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NOAH-NEW ORLEANS ARCOLOGY HABITAT

Arquitetos criam estrutura resistente a furacões e terremotos
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Dia Nacional de Combate ao Fumo aumenta o cerco contra o tabagismo

Comemorado anualmente no dia 29 de agosto, o Dia Nacional de Combate ao Fumo deste ano terá como tema “Quem não fuma não é obrigado a fumar”. A campanha tem como foco a adoção de ambientes 100% livres da fumaça do cigarro, como já ocorre no Estado de São Paulo, para que seja possível proteger os não-fumantes dos malefícios do cigarro.
Considerada a principal causa de morte evitável no mundo, o tabagismo leva a óbito 4,9 milhões de pessoas anualmente no planeta, segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS). Estima-se que cerca de 10 mil indivíduos morrem por dia todos os anos em consequência de doenças relacionadas ao tabaco, com esse número podendo chegar a 10 milhões até o ano de 2030.
No Brasil, a cada hora dez pessoas morrem de doenças relacionadas ao cigarro, e isso vale não só para os fumantes ativos, mas também para o fumante passivo, de acordo com a pesquisa do Instituto Nacional do Câncer (INCA). Segundo levantamento, todos os dias, ao menos sete brasileiros que nunca fumaram morrem por doenças decorrentes da exposição à fumaça do tabaco. “Aí está o principal objetivo da nova lei: proteger o fumante passivo. A partir do momento que esses ambientes são respeitados e é proibido fumar, todas as pessoas passam a respeitar a escolha do não-fumante”, explica o oncologista Fernando Medina da Cunha, do Centro de Oncologia Campinas.
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Cigarro matará seis milhões de pessoas no próximo ano, alertam especialistas
O cigarro matará cerca de seis milhões de pessoas no próximo ano de câncer, doença cardíaca, enfisema e de diversas outras doenças, segundo especialistas da Fundação Mundial do Pulmão e da Sociedade Americana do Câncer. Eles estimam, ainda, que o tabagismo custa à economia mundial cerca US$ 500 bilhões por ano em gastos médicos, perda de produtividade e danos ambientais.
O novo Atlas do Tabaco, divulgado esta semana, indica que cerca de um bilhão de homens – 35% dos homens em países desenvolvidos e 50% daqueles de países em desenvolvimento – e 250 milhões de mulheres – 22% e 9%, respectivamente – fumam diariamente. E os fumantes morrem, em média, 15 anos mais cedo do que os não-fumantes.
Baseados no levantamento, os autores destacam que o cigarro é responsável por uma a cada dez mortes no mundo, e os custos associados ao tabagismo reduz o crescimento do PIB dos Estados Unidos em até 3,6%. “A não ser que sejam implementadas medidas eficazes para evitar que os jovens comecem a fumar e para ajudar os fumantes atuais a parar, o tabaco matará um bilhão de pessoas no século 21”, alertam os especialistas.
leia mais sobre a notícia na Reuters (em inglês)
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Solte a voz e irrite seu vizinho com o Karaokê Party
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Use plantas para remover poluentes do ar de dentro de casa
Você pode reduzir os poluentes presentes no ar de dentro de sua casa usando apenas plantas. Algumas plantas como palmeiras, margaridas, lírios, samambaias e orquídeas podem ajudar a remover os compostos orgânicos voláteis (COVs) do ar que você respira dentro de casa.
COVs são poluentes de ar como pesticidas, aditivos de pintura, produtos em aerossol e produtso de limpezas, que podem causar sérios danos à sua saúde e até câncer.
Durante os anos de 1980, a NASA conduziu estudos com plantas que são cultivadas dentro de casa, na tentativa de achar uma maneira de purificar o ar dentro das estações espaciais. Os testes foram feitos em câmaras seladas que continham poluentes como formol, benzeno e tricloroetileno, presentes no ar das residências atráves de tintas, vernizes, madeira prensada, adesivos e outras fontes. E os resultados foram positivos.
