Hepatology. E, de acordo com os autores, os benefícios aparecem mesmo se não houver perda de peso.

 

Em um dos estudos, realizado pela Universidade de Sidney, na Austrália, a análise de 141 pessoas indicou que aqueles que sofreram uma intervenção para realizar pelo menos 150 minutos semanais de caminhadas apresentaram, após três meses, menores níveis das enzimas hepáticas que caracterizam e pioram a doença no fígado. E aqueles que melhoraram a forma física tiveram redução no colesterol “ruim” (LDL) e na resistência à insulina.

 

No segundo, os pesquisadores da Universidade de Washington, nos EUA, acompanharam mais de 9,2 mil pessoas por 13 anos, e descobriram que aqueles que comiam mais proteínas tinham maior risco de serem internados por causa de cirrose ou câncer hepático ou morrer por isso. Além disso, o consumo de colesterol também foi associado às complicações da doença.

leia mais sobre o estudo em Hepatology (em inglês)

 

 
 

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Ter um companheiro com demência aumenta os riscos de desenvolver a doença

Pessoas cujo companheiro tem demência correm maior risco de também desenvolverem a doença, segundo estudo da Universidade do Estado de Utah, nos EUA. Os especialistas destacam que a doença neurodegenerativa não é contagiosa, “mas a quantidade de estresse envolvido em cuidar de um esposo com demência é tremendo”, o que seria um fator de risco para a condição.

 

Acompanhando 1,2 mil casais por dez anos, os pesquisadores descobriram que mulheres que cuidam do marido com demência são quatro vezes mais propensas a desenvolver o problema. E os maridos cuidadores teriam 12 vezes maior risco de desenvolver demência do que maridos de mulheres saudáveis.

 

Após considerar fatores que poderiam explicar esse resultado, como compartilhamento de ambiente, a escolaridade e a genética, os pesquisadores concluíram que o estresse pode ser uma das razões desse maior risco do cuidador, pois pessoas estressadas são menos propensas a ter uma dieta saudável e praticar atividades físicas – essencial para a saúde cerebral.

leia mais sobre a notícia em WebMD (em inglês)

 
 

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Cuidar da saúde cardiovascular é benéfico para o cérebro, diz estudo

Cuidar da saúde cardíaca, aderindo a uma dieta anti-hipertensão – rica em frutas, hortaliças e grãos, além de trocar a carne vermelha por peixes – e à prática de exercícios, pode ser bom também para o cérebro e para a saúde cognitiva, segundo estudo da Universidade do Estado de Utah, nos EUA.

 

A análise de mais de 3,8 mil idosos indicou que, quanto mais os participantes se aproximavam do ideal na “abordagem alimentar para parar a hipertensão”, maiores eram suas pontuações nos testes de função cognitiva (aprendizado, raciocínio, memória, etc). Os mais próximos do ideal tinham 42% melhor cognição no início, e 81% melhor durante o acompanhamento de 11 anos.

 

“Nossos resultados sugerem que incluir grãos integrais, vegetais, laticínios desnatados e nozes à dieta de alguém pode oferecer benefícios para a cognição mais tarde”, destacou o pesquisador Heidi Wengreen. E esse estudo se uniu a diversos outros apresentados esta semana na Conferência da Alzheimer Association, indicando os benefícios da dieta e exercícios para retardar ou prevenir o declínio cognitivo e o aparecimento de demências.

leia mais sobre a notícia em ScienceDaily (em inglês)

 

 
 

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Por que a depressão é duas vezes mais comum em diabéticos?

Apesar de os diabéticos terem mais chances de serem diagnosticados com depressão, a doença metabólica, em si, parece não aumentar os ricos de desenvolver esse problema de saúde mental, segundo estudo publicado na edição de agosto no periódico Annals of Family Medicine. De acordo com os autores, a maior frequência de consultas médicas dos diabéticos oferece mais chances de diagnóstico da depressão.

 

Em uma análise preliminar de 42 estudos, os especialistas notaram que a depressão seria duas vezes mais comum em diabéticos. E, avaliando dados de 225 mil pacientes, eles descobriram que “pacientes com diabetes não são mais afetados por essa suscetibilidade do que pacientes com outras condições crônicas que têm frequentes visitas ao médico”.

 

Os pesquisadores destacam que aqueles que consultam médicos com mais frequencia, sendo ou não diabéticos, têm mais chances de serem diagnosticados com depressão. Por isso, os especialistas ressaltam a importância de se cuidar da saúde, visitando, periodicamente, um médico.

leia mais sobre o estudo em AFM (em inglês)

 

 
 

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Estudo associa consumo moderado de álcool a menor risco de demência

O consumo leve ou moderado de álcool pode reduzir os riscos de demência em até 40%, segundo estudo da Universidade Wake Forest, nos EUA. A análise de mais de três mil pessoas com mais de 75 anos – 2,6 mil com avaliação cognitiva normal e 482 com distúrbios cognitivos leves no início do estudo – indicou uma associação entre a ingestão de uma ou duas doses, principalmente de vinho, a um menor risco de demência.

 

Após ajustes por fatores demográficos, tabagismo, comorbidades, depressão, atividades sociais e consumo de álcool, os pesquisadores observaram que o consumo moderado estava associado a 37% menos chances de ter demência naqueles que não tinham problemas cognitivos ou de memória.

 

“Desde que cada indivíduo tem condições médicas e históricos familiares diferentes, o consumo de álcool pode não ser apropriado para todos que querem limitar seu risco de desenvolver demência”, explicam os autores. “O que podemos dizer, baseado neste estudo, é que nosso estudo apoia as recomendações para a ingestão de álcool na velhice, e não necessariamente apoia a necessidade de essas pessoas com cognição normal e que bebem moderadamente de mudar seus hábitos”, concluem.

leia mais sobre a notícia na Reuters (em inglês)

 

 
 

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Beber demais aumenta os riscos de câncer de próstata, indica estudo

Homens que bebem demais podem estar sob maior risco de desenvolver câncer de próstata, segundo pesquisadores da Universidade da Califórnia, nos EUA. Além disso, a droga finasterida, que ajuda a reduzir os riscos da doença, parece não fazer efeito contra os danos do álcool.

 

Em pesquisa com 11 mil homens, os especialistas descobriram que aqueles que bebiam em excesso – quatro ou mais doses por dia, pelo menos cinco dias na semana – eram duas vezes mais propensos a ter tumores agressivos na próstata do que os que não bebiam. Para os tumores menos agressivos, os riscos seriam 43% maiores entre os bebedores. E os riscos foram observados tanto naqueles que tomavam finasterida, quanto nos que tomavam placebo.

 

Os pesquisadores destacam que alguns fatores de risco não podem ser modificados, como idade avançada, raça negra e histórico familiar da doença. Por isso, eles recomendam que os médicos divulguem para seus pacientes os fatores de risco que podem ser controlados, como a obesidade, o tabagismo, o consumo excessivo de gordura animal, incluindo, agora, o abuso de álcool.

leia mais sobre o estudo em Cancer (em inglês)

 

 
 

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Refrigerantes e sucos podem causar corrosão dos dentes, alerta especialista

Bebidas populares, como refrigerantes e sucos cítricos, podem causar a corrosão dos dentes, segundo especialistas da Escola de Odontologia da Universidade de Temple, nos EUA. Em artigo publicado recentemente na revista General Dentistry, o dentista Mohamed Bassiouny alerta que o consumo excessivo de bebidas ácidas podem causar desgaste estrutural nos dentes.

 

“A erosão dental é um processo de desmineralização que afeta tecidos dentários rígidos, como  o esmalte e a dentina”, destacou o especialista, que recomenda que as pessoas consultem regularmente um dentista, para que o profissional possa ajudar o paciente a identificar e combater o problema.

