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Tendência Tweet What You Eat pode funcionar no controle da dieta

Eis uma tendência que está começando a pegar com força: o Tweet What You Eat (TWYE). A idéia é basicamente manter um diário no Twitter sobre o que você come – sim, é contar a todos sobre o que você comeu.

Se o mundo inteiro ficar sabendo que você tomou um pote inteiro de sorvete ou comeu uma porção inteira de polenta frita, você fica mais envergonhada pelos deslizes. Além disto, saber exatamente por escrito o que você come diariamente dá uma noção melhor das calorias ingeridas e o que foi que fugiu da dieta.

É só entrar no
site do TWYE e fazer um login com o seu nome de usuário e senha do Twitter. Depois é só criar o diário e sair contando sobre aquele bolo de cenoura com cobertura de chocolate que você não resistiu.

Se você realmente quer emagrecer, não custa tentar. Dá certo na maioria das vezes.

 
 

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The Art of Rafal Olbinski

http://www.tendreams.org/olbinski.htm

 
 

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Esposa mais jovem e inteligente é chave para casamento longo, diz pesquisa

Uma pesquisa britânica afirma que o segredo para os homens terem um casamento feliz e duradouro é escolher uma esposa mais inteligente e, no mínimo, cinco anos mais jovem.

Essa combinação, segundo os pesquisadores da universidade britânica de Bath, é a que tem maior probabilidade de dar certo no longo prazo.

O trabalho foi publicado na revista científica European Journal of Operational Research.

Os pesquisadores entrevistaram mais de 1,5 mil casais casados ou em relações estáveis. Após cinco anos, eles checaram quais casais ainda estavam juntos.

Fatores objetivos 


Os cientistas descobriram que, em casos onde a esposa era mais velha que o marido em cinco anos ou mais, as chances de divórcio aumentaram para três vezes.

Se a diferença de idade é invertida - com o homem mais velho do que a mulher - as chances de sucesso no casamento aumentam.

Outro fator é o grau de educação da mulher. Quanto maior a escolaridade da esposa, maiores são as chances de o casamento durar, segundo a pesquisa.

Para Emmanuel Fragniere, o pesquisador que conduziu o trabalho, homens e mulheres escolhem seus parceiros "com base no amor, atração física, semelhança de gostos, crenças e atitudes, e valores em comum", mas fatores objetivos - como idade, educação e origem cultural - também podem ajudar a diminuir os casos de divórcio.

 
 

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Cientistas descobrem sinais de lesões da doença de Alzheimer na retina

Recente pesquisa da Universidade da Califórnia, nos EUA, indica que a retina – parte do olho responsável pela formação das imagens – pode passar por mudanças como as que ocorrem no cérebro na doença de Alzheimer. Em testes com ratos, aqueles modificados geneticamente para ter a doença degenerativa apresentaram lesões pelo acúmulo de placas de amiloide. E as análises mostraram que, quando as terapias para o Alzheimer são testadas nesses roedores, as mudanças na retina podem indicar – melhor do que as mudanças no cérebro do animal – como o tratamento funcionaria em humanos.

 

De acordo com os autores, essas descobertas – que serão publicadas na edição de novembro do American Journal of Pathology – são a chave para o desenvolvimento de novas tecnologias de investigação da retina que ajudariam a diagnosticar e a tratar pessoas com doença de Alzheimer. ”O tecido cerebral não é transparente, mas as retinas são. Espero, no futuro, sermos capazes de diagnosticar a doença e acompanhar seu progresso olhando para dentro dos olhos”, destacou o neurocientista Zhiqun Tan, líder do estudo.

leia mais sobre a notícia em EurekAlert (em inglês)

 
 

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Perfume demais pode ser sinal de depressão

Para compensar perdas olfativas algumas mulheres exageram no uso de essências

Mulheres que se perfumam muito podem estar deprimidas, segundo pesquisadores da Universidade de Tel Aviv, em Israel. Estudando pacientes com depressão associada ao lúpus eritematoso sistêmico (uma doença autoimune), eles observaram o uso exagerado de perfumes como uma forma de compensar a perda olfativa.
Os cientistas acreditam ainda que o sistema imunológico pode estar envolvido nas causas de depressão. Eles identificaram um anticorpo produzido por pessoas com lúpus e outras doenças autoimunes que, além de prejudicar a percepção olfativa é capaz de induzir estados depressivos. O artigo publicado na revista Arthristis and Rheumatism.
Os resultados são consistentes com uma série de relatos da literatura médica. Um dos primeiros sintomas das doenças de Alzheimer e de Parkinson, por exemplo, é a alteração do olfato. Além disso, pessoas com depressão são as que respondem melhor à aromaterapia. Segundo o psiquiatra Yehuda Shoenfeld, um dos autores, testes olfativos poderiam ser usados no diagnóstico tanto de depressão como de doenças autoimunes.