Muitas dessas plantas são tropicais e eficientes em capturar luz e gases necessários para a fotossíntese. Devido a essas características, elas têm um grande potencial em capturar outros gases, incluindo os perigosos para a saúde.
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Alimentos Funcionais
Os alimentos funcionais ou nutracêuticos são aqueles que colaboram para melhorar o metabolismo e prevenir problemas de saúde. Ou pelo menos deveriam ser assim: os cientistas já reconhecem as propriedades funcionais de muitos desses alimentos, porém os estudos ainda não são conclusivos. “A ciência ainda não consegue determinar uma dieta diária de alimentos funcionais que atenda a todas as necessidades do organismo”
Essas substâncias não são novidade, como às vezes prega a indústria de alimentos. As isoflavonas, por exemplo, compostos que ajudam na redução do colesterol ruim, fazem parte da alimentação humana desde que a soja foi descoberta pelos chineses, há mais de 5 000 anos.
O que vem acontecendo é um aprofundamento nos conhecimentos da natureza química das substâncias funcionais e das suas funções no organismo. Com isso, os laboratórios e a indústria alimentícia passaram a produzir, em larga escala, alimentos funcionais formulados ou “artificiais”, como leites fermentados, biscoitos vitaminados e cereais matinais ricos em fibras.
Para chegarem ao mercado, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária exige que o fabricante apresente provas científicas das propriedades funcionais alegadas na embalagem. Mas não se entusiasme demais com os rótulos: 1 litro de leite com ômega 3, por exemplo, oferece menos desse ácido graxo que uma posta de salmão.
Betacaroteno
O que faz: Ajuda a diminuir o risco de câncer.
Como age: Quando ingerimos gorduras e proteínas, o betacaroteno se converte em vitamina A, protegendo as células do envelhecimento.
Onde encontrar: Abóbora, cenoura, mamão, manga, damasco, espinafre, couve.
Isoflavonas
O que fazem: Atenuam os sintomas da menopausa.
Como agem: Por ter uma estrutura química semelhante ao estrógeno (hormônio feminino), alivia os efeitos de calor e cansaço da menopausa e da tensão pré-menstrual.
Onde encontrar: Soja e seus derivados.
Licopeno
O que faz: Está relacionado à diminuição do risco de câncer de próstata.
Como age: Evita e repara os danos dos radicais livres que alteram o DNA das células e desencadeiam o câncer.
Onde encontrar: Tomate e seus derivados, além de beterraba e pimentão.
Ômega 3
O que faz: Diminui o risco de doenças cardiovasculares.
Como age: Reduz os níveis de triglicerídeos e do colesterol total do sangue, sem acumulá-lo nos vaso sanguíneos do coração.
Onde encontrar: Peixes de água fria, como salmão e truta, e óleo de peixes.
Flavonóides
O que fazem: Diminuem o risco de câncer e atuam como antiinflamatórios.
Como agem: Anulam a dioxina, substância altamente tóxica usada em agrotóxicos.
Onde encontrar: Suco natural de uva e vinho tinto, além de alimentos como café, chá verde, chocolate e própolis.
Probióticos
O que fazem: São microorganismos vivos que ajudam no equilíbrio da flora intestinal.
Como agem: Impedem que bactérias e outros microrganismos patogênicos se proliferem no intestino.
Onde encontrar: Iogurtes e leite fermentado.
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Realidade aumentada
Já é possível usar a tecnologia a partir de um site na internet
Realidade aumentada está ficando cada vez mais popular no meio publicitário e também no comércio. Mas você mesmo pode brincar com essa nova tecnologia, seja a partir de um aplicativo para iPhone ou por meio de um portal na internet.
Tecnologia reconhece imagens por meio de webcam e projeta objetos
A nova tecnologia ainda tem um nome pouco popular, mas isso deve mudar em breve. A realidade aumentada proporciona uma nova forma de visualizar imagens. O sistema reconhece imagens através de webcam e projeta sobre elas objetos em 3D ou até mesmo animações. A tecnologia tem sido aprimorada para se tornar desde ferramenta de trabalho até mesmo forma de entretenimento.