 

Para isso, segundo o autor, é necessário identificar as fontes da erosão dental, consultando, no rótulo ou na internet, informações sobre o conteúdo ácido dos produtos consumidos; implementar medidas de controle e prevenção de futuros danos, restaurando os tecidos danificados; e evitar ou reduzir ao mínimo o consumo de alimentos e bebidas suspeitos.

leia mais sobre a notícia em EurekAlert (em inglês)

 

 
 

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Estudo associa excesso de exercícios ao risco de problemas de memória

A prática regular de atividades físicas é uma forma reconhecida de manter a saúde, inclusive da função cognitiva, e melhorar a qualidade de vida. Porém, segundo estudo recente da Universidade de Toronto, no Canadá, o excesso pode ser prejudicial para a memória das mulheres.

 

Envolvendo 90 mulheres com idades entre 50 e 63 anos, todas na menopausa, o estudo indicou que quanto mais elas se engajavam em atividades extenuantes – como natação competitiva, corrida, aeróbica, basquete e ciclismo em subidas – pior era sua pontuação em oito testes da função cognitiva, principalmente em memória e atenção. Por outro lado, exercícios moderados, como caminhada, teriam efeito protetor.

 

“As pessoas frequentemente pensam que, se um pouco (de exercícios) é bom, muito é melhor. Mas isso não é o caso aqui”, explica a pesquisadora Mary C. Tierney. Segundo os autores, muitos estudos indicam que os efeitos benéficos dos exercícios se devem à redução dos níveis dos estrógenos, porém, como esse hormônio é conhecido por afetar positivamente o cérebro da mulher, essa pode ser a chave para entender por que muito exercício atrapalha a memória.

leia mais sobre a notícia em WebMD (em inglês)

 

 
 

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Estudo associa o consumo de peixes a um menor risco de demência

Comer peixes regularmente pode ser uma boa forma de reduzir os riscos de desenvolver demência na velhice, segundo estudo do King's College London, na Inglaterra. Os autores acreditam que o grande responsável por essa relação é o ômega 3, tipo de gordura presente em alguns peixes, como o salmão.

 

Os pesquisadores avaliaram quase 15 mil pessoas com mais de 65 anos no Peru, México, China, Índia, Cuba, República Dominicana e Venezuela. E, em todos os países, com exceção da Índia, os pesquisadores observaram uma relação inversa entre o consumo de peixes e a prevalência de demência.

 

“Nossos resultados estendem as descobertas sobre as associações do consumo de peixe com o risco de demência para populações de países de baixa e média renda, e são consistentes com os dados mecanicistas sobre as ações protetoras dos ácidos graxos ômega 3 de cadeias longas, comumente encontrado em peixes”, explica o pesquisador Emiliano Albanese.

leia mais sobre o estudo no AJCN (em inglês)


 
 

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Ingestão de sal pode atrapalhar os efeitos dos remédios contra hipertensão

O fato de uma pessoa não conseguir controlar sua pressão alta com múltiplos medicamentos pode significar que ela está comendo sal demais, segundo estudo que será publicado na edição de setembro da revista Hypertension. De acordo com o pesquisador brasileiro Eduardo Pimenta, da Universidade de Queensland, na Austrália, o corte drástico da ingestão de sal nas pessoas com hipertensão resistente causa grandes reduções na pressão sanguínea.

 

Os pesquisadores submeteram 12 pessoas com hipertensão resistente (que não conseguiam reduzir a pressão tomando três ou mais medicamentos) a dietas ricas em sódio e pobres em sódio em semanas alternadas com duas semanas de intervalo. E notaram que a redução para 1,15 gramas por dia – difícil de ser alcançada na vida real (a quantidade média é de 9 g a 12 g) – reduzia em 22,7 mmHg a pressão sistólica e em 9,1 mmHg a diastólica.

 

“Os resultados atuais sugerem que pacientes com hipertensão resistente são sensíveis ao sal”, concluem os pesquisadores, explicando que a ingestão de sal provavelmente causa a retenção de mais fluido que o normal nesses pacientes, tornando ineficazes os tratamentos para controle da hipertensão.

 
Outro estudo maior na mesma publicação encontrou resultados similares, além de benefícios da restrição do sal para os rins, coração, ossos e sistema circulatório desses pacientes. Com isso, os especialistas defendem uma ação para que a indústria alimentícia reduza o sal de seus produtos. E, para as pessoas, o recado é para parar de adicionar sal aos alimentos.

leia mais sobre a notícia na Reuters (em inglês)

 
 

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Tomar suco de laranja todos os dias pode proteger o coração, diz estudo

Um estudo apresentado esta semana na conferência anual da Associação Americana do Coração indica que tomar suco de laranja pode ser uma boa forma de prevenir problemas cardiovasculares. Segundo os autores, um antioxidante chamado hesperidina melhora a função vascular, ajudando a reduzir os riscos de doença cardíaca.

 

No estudo, 24 homens saudáveis que tinham risco de doença cardiovascular beberam, em meses diferentes, 500 ml de suco de laranja por dia (que tem, naturalmente, 292 mg de hesperidina), uma bebida com as mesmas calorias do suco, e uma bebida fortificada com 292 mg de hesperidina. E os pesquisadores notaram que, nos meses em que os voluntários tomaram a dose diária do suco ou da bebida fortificada, eles apresentaram melhor função endotelial (do revestimento interno dos vasos) e menor pressão sanguínea.

 

Além disso, o consumo do suco e da outra bebida com o antioxidante foi associado a um melhor perfil de expressão de genes, que também ajuda a reduzir os riscos cardiovasculares. Porém estudos com mais voluntários e de longo prazo são necessários para confirmar se o suco pode proteger contra problemas cardiovasculares.

leia mais sobre a notícia em WebMD (em inglês)

 

 
 

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Contra doença inflamatória intestinal, troque as carnes vermelhas pelo peixe

Pessoas que têm uma alimentação rica em ácido linoleico – tipo de ácido graxo (gordura) poli-insaturado ômega 6, encontrado em carnes vermelhas e frituras – podem ser mais propensas a desenvolver uma séria doença inflamatória intestinal conhecida como colite ulcerativa. Essa foi a conclusão de um recente estudo publicado este mês na revista científica Gut.

 

As análises da relação entre a dieta e o risco da doença intestinal envolveram mais de 200 mil pessoas com idades entre 30 e 74 anos que viviam na Itália, Alemanha, Suécia, Reino Unido e Dinamarca. E indicaram que aqueles cuja alimentação contém maior quantidade de ácido linoleico têm duas vezes e meia mais chances de desenvolver colite ulcerativa do que aqueles que comem menos. Por outro lado, o consumo de ômega 3, encontrado em peixes e nozes, foi associado a uma redução de 77% no risco de ter a doença.

 

Os pesquisadores explicam que o ácido linoleico é convertido, no organismo, em ácido araquidônico, que é encontrado nas membranas das células de revestimento do intestino grosso e pode dar origem a diversas substâncias inflamatórias. E, segundo eles, o consumo excessivo desse ácido é responsável por cerca de um terço dos casos de colite, o que sugere que uma mudança na dieta pode prevenir essa doença inflamatória intestinal.

leia mais sobre a notícia em WebMD (em inglês)

 

 
 

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Relação próxima entre cuidador e paciente pode retardar o Alzheimer

Uma relação mais próxima do paciente com doença de Alzheimer com seu cuidador pode ser a chave para reduzir os impactos da doença, retardando os declínios cognitivos, segundo estudo publicado na revista médica Psychological Sciences and Social Sciences.

 

A análise de 167 pares de cuidadores e pacientes indicou que a relação entre os dois pode influenciar diretamente a progressão da doença de Alzheimer. E os benefícios da intimidade emocional influenciariam também os efeitos de alguns medicamentos usados no tratamento da doença.