 
 

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Consumo de água e leite desnatado pode ajudar a prevenir crises de gota

Há uma nova razão para se consumir bastante água e leite desnatado: ambos podem ajudar a prevenir crises de gota – tipo de artrite que ocorre mais em homens de meia idade com sobrepeso, causada pela formação de cristais de ácido úrico nas articulações. Essas foram conclusões de estudos apresentados este mês no Encontro Anual do American College of Rheumatology.

 

De acordo com os autores, embora a condição tenha um fator genético, não há dúvidas de que o estilo de vida pode contribuir para a doença. E nessa perspectiva, a desidratação é considerada um fator desencadeante dos ataques dolorosos. Em um dos estudos, avaliando 535 pessoas que haviam sofrido do problema recentemente, pesquisadores neozelandeses observaram que o fato de os participantes terem bebido de cinco a oito copos de água nas 24 horas anteriores à pesquisa estava associado a 40% menor risco de ter uma crise de gota do que se tivessem tomado apenas um ou nenhum copo.

 

Em consonância com estudos anteriores, os cientistas demonstraram também que o leite desnatado pode ajudar a reduzir os riscos de gota. Testes com 16 voluntários indicaram que a bebida reduzia em 10% os níveis de ácido úrico na urina em um período de três horas, enquanto o consumo de leite de soja estava associado a um aumento nos níveis do ácido ligado às crises de gota – como comparação, um medicamento que trata a condição reduz os níveis da substância em 20% a 30%. Segundo os autores, a proteção do leite seria atribuída a uma substância chamada ácido orótico – ou vitamina B13 –, que promove a remoção do ácido úrico dos rins. Porém, eles destacam ainda ser prematuro fazer recomendações sobre o consumo de água e leite contra gota.

leia mais sobre a notícia em WebMD (em inglês)

 

 
 

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Água e chocolate podem ajudar a aliviar a dor, sugere pesquisa

Muitas pessoas recorrem a determinados alimentos para se sentir melhor. E um novo estudo da Universidade de Chicago sugere que esse pode ser o caso da água e do chocolate, que, em testes com ratos, mostraram um potencial de reduzir as respostas a estímulos de calor, diminuindo a dor dos roedores. Segundo os autores, esse mecanismo pode ajudar os animais selvagens a evitar distrações enquanto comem alimentos escassos, mas, em relação ao homem moderno, isso poderia levar ao “comer em excesso” e à obesidade.

 

Nos testes, os cientistas notaram que os ratos demoravam mais a levantar a pata, ao estímulo de calor no piso da gaiola, enquanto comiam chocolate ou tomavam água. E, surpreendentemente, não havia diferenças, nesse sentido, em relação à água e ao chocolate, contrariando estudos anteriores que indicam que apenas substâncias doces protegeriam contra a dor. Porém, enquanto as cobaias ingeriam uma substância amarga, a reação ao calor era tão rápida quanto no momento em que não consumiam nada, sugerindo que o efeito de alívio da dor não seria aplicável a alimentos não-prazerosos.

 

Análises mais aprofundadas mostraram que uma parte do cérebro chamada magno da rafe – responsável pelo alívio da dor durante o sono – pode ter um papel nesse efeito que associa o sabor dos alimentos à dor. "Eles estão dizendo que a finalidade do sistema de sabor é dar ao animal uma sugestão que ajuda a decidir o estímulo que eles devem ou não prestar atenção", explicou o pesquisador Don Katz. "Isso mostra que há uma região inteira lá para permitir que o animal possa continuar comendo", concluiu.

leia sobre a notícia em ScienceDaily (em inglês)

 

 
 

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Consumo de peixes, vegetais e nozes pode ajudar a prevenir Alzheimer

Uma alimentação rica em vegetais crucíferos – como brócolis e couve-flor –, verduras, nozes, peixes e tomates, e pobre em carnes vermelhas e laticínios gordurosos pode proteger contra o desenvolvimento da doença de Alzheimer, segundo estudo da Universidade de Columbia, nos EUA. De acordo com os autores, esses alimentos são considerados parte de uma dieta considerada saudável, que oferece proteção contra diversas enfermidades, como doença cardíaca e demências.