Links para vídeos com aplicações de realidade aumentada:
MW - RA aplicada para treinamento de mecânicos
Mini - RA em mídia impressa
Monstro - RA em roupas
PS3 Virtual Pet - videogame PS3 de RA interativa
Aicraft Racing - jogo de nave espacial
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Uso de homeopatia contra influenza e Aids pode trazer riscos, alerta OMS

Apoiando nota da organização Voice of Young Science Network que condena a promoção do uso de homeopatia para o tratamento de malária, tuberculose, Aids, influenza e diarreia infantil em países em desenvolvimento, a Organização Mundial da Saúde (OMS) destacou, esta semana, que a homeopatia “não tem lugar” no tratamento dessas doenças.
Segundo a rede, formada por jovens médicos, não há provas objetivas de que a homeopatia tem qualquer efeito sobre essas infecções. “A homeopatia não protege as pessoas nem trata dessas doenças”, disseram os especialistas na carta divulgada pela organização. “Acredito ser irresponsável que um agente de saúde promova o uso da homeopatia no lugar de tratamentos já comprovados para doenças com potencial risco de vida”, destacou o médico Nick Beeching, do Royal Liverpool University Hospital, no Reino Unido.
Os especialistas destacam que, principalmente nos países mais pobres, muitas clínicas promovem tratamento homeopático, sem haver comprovação de eficácia dentro dos padrões científicos internacionais. E isso seria um risco para a vida dos pacientes. “Nós estamos pedindo à OMS que condene a promoção de homeopatia para tratar tuberculose, diarreia infantil, influenza, malária e HIV”, diz a carta.
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O que cocaína, chocolate e beijos têm em comum?
Responda rápido: o que cocaína, beijos e chocolate têm em comum? Ainda que o efeito não dure, os três estimulam o bem-estar do sistema de recompensa da dopamina. Uma descoberta feita por cientistas da Universidade Vanderbilt, em Nashville, Estados Unidos, sugere que comportamentos competitivos e em alguns casos agressivos – pode ter efeito bioquímico similar no cérebro e também fornecer recompensa dopamínica. Durante os estudos, quando os pesquisadores suprimiram o sistema de dopamina em ratos mais agressivos, o desejo dos roedores de encurralar ou morder intrusos foi severamente diminuído. Essa constatação que pode explicar a “sede” de algumas pessoas por participar de competições esportivas, lutas, ou até envolver-se em brigas. A questão que instiga os cientistas, agora, é até que ponto beijos e consumo de chocolates podem substituir – ou pelo menos ajudar a controlar – atitudes menos saudáveis, como o uso de cocaína e o envolvimento em desavenças. As pesquisas continuam
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Álcool em gel sem registro pode ser ineficaz, alerta Vigilância Sanitária do Paraná
Ao comprar o álcool em gel, uma das substâncias usadas no combate ao vírus Influenza H1N1, o consumidor deve procurar os produtos legalizados e registrados no Ministério da Saúde. Os que são comercializados de forma irregular ou duvidosa podem causar reações na pele, além de não combater o vírus. A orientação é da Secretaria de Saúde do Paraná, divulgada no site criado para dar informações atualizadas e oficiais sobre a gripe suína.
De acordo com a Divisão de Vigilância Sanitária de Produtos da secretaria, para ser eficaz e atravessar a membrana de vírus e bactérias, o produto deve ter concentração de 70% de álcool.
A orientação da chefe da divisão, Jussara de Fátima Serrato dos Santos, é para que o consumidor não pague caro pelo álcool em gel. Ela explica que o produto é uma alternativa para aquelas pessoas que não têm como lavar as mãos e prático porque pode ser levado em um pote pequeno.
"Mas, não é a única medida de prevenir a nova gripe e deve ser usado em conjunto com bons hábitos de higiene", ressalta.
Para limpeza de mesas e outras superfícies, a técnica recomenda o álcool líquido. O problema de passar a fórmula em gel sobre a mesa é que, quando o álcool evapora, o gel fica e forma uma camada que acumula sujeiras e bactérias. O produto em gel, segundo ela, deve ser usado apenas nas mãos e braços.