 

“Mostramos que os benefícios de ter um cuidador próximo, especialmente o cônjuge, podem indicar as diferenças entre alguém com doença de Alzheimer que fica em casa ou que vai para uma casa de enfermagem”, explicou o pesquisador Constantine Lyketsos. Porém, os especialistas alertam que outros fatores podem estar envolvidos nessa relação e, por isso, mais estudos são necessários para entender os mecanismos associados.

leia mais sobre o estudo no JG (em inglês)

 
 

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Estudo indica bons resultados da aromaterapia contra o estresse

Um estudo japonês recentemente publicado Journal of Agricultural and Food Chemistry indica que a terapia com aromas de limão, manga e lavanda pode ajudar na redução do estresse. Segundo os especialistas do Centro de Pesquisas Técnicas da companhia T. Hasegawa, certas fragrâncias alteram a atividade genética e a química do sangue de forma que pode reduzir o estresse.

 

Em testes com ratos de laboratório, os cientistas expuseram os roedores a condições estressantes, enquanto alguns deles inalavam uma essência chamada linalool. E notaram que essa essência reduziu os níveis de neutrófilos e linfócitos – partes do sistema imunológico que haviam sido disparadas pelo estresse – quase aos normais. Além disso, “o linalool reduziu a atividade de mais de 100 genes que são ‘superativados’ em situações estressantes”.

 

Os especialistas destacam que as essências têm sido utilizadas a milhares de anos para reduzir o estresse, combater inflamações e depressão e melhorar o sono. E a aromaterapia se tornou uma forma popular de medicina alternativa atualmente. Porém mais estudos são importantes para oferecer evidências científicas sobre a eficácia e a segurança desses tratamentos.

leia mais sobre o estudo em JAFC (em inglês)

 

 
 

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Consumo de leite pode prevenir mortes por doenças crônicas, diz estudo

Tomar leite diariamente pode reduzir de 15% a 20% suas chances de morrer por problemas cardiovasculares, como doença coronariana cardíaca e derrame, segundo estudo da Universidade de Reading, no Reino Unido. De acordo com os pesquisadores, o leite tem sido, muitas vezes, retratado na mídia como um alimento pouco saudável, mas ele possui diversos benefícios.

 

Revisando os resultados publicados de 324 estudos sobre o consumo de leite e preditores de doença cardíaca, derrame e diabetes, os pesquisadores notaram que, considerando o número de mortes por doença coronariana cardíaca, derrame e câncer colorretal, “há forte evidência de uma redução geral no risco de morrer de doenças crônicas, por causa do consumo de leite”.

 

“Enquanto o crescimento e a saúde óssea são de grande importância para a saúde, são os efeitos do consumo de leite e laticínios sobre as doenças crônicas que são de maior relevância para a sobrevivência e para a redução da morbidade”, explicaram os pesquisadores. Porém eles alertam para a urgência de mais pesquisas para entender os mecanismos associados.

leia mais sobre a notícia em UR (em inglês)

 

 
 

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Livro, música e cinema a um click de você!

Sites de relacionamento disponibilizam acesso rápido a grandes acervos culturais
Você já deve ter visto rede social de tudo quanto é assunto, não é mesmo? Existem os mais variados temas, que vão de pessoas a animais de estimação. Nesta matéria reunimos três redes de relacionamento cujo assunto é cultura! Nelas você pode ficar mais perto de livros, músicas e filmes. Então assista à reportagem e depois acesse os links abaixo.

O Livreiro

Filmow

MySpace

 
 

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JORNAIS DO MUNDO - PRIMEIRA PÁGINA
Informações do Brasil e Mundo.
Cada bolinha laranja nos mapas dos continentes são jornais de cidades daquele estado ou País; você clica e todos os dias têm a 1ª página de cada jornal. Ao posicionar sobre a bolinha desejada, ao lado aparece a 1ª página dos jornais. Clicando sobre a bolinha, você tem a página em tamanho maior, para facilitar a sua visualização. E na parte superior da página ampliada está o link para acessar o jornal!
http://www.newseum.org/todaysfrontpages/flash/
 

 
 

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Mensagem  Budista:
Evite cometer injustiças com interpretações precipitadas e exclusivistas.

Dupla percepção

Você  diz que é um sapo e eu juro que é um cavalo !!!





Lição:

Este desenho nos ensina claramente que devemos sempre respeitar as outras opiniões.


É necessário esperar e ouvir atentamente os outros porque eles também têm o seu ponto de vista. 


 
Respeitar a opinião dos outros é olhar para a mesma verdade e saber que esta poderá ser vista de forma bem diferente por cada um.  
 
E assim, com toda certeza, deixar de cometer injustiça com as precipitações.

O charme do desenho  e sua lição enigmática consiste no fato de que...
  

  " na história nada muda e mesmo assim, tudo é completamente diferente"!!!

                   (Aldous Huxley)
   


   
" O que move uma pessoa não são os musculos ,

         e sim ... a Força do Pensamento ".  

                     Om Sai Ram



 

 

 
 

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"Amazing Grace" - Il Divo

Coliseu - Roma.
Prestem atenção na aparição belíssima da gaita de foles.

 
 

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VIAGEM DE TREM BALA - MADRID / BARCELONA

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Laser pode ser esperança contra a perda de visão na terceira idade, diz estudo

Um novo tratamento a laser desenvolvido por pesquisadores do King's College London, no Reino Unido, poderia ajudar a evitar a cegueira em milhões de idosos, segundo os especialistas. A técnica ajudaria a reverter os efeitos da degeneração macular relacionada com o envelhecimento, que é conhecida como a principal causa de cegueira em pessoas com mais de 60 anos.

 

Testes preliminares com 50 pessoas com retinopatia diabética foram promissores, indicando melhoras na visão – “o laser retorna a parte anterior do olho ao seu estado da juventude”, destacaram os autores. Segundo eles, o laser de “curto pulso” é indolor e funciona aumentando a liberação de enzimas que limpam os resíduos sem danificar as células que nos permitem enxergar.

 

Os pesquisadores planejam novos estudos com pacientes com degeneração macular relacionada à idade em um olho, com o objetivo de manter a visão no olho melhor o máximo possível. “O que esse laser está fazendo é tentando tratar os processos subjacentes ao envelhecimento, como se ele fosse ‘resetar’ o relógio para que você não tenha as manifestações de perdas visuais”, explicaram, prevendo que ele estará disponível de dois a cinco anos.

leia mais sobre a notícia na BBC (em inglês)

 
 

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Estudo sugere que componente do vinagre pode reduzir acúmulo de gordura

Pesquisadores japoneses anunciaram a descoberta de novas evidências de que o vinagre comum pode reviver seu antigo prestígio da medicina popular como um promotor da saúde. Em testes com ratos de laboratório, os cientistas do Instituto Central de Pesquisa observaram que o ácido acético do vinagre pode reduzir o acúmulo de gordura e o ganho de peso nos roedores.

 

Segundo os autores, o vinagre tem sido usado há muitos anos pela medicina popular, e pesquisas científicas modernas sugerem que o principal componente do vinagre pode ajudar a controlar a pressão, os níveis de glicose e o acúmulo de gordura. O novo estudo, por sua vez, mostrou que os animais com uma dieta rica em gordura que receberam o ácido acético desenvolveram 10% menos gordura corporal.