 

Avaliando quase 1,7 mil pessoas com mais de 65 anos de idade e sem sinais de demência no início do estudo, os pesquisadores notaram que aqueles que consumiam maior quantidade desses alimentos ricos em nutrientes como ômega-3 e vitamina E – associados a um menor risco de Alzheimer – eram 38% menos propensos a desenvolver a doença neurodegenerativa nos próximos quatro anos, comparados ao grupo menos aderente a essa dieta.

 

Baseados nos resultados – que levaram em conta o consumo os alimentos em conjunto, além da idade, tabagismo, níveis de atividades físicas, índice de massa corporal e ingestão de calorias –, os pesquisadores concluíram que “essa é realmente uma dieta saudável a ser seguida”.

leia mais sobre a notícia em WebMD (em inglês)

 

 
 

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Chá verde pode ajudar a proteger as mulheres contra pneumonia, diz pesquisa

A cada dia os cientistas descobrem mais benefícios do chá verde para a saúde, principalmente em relação à mulher. Um novo estudo japonês, por exemplo, indica que beber cinco ou mais xícaras por dia reduz em 47% os riscos de pneumonia em mulheres. E mesmo menores quantidades da bebida teriam efeitos significativos contra os riscos de morte pela doença.

 

O estudo incluiu mais de 19 mil homens e 21,5 mil mulheres com idades entre 40 e 79 anos e que não apresentavam histórico de câncer, infarto e derrame no início da pesquisa. E, com um acompanhamento de 12 anos a 85% desse grupo, os pesquisadores observaram que os efeitos do chá contra a pneumonia “funcionavam” apenas para as mulheres.

 

De acordo com os autores, é possível que os efeitos sejam os mesmos em mulheres de outros países. Porém, mais estudos são necessários para entender os mecanismos implicados nessa relação e quais compostos do chá podem ser os responsáveis pela proteção das mulheres contra pneumonia.

leia mais sobre o estudo no AJCN (em inglês)

 
 

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PINTURA RENASCENTISTA COM MODELOS ATUAIS

 
 

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Cientistas brasileiros estudam uso de veneno de aranha contra a impotência

O veneno de uma aranha brasileira pode servir de base para o tratamento da disfunção erétil – ou impotência sexual –, segundo estudo apresentado este mês na Conferência da Associação Americana do Coração. De acordo com os pesquisadores, a picada da aranha armadeira (Phoneutria nigriventer) “pode causar priaprismo, uma ereção potencialmente prejudicial e dolorosa que pode durar muitas horas e levar à impotência”. E esse efeito poderia ser a base de um novo tratamento contra o problema sexual.

 

Na pesquisa, cientistas brasileiros e americanos purificaram uma toxina do veneno da aranha e a testaram em roedores. E os resultados mostraram que essa toxina causa uma reação química em cadeia que ajuda a melhorar o fluxo sanguíneo em tecidos do pênis – o que ajudaria a tratar a impotência sexual. “Essa toxina poderia ser importante para o desenvolvimento de novos agentes para o tratamento da disfunção erétil”, concluíram os autores.

leia mais sobre a notícia em WebMD (em inglês)

 

 
 

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Estudo associa obesidade, abuso de álcool e depressão em mulheres

O abuso de álcool, a obesidade e a depressão parecem caminhar juntos para muitas mulheres, segundo estudo publicado na edição de outubro da revista General Hospital Psychiatry. Avaliando 776 jovens adultos aos 24, 27 e 30 anos de idade, os pesquisadores descobriram que metade deles sofria de pelo menos um desses problemas, com muitas das mulheres apresentando abuso de álcool, obesidade e depressão correlacionados.

 

Para os homens, a única associação encontrada em relação aos três problemas foi a da obesidade aos 27 anos com a depressão aos 30. Entre as mulheres, além dessa mesma associação, os pesquisadores notaram maior correlação entre os outros aspectos considerados – aquelas que tinham depressão aos 27 eram três vezes mais propensas a apresentar abuso ou dependência de álcool aos 30; e mulheres com problemas com o álcool aos 24 tinham quatro vezes mais chances de ser obesa aos 27. A baixa renda estava ligada, em ambos os sexos, a maior risco de depressão e obesidade.

 

Os pesquisadores explicam que a tendência de “enfrentamento ruminativo” – na qual a pessoa repensa obsessivamente sobre os eventos negativos – pode ser um dos traços que ligam o abuso de álcool, a obesidade e a depressão. Os especialistas se referem ao problema como “triângulo tóxico” de “comer, beber e pensar em excesso”, que está associado ao sistema de recompensa do cérebro. Por isso, os pesquisadores recomendam intervenções que ajudem às pessoas a construir experiências mais positivas de recompensa, além de incluir atividades físicas, meditação e controle do estresse ao tratamento.

leia mais sobre o estudo no GHP (em inglês)

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