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SITE DE ARTE
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Uma associação protetora de animais na Espanha usa cães em terapias para idosos, pessoas com necessidades especiais e doentes de Alzheimer. Ao acariciar os animais, eles exercitam sua mobilidade e comunicação. Segundo a fisioterapeuta María do Carmen García, algumas pessoas têm dificuldade para demonstrar reações, mas "ao pegarem um cachorrinho no colo logo mudam de expressão". O Alzheimer é uma doença degenerativa do sistema nervoso e se caracteriza por uma progressiva perda de memória e de outras capacidades mentais.
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Argan Oil - O verdadeiro ouro líquido
Famoso produto que serve pra tudo e de fato é bom em tudo? Então, é esse! Esse lendário óleo vindo dos Marrocos absorve rapidamente ( Sim, ele seca! ), é extremanete rico em Vitamina E e ácidos essenciais e por suas propriedades já vem sendo popularmente chamado como o ouro líquido.
Agora virou modinha entre as celebrities e de fato é O BAPHOOOO! Eu amei e não largo mais. Ele deixa uma textura de seda na pele incrível e de quebra ainda nos livra de todos aqueles probleminhas q nos encomodam (Listados abaixo). Use diariamente como hidratante facial, ou para curar e hidratar tudo, desde cutículas até pontas-duplas ( Yes! Também serve divinamente para a cabeleira e os deixa hidratados como nunca). Eu recomendo 150%.
http://en.wikipedia.org/wiki/Argan_oil
Production d'huile d'argan au Maroc
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Fotos tentadoras podem ajudar a emagrecer
Olhar fotos de bolos, doces e outras tentações pode ajudar mulheres decididas a emagrecer a manter o compromisso, segundo um estudo do Instituto de Pesquisa em Psicologia e Saúde da Universidade de Utrecht, na Holanda, divulgado pela revista New Scientist.
De acordo com a psicóloga Floor Kroese, autora do estudo, a tentação pode aumentar o autocontrole das mulheres que estão fazendo dieta.
Para testar a teoria, Kroese e seus colegas dividiram 54 estudantes do sexo feminino em dois grupos e pediram que um deles olhasse a fotografia de um bolo de chocolate e o outro de uma flor, sob o pretexto de um teste de memória.
Os pesquisadores então perguntaram às mulheres sobre seus planos de manter uma dieta saudável e ofereceram a elas a escolha entre um biscoito de chocolate ou um de aveia, como lanche.
As mulheres que viram a fotografia do bolo de chocolate demonstraram uma maior propensão em manter uma dieta saudável do que as estudantes que viram a foto da flor.
As estudantes que viram o bolo também demonstraram maior preferência pelo biscoito de aveia – que testes anteriores mostraram ser visto por elas como a opção mais saudável.
Tentações
Segundo a psicóloga, a visão de alimentos tentadores nem sempre leva à vontade de satisfazer o desejo de comê-los.
“Parece que ver uma comida tentadora lembrou às mulheres de seu objetivo de cuidar do peso, e fez com que elas agissem de acordo.”
A psicóloga sugere colar fotos de comidas tentadoras na porta da geladeira para ajudar a lembrar do objetivo de perder peso.
Kroese alerta, no entanto, que o resultado parece só se aplicar às mulheres que querem perder peso, e que não está claro como o resto das pessoas reagiria às fotos.
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Gripe A - Influenza A (H1N1)
Quer ficar informado sobre a nova gripe? Governo do Paraná criou um site só sobre o assunto:
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Estudo relaciona bactéria presente na boca à obesidade
Uma pesquisa realizada no Instituto Forsyth, em Boston, nos Estados Unidos, com participação brasileira, encontrou forte associação entre a ocorrência de obesidade e a bactéria Selenomonas noxia, encontrada na boca. Publicada no Journal of Dental Research, o estudo foi feito por Max Goodson com a participação do professor Francisco Carlos Groppo, da Faculdade de Odontologia de Piracicaba (FOP) da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp). As informações são da agência da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (Fapesp).