 

Os pesquisadores acreditam que isso ocorre porque o ácido ativa genes responsáveis por enzimas de oxidação dos ácidos graxos; e, com a quebra das gorduras, há a supressão de seu acúmulo no corpo. Porém, mais estudos são necessários antes de se recomendar qualquer coisa em relação ao uso do vinagre para essa finalidade.

leia mais sobre o estudo em JAFC (em inglês)

 

 
 

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Drogas de controle do colesterol podem causar danos musculares, diz estudo

Pacientes que tomam os tradicionais medicamentos para o controle do colesterol e redução do risco cardiovascular – as estatinas – podem apresentar danos na estrutura muscular, segundo novo estudo publicado no Canadian Medical Association Journal. De acordo com os autores, as estatinas estão entre as drogas mais prescritas do mundo, porém muitos pacientes desenvolvem fraqueza e dor muscular como efeito adverso.

 

Avaliando biópsia muscular de 83 pacientes – 20 que nunca haviam tomado estatinas – pesquisadores suíços e americanos descobriram significativas lesões musculares em alguns pacientes que tomavam o medicamento, incluindo aqueles que haviam parado de tomar a droga antes da biópsia.

 

“Apesar de, na prática clínica, a maioria dos pacientes com sintomas musculares melhorarem rapidamente após interrupção do tratamento, nossas descobertas apoiam que um subgrupo de pacientes parece ser mais suscetível à miotoxidade associada à estatina, sofrendo danos estruturais persistentes”, explicou a pesquisadora Annette Draeger, da Universidade de Berna. Por isso, os autores defendem avaliações musculares nesses pacientes.

leia mais sobre o estudo em CMAJ (em inglês)

 

 
 

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Mudanças hormonais podem explicar ligação entre cafeína e o risco de câncer

O café e a ingestão de cafeína de forma geral podem afetar os níveis de estrogênio e outros hormônios sexuais na mulher – o que explicaria, em parte, a associação entre a cafeína e o risco de câncer de mama e de ovário –, segundo estudo da Universidade de Harvard, nos EUA. De acordo com especialistas, os hormônios sexuais afetam o risco dos cânceres femininos.

 

Analisando 1,2 mil mulheres, os pesquisadores notaram que, quanto mais cafeína uma mulher na pré-menopausa ingeria, menores seus níveis de estradiol (tipo de estrógeno) durante a segunda metade do ciclo menstrual – o que as protegeria contra o câncer de ovário – e maiores seus níveis de progesterona. Na pós-menopausa, um maior consumo foi associado a mais globulina ligadora dos hormônios sexuais no sangue – que reduz a atividade do estradiol e da testosterona, o que reduziria os riscos de câncer de mama.

 

Apesar de os resultados indicarem mudanças significativas nos hormônios sexuais, comumente associados ao câncer de ovário e de mama, mais estudos são necessários para desvendar os efeitos exatos da ingestão de cafeína nos riscos de câncer.

leia mais sobre o estudo em Cancer (em inglês)

 

 
 

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Células de gordura produzem proteína que protege contra o diabetes, diz estudo

Um estudo da Universidade de Harvard, nos EUA, indica que altos níveis sanguíneos de uma proteína chamada adiponectina, que é produzida por células de gordura, pode reduzir os riscos de diabetes tipo 2. A revisão de 13 estudos, incluindo 15 mil voluntários, mostrou que pessoas com mais altos níveis da proteína – que tem propriedades anti-inflamatórias e aumenta a sensibilidade à insulina – tem menos risco de desenvolver a doença.

 

Os pesquisadores lembram que uma sensibilidade à insulina reduzida está relacionada ao desenvolvimento do diabetes tipo 2. E os resultados das análises, indicando que uma proteína produzida por células de gordura aumentam essa sensibilidade, ajudam a mostrar que a obesidade sozinha não explica completamente o risco de diabetes.

 

De acordo com especialistas, os níveis de adiponectina podem ser aumentados com medicação ou intervenções no estilo de vida. E, como “a adiponectina está entre os mais fortes e mais consistentes preditores bioquímicos de diabetes tipo 2”, essa pode ser uma abordagem promissora para prevenção da doença.

leia mais sobre a notícia em WebMD (em inglês)

 

 
 

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Estudo associa estresse no trabalho e nas finanças ao ganho de peso

O estresse no trabalho, relações sociais tensas e a preocupação excessiva com as dívidas podem contribuir para o ganho de peso, segundo especialistas da Universidade de Harvard, nos EUA. “A economia está estressando as pessoas, e o estresse tem sido associado a diversas doenças – como doença cardíaca, pressão alta e aumento do risco de câncer”, destacam os autores.

 

No estudo, a análise de mais de 1,3 mil pessoas indicou que o estresse relacionado às demandas no trabalho e a dificuldade de pagar as contas estaria associado ao ganho de peso em homens e mulheres. Diferenças entre homens e mulheres também foram registradas – com o ganho de peso dos homens associado à falta de autoridade pra tomar decisões no trabalho e a falta de aprendizado e de interesse no serviço; e, nas mulheres, um efeito também das tensões nas relações familiares.

 

Os especialistas destacam que o ganho de peso induzido pelo estresse depende também da alimentação e se a pessoa já teria sobrepeso ou obesidade. Por isso, eles recomendam, como estratégia para combater a obesidade, intervenções que ajudem a reduzir o estresse e a ansiedade.

leia mais sobre o estudo em AJE (em inglês)

 

 
 

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Estudo associa doença pulmonar a um maior risco de declínio cognitivo

Um novo estudo publicado no American Journal of Respiratory and Critical Care Medicine indica que a doença pulmonar obstrutiva crônica (que inclui bronquite crônica e enfisema pulmonar) está associada com maiores transtornos cognitivos em idosos.

 

Os pesquisadores avaliaram, no período entre 1996 e 2002, mais de 4,1 mil pessoas com mais de 50 anos, entre aqueles que tinham a doença e voluntários saudáveis. E observaram que pessoas com bronquite ou enfisema graves tinham, significativamente, menor pontuação em testes cognitivos do que aqueles sem essas doenças, com os distúrbios cognitivos atrapalhando mais as atividades diárias das pessoas com problemas respiratórios.

 

Segundo os especialistas, mais estudos são necessários para desvendar as razões dessa relação. Porém, eles especulam que pessoas com doença pulmonar obstrutiva crônica apresentam períodos de hipoxia, ou baixos níveis de oxigênio, o que pode levar a problemas no cérebro que afetam o desempenho cognitivo e as habilidades mentais.

leia mais sobre o estudo em AJRCCM (em inglês)

 
 

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Furos nas luvas cirúrgicas aumentam risco de infecção, alertam especialistas

Se o paciente não recebe antibióticos antes de ser submetido a uma cirurgia, um simples buraco na luva do cirurgião pode aumentar consideravelmente os riscos de infecção, segundo estudo suíço publicado no Archives of Surgery. De acordo com os autores, embora as luvas sejam perfuradas em cerca de metade das operações, pouco se sabe sobre os riscos de infecção nesse caso.

 

Analisando mais de 4,1 mil procedimentos cirúrgicos realizados no período entre 2000 e 2001 no Hospital Universitário de Basel, os pesquisadores registraram infecções em 4,5% das cirurgias – em procedimentos com luvas perfuradas, essa taxa foi de 7,5%, contra 3,9% daqueles em que as luvas permaneceram intactas. E, sem antibióticos, os riscos seriam ainda maiores.

 

Baseados nos resultados, os autores recomendam que os cirurgiões usem luvas duplas, troquem as luvas regularmente antes que elas comecem a vazar – a cada duas horas – e considerem o uso de antibióticos mesmo quando não fazem parte do procedimento padrão.

leia mais sobre o estudo em AS (em inglês)

 
 

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Consumo de soja pode proteger contra doenças pulmonares, indica estudo

Comer grandes quantidades de soja pode reduzir os riscos de problemas respiratórios conhecidos como doenças pulmonares obstrutivas crônicas – que inclui bronquite crônica e enfisema pulmonar –, segundo estudo australiano publicado na revista científica Respiratory Research. Os autores destacam que o tabagismo é o principal fator de risco, mas a alimentação também tem o seu papel no desenvolvimento da doença.