Foram selecionados 313 pacientes saudáveis do sexo feminino que apresentavam sobrepeso ou obesidade de nível 1 - circunferência de cintura entre 80 e 88 centímetros. De acordo com Groppo, as conclusões apontaram um grau elevado da presença do microrganismo em mais de 90% das mulheres. A bactéria Selenomonas noxia não depende de oxigênio para sobreviver e é frequentemente encontrada em pacientes com periodontite.
Apesar da descoberta, o pesquisador afirma, segundo Agência Fapesp, que não é possível ainda tirar conclusões definitivas. Para ele, não dá para afirmar que a bactéria causa obesidade ou se a patologia é que provoca alta concentração da bactéria. Curiosamente, segundo ele, a Selenomonas noxia é do mesmo grupo de microrganismos que, no passado, foram encontrados no intestino e estavam relacionados com a obesidade.
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Estudo traz mais evidências sobre a relação entre colesterol alto e Alzheimer
Um estudo de 40 anos com mais de 9,8 mil pessoas indica que ter colesterol alto na meia-idade aumenta os riscos de desenvolver doença de Alzheimer mais tarde. De acordo com especialistas da organização Kaiser Permanente, nos EUA, 240 ou mais miligramas de colesterol por decilitro de sangue aumentaria em 66% as chances de ter a doença degenerativa.
Os especialistas ainda destacam que os níveis de colesterol entre 200 e 239 mg/dL também representam risco para demência vascular. “Nosso estudo mostra que até níveis moderadamente altos de colesterol aos 40 anos colocam as pessoas em maior risco de doença de Alzheimer e demência vascular décadas mais tarde”, ressaltaram os pesquisadores.
“Considerando que 100 milhões de americanos têm níveis de colesterol altos ou no limite, essa é uma descoberta perturbadora”, concluíram os especialistas em artigo publicado na revista científica Dementia & Geriatric Cognitive Disorders.
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Mulheres comem mais em companhia de outras mulheres, sugere estudo

Sair com as amigas à noite pode ser divertido, mas também pode engordar. Segundo estudo da Universidade McGill, no Canadá, “mulheres comendo em grupo de mulheres tendem a aumentar os valores calóricos dos alimentos escolhidos”, além de comerem em maior quantidade. Aquelas que comem em menores grupos de amigas comem menos e, se a companhia for um homem, esse consumo é ainda menor.
Observando 469 homens e mulheres universitários que comiam em três diferentes cafeterias, os pesquisadores notaram que, quando as mulheres tinham a companhia de um homem, elas comiam cerca de 552 calorias, mas, com outra mulher, esse consumo aumentava para 665. Quando elas comiam em grupos mistos, o consumo era menor do que em refeições em grupos com apenas mulheres. E essas diferenças não foram observadas entre os homens.
“A hipótese que gostaríamos de manter agora é o negócio da sinalização social”, destacou a pesquisadora Meredith Young. Segundo ela, as mulheres querem parecer mais atraentes, especialmente se um potencial “encontro” ou parceiro está à mesa, por isso, “as pessoas frequentemente manipulam a quantidade de comida que comem para transmitir uma impressão positiva”.
leia mais sobre a notícia em WebMD (em inglês)
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Casados têm melhor saúde do que solteiros, viúvos e divorciados, indica estudo

Pessoas que se mantêm casadas por mais tempo parecem ter melhor saúde do que aqueles que permanecem eternamente solteiros ou aqueles que perdem o cônjuge por morte ou separação, segundo estudo publicado no Journal of Health and Social Behavior.
A análise de 9,1 mil americanos com mais de 50 anos indicou que os casados tendem a classificar melhor sua saúde do que os solteiros. E a instabilidade causada pelo divórcio ou morte do cônjuge teria impacto negativo prolongado nos quatro aspectos de saúde avaliados: condições críticas, limitações de mobilidade, percepção própria da condição de saúde e sintomas de depressão. Por outro lado, seria melhor para a saúde ser solteiro do que perder o cônjuge.
Apesar disso, os pesquisadores destacam que os resultados não significam que é melhor manter um casamento infeliz, pois, no estudo, faltaram informações sobre a qualidade do casamento. E estudos anteriores mostram que pessoas infelizes no casamento têm maior risco de problemas de saúde como pressão alta, depressão e doença cardíaca.
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Antialérgicos podem ajudar contra obesidade e diabetes?
Medicamentos para alergia e asma de venda sem prescrição médica ajudaram ratos obesos e diabéticos a perder peso e controlar sua glicose, em pesquisa da Universidade de Harvard, nos EUA. Outros três estudos associam as duas condições a um sistema imunológico disfuncional, por isso, os resultados do novo estudo trazem esperança para o desenvolvimento de novos tratamentos, e até de vacinas, contra a obesidade e doenças associadas.
Os cientistas descobriram que os mastócitos – células imunológicas que saem do controle em caso de alergia e asma – eram abundantes em tecidos de gordura de pessoas e de ratos obesos e diabéticos. Em testes com roedores com as duas condições, dois anti-histamínicos ajudaram a estabilizar os mastócitos, fazendo os ratos perder peso e controlarem melhor a glicose.
De acordo com os especialistas, o ponto positive é que o uso dessas drogas é seguro em humanos, porém, mais estudos são necessários para saber se os resultados dos testes com ratos serão similares em humanos.
leia mais sobre o estudo em Nature (em inglês)
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Perda de peso melhora saúde e humor de pessoas com depressão, diz estudo
Um estudo recente da Universidade da Pensilvânia, nos EUA, indica que, após seis meses de programa comportamental de perda de peso, pacientes depressivos não apenas perdem 8% de seu peso inicial e reduzem seus níveis de triglicérides, como relatam significativa redução nos sintomas depressivos.
Avaliando 51 pessoas, entre pacientes com depressão e pessoas saudáveis, os pesquisadores observaram que o programa de exercícios teve benefícios para a saúde física e mental dos participantes. “Essa pesquisa é nova porque indivíduos clinicamente depressivos, normalmente, não são incluídos em testes de perda de peso, por causa de preocupações de que a perda de peso possa piorar sua depressão”, explicaram os autores.
Baseados nos resultados – que indicaram benefícios na perda de peso, nos sintomas depressivos e nos níveis de triglicérides, “bom” colesterol, glicose e insulina –, os pesquisadores concluem que “depressão e obesidade são independentemente associados com maior risco de doença cardíaca e derrame, e essas reduções no peso corporal e nos sintomas de depressão provavelmente melhoram os resultados de saúde em longo prazo”.
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Estudo associa consumo de morangos a um menor declínio cognitivo


O consumo de morangos pode proteger o coração, reduzir os riscos de câncer, agir como um anti-inflamatório e ser bom para o cérebro, segundo pesquisas apresentadas, no final de junho, no Berry Health Symposium, nos EUA.
Um estudo do Projeto Chicago de Envelhecimento Saudável, por exemplo, indicou que idosos que comem morangos pelo menos uma vez por mês têm menor declínio cognitivo. Da mesma forma, outro trabalho apresentado mostrou que mulheres que consomem mais de uma porção dessas frutas por mês teriam 16,2% menor taxa de declínio cognitivo do que aquelas que ingeriam menos morangos.
Os especialistas explicam que as propriedades anti-inflamatórias dos morangos e seus componentes antioxidantes podem ser os responsáveis pela proteção, pois acredita-se que maioria dos processos das doenças começa através de inflamação e oxidação, que danificam as células. “Membranas saudáveis das células nervosas promovem ótima comunicação dentro do cérebro e do sistema nervoso, então prevenir os danos causados pela inflamação e oxidação é essencial”, concluíram.