 

Avaliando 278 pessoas com a doença pulmonar e 340 sem a doença – todos com idades entre 50 e 75 anos –, os especialistas descobriram que aqueles que não tinham a doença consumiam mais soja por dia – cerca de 60 gramas – do que aqueles que tinham o problema respiratório (45g em média).

 

Baseados nos resultados, os pesquisadores concluíram que a ingestão habitual de soja “pode ter um importante impacto nos custos dos sistemas de saúde associados com a morbidade e mortalidade da doença”. Porém, mais estudos seriam necessários para avaliar se esses alimentos podem ajudar a prolongar a sobrevivência de pacientes já diagnosticados com a condição.

leia mais sobre o estudo em RR (em inglês)

 

 
 

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Restrição de calorias previne doenças e prolonga a vida, aponta estudo

Um estudo da Universidade de Wisconsin, nos EUA, anunciado esta semana, aponta que as pessoas podem retardar o envelhecimento, prevenir doenças e aumentar sua expectativa de vida com a restrição de calorias. Acompanhando, por 20 anos, o envelhecimento de macacos (alguns que seguiram a dieta especial) os cientistas notaram que a restrição de calorias protegia os animais contra diabetes, câncer e doenças no coração e no cérebro.

 

A dieta especial, consumida por metade dos macacos do estudo, incluiu alimentos considerados saudáveis, mas oferecendo 30% menos calorias. E, em 20 anos, a taxa de sobrevivência desses animais foi de 80%, contra 50% daqueles que tiveram alimentação livre. A restrição de calorias aumentou a expectativa e a qualidade de vida, reduziu pela metade a incidência de tumores e de doença cardiovascular e manteve o volume cerebral.

 

“Este é o maior e mais altamente controlado estudo mostrando os efeitos benéficos da restrição de calorias nas doenças e sobrevivência em uma espécie primata”, destacam os autores. “Acreditamos que o que funciona em primatas irá funcionar em humanos, porque os primatas são muito intimamente relacionados aos humanos. Isso tem nos permitido entender os mecanismos do processo de envelhecimento”, completaram os pesquisadores.

leia mais sobre a notícia em WebMD (em inglês)

 

 
 

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Wordpress passo a passo: crie seu site de forma rápida, fácil e barata

Plataforma normalmente utilizada em blogs permite diversas funções, plugins e layouts
Você quer criar um site, mas não saca nada de HTML? Bom, saiba que o Wordpress, uma plataforma muito usada para blogs, pode fazer o papel de programador para você! É tudo muito rápido, e basta ter criatividade e bom gosto. Se você quer aprender a criar e customizar seu site de forma bem simples, veja na matéria o passo a passo que criamos e alguns exemplos bacanas que achamos pela internet!

Wordpress

Alguns exemplos de sites criados com Wordpress. Veja o que é possível fazer:

Aromas Picantes (culinária)
Pronto, Cabô (dicas geek e tecnologia)
Cool Podcast (música)
Colour Lovers (design)
HypeBeast (moda e comportamento)
Richard Branson (site oficial do empresário)

Dicas de SEO (deixe seu site melhor posicionado em buscadores)

Fique Rico (dicas de SEO e também de capitalização para o seu site)

 
 

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Tesouro cultural da China 

 

É só dar 1 click no LINCK abaixo:
 
Este é  um famoso quadro chinês, tesouro cultural do país  e patrimônio do Museu de Xangai, que leva multidões a apreciá-lo demoradamente. Pintado entre 1085 e 1145, mede cerca de 24.5m comp.  por 5,28 m alt.
Aprecie-no, deslocando o cursor. Quando aparecerem quadrados brancos, clique e  veja a animação.

 http://www.npm.gov.tw/exh96/orientation/flash_4/index.html

 
 

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Extração dentária prejudica a memória

Toda vez que um dentista extrai um dente, ele pode estar "arrancando" também parte da memória do paciente, revelou um estudo sueco que será apresentado em Estocolmo.

"Os dentes parecem ter uma importância enorme para a nossa memória", afirma Jan Bergdahl, dentista, professor associado da faculdade de psicologia da Universidade de Umeaa, no norte da Suécia, e um dos autores do estudo.

Parte de uma pesquisa mais ampla sobre a memória chamada Betulastudien, o estudo acompanhou 1.962 pessoas com idades entre 35 e 90 anos desde 1988, comparando a memória daqueles que tinham todos dentes e a dos que os extraíram e passaram a usar dentaduras.

"As pessoas que não tinham dentes tiveram sua memória claramente afetada em comparação com aqueles que tinham", disse Bergdahl.

Recentes estudos realizados com ratos no Japão também evidenciaram relação entre os dentes e a memória. Mas, de acordo com Bergdahl, este é o primeiro estudo em larga escala em humanos que claramente estabelece uma relação entre os dois pontos.

A pesquisa sueca ainda precisa revelar o impacto da extração de um único dente na memória humana. Segundo Bergdahl, os pesquisadores planejam descobrir quantos dentes uma pessoa precisa perder antes que afete sua memória. "Nós também vamos investigar como a decadência do dente afeta a perda da memória e que influência têm os implantes dentários", disse o pesquisador.

Ele insistiu, no entanto, que não espera que estudos futuros revelem que os implantes melhoram a memória.

"Eu não acho que seja provável. Testes em animais mostraram que a extração de dentes rompe nervos conectados ao cérebro", disse Bergdahl, afirmando que o estudo sueco poderá mudar dramaticamente o cuidado futuro com os dentes dos idosos.

"Devemos pensar duas vezes antes de arrancar dentes que apresentam problemas", afirmou.

 
 

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Estudo associa fatores de risco cardiovascular ao risco de câncer de mama

Apresentar fatores de risco para doença cardíaca e diabetes – condição conhecida como síndrome metabólica – pode aumentar os riscos de as mulheres que já passaram pela menopausa desenvolverem câncer de mama, segundo estudo publicado na edição de julho da revista científica Cancer Epidemiology, Biomarkers and Prevention. Os fatores incluem gordura abdominal, altos níveis da pressão, colesterol, glicose e resistência à insulina.

 

A análise de 4,4 mil mulheres na pós-menopausa indicou que aquelas que apresentavam a síndrome no início do estudo não tinham maior risco de ter câncer de mama durante o acompanhamento. Porém cada componente da síndrome – especialmente glicose alta, triglicérides alto e pressão diastólica alta – foi associado individualmente ao risco de câncer de mama.

 

Os pesquisadores destacam que mais estudos são necessários para desvendar os mecanismos por trás dessa relação. Mas eles acreditam que a obesidade aumenta os riscos de câncer de mama através de um aumento nos níveis de estrogênio. Baseados nos resultados, eles recomendam a manutenção de um peso saudável e a prática de exercícios para a prevenção.

leia mais sobre a notícia na Reuters (em inglês)

 

 
 

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Redução de estômago pode aumentar as chances de ter pedra nos rins

Pessoas que passaram pela cirurgia de redução de estômago parecem ter maior risco de ter pedras nos rins e de precisar de cirurgia por causa disso, segundo estudo publicado no Journal of Urology. “Estudos recentes têm demonstrado que anormalidades minerais e eletrolíticas se desenvolvem em pacientes submetidos à cirurgia bariátrica (redução de estômago)”, explicaram os autores, destacando que isso é fator de risco para cálculos renais.

 

Avaliando mais de 4,6 mil pacientes que passaram pelo procedimento no período entre 2002 e 2006, e o mesmo número de pessoas obesas que não fizeram redução de estômago, os pesquisadores observaram que 7,65% daqueles que fizeram a cirurgia foram diagnosticados com urolitíase (pedra nos rins), contra apenas 4,63% das pessoas do grupo controle. E a incidência de cirurgia para acabar com o cálculo foi bem maior no primeiro grupo.

 

“No entanto, até que a fisiopatologia da formação da pedra nessa população seja melhor entendida, cabe ao médico manter um alto nível de suspeita de anormalidades metabólicas urinárias subjacentes na formação de pedra após a cirurgia bariátrica”, concluíram os pesquisadores.

leia mais sobre o estudo no JU (em inglês)

 

 
 

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"Hipertensão do avental branco" pode ser mais séria do que se pensava

Um novo estudo da Universidade de Milão, na Itália, indica que a “hipertensão do avental branco” – quando a pressão sanguínea de uma pessoa sobe apenas no momento em que o médico vai medi-la – pode não ser tão inofensiva quanto se acreditava.

 

Segundo os autores, uma em seis pessoas tem esse problema. E, avaliando mais de 1,4 mil adultos, eles descobriram que pessoas que apresentavam essa condição no início do estudo tinham o dobro do risco de ter hipertensão arterial sistêmica em dez anos, comparados àqueles com pressão normal. Aquelas com “hipertensão mascarada” – quando a pressão é normal nas avaliações médicas, mas sobe em algumas situações – teriam 78% maior risco.   

 

O estudo é o primeiro a indicar esses riscos associados à “hipertensão do avental branco” e à “hipertensão mascarada”, indicando que “essas condições não são, de forma alguma, clinicamente inocentes, como frequentemente se pensava que elas fossem”. Por isso, os especialistas recomendam que as pessoas que acham que a medida da pressão pelo médico tenha sido muito baixa ou muito alta, tomem sua própria medida em casa para confirmação.

leia mais sobre a notícia em WebMD (em inglês)

 

 
 

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Exercícios e acupuntura reduzem riscos associados ao ovário policístico

A prática regular de exercícios e a realização de acupuntura podem reduzir a atividade do nervo simpático em mulheres com ovários policísticos, ajudando a reduzir seus riscos de desenvolver obesidade, doença cardiovascular e diabetes, segundo estudo da Universidade de Gotemburgo, na Suécia.

 

Avaliando 20 mulheres, os especialistas notaram que os exercícios não tinham efeitos nos ciclos menstruais irregulares ou inexistentes, que caracterizam a condição, mas era responsável por uma redução no peso e no IMC que ajudava a reduzir a atividade dos nervos simpáticos. E a eletroacupuntura ajudava na regulação dos ciclos menstruais, e na redução dos níveis de testosterona e da atividade dos nervos associados ao risco cardiovascular.

 

Baseados nos resultados, os autores acreditam que essa descoberta pode indicar uma alternativa não-farmacológica no combate aos riscos cardiovasculares associados ao problema nos ovários.

leia mais sobre o estudo em AJPRICP (em inglês)

 
 

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Sob estresse, mulheres são mais cautelosas, e homens correm mais riscos

Um estudo publicado este mês na revista PLoS One indica que os homens são mais propensos do que as mulheres a adotar comportamentos de risco – como apostar, fumar, usar drogas e fazer sexo sem preservativos – quando estão estressados. “Evolutivamente falando, é provavelmente mais benéfico para o homem ser agressivo em situações estressantes e de grande excitação, quando risco e recompensa estão envolvidos”, explicaram os autores.

 

Nos testes, os participantes ganhavam dinheiro enquanto um balão ia enchendo, mas eles teriam de apertar um botão para parar o processo e confirmar seus ganhos antes que o balão estourasse, pois, caso contrário, perdiam tudo. Membros do grupo controle encheram o balão em 40 vezes em média, sem diferenças entre homens e mulheres; enquanto as mulheres sob estresse encheram 32 vezes, e os homens estressados 48 vezes – correndo mais riscos de o balão estourar.

 

Baseados nos resultados, especialistas da Universidade do Sul da Califórnia concluíram que, apenas sob estresse, homens e mulheres diferem em adoção de comportamentos de risco. Porém, mais estudos com neuroimagem são necessários para determinar os efeitos do estresse psicológico no cérebro.

leia mais sobre a notícia em EurekAlert (em inglês)

 

 
 

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Chineses tratam casos de gripe suína com terapias milenares

O departamento municipal de saúde de Pequim, China, anunciou esta semana que os casos de influenza A (H1N1) – também conhecida como gripe suína – têm sido tratados, no país, com a tradicional medicina chinesa.

 

Segundo as autoridades de saúde, oito dos 17 pacientes que receberam tratamento com uma terapia chinesa de cinco mil anos se recuperaram completamente. E essas medicações “alternativas” ao tamiflu (medicamento recomendado para a nova gripe) teriam se mostrado promissoras também para os outros nove casos.

 

Porém, o Ministério da Saúde da China destaca que o tratamento recomendado pela Organização Mundial da Saúde não foi abandonado, sendo administrado, em 90% dos casos, em combinação com a terapia milenar.

leia mais sobre a notícia no China Daily (em inglês)

 
 

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Ciudad Subterranea Derinkuyu

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Atividade social ajuda a manter a capacidade motora em idosos

Sabe-se que adultos mais velhos que permanecem socialmente envolvidos têm mais probabilidade de manter afiadas suas capacidades intelectuais. Porém, uma nova pesquisa sugere que eles também podem ter menos tendência a vivenciar pioras nas capacidades motrizes, como força, velocidade e destreza.

Pesquisadores que acompanharam a saúde de cerca de 900 pessoas em casas de repouso e outros lugares descobriram que os idosos com mais atividade social sofreram um declínio menor das capacidades motoras. O relatório aparece no periódico especializado "The Archives of Internal Medicine."

Os pesquisadores, liderados pelo Dr. Aron S. Buchman, do Centro Médico da Rush University, examinaram cada voluntário durante um período de aproximadamente cinco anos.

Os cientistas deram aos participantes uma série de testes para medir suas capacidades motoras, observando a força dos braços e pernas durante a execução de caminhadas e outras tarefas. Os voluntários também foram solicitados a dar informações sobre suas atividades sociais.

Apesar de que capacidades motoras debilitadas podem dificultar a participação das pessoas em atividades sociais, Dr. Buchman afirmou que o estudo encontrou evidências apontando que uma coisa ajuda a outra.

 

 
 

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Solidão pode acelerar processo de envelhecimento, alertam especialistas

Uma vida social ativa pode ajudar a reduzir os efeitos do envelhecimento, particularmente retardando o declínio físico, segundo estudo da Universidade Rush, nos EUA. Analisando 906 idosos por cinco anos, os especialistas notaram que cada ponto a menos no escore de atividade social estava associado a um declínio 33% mais rápido da função motora – incluindo força muscular, coordenação, destreza e equilíbrio.

 

Os resultados indicaram que aqueles com vida social menos ativa tinham um declínio físico equivalente a ser cinco anos mais velho. Segundo os autores, isso representaria 40% maior risco de morte e 65% maior risco de incapacidade.

 

Embora mais estudos sejam necessários para confirmar uma relação de causa e efeito, os pesquisadores destacam que as atividades sociais – como ir a restaurantes, jogar bingo, trabalho voluntário, visitar amigos e família e participar de serviços religiosos – podem ser uma boa forma de retardar o declínio motor e os problemas associados.

leia mais sobre o estudo no AIM (em inglês)

 
 

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Problemas respiratórios durante o sono aumentam risco de arritmia cardíaca

Homens com mais de 65 anos que sofrem de problemas respiratórios durante o sono podem ter maior risco de ter arritmias cardíacas mesmo se não sofrerem de doença cardíaca, segundo estudo publicado no Archives of Internal Medicine. E, de acordo com especialistas da Universidade Case Western Reserve, nos EUA, essas pessoas têm um maior risco de morte.