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Exposição ao sol pode desencadear doença autoimune, indica estudo

A luz do sol pode desencadear algumas doenças autoimunes, principalmente em mulheres, segundo pesquisadores do Instituto Nacional de Saúde dos EUA. Essas doenças têm causas desconhecidas e ocorrem quando o sistema imunológico, erroneamente, ataca células, tecidos ou órgãos do próprio corpo.
Em testes com 380 pacientes com miosite – doença caracterizada por inflamações nos músculos e na pele – os pesquisadores descobriram uma associação entre a exposição à radiação ultravioleta do sol e dermatomiosite em mulheres. E, segundo os autores, “pode ser que as diferenças herdadas em como mulheres e homens respondem à radiação ultravioleta podem cumprir um papel no desenvolvimento de certas doenças autoimunes”.
“Apesar de não termos mostrado uma associação direta de causa e efeito entre a exposição ao ultravioleta e esta doença autoimune particular, este estudo confirma a associação entre os níveis de ultravioleta e a frequência de dermatomiosite que encontramos em uma investigação anterior”, explicou a pesquisadora Linda Birnbaum. Ela lembra que fatores ambientais podem desencadear esse tipo de doença em pessoas geneticamente predispostas, e, no caso, é recomendável evitar a exposição excessiva ao sol.
leia mais sobre o estudo em A&R (em inglês)
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Falta de luz solar afeta a memória de pessoas depressivas A falta de luz solar está ligada à redução das funções mentais entre pessoas com depressão, aponta um novo estudo publicado na revista Environmental Health. O trabalho foi feito por pesquisadores da Universidade do Alabama e da Nasa, a agência espacial dos Estados Unidos, que usaram dados de satélites para medir a exposição à luz do Sol pelo território do país e relacionar as informações com a ocorrência de problemas cognitivos, como déficit de memória, em indivíduos com depressão. Foram utilizados dados de 14.474 pessoas, avaliadas em um levantamento feito com apoio dos Institutos Nacionais de Saúde (NIH, na sigla em inglês) do país. “Observamos que entre os participantes com depressão a baixa exposição à luz estava associada com uma probabilidade mais elevada de prejuízo cognitivo”, disse Shia Kent, da Universidade do Alabama, primeira autora do estudo.A associação não foi verificada entre os participantes do estudo que não tinham depressão. “Essa relação continuou significativa após os ajustes feitos para as diferentes estações do ano. Essa descoberta de que o clima pode não apenas afetar o humor, mas também a cognição tem implicações importantes para o tratamento da depressão, particularmente para os distúrbios afetivos sazonais”, destacou. Segundo os autores do estudo, os mecanismos psicológicos ligados à depressão sazonal também podem estar envolvidos no efeito da luz solar na função cognitiva no contexto dos sintomas depressivos. Na pesquisa, a função cognitiva foi avaliada por meio de testes de memória de curto prazo e da orientação temporal. Assim com atua na regulação dos hormônios serotonina e melatonina, a luz também afeta o fluxo de sangue no cérebro, que, por sua vez, está relacionado a funções cognitivas.
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Exercícios intensos e regulares reduzem risco de morte por câncer, diz estudo
Homens que se exercitam intensamente são menos propensos a morrer de câncer, segundo estudo publicado no British Journal of Sports Medicine. De acordo com os autores, as atividades físicas têm sido associadas a um menor risco de câncer, mas ainda falta estabelecer a quantidade e a intensidade de exercícios que poderia reduzir as mortes pela doença.
Avaliando mais de 2,5 mil homens finlandeses, inicialmente sem história de câncer, os pesquisadores descobriram que, a cada aumento de 1,2 equivalentes metabólicos de consumo de oxigênio (medida de gasto de energia), havia uma redução de 15% no risco relativo de morte por câncer, principalmente o de pulmão e os gastrointestinais em 16 anos. Isso significa que atividades mais intensas estariam associadas a uma menor mortalidade.
Baseados nos resultados, os pesquisadores destacaram que a redução das mortes por câncer ocorreria em homens que se exercitam por mais de 30 minutos diários, em média, com intensidade média. Porém, mais estudos são necessários para confirmar a quantidade e intensidade adequadas.
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