 

Avaliando, com polissonografia e eletrocardiografia, quase três mil pessoas, os especialistas notaram que aqueles que tinham apneia central do sono tinham três vezes mais chances de ter fibrilação atrial; e pacientes com respiração de Cheyne-Stokes (outro tipo de apneia frequentemente visto em pessoas com distúrbios neurológicos ou cardíacos) tinham cinco vezes maior risco.

 

Baseados nos resultados, os especialistas recomendam que pacientes com fibrilação atrial sejam avaliados para apneia, principalmente por causa do maior risco de mortalidade de pacientes com insuficiência cardíaca e com problemas respiratórios durante o sono.

leia mais sobre o estudo em AIM (em inglês

 
 

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HIV é tão perigoso para o coração quanto o tabagismo e o diabetes, diz estudo

Um novo estudo publicado na revista científica AIDS indica que a infecção pelo HIV aumenta os riscos de infarto e derrame tanto quanto tradicionais fatores de risco, como o diabetes e o tabagismo. Apesar de o tratamento da infecção ser associado ao aumento do colesterol e do diabetes, os resultados do novo estudo mostram que o HIV por si mesmo seria um fator de risco cardiovascular.

 

Usando o ultrassom para avaliar as artérias carótidas de 433 adultos infectados e 5749 adultos similares sem a doença, os especialistas da Universidade da Califórnia descobriram que o estreitamento das artérias era maior entre os infectados com o vírus da aids, aumentando o risco cardiovascular. E análises posteriores mostraram que isso seria efeito independente da infecção.

 

Por isso, os pesquisadores recomendam que os médicos passem a considerar a infecção pelo HIV como um fator de risco para problemas cardiovasculares, pois alguns desses pacientes podem precisar de tratamentos mais agressivos para a redução do colesterol e para controle de outros fatores de risco.

leia mais sobre o estudo em AIDS (em inglês)

 

 
 

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Manter boa saúde bucal pode ajudar a preservar a memória, sugere estudo

Uma boa higiene bucal pode não apenas reduzir os riscos de doenças na gengiva, como também ajudar a prevenir derrames e perda de memória, segundo estudo da Universidade de West Virginia, nos EUA. Os especialistas ainda pesquisam até que ponto os microorganismos da boca ou a inflamação no sangue são os culpados pela relação entre problemas orais e de memória.

 

O estudo inclui exames orais, testes de memória e exame do sangue de 270 pessoas com mais de 70 anos. E registrou que 23% dos participantes sofriam de problemas de memória de leves a moderados. Segundo os autores, aqueles que têm infecções na boca são mais propensos a problemas de memória.

 

“Se você tem infecção na gengiva, você terá maiores níveis de subprodutos inflamatórios”, destacou o pesquisador Richard Crout. “Estamos procurando por marcadores no sangue que mostram inflamação para ver se há uma ligação com problemas de memória. Gostaríamos de ir ao ciclo completo e realizar uma intervenção – para limpar alguns dos problemas na boca e depois ver se os marcadores inflamatórios vão embora”, explicou o especialista.

leia mais sobre a notícia na WVU (em inglês)

 
 

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Dietas ricas em fibras podem reduzir nível de cálcio em diabéticos, diz estudo

Dietas ricas em fibras são benéficas para os diabéticos pelo fato de ajudar a melhorar os níveis de açúcar no sangue e de colesterol. Porém, segundo estudo publicado este mês na revista Diabetes Care, esse tipo de alimentação pode reduzir levemente os níveis de cálcio nesses pacientes.

 

A análise de 13 pessoas com diabetes tipo 2 indicou que, quando os voluntários passaram seis semanas com uma dieta rica em fibras, eles apresentaram menores níveis de cálcio na urina e no sangue, além de menor absorção do mineral no intestino.

 

“Dietas ricas em fibras oferecem muitas vantagens a pacientes com diabetes, e, portanto, devem ser prescritas, explicaram os autores. “Isso inclui regularidade intestinal, redução no colesterol "ruim" LDL, e melhoras no controle (da glicose). Em lugar de usar fibras processadas, os pacientes devem ser aconselhados a aumentar a fibra na dieta com o consumo de frutas, grãos e verduras”, completaram, destacando que suplementos de cálcio podem ser necessários.

leia mais sobre o estudo em DC (em inglês)

 

 
 

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Declínio mental pode reduzir a vida dos idosos, indica estudo

Idosos com problemas de memória ou outros distúrbios da função cognitiva estão sob maior risco de morrer em pouco tempo, segundo estudo publicado este mês no Journal of the American Geriatrics Society. De acordo com pesquisadores britânicos, uma em cinco pessoas com mais de 65 anos sofrem de problemas cognitivos, e vários fatores, como tabagismo e depressão, podem estar envolvidos na menor chance de sobrevivência.

 

A análise de mais de 10,7 mil idosos – 13% com distúrbio cognitivo leve e 2% de moderado a grave – indicou que aqueles com distúrbio cognitivo leve tinham 31% maior risco de morrer do que os que não tinham esses problemas. E, entre aqueles com distúrbios mais graves, o risco era 64% maior.

 

Os pesquisadores destacam que, apesar de diversos estudos mostrarem que maiores níveis de atividades sociais reduzem a mortalidade, isso não teria os mesmos efeitos na mortalidade de pacientes com distúrbios cognitivos. Porém, segundo eles, a vida social deve ser incentivada para todos os idosos como forma de melhorar sua qualidade de vida.

leia mais sobre o estudo no JAGS (em inglês)

 

 
 

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Consumo de álcool é responsável por uma em 25 mortes no mundo, diz estudo

Um estudo da Universidade de Toronto indica que o consumo de álcool é responsável por uma a cada 25 mortes no mundo. De acordo com os especialistas, a média de consumo mundial é de 12 unidades de álcool por semana (o equivalente a oito latinhas de cerveja), podendo chegar a 21,5 unidades em países da Europa. E eles alertam que o efeito do álcool hoje em relação a doenças é similar ao efeito do cigarro há uma década.

 

O levantamento realizado no ano de 2004 indicou que 5% dos anos de incapacidade poderiam ser atribuídos ao consumo de álcool e 3,8% das mortes estariam associadas à bebida. Essas taxas teriam crescido, principalmente por causa do aumento do número de mulheres que bebem.

 

Os especialistas destacam que, apesar dos benefícios do consumo moderado, principalmente para a saúde cardiovascular, os problemas são maiores que os pontos positivos. Além das doenças diretas, como doenças hepáticas, o álcool está associado com outras condições como câncer oral e de garganta, câncer colorretal e de mama, depressão e derrame. Por isso, eles defendem políticas públicas de controle do álcool, como tem ocorrido com o tabagismo.

leia mais sobre a notícia na BBC (em inglês)

 

 
 

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Estar um pouco acima do peso pode prolongar a vida, sugere pesquisa

Um novo estudo de especialistas do CDC (órgão que controla alimentos e medicamentos nos EUA) sugere que pessoas com sobrepeso vivem mais do que aqueles que estão abaixo do peso ideal, do que os obesos e até do que pessoas com o peso considerado normal. E o estudo não é o primeiro a apontar que pessoas que estão apenas um pouco acima do peso – índice de massa corporal entre 25 e 29,9 –, mas não são obesas, vivem mais.

 

Avaliando dados de uma pesquisa nacional canadense com 11 mil adultos, os pesquisadores descobriram que, comparados às pessoas de peso normal, os de baixo peso teriam 73% maior risco de morte; os extremamente obesos teriam 36% maior risco; os obesos, os mesmos riscos; e aqueles pouco acima do peso teriam 17% menos probabilidade de morrer.

 

Os autores explicam que não estão claras as razões desse resultado, mas há teorias. Uma delas é que, como o sobrepeso é fator de risco para várias doenças, eles receberiam tratamentos mais agressivos do que pessoas com peso normal para prevenir condições como doença cardíaca e diabetes. Enquanto mais estudos não confirmam os resultados, os autores recomendam a opção por um estilo de vida saudável, com exercícios e boa alimentação.

leia mais sobre o estudo em Obesity (em inglês)

 

 
 

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Álcool provoca mudanças no cérebro em apenas seis minutos, diz estudo

Um estudo da Universidade de Heidelberg, na Alemanha, indica que três copos de cerveja podem “subir” rapidamente. Resultados de testes com ressonância magnética em oito homens e sete mulheres mostraram que, em apenas seis minutos após o consumo de uma quantidade de álcool similar a três copos de cerveja ou duas tacinhas de vinho, levando os níveis de álcool no sangue a 0,06%, há mudanças nas células cerebrais.

 

“Nosso estudo oferece evidências de uma utilização alternativa de energia mediante a ingestão de álcool, por exemplo, o cérebro usa um produto da quebra do álcool em lugar da glicose para as demandas de energia”, destacaram os autores. E os efeitos nocivos também se estabeleceriam rapidamente – a concentração de substâncias como a creatina e a colina, que ajudam a proteger as células diminuíam com o aumento dos níveis de álcool.

 

O estudo mostrou também que os efeitos do consumo moderado de álcool no cérebro em pessoas saudáveis são completamente reversíveis. Porém essa capacidade de se recuperar reduziria ou seria eliminada com o aumento do consumo, o que poderia levar aos danos cerebrais observados em alcoólatras. Mais estudos são necessários para avaliar os efeitos da “ressaca” no cérebro e os mecanismos envolvidos nos danos cerebrais causados pelo álcool.

leia mais sobre o estudo em JCBFM (em inglês)

 

 
 

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Comer cenoura e couve pode ajudar a prevenir câncer de mama, sugere estudo

Mulheres que querem se proteger contra o desenvolvimento de câncer de mama antes da menopausa devem aumentar seu consumo de vegetais ricos em carotenoides, como cenoura, couve e outros vegetais de folhas verdes, segundo estudo da Escola de Saúde Pública de Harvard, nos EUA.

 

De acordo com os autores, a maioria dos fatores de risco para a doença é dependente de hormônios, incluindo idade da primeira menstruação e idade que a mulher tem o primeiro filho – coisas que não podem ser modificadas –, mas a dieta seria um fator de risco modificável.

 

Em estudo com mais de 5,7 mil mulheres com câncer de mama invasivo e 6,4 mil mulheres saudáveis, os pesquisadores notaram que quanto maiores os níveis de vitamina A carotenoides, beta caroteno, alfa caroteno e luteína/zeaxantina menor o risco de câncer de mama em mulheres na pré-menopausa, mas não na pós-menopausa. “Comer pelo menos duas porções de vegetais ricos em carotenoides todos os dias reduz o risco em 17%”, explicaram os autores.

leia mais sobre o estudo no IJC (em inglês)

 
 

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Redução de estômago controla o diabetes por muitos anos, indica estudo

Em mais da metade dos pacientes obesos com diabetes tipo 2, a cirurgia de redução de estômago pode resolver o problema metabólico, deixando-os mais de 16 anos livres do diabetes, segundo estudo apresentado no encontro anual da Sociedade Americana de Cirurgia Metabólica e Bariátrica.

 

A análise de 177 diabéticos que passaram pela cirurgia bariátrica entre os anos de 1993 e 2003 indicou que aqueles diabéticos que controlavam a alimentação tinham 75% de chance de se ver livre do diabetes por longo tempo após o procedimento. Aqueles cujo diabetes era controlado com medicação oral tinham 65% de chances de acabar com a doença; enquanto que apenas 28% dos dependentes de insulina tinham resolução do problema.

 

Os pesquisadores destacaram que o reaparecimento da doença estava associado ao ganho de peso. Por isso, eles indicam que a cirurgia pode ser uma abordagem eficaz contra o diabetes, mas os pacientes devem ser orientados a manter um estilo de vida saudável para evitar o retorno do problema.

leia mais sobre a notícia na Reuters (em inglês)

 
 

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Relacionamento amoroso pode reduzir impacto do estresse no trabalho

Ter um bom relacionamento com o parceiro pode ajudar a reduzir os impactos do estresse causado pelo trabalho, segundo estudo da Universidade de Gotemburgo, na Suécia. “Os relacionamentos reduzem os efeitos negativos desse tipo de estresse na saúde, mas relações ruins irão ampliar os efeitos negativos”, destacou a pesquisadora Ann-Christine Andersson.

 

Em pesquisa com cerca de 900 pessoas, os especialistas notaram que aqueles que relatavam viver um bom relacionamento tinham melhor saúde do que os que tinham relações problemáticas. Mulheres em relacionamentos ruins teriam mais ansiedade, reações de estresse mental e problemas de sono. Os homens tinham mais depressão, ansiedade e estresse psicológico e somático. 

 

Os pesquisadores destacam que, após ser expostos ao estresse, o corpo deve se recuperar e recarregar energias, mas se não há a possibilidade de fazê-lo em casa, em relações pessoais agradáveis, esse desequilíbrio pode causar sérios problemas de saúde física e mental.

leia mais sobre a notícia em Science Daily (em inglês)

 

 
 

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Pessoas extrovertidas têm menos chances de adquirir doenças inflamatórias associadas ao stress


A extroversão é um traço de personalidade que parece proteger o organismo de doenças inflamatórias associadas ao stress. A conclusão vem de um estudo realizado na Universidade de Rochester, Estados Unidos que acaba de ser publicado na revista Brain, Behavior and Immunity. Os resultados mostram mais uma evidência sobre as ainda pouco conhecidas conexões entre corpo e mente.

A pesquisa, realizada com 103 voluntários com 40 anos ou mais, mostrou que os extrovertidos – mais focados no mundo que os rodeia e mais felizes quando ativos e na companhia de outras pessoas – apresentaram níveis bem mais baixos de interleucina 6, molécula do sistema imunológico e marcador de processos inflamatórios que estão presentes em doenças como aterosclerose, artrite reumatóide e até Alzheimer. Nos introvertidos, mais tímidos e orientados para si, os níveis desse mensageiro químico foram significativamente mais elevados.

Os pesquisadores admitem, entretanto, que o resultado não é uma prova de relação de causa e efeito, embora trabalhem com a hipótese de que traços de personalidade possam influenciar respostas imunológicas a estímulos nocivos do ambiente, como tem sido sugerido por outros estudos nessa área que já vem sendo chamada de “cognição imune e neural”.

 
 

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Estudo mostra que solidão pode desencadear doenças

Pesquisa da diretora do Laboratório de Neurociência Social, do departamento de Psicologia da Universidade de Chicago (EUA), Louise Hawkley, constatou a importância da amizade para a prevenção de doenças.
Segundo o estudo, a solidão seria um gatilho para desencadear o aumento da pressão sanguínea, alterações no sistema imunológico, arteriosclerose e diabete. Além disso, pessoas não inseridas em algum grupo social seriam mais suscetíveis ao alcoolismo e à compulsão alimentar.

De acordo com Suzana Herculano-Houzel, neurocientista do Instituto de Ciências Biomédicas da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), o apoio social de amigos e familiares é uma forma de se combater o estresse crônico e os problemas de saúde decorrentes.

"Demonstrações de afeto, como um abraço, são gestos benéficos reconhecidos pelo cérebro", afirma. Em tempos de relacionamentos instantâneos, iniciados com um clique do mouse, há aqueles que cultivam amigos de décadas.
 